(Mergulho No Abismo)
PROBLEMAS
DESENVOLVIMENTOS
E RESPOSTAS
Mergulho No Abismo
ATENÇÃO: "Este texto não faz parte da Astrofísica oficial ".
Aqui, a investigação se dá em direção contrária, pondo em dúvidas, teorias, conceitos e afirmações consagradas pela literatura acadêmica.
Por tanto, não deve-se usar este texto como referencial em trabalhos acadêmicos: haverá problemas com professores e orientadores.
PROBLEMAS
DESENVOLVIMENTOS
E RESPOSTAS
PROBLEMA I (Esta primeira demonstração é
a mais simples, porém contém um possível paradoxo que, a seguir vamos equacioná-lo e arrancar-lhe a resposta)
-Logo trás, afirmávamos que todo horizonte
de eventos, possui em seu limite entre a sombra e a luz (superfície) sempre um
ALE de gravidade, não importando o tamanho e a massa do astro que ele guarda.
Devemos nos esclarecer e acrescentar: -todo horizonte de eventos de buracos
negros não girantes ou de baixa taxa de giro sobre si mesmo, onde há um
comportado disco de acresção” / pelos olhos da razão, todos os demais também;
ali no limite entre a sombra e a luz, mede um ALE. Porém muito mais
complicados, pela distorção que possivelmente sofrem pelo movimento. E, seu
raio de distanciamento até o suposto astro em seu interior, é espiralado
descendente; anovelando-se no astro, por aproximação gradativa. Fazendo com
isto; de um curto espaço, que seria em linha reta, da superfície do horizonte
até a superfície do astro: um extensivo caminho a ser percorrido volta após
volta pela espiral, e assim denunciando
sua força real. Estes horizontes de sombras, (segundo sugestões da ciência
moderna) quando distorcidos por um violento e continuo movimento, intercalam-se
com um fino filete de sombra entre o caminho de luz, definindo claramente as
espirais.
Aqui vamos estudar casos diferentes, que
apesar de nos oferecer a possibilidade de lhes arrancar com facilidade as
dimensões dos corpos que escondem em cada interior, nos remetes para velhas
questões intrincadas.
Os buracos negros, que como vimos:
são apresentados em ilustrações criadas por profissionais deste campo da
ciência, em documentários e revistas especializadas, com autoridade consagrada
no assunto, e que para isto, seguem orientações da física moderna. Quando
girantes, aparecem com uma espiral de luz em descendente, se projetando e
mergulhando em seu horizonte de eventos.
Se um círculo, ou uma elíptica, e mesmo um
ovóide de luz, equilibrados, girando em distancias regulares segundo o
movimento, mantém-se a o redor de um corpo; o circulo responde por 360º
constantes, e a elíptica e o ovóide, responde por 360º médios. (Mesmo as
órbitas extravagantes dos cometas, por se repetirem em seus trajetos mantendo
uma média de distancia, e de tangencia do grau, não rompem os 360 graus do
arco). Esta marca, no limite, a o redor de um horizonte de eventos, sim, mostra
a luz em órbita no local, e ali responde sempre por um ALE de gravidade.
Entre tanto, quando se projeta uma
espiral de luz visível encaminhando-se para um mergulho em um horizonte de
eventos, tenha ela a forma de círculo, elíptica, ou ovóide decrescente; estamos expondo visivelmente um
rompimento progressivo dos 360º do arco. E, claro; mostrando uma força mais
forte que um ALE. (Um ente em espiral descendente; rompe a media de distancia,
e a tangencia do grau constantemente, por conseguinte, rompe os 360º a cada
volta seguinte, em relação a cada volta anterior; a tangencia do grau volta
após volta, denuncia isto).
- E então...? – Então..., ...que temos
que arrumar explicações convincentes, ou indagações profundas, e levantar
questões de grande importância, porque aí, de uma só vez, são quebradas todas
as leis que se conhece; de limites entre a luz visível e gravidade em sombras.
-
Onde está aí, o horizonte de eventos?
Depois que a luz entra em espiral descendente,
é quebrado o limite dos 360º do arco, que responde por uma órbita de equilíbrio
de enfrentamento entre força e velocidade. Se o limite foi quebrado, a luz aí,
já não deveria estar invisível no interior do horizonte de eventos?
E então...? – E então..., ...que não
deveríamos vela. Se quer em ilustrações. Se a vemos, é porque o horizonte de
eventos, como alertou Einstein: - “não existe pelo fato da luz não poder romper
a barreira de sua constante de velocidade”. O que existe em negro; é o próprio
astro e a luz atraída para lá; e lá chega, sustentando-se visível pelo caminho.
Ainda assim, nessas condições; ao confrontar sua velocidade com a força da
gravidade e perder sua liberdade; ao ser atraída e aprisionada, em espiral
descendente, a luz não quebraria aí sua constante?
Por outro lado, se de fato existe o
horizonte de eventos, tudo muda.
E então...? – Então..., ...que, se ao
romper os 360º do arco, e em queda, em espiral descendente, a luz deixar claro que já foi aprisionada / - ou a
luz ao se aproximar em espiral descendente, rompe sua própria constante, e
permanece livre em visibilidade, até atingir o horizonte de eventos / ou os
fótons por serem partículas, corpúsculos; são atraídos, e a luz em si: o clarão
que o fóton contém e emite; por ser pura energia em ondas, não, liberta-se. E,
o que cai de um limite de sombras em diante, é o fóton carbonizado, apagado: -
o horizonte de eventos sendo delimitado. (se assim é, então o horizonte o ALE
(o limite entre a sombra e a luz) está onde a luz ainda visível começa a
curvar-se em espiral descendente, mostrando claramente que foi vencida.
-Ou então, apenas sinaliza voltas após
voltas de gases e poeiras em chamas e
espiralados; “porque” não poderia ser diferente? Claro neste caso a
descendência da espiral sinalizada pela luz é natural, porque a luz não está em
espiral, e sim gases e poeiras, e o limite pode ser mesmo o decantado horizonte
de eventos.
A quarta hipótese; é a que o
monstro, em alta velocidade de giro sobre si mesmo, traciona luz e sombra
intercaladas para junto de si.
–A força da gravidade junto a o
horizonte de eventos sempre será de um ALE; à que curva a luz em 360º, e a
mantém em órbita, mantendo-a a uma distancia constante, com limite colado a
superfície de sombras; tenha o raio deste horizonte a distancia que tiver.
Além da probabilidade que
apontamos: que aquilo que supomos ser o
horizonte, possa ser o próprio astro. Aqui encontraremos em visão hipotéticas,
horizontes de eventos distorcidos em suas dimensões. Esta espiral viaja, e
encurva-se embarcada na correnteza, esta; produzida pelo espaço-tempo em
redemoinho, este; provocado pelo movimento do astro central, ao redor si mesmo.
É possível sim, que não seja a luz que encurva-se em espiral descendente acima
do horizonte, e sim, gases e poeiras aquecidos, ou iluminados pela luz que de
fora vem, e ali acumulam-se em órbita no local, e a queda espiralada seja de
outros entes mais pesados e lentos, que aquecidos despencam sinalizados por
ela.
Por outro lado, aí, as direções em curvas
espiraladas tomadas pelos entes, mesmo a luz, em direção ao centro; não são
provocadas apenas pela gravidade; muito acima do horizonte, apesar de atrair
entes mais grossos, como gás e poeiras,
ela não tem forças para atrair entes finos como a luz, em espiral
descendente: este fenômeno é provocado, porque aí, a espiral é um sulco aberto
pelo movimento no espaço-tempo: o único caminho, e direção possível para os entes trafegarem, mesmo a
luz do exterior; esta trafega refletindo-se nos entes.
(Um corredor fechado e em muitas
voltas espiraladas, de paredes opacas, se iluminado na entrada, a luz não
chegará a seu fundo. Mas se de paredes
espelhadas, embora de maneira decrescente, muito provavelmente a Luz se fará
chegar por toda a sua extensão, e atraída, nos dará respostas; ou levando em
conta poeiras, gases, ou no nosso caso; levando em conta a própria luz.
-“O que aqui estou mostrando é que, mesmo
que queira; tenho imensa dificuldades para por em mim mesmo, o tapa olhos do
cavalo do rei, e seguir me impondo uma coerência em linha reta, a toda prova,
observando apenas o caminho a frente em busca de um ponto pré determinado. Há irresistíveis paisagens com riquezas
maravilhosas cercando este caminho por
todos os lados, com influencias diretas sobre mim, que me faz observa-las, e
que; devem ser observadas. Não há engano! Acredite! - Estou usando consciente
estas paisagens contra mim mesmo; tudo é muito complexo, por tanto: - não estou
para tentar enganar ninguém, que na seja
o próprio engano! - Esta possível realidade oculta, é
imensamente difícil de ser decifrada, mas com isto, vou criando caminhos para
nos aproximarmos, e confeccionando as possíveis ferramentas, que possa
contribuir para que um dia seja apurada”).
Estes horizontes, parecerão reduzidos
em dimensões por estarem espiralados muito próximos a o astro central. (Embora
haja um paradoxo entre velocidade de giro e centrifugação, há que se admitir
que: se a luz sob sua constante de velocidade; é atraída e projetada para o
corpo em espiral descendente / a gravidade sob constante equivalente, em
condição inversa; projeta-se do corpo para atrair, em espiral ascendente). Em
contra partida, se mostrarão contendo
mais que um ALE em suas superfícies, por estarem deformados pela taxa elevada
de rotação. Entre tanto, se seguirmos aritmeticamente as voltas de uma espiral
que foi puxada pela força local,
anovelando-se volta após volta no astro central; vamos perceber que estes
horizontes encontram-se oprimidos contra a face do astro que rege cada um
destes sistemas de alta rotação. E,
que na verdade a extensão denunciada
pelas voltas da espiral lhes conferem um raio, e este, suas reais dimensões e
forças centrais.
E então...? -Então..., ...que é com
todas estas hipóteses que vamos trabalhar, pois só adepto delas e as aceito.
(Mas não podemos nos esquecer: - “o sol girando ao redor da terra, entre
estrelas fixas e astros errantes; já foi uma visão muito aceita e consoladora
também”).
Portanto; de uma maneira ou de outra, se
realmente existem, os teremos nas mãos. Por outro lado, aqui além de ciência, é
pura brincadeira aritmética; de esconde, esconde (encontrar as dimensões destes
corpos mergulhados, ...mimetizados nas sombras, saber se suas mensuras
coincidem com o horizonte de eventos, se estão mergulhados nele, a ponto de se
tornarem um ponto infinito; se existem espiralados; é possível); vale por si
mesma.
Vamos? -
É difícil... mas não impraticável.
A dentro!
Questões
Problema I - Se uma espiral de luz à uma distancia do centro do horizonte de
eventos, iniciou, e em uma leve curva prolongou-se por 1.000.000 Km, “e então,
a os poucos ganhando forma de espiral, fere o raio imaginário de referencia,
que demarcando surge do centro absoluto do sistema, passa no local em que a
espiral adentra o horizonte de eventos e culmina em sua borda em qualquer ponto
na volta mais externa.” Depois de observada percorrer milhares de quilômetros;
percebe-se uma regularidade de uma volta para a outra de 1 / 2. Depois de
algumas voltas em descendência a 40.000 km do local de chegada, espiralou-se
mais uma vez, 20.000 km mais próxima do sistema BN completou mais uma
volta.
Então, finalmente completou mais duas voltas no interior de si mesma ainda na zona
do disco de acresção. Uma à 10 Mil
quilômetros de seu ponto de
chegada, iniciou a volta seguinte, que completa-se à 5 Mil
quilômetros (5.000 Km.) da penúltima
volta visível, e de onde ela mesma partiu e adentrou o horizonte de eventos.
Daí para frente, pela regularidade progressiva mantida volta por
volta, pode-se de antemão saber as medidas de evolução da espiral, mesmo depois
dela adentrar as sombras e se apagar aos olhos humanos. Está claro, as
probabilidades apontam, que a próxima e terceira volta se completará à 2,5 Mil
quilômetros ( 2.500 Km.) da segunda, esta já invisível no interior das sombras.
A seguir vamos transformar em milímetros.
- Em seguida devemos conhecer o
perímetro da ultima volta da espiral. Se a primeira volta de referencia,
escolhida, em descendência em direção ao centro, completou-se a um semi-raio de
10.000.000.000 mm (10.000 Km), do seu ponto de partida, demarcada pelo raio de
orientação que traçamos no começo e, a segunda a um semi-raio de 5.000.000.000
mm (5.000 Km) da onde completou-se a primeira; Pela regularidade da luz, a
terceira volta já no interior das sombras, só poderá completar-se a
2.500.000.000mm (2.500 Km) da segunda. A quarta volta a 1.250.000.000 mm (1.250
Km da terceira). A quinta a 625.000.000 mm (625 Km) da quarta volta. E, assim
por diante, em direção a o infinito de Zenon.
Este infinito de Zenon, entre as distancias regressivas (cada vez mais perto)
de uma volta par outra, ocorrerá junto a face do astro oculto no interior do
horizonte.
Então, temos o raio da ultima
volta completando-se colada a penúltima, a exatos 5.000.000.000 mm (5.000 km
abaixo do ALE, (abaixo da superfície do horizonte de eventos) e a 2.737, 055680
km, (2.737 Km) do centro absoluto.
Sabemos por divisões sucessivas, que neste caso, a 32ª volta interior, e
ultima por convenção, passará a 1,16mm. (1,16 milímetros) da superfície do
astro (nos basta); vamos subtraí-lo do ultimo raio e teremos; 2.737.055.678,
84mm (2.737,055678 Km; é claro que, neste ambiente a medida que a luz entra; se
contrai a o cubo... Este é o raio exato, do nosso peixe exótico das profundezas
abissais do cosmos. Mesmo que a luz depois de adentrar o horizonte, se comporte
diferente; seu comportamento em espaço aberto antes de adentrá-lo, mostra o que
irá acontecer em seu interior.
Esta
equação (a mais simples possível, entre outras um tanto complexas) para achar a
dimensão do astro pode ser abreviada já na segunda volta. (ver um pequeno
estudo das espirais)
Em espirais de progressão
regular, que se acha a distancia de uma volta para a outra, dividindo a
distância anterior por dois, para se encontrar o semi-raio progressivo da parte
interessada, isto é; O restante, o cume no interior, onde se dá o fecho ao
redor do eixo que a provoca (corpo). Basta multiplicar o semi-raio que demarca
a distância do começo da primeira volta, para o começo da segunda, por dois e
se tem o resultado. Neste caso; O que nos interessa e a parte mergulhada no
horizonte de eventos.
Isto pode ser feito de qualquer quadrante em relação a espiral. Do
ponto exato onde escolhemos para medi-la, em direção ao centro, encontraremos
com precisão a distancia que se dá a sua chegada a o redor do astro que a
provoca. Porém devemos escolher o raio referencial. Se, a primeira volta
mergulhada no horizonte de eventos completou-se a uma profundidade de 2,5 Mil
quilômetros (2.500 Km.) então temos; transformados em milímetros.
2.500.000.000 x 2 = 5.000.000.000 mm.
1º) Esta espiral
fecha-se aqui por não ter mais espaço para avançar. Isto é; A 5.000 Km de
profundidade, nas sombras. Em seu centro, está o astro o qual ela se anovela, e
nos interessa a dimensão. Se o raio do
horizonte é de 7.737.055. 680 mm.
e, a espiral se fecha a 5.000.000.000 mm, abaixo da superfície do horizonte de
eventos, ou do ALE. Então temos uma subtração;
7.737.055.678 – 5.000.000.000 = 2.737.055.680mm.
R= 2. 737.055.680 mm; Este é o raio do astro que está lá em baixo,
escondido nas sombras do horizonte de eventos. Isto é; (2.737, 055678 Km).
Seu diâmetro é;
2.737.055.678 x 2 =
R= 5.474.111.356 mm. O diâmetro do
astro que está mergulhado no horizonte de eventos. (5.474, 111356 Km.)
Se fosse estático, ou de baixa taxa de
rotação, teria em vez de espiral um simples disco de acresção; sua gravidade na
superfície das sombras, seria claramente de um ALE. Mas é girante de alta taxa
de rotação, e o movimento produz um redemoinho, que produz uma espiral que
pressiona as sombras e a luz contra a sua face.
Aqui a constante gravitacional do
horizonte de eventos, embora pareça que
já não é tão constante assim; permanece, mesmo que já não haja uma órbita de
luz a seu redor, e sim uma espiral; esta
denuncia uma força que faz a luz sinalizar entes curvando mais do que 360º pelo
efeito provocado pelo movimento.
Agora vamos tentar elaborar mais respostas
deste primeiro astro que encontramos.
2º)- Gravidade na região do ALE (superfície do BN);
7.737,055680 / 7.737,055680 = 1 (A o cubo)= 1 ALE
Se o raio do ALE, até o
centro absoluto, é de 7.737.055.680
mm ou, (7.737 mil 055 m 680 mm). Então de um modo simples, teríamos a gravidade
de um ALE, ou “740.571,429 gravidades
solares de superfície”. Porém, é um buraco negro girante e, tudo se complica.
Pois o movimento, distorceu todas as suas relações com o espaço e o tempo.
3º)- Massa aparente;
1 ALE / 3,9999999837 = 25%
da massa Solar. No entanto vamos ver a
seguir, que tudo pode ser diferente.
4º)- Gravidade relativa do
horizonte de eventos; insinuada pelas “duas ultimas voltas completas de luz
visível”;
A) Cada volta de uma
espiral deve ser representada por dois raios; O de partida e o de chegada.
A espiral se insinua a o longe a 80.000 km do centro do astro ,
então inicia-se o mergulho.
Se a primeira volta que pegamos como referencia, um raio mede
22.737,055680 Km, na partida, e o outro 12.737,055680, na chegada; “um na risca
do outro”, devemos soma-los e construir o diâmetro, que é; 35.474,111360 Km.
Multiplicando pelo número Pi temos um perímetro de;111.445,207641
Km. Este é o perímetro da volta da espiral.
B) A ultima volta de
espiral inicia-se a 12.737,055680 Km do centro. E, completa-se a 7.737,055680
Km do centro, adentrando as sombras, que somados mostram um diâmetro de;
20.474,111360 Km, que multiplicados pelo numero Pi resultam em um perímetro de;
64.321,317837 Km. na ultima volta.
C) Somando um
perímetro a o outro temos;
175.776,525478 Km. (o circulo formado pela
espiral visível, decomposta e estendida).
D) Dividindo-o pelo
PI, temos; 55.948,222719... Km de diâmetro.
E) Dividindo-o por
dois, temos; 27.974,111359 ...Km
de raio.
F) (A superfície de todo horizonte de eventos
mede um ALE de forças). Dividido-o pelo raio do ALE; 7.737,055680... temos;
3.61560165... ALEs de raio.
G) Elevando-o ao
cubo, temos; 47,265225...
ALEs de gravidade. Cerca de
1/47 ALE (uma parte de 47 partes de um
ALE) de gravidade aparente proporcionada pelo movimento, é o que demonstra ser
empregada nas duas ultimas voltas de luz visível; ou gases e poeiras
iluminados.
Este sistema de medidas, é indicado para astros em jogos de forças
espiralados entre a luz visível e a gravidade. No caso o nosso B.N. emprega ao
cubo cerca de 1/47 ALEs de forças médias invertidas para atrair de forma
agressiva as duas ultimas voltas de luz visível completamente espiralada pelo
movimento.
H) Gravidade
relativa ao semi cubo da distancia;
3,61560165
/ 3 = 1,2052005
3,61560165
– 1,2052005 = 2,4104115
2,4104115³
= 14,004511
47,265225
– 14,004511= 1/33,260714 ALEs
Cerca de 1/33 ALEs, esta é força ao inverso do semi cubo da distancia...
que pelos caminhos curvados pelo movimento, se insinua no espaço-tempo. O horizonte de eventos distorcido pelo
movimento a possui e, em força invertida atinge a região a 3,61 ALEs de
distancia do centro.
É visível porque possivelmente, além de
todo tipo de entes, a alta taxa de rotação traciona até mesmo a sombra
intercalando-a com a luz visível para junto do corpo. A 22.737,055680 km de
distancia a gravidade chega em 7,5 centésimos de segundos. Não há como a luz
que vem de fora cumprindo uma extensão a o largo, compensar. Para não cair no
abismo, precisaria transcender em muito sua velocidade. Por outro lado os
caminhos no espaço-tempo, estão ali sulcados em espiral pelo movimento.
5º) Gravidade aparente
de superfície do astro oculto, em relação a o raio do horizonte: raio do
horizonte dividido pelo raio do astro oculto.
7.737,055680
/ 2.737,055680 = 2,826780...
2,826780... a o cubo = 22,587921... ALEs.
6º) - Gravidade no interior das sombras; mergulhando volta
por volta da espiral até a superfície do monstro: mostrando quem ele é
realmente.
15.474,111360 Km =(Diâmetro do ALE). Mas
este número não expressa o diâmetro da primeira volta da espiral interior.
Devemos lembrar que é uma espiral descendente. Na sua entrada no
horizonte de eventos sua distancia até o centro realmente é um raio de 7.737,055680 Km ,
porém a o avançar em direção ao centro 2.500 Km e completar-se frontal onde adentrou,
surge um outro raio para a volta; menor que o primeiro e este, deve medir 5.237,055680 Km . E,
assim por diante. Então, se quisermos representa-la com um raio, este deverá
ser um raio médio que represente a ambos, que no caso é de; 6.487,055680 Km .
- Não estranhe, mas é preciso medi-la com
maior rigor, porque o movimento provoca um efeito grandioso em redemoinho espiralando
a luz, e distorcendo a gravidade e as distancias em suas proximidades, e
precisamos sabe-lo. Pois o que nos parece ser próximo; ao seguirmos a reta
de um raio até a superfície do horizonte ou do astro, na verdade, se
mostrará bem mais distante, se seguirmos pelas raias em curvas espiraladas.
Então, vamos “estender” todas as voltas da parte da espiral que está mergulhada
nas sombras, e com este perímetro formar um grande círculo, e achar seu raio. È
este raio interior que precisamos.
Ex;
- Temos o
raio; 7.737.055.680 x 2 = 15.474.111.360
6.487,055680 x 2 =
12.974.111.360 Km
12.974.111.360 ( Diâmetro da primeira volta da espiral, na
descendente adentrando o horizonte, de 5.000 Km para 2.500 Km do astro oculto.)
Esta próxima etapa será
demorada pela extensão que apresenta. Numa seqüência de trinta e duas voltas, temos
que descontar 50% da próxima volta sempre em relação à última. Da primeira volta interior, até à de número
trinta e dois, para que se possa encontrar o diâmetro inteiro desta espiral.
(Nesta primeira volta,
subtrairemos a diferença dos raios da primeira volta para chegar ao diâmetro. A
partir da primeira volta, subtrairemos a diferença dos diâmetros).
Ex; O diâmetro da volta de uma espiral
mede-se para o mesmo lado, em uma mesma reta: raio maior e raio menor, e esta
primeira ao adentrar o horizonte de eventos tem um raio de 7.737.055.680 mm.
É 15.474.111.360 mm o diâmetro do
horizonte, menos 2.500.000.000 mm de mergulho para completar a volta na mesma
reta em que começou, porém 2.500.000.000 mm mais próxima do centro do sistema.
1)15.474.111.360 – 2.500.000.000 = (12.974.111.360)
2) 2.500 + 1.250 = 3.750
12.974.111.360 – 3.750.000.000 =
(9.224.111.360)
3) 1.250 + 625 = 1.875
9.224.111.360
– 1.875.000.000 = (7.349.111.360)
4) 625 + 312,5 = 937,5
7.349.111.360
– 937.500.000 = (6.411.611.360)
5) 312,5 + 156,25 = 468,75
6.411.611.360
– 468.750.000 = (5.942.861.360)
<!--[if !supportLists]-->6)
<!--[endif]-->156,25 + 78, 125
=234,375
5.942.861.360
– 234.375.000 = (5.708.486.360)
7) 78,125 + 39,0625 = 117,1875
5.708.486.360
– 117.187.500 = (5.591.298.860)
8)39,0625 + 19,53125 = 58,59375
5.591.298.860
– 58.593.750 = (5.532.705.110)
9) 19,53125 + 9,53125 = 29,0625
5.532.705.110
– 29.296.875 = (5.503.408.235)
10) 9,765625 + 4,8828125 = 14,6484375
5.503.705.110
– 14.648.437,5 = (5.488.759.797,5)
11) 4,8828125 + 2,44140625 = 7,32421875
5.488.759.797,5
– 7.324.218,75 = (5.481.435.578,75)
<!--[if !supportLists]-->12)<!--[endif]-->2,44140625
+ 1,220703125 = 3,662109375
5.481.435.578,75
– 3.662.109,375 = (5.477.773.469,375)
<!--[if !supportLists]-->13)<!--[endif]-->1,220703125
+ 0,61035156 = 1,8310546875
5.477.773.469,375
– 1.831.054,685 = (5.475.942.414,688)
<!--[if !supportLists]-->14)<!--[endif]-->0,610351562
+ 0,305175781 = 0,915527343
5.475.942.414,688
– 915.527,343 = (5.475.026.887,345)
15)0,305175781 + 0,152587890 = 0,457763671
5.475.026.887,345
– 457.763,671 = (5.474.569.123,674)
16) 0,152587890 + 0,076293945 = 0,228881835
5.474.569.123,674
– 228.881,835 = (5.474.340.241,839)
Daqui para frente será de maneira
mais direta.
17) 0,0762939453125 = 0,114440917...
5.474.340.241,839
– 114.440,917 = (5.474.225.800,922)
18) 0,03814697265625 = 0,057220458...
5.474.225.800,922
– 57.220,458 = (5.474.168.580,464)
19) 0,019073486328125= 0,028610229...
5.474.168.580,464
– 28.610,229 = (5.474.139.970,235)
20) 0,0095367431640625= 0,014305114...
5.474.139.970,235
– 14.305,114 = (5.474.125.665,121)
21) 0,00476837158203125 = 0,007152557...
5.474.125.665,121
– 7.152,557 = (5.474.118.512,564)
22) 0,002384185791056125 = 0,003576278...
5.474.118.512,564
– 3.576,278 = (5.474.114.936,286)
23) 0,00119209289550078125= 0,001788139...
5.474.114.936,286
– 1.788,139= (5.474.113.148,147)
24) 0,000596046447750390625= 0,000894069...
5.474.113.148,147
– 894,069 = (5.474.112.254,078)
25) 0,0002980232238751953125= 0,000447034...
5.474.112.254,078
– 447,034= (5.474.111.807,044)
26) 0,00014901161193759765625 = 0,000223517...
5.474.111.807,044
– 223,517 = (5.474.111.583,527)
27)0,000074505805968798828125 = 0,000111758...
5.474.111.583,527
– 111,758 = (5.474.111.471,769)
28) 0,0000372529029843994140625 = 0,000055879...
5.474.111.471,769
– 55,879 = (5.474.111.415,890)
29) 0,00001862645149219970703125 = 0,000027939...
5.474.111.415,890
– 27,939 = (5.474.111.387,951)
30) 0,000009313225746099853515625 = 0,000013969..
5.474.111.387,951 – 13,969 = (5.474.111.373,982)
---------------------------------------------------------------------------
179.223.340.786,151 mm
31) 0,0000046566128730499267578125 = 0,0000069845
5.474.111.372,982 – 6,984 =
(5.474.111.366,998)
32)0,00000232830643652496337890625=0,00000349225
5.474.111.366,998 –
3,492.mm = (5.474.111.363,506)
Diâmetro; 190.171.563.516,655 mm
190.171.563.516,655
/ 2 =
Raio; 95.085.781.758,3275 mm
95.085.781.758,3275
/ 7.737.055.680 (ALE) =
R=
12,289659747... (ao cubo)=
R= 1.856,177814085 ALEs.(cerca de
mil oitocentos e cinqüenta e seis ALEs). (Esta é a gravidade real na superfície
do monstrengo. Na altura de nosso ALE,
ou superfície do horizonte de eventos, ela deveria medir apenas um ALE; e mede,
mas a alta velocidade de rotação
mascarou com a luz o horizonte de eventos e suas relações com as distancias).
7º)- Gravidade ao Inverso Do Semi Cubo Da
Distancia, a Cerca De Um Milhão
Trezentos Mil Quilômetros Do Astro, Em Relação ao Raio Do Horizonte De Eventos.
Bom, se a ultima
espiral visível completou sua volta a
5.000 km da penúltima e mergulhou, e a penúltima a 10.000 km da antepenúltima.
Sabendo de uma regularidade progressiva de uma volta para a outra, e que o
horizonte de eventos mede um ALE de forças; logo se sabe que teremos pelo menos
mais 6 voltas, totalizando oito voltas externas . A sexta de dentro para fora,
além das duas de chegadas, as sexta a
20.000 km, a quinta a 40.000 km, a quarta a 80.000km a terceira a 160.000 km, a
segunda, 320.000, e a primeira a 640.000 km. Distancia de 1.275.000 km da superfície
do horizonte de eventos.
Teremos que estender o perímetro das voltas desta
espiral em um grande círculo de luz, somado a o perímetro da espiral interior,
e achar o raio; e então achar o inverso do cubo da distancia. Depois subtrair o
perímetro da espiral interior, achar o raio, e a seguir, achar o inverso do semicubo.
Embora o horizonte
de eventos aparenta ter um ALE de raio, sabemos que seu raio funcional
espiralado é de 95.085,7817583275 km (ou, 95.085.781.758,3275 mm).
Voltas externas de luz
visível. Aqui precisamos levar em conta em cada volta, o raio do horizonte de
eventos que embora aparenta ter 7.737,055.680 km na verdade, se sabe que têm; 95.085,7817583275 km. (a
distancia do raio que expressa o ALE do centro até a superfície do horizonte de
eventos, é sempre o divisor, e sempre expressará um ALE para se achar a
gravidade nas distancias elevadas pela inverso do semi cubo da distancia).
Diâmetro de cada volta
externa, da superfície para o espaço aberto..
1ª)- 15.474,111360 + 5.000 = 20.474,111360
2ª)- 20.474,111360 + 10.000 = 30.474,111360
3ª)- 30.474,111360 + 20.000 = 50.474,111360
4ª)- 50.474,111360 + 40.000 = 90.474,111360
5ª)- 90.474,111360 + 80.000 = 170.474,111360
6ª)- 170.474,111360 + 160.000 =
330.474,111360
7ª)- 330.474,111360 + 320.000 =
650.474,111360
8ª)- 650.474,111360 + 640.000 = 1.290.474,111360
-------------------------------------
2.633.792,890880
km
2.633.792,890880 km
X PI =
R= 8.274.304,397065 Km (perímetro da espiral transformada em
círculo de luz).
2.633.792,890880 / 2
=
R= 1.316.896,454440 km (o raio médio da espiral transformada em
círculo: é um pouco menor que o raio das distancias maiores / um pouco maior
que o raio da distancias menores, por ser o resultado: a soma dos dois raios de
cada volta, dividido por dois).
Aqui temos em mãos; o raio que o horizonte de eventos, serve-se
para medir um ALE de forças em sua superfície; e ele é de 95.085,781758... km.
este raio é o nosso divisor externo agora.
A gravidade ao inverso do semi cubo a cerca de 1.300.000 km do
astro.
A)- 1.316.896,454440 / 95.085,781758 =13,849562...
13,849562³...=
2.656,489727...
B)- 1.316.896,454440 - 95.085,781758 =
1.221.810,672682... / 95.085,781758=
12,849562³...= 2.121, 607289...
2.121,607289... / 2.121 =
R= 1,000286... (1,000286... parte de 2.121,607289... partes de um
ALE).
Gravidade ao espaço-tempo-movimento; (é preciso lembrar que o
envolvimento entre espaço, tempo e movimento é decisivo: se se comprovar que o
movimento da gravidade não é constante, e sim; qualquer outro tipo de
movimento, todas as equações terão que ser recriadas por alguém com fôlego
suficiente para isso: “e este trabalho”; quase que por inteiro estará
comprometido, claro, o alerta para o “movimento como dimensão decisiva”, não;
este possivelmente ainda assim, estará inteiramente salvo, porque é ele, a
saber o movimento, quem sintetiza, possibilita e determina, com influencia
decisiva: como, quando, onde e por que,
da existência de espaço e tempo).
Costumeiramente
pensamos que com espaço e tempo; podemos
investigar e compreender o movimento, e os próprios. É o inverso: é através do
movimento que podemos investigar e compreender o próprio, e espaço e tempo. (Se
olharmos para o passado longínquo, e girarmos este olhar para o longínquo
futuro; o que aqui investigamos e compreendemos, não passa de um vislumbre
primitivo sobre este ente; ele, o movimento. Com profundidade, muito terá que
ser feito. Deveríamos, como físicos, desde o início, mesmo com seu desdém pelos
matemáticos, ter levado mais a sério, Heráclito)...
300.000 km/s / 95.085,781758... = 3,155045...
(a cada 3,155045... décimos de segundo, uma onda gravitacional
espiralada de 95.085,781758... Km de comprimento, com a força de 1,000286 parte
/ 2.121,607289... partes de um ALE; sobe e passa a cerca de 1.300.000 km de
distancia deste buraca negro, e evolui para o espaço aberto, e segue
diluindo-se a o inverso do semi cubo da distancia).
Comparação com a superfície Solar
740.571,429 / 2.121,607289... = 349,061031... (cerca de 349 vezes
mais forte que a gravidade na superfície do Sol.
Agora vamos ver
porque este astro espiralado, que mesmo com um ALE de raio, da superfície do
horizonte de eventos até o centro, nos engana, se parecendo frágil. Se
medíssemos sua gravidade com um raio em linha reta, ligando as distancias diretamente
a seu centro, sem levar em conta o movimento espiralado; encontraríamos outros
números, que pelos quais, se nos aproximássemos dele, nos daríamos muito mal e
seriamos tragados imediatamente.
Vejamos!
A o inverso do cubo da distancia
1.316.896,454440 / 7.737,055680 = 170,206407...
170,206407³... = 4.930.917,295416......
4.930.917,295416... /
4.930.917 = 1,0000000599
(1,0000000599 parte de 4.930.917,295416... partes de um ALE.
A o inverso do semi cubo em
um raio direto, embora um pouco mais forte; não seria diferente.
Ao inverso do quadrado da distancia;
170,206407 ²...= 1 / 28.970,126422...
28.970, 221264... / 28.970 = 1,000007637....
1,000007637.... / 28.970,221264...
(mesmo a o inverso do quadrado a encontraríamos mais fraca que o
seu poder real). E, a o inverso do semi quadrado da distancia, embora a
encontrássemos um pouco mais forte que a o inverso do quadrado; não seria
diferente: em linha reta em direção a o centro do astro; estaríamos muito longe
da real força que estaria nos esperando.
Se fosse estático este Horizonte de
eventos, teria um raio de 95.085,781 Km.
Teríamos todas as respostas a seu respeito, menos as dimensões e densidade do
astro que lá se esconde. Porém, se denotarmos uma relação constante entre
massa, densidade e gravidade, estes segredos pode-se também, sabe-los:
estendendo as espirais, e comparando um caso com outro.
Gravidade de Centro
A)
7.737.055.680 x 2 = 15.474.111.360 (Diâmetro do horizonte).
15.474.111.360
x PI = 48.613.354.569,406364...(perímetro do horizonte.)
Gravidade “absoluta ” a os efeitos
causados pelo movimento na sombra e na luz das duas ultimas espirais visível.
(Supondo que a luz não só sinaliza entes na espiral visível, mas também vem
envolvida pela força da gravidade). Para isto, precisamos achar a gravidade no
interior das sombras e adicioná-la a sua gravidade envolvida com a luz. Pois o
horizonte de eventos foi estreitado contra o próprio astro pela alta velocidade
de rotação, e sua fragilidade gravitacional é só aparente, então temos que
levar em conta esta possibilidade.
190.171.563.516,655
x PI =
R= 597.441.586.865,6080934...
(perímetro das voltas internas).
B)
Precisamos adicionar o perímetro das duas voltas externas ao perímetro das 32
voltas internas. Dividi-lo pelo
perímetro do ALE, e eleva-lo ao cubo para achar o resultado. Ex;
597.441.586.865,608809
+ 179.766.525.478,557559 =
R=
773.208.112.344,166368 / 48.613.354.569,406364...
R=
15,905261407958...(ao cubo) =
4.023,670730...ALES
(Cerca de 4
Mil ALEs; gravidade relativa no centro absoluto do sistema). Onde há uma esfera
com 0,62035049089... do raio de um ALE: Um ALE³. O centro absoluto do sistema
encerra a pressão correspondente de cerca 4.000 ALEs.
C) -Força da
gravidade atuando no centro absoluto
deste horizonte de eventos, (Um ALE³) comparada com a força da gravidade
na superfície Solar.
Ex; um ALE tem 740.571,429... vezes mais gravidade que a
superfície Solar.
740.571,429... x 4.023,670730...=
R=2.979.586.935,356297994 (cerca de 2,9 bilhões de vezes mais
forte que a superfície Solar).
D)-
Força da gravidade quântico-relativística total atuando neste astro das
sombras, comparada com as forças que atuam na superfície Sol;
91.239,448350 x 740.571,429=
R=67.569.328.645,851832 ( cerca de 67,5 bilhões de vezes
mais forte que na superfície Solar).
Para melhor compreender.
Se o raio fosse 50% maior
que o raio do ALE, teríamos; 3,375 ALEs, ou 2.499.428,72875 gravidades Solares
de superfície... Se for o dobro, teremos 8 ALEs ao cubo e 7 ALEs a o semi cubo.
Se for o triplo, teremos 27 ALEs, e a o semi cubo 19 ALEs. E assim por diante.
Claro que simples assim, só em astros estáticos. Em astros em movimento,
precisamos primeiro, conhecer o perímetro de todas as voltas da espiral.
O raio do ALE, representa a
unidade para medidas do volume, de uma esfera gravitacional que por sua vez,
representa uma gravidade solar em relação a o
centro absoluto do Sol. Daí para
frente, depois da gravidade tornar-se absoluta, quanto mais encolhe a
superfície de um astro, mais poder gravitacional ela tem. Porém, a gravidade
deste determinado astro em relação a seu
centro absoluto e a luz visível, mantendo a massa, é sempre a mesma. Se no
interior do horizonte, pelo tipo de matéria, o astro encolher mais, ou encolher
menos, sua gravidade muda em relação a própria superfície, porém em relação ao
centro e as distancias não; a luz
marcará sempre o mesmo numero gravitacional.
Não podemos confundir! - O raio do ALE, é inspirado no Sol, e é em
quilômetros; 7.737,055680 Km. A gravidade do ALE, em curvaturas da luz sofrida
em relação a superfície Solar; 740.571,429 curvaturas, ou gravidades Solar
de superfície.
Se o astro for maior em gravidade; o raio do ALE se alonga e a
denuncia, alcançando sempre uma localização segura para a luz. E assim é com
qualquer um destes astros, não importa seu poder gravitacional, a luz sempre
estará circulando e demarcando um limite a uma distancia segura segundo o poder
de cada astro; onde mede exatamente um ALE de gravidade; 740.571, 429 gravidades
solares de superfície, e não a 7.737,055680 Km do astro.; este é o raio do
astro que contem apenas um ALE de força gravitacional. Mais poder
gravitacional, mais longe a luz circulará, (parece contradição), menos poder
gravitacional mais próximo circulará a luz visível. –Não te enganas, é assim
mesmo.
Se a luz avançar e romper
o ALE, ela mergulhará no abismo. ( O ALE reside exatamente, “no limite de
equivalência de forças” entre a velocidade da luz e a gravidade do astro, e
está localizado entre o horizontes de eventos e a borda interna do disco de
acresção). Vale, apenas para a luz, e entes equivalentes. As demais coisas, ou
daí não se aproximam por serem leves demais. Ou, por serem mais pesadas, já vem embarcada em
uma torrente gravitacional, para precipitarem-se no relativo infinito deste
precipício.
7º) – Massa do astro; O raio do círculo de toda a espiral interior,
estendida como um círculo, dividido pelo
raio do ALE e elevado ao cubo e então, divido por 3,9999999837 ; assim é, porque a espiral interior, foi originadas pela força do
movimento e estreitada com a sombra,
para próximo do corpo aparentando um ALE apenas. Mas este horizonte de eventos como delimitador do ALE
e do perímetro da espiral, não permite engano. Lá atrás, vimos que a luz curvou
em espiral descendente;
95.085.781.758,3275 /
7.737.055.680=
R= 12,289659... (a o cubo).
R= 1.856,177814085 /
3,9999999837=
R= 464,044455412231155 (cerca de 464 massas Solares).
8º) - Densidade; Partindo do princípio que, em uma esfera massiva de 7.737,055680 Km de raio, que
simboliza o ALE de 740.571,429 gravidades Solares de superfície; encontramos uma massa Solar, é claro que;
neste caso, onde encontramos 1.856,177814... ALEs de gravidade, em uma corpo de
464 massas Solares, com 2.737,055680 Km de raio, então temos uma esfera
22,587921 vezes menor que a esfera do ALE. Contendo 464... vezes mais massa que
o ALE. Então; 22,587921 x 464... =
R= “10.208”...; Cerca de dez mil massas solares, por um ALE;
(Esfera gravitacional de 7.737, 055680 km de raio, por uma massa Solar, por
740.571, 429 gravidades solares de superfície). Esta é a densidade deste corpo,
a nível de macro cosmos.
9º) - Composição
química provável; Astro reduzido em
volume. E, com muita massa. Maior quantidade de elementos pesados em sua origem e estrutura; grande
quantidade de massa em volume reduzido.
Depois que a superfície mergulha no horizonte de eventos, embora
ainda haja pressão, extingui-se as forças expressivas atuando em sentido
contrário, e a gravidade torna-se absoluta em relação a luz. Volume e densidade diferentes em astros com a mesma
massa, já não influem mais nos resultados em relação a “superfície do
horizonte” e o centro absoluto. Mas em relação a superfície do astro em si,
continua valendo. E, a mesma massa com volumes e densidades diferentes,
apresentam resultados diferentes, mesmo mergulhado nas sombras. Isto, embora a
princípio não determine com exatidão os elementos químicos que o compõe, nos dá
uma idéia da característica dos elementos que originou o astro; se leves ou
pesados. Porém num futuro próximo, relacionando massa, volume e densidade entre
os corpos, poderá se dizer com detalhes, quais os elementos predominante que o
formaram.
Atenção: mesmo em um buraco negro, um fóton de luz não sofre os
mesmos efeitos que um átomo de hidrogênio, e um átomo de hidrogênio não sofre
os mesmos efeitos que um átomo de carbono. E nem um átomo de carbono, sofre os
efeitos, que sofre um átomo de ouro. E assim por diante. E isto o astro terá
que mostrar. Para ver, é só confiar nas
leis da natureza.
É claro que, deve haver um limite. E,
aquilo que chamamos de singularidade, é na verdade um lugar comum, onde cada
elemento que ali chega não se distingue dos que ali estão. Mas qual este
limite? Haverá tal limite?
10º)- Origem provável do astro em relação ao
tempo: Astro do tipo “tempo indeterminável”, apesar de não possuir grande
quantidade de luz de origem exterior aprisionada em órbita em seu ponto de
equilíbrio, entre gravidade e movimento, nas bordas externas do redemoinho, é
possivelmente muito antigo. É voraz, e pode, segundo sua massa, já ter tragado
um aglomerado inteiro. Este tipo de astro espiralado de luz, segundo a
ciência, precisa de pelo menos, uma estrela brilhante nas suas redondezas.
Voltando...! Próximo problema!
Problema extra – Uma espiral parte em descendente, cerca de 3 milhões de
quilômetros antes do raio imaginário de orientação que, surge do centro
absoluto do sistema e segue em direção onde exatamente a espiral mergulha no
horizonte de eventos e evolui para a borda externa. Exatamente neste ponto
referencial do raio, a 2,187 milhões de quilômetros completa a primeira volta.
A 729 mil da primeira, completa segunda. A 243 mil da segunda, completa a terceira.
A 81 mil da terceira, completa a quarta. E a 27 mil quilômetros da quarta; completa a quinta volta, já mergulhando no
horizonte de eventos, o qual, o raio mede 13.500 km. Daqui para frente, é possível dizer que a
próxima volta se dera nas sombras, a 9 mil K de profundidade. É uma espiral que avança por volta, uma
terça parte da última que avançou.
Questões
1º)-
Em
que altura esta espiral fecha-se por não ter mais espaço entre as voltas para
avançar, e então, demarca a superfície do astro mergulhado nas sombras?
2º)- Gravidade na região do ALE (superfície do horizonte de eventos);
3º) -
Massa
aparente;
4º)- Gravidade relativa do horizonte de eventos;
5º) Gravidade
aparente, de superfície do astro oculto em relação a superfície do horizonte;
6º) -
Gravidade no interior das sombras; mergulhando até a
superfície do monstro; mostrando quem ele é realmente.
7º) –
Massa
do astro;
8º) -
Densidade;
9º) - Dimensão
do astro;
10º)- Composição
química do astro;
11º)-Origem provável do astro em relação ao tempo:
PROBLEMA II - Segundo caso. Da borda
externa da região do disco de acresção, até a borda interna, a qual; é rica em
luz visível que ali permanece em órbita, num sinal claro que, do exterior veio
e ali em órbita se acumulou. A espiral
parte completando a primeira volta em um raio a 2.187 milhões de km do ponto de
partida, a segunda volta a 729 mil km da primeira, a terceira a 243 mil km da
segunda, a quarta a 81 mil km da terceira, a quinta a 27 mil km da quarta
volta, e a sexta a 9 mil km da quinta, e mergulha no horizonte de eventos, cujo
raio, mede um ALE (Daqui para a frente é projeção no escuro), e, frontal a este
ponto, é de se perceber que, a lógica aponta para que, inicie e complete a
sétima volta, já no interior do
horizonte de eventos, a 3 mil km
da sexta e ultima volta que aconteceu ainda na zona de disco de acresção.
Então, no interior das sombras, toda a probabilidade nos diz que, a oitava
volta irá completar-se a 1.000 quilômetros da sétima. De cada três partes do semi-raio da volta
anterior, o semi-raio da volta seguinte avança uma. Não é preciso dizer, embora
dizendo: a nona volta, já no interior das sombras, se completará a 333,333 km
da terceira volta. Não precisamos ir até o final nesta projeção.
Questões
1º) Em que
altura esta espiral fecha-se por não ter mais espaço entre as voltas para
avançar, e então, demarca a superfície do astro mergulhado nas sombras?
2º)- Gravidade na região do ALE (superfície do horizonte de eventos);
3º) -
Massa
aparente;
4º)- Gravidade relativa do horizonte de eventos;
5º) Gravidade aparente, de superfície do astro oculto em
relação a superfície do horizonte;
6º) -
Gravidade no interior das sombras; mergulhando até a
superfície do monstro; mostrando quem ele é realmente.
7º) - Dimensão
do astro
8º) - Massa real
do astro;
9º) - Densidade;
10º)- Gravidade
a 1.000.000 km de distancia.
11º) -
Gravidade
aparente, de superfície do astro oculto em relação a superfície do horizonte;
12º) - Composição química provável;
13º) - Origem provável do
astro em relação ao tempo:
PROBLEMA EXTRA - A
espiral evolui de uma volta para outra em ¼ da volta anterior.
E, percebe-se a seguinte tendência. A 64.000 km a espiral completa a primeira
volta, distante do ponto de partida. A
16.000 km distante da primeira, completa a segunda volta. A 4.000 km distante
da segunda, completa a terceira. E visivelmente assim segue. O centro do
horizonte de eventos o qual mede 20.000 km, está a 105.333,333333... km
distante do inicio da primeira volta da espiral.
Questões
1º) Em que
profundidade no horizonte de eventos
esta espiral fecha-se por não ter mais espaço entre as voltas para avançar, e
então, demarca a superfície do astro mergulhado nas sombras?
2º)- Dimensão do
astro;
3º) -
Massa
aparente;
4º)- Massa real do astro;
5º)- Densidade;
6º) - Gravidade no interior
das sombras; mergulhando até a superfície do monstro; mostrando quem ele é
realmente.
7º) - Gravidade na
região do ALE (superfície do horizonte
de eventos);
8º) – Gravidade relativa do horizonte de
eventos;
9º)- Gravidade a
1.000.000 km de distancia.
10º)-
Gravidade
aparente, de superfície do astro oculto em relação a superfície do horizonte;
11º) -
Composição
química provável;
12º)-
Origem provável do astro em relação ao tempo:
PROBLEMA
III -Terceiro caso; Vamos apresentar uma evolução em direção a o astro
oculto em que se percebe uma média de 4 para 1; de uma espiral que parte da
borda externa quase escura do disco de acresção.
A
primeira volta acontece a 8.192.000 km da segunda. A segunda volta a 2.048.000
km da terceira. A terceira volta a 512.000 km da quarta. A ante penúltima volta é completada a 128 mil
km da anterior. A penúltima volta da espiral no disco de acresção é completada
à 32 mil quilômetros da ante penúltima,
( é preciso que se diga, que este ponto de partida é imaginário, pois na
maioria dos casos, percebendo-se um regularidade; para se chegar a dimensão,
não é preciso mais do que duas ou três
voltas para equacioná-la, e o referencial pode ser o ponto em que a espiral
adentra o horizonte de eventos), e a ultima volta, na borda interna do disco de
acresção, completa-se a 8 mil quilômetros da penúltima e adentra no horizonte
de eventos, cujo raio mede 20.000 Km.
Se é um para quatro, é por que a volta seguinte ao completar-se
permanece com uma, e abre mão de três
partes da volta anterior. Então
temos; “Em milímetros”...
Questões
1º) Em que
profundidade no horizonte de eventos
esta espiral fecha-se por não ter mais espaço entre as voltas para avançar, e
então, demarca a superfície do astro mergulhado nas sombras?
2º)- Dimensão do
astro;
3º) -
Massa
aparente;
4º)- Massa real do astro;
5º)- Densidade;
6º) - Gravidade no interior
das sombras; mergulhando até a superfície do monstro; mostrando quem ele é
realmente.
7º) - Gravidade na
região do ALE (superfície do horizonte
de eventos);
8º) – Gravidade relativa do horizonte de
eventos;
9º)- Gravidade a
1.000.000 km de distancia.
10º)-
Gravidade
aparente, de superfície do astro oculto em relação a superfície do horizonte;
11º) -
Composição
química provável;
12º)-
Origem provável do astro em relação ao tempo:
PROBLEMA
IV -Quarto caso; Espiral
convergente aguda; A que mergulha quase que diretamente sobre o astro. É
preciso que, antes que ela entre no horizonte, que se obtenham dados sobre sua
projeção angular; Para isto, é preciso demarcar a espiral com círculos
perfeitos de maior a menor e em distâncias regulares um do outro. Quando a
projeção fechar os 360º do arco em si
mesma , a espiral de luz estará lambendo o pelo do alazão negro, no fundo das
sombras; Ex: Temos um horizonte de
eventos com um raio de 2 milhões de km.
As bordas externas da espiral estão a 10,5 milhões de km, do centro
absoluto. A primeira volta completa-se a 6,3 milhões de quilômetros do ponto de
partida. A segunda volta já na projeção no interior do horizonte, a 3,78
milhões de km, da primeira. A terceira na projeção, a 2,268 milhões de
quilômetros da segunda. “Percebe-se aqui, que o raio da projeção, supera em
distancia o raio da espiral em relação ao centro absoluto em 1, 848 milhões de
quilômetros”. Se sabemos que o raio do horizonte é, de 2 milhões de quilômetros, procedemos da
seguinte maneira; Subtraímos este raio do numero encontrado na projeção, Então,
subtraímos este numero do raio da espiral, e, temos o raio do astro que se
encontra por traz do horizonte.
Questões
1º)
Em
que altura esta espiral fecha-se por não ter mais espaço entre as voltas para
avançar, e então, demarca a superfície do astro mergulhado nas sombras?
2º)- Gravidade na região do ALE (superfície do horizonte de eventos);
3º) -
Massa
aparente;
4º)- Gravidade relativa do horizonte de eventos;
5º) Gravidade
aparente, de superfície do astro oculto em relação a superfície do horizonte;
6º) -
Gravidade no interior das sombras; mergulhando até a
superfície do monstro; mostrando quem ele é realmente.
7º) –
Massa
do astro;
8º) -
Densidade;
9º)- Gravidade a
1.000.000 km de distancia.
10º)-
Gravidade
aparente, de superfície do astro oculto em relação a superfície do horizonte;
11º) -
Composição
química provável;
12º)-
Origem provável do astro em relação ao tempo:
PROBLEMA
V -Quinto caso; Uma espiral parte como um raio de luz com uma leve
inclinação em direção a um ponto, então começa a curvar-se; Deve-se de qualquer modo traçar uma cruz
centrada no eixo do sistema com escala em quilômetros com forme a nececidade,
em todos os seus seguimentos, e divide-se a região em quatro partes iguais com
cada uma delas representando ângulos de 90º. A espiral deverá mostrar tendência
a diminuir a inclinação. É a maneira
mais simples de se medir sua progressão. Ex: Uma cruz escalonada de um a dez, a
espiral mergulha nestes mesmos 10 da escala em direção a o centro, na próxima
haste a espiral passa na escala 5.1, na terceira haste passa a 2.75 e mergulha
no horizonte de eventos, isto nos mostra uma tendência a se transformar num
circulo antes de atingir o centro absoluto. Quando a espiral atingir a próxima
haste, “na verdade a primeira, onde a espiral passou na escala 10,” já no
interior do horizonte de eventos será na altura de 1,775 e completará a
primeira volta. A o se encaminhar para a segunda volta passará a 1,6875, na
haste seguinte. E na próxima, passará a 2,44375. Estranho, não! Porém aqui
estamos projetando uma tendência de uma espiral que não estamos vendo, e quando
acontece isto é a hora de parar com a projeção, adicionar, os dois últimos
resultados e dividirmos por dois, e teremos o raio aproximado do astro
ocultado. Ex:
1,6875 + 2,44375 / 2 =
2,065625, como a escala esta em equilíbrio com o raio do sistema e ela
se divide em mil ou em milhões de quilômetros, temos então exatos; 2,065625 da
unidade que estamos usando. Para a esfera que estamos investigando. Digamos que
a escala, seja demarcada de 10 mil em 10 mil quilômetros.
Questões
1º) Em que
altura esta espiral fecha-se por não ter mais espaço entre as voltas para
avançar, e então, demarca a superfície do astro mergulhado nas sombras?
2º)- Gravidade na região do ALE (superfície do horizonte de eventos);
3º) -
Massa
aparente;
4º)- Gravidade relativa do horizonte de eventos;
5º) Gravidade
aparente, de superfície do astro oculto em relação a superfície do horizonte;
6º) -
Gravidade no interior das sombras; mergulhando até a
superfície do monstro; mostrando quem ele é realmente.
7º) – Massa do
astro;
8º) -
Densidade;
9º)- Gravidade a
1.000.000 km de distancia.
10º)-
Gravidade
aparente, de superfície do astro oculto em relação a superfície do horizonte;
11º) -
Composição
química provável;
12º)- Origem provável do
astro em relação ao tempo:
PROBLEMA
VI -Sexto caso; A espiral de Arquimedes. Esta espiral é regular, e
evolui mantendo a mesma distância entre uma volta e outra. Neste caso, para se
saber o diâmetro do astro que está do outro lado do horizonte, basta medir a
largura entre uma volta e outra e dividir pelo numero PI, e temos seu diâmetro.
Pois esta largura registra o perímetro do astro. Se for dois braços ou mais, é
preciso somá-los, dividir pelo número encontrado, para depois dividir o
resultado pelo PI.
Quando se aproxima do astro a uma distancia equivalente de seu perímetro,
a curva se fecha e ela mergulha enrolando-se na superfície do astro. Assim
é, mesmo com dois ou mais tentáculos.
Esta espiral depois de iniciar-se, a 3.000.000 km do buraco negro, em voltas
descendente de um único seguimento, entra no horizonte de eventos, “o qual o
raio mede 47.796,482927 km”, a 300.000 km de distancia de uma volta para a
outra, ou de largura, cada volta.
Questões
1º) Em que
altura esta espiral fecha-se por não ter mais espaço entre as voltas para
avançar, e então, demarca a superfície do astro mergulhado nas sombras?
2º)- Gravidade na região do ALE (superfície do horizonte de eventos);
3º) -
Massa
aparente;
4º)-
Gravidade relativa do horizonte de eventos;
5º) Gravidade
aparente, de superfície do astro oculto em relação a superfície do horizonte;
6º) -
Gravidade no interior das sombras; mergulhando até a
superfície do monstro; mostrando quem ele é realmente.
7º) –
Massa
do astro;
8º) - Densidade;
9º)- Gravidade a
1.000.000 km de distancia.
10º)-
Gravidade
aparente, de superfície do astro oculto em relação a superfície do horizonte;
11º) -
Composição
química provável;
12º)-
Origem provável do astro em relação ao tempo:
PROBLEMA VII -Sétimo caso; A
espiral divergente. Esta obedece à regras da natureza também. Ao contrário das
convergentes que tangem “se é que tangem” o astro pelo lado que a medimos, as
divergentes “tangem” tanto pelo lado de
mensura, quanto pelo oposto ao que nos
orientamos para medi-la. È preciso
atenção; esta espiral divergente, em que as voltas; cada vez
distanciam-se mais uma das outras, em direção o centro, depois de detectada a
média de distanciamento progressivo; se perceberá com segurança a profundidade
do mergulho: no lado que ele deu-se mais próximo do centro está a face do
astro. Esta progressão espiralada; detectada a média; torna-se segura porque,
assim como o avião supersônico em uma determinada aceleração constante; ao
quebrar a barreira do som, suas turbinas emudecem, mas a aceleração constante
continua a mesma, até que o piloto decida estanca-la / a luz em velocidade
constante; a o se aproximar de um corpo massivo; em progressão constante, sua
velocidade vai perdendo poder contra a força da gravidade local, até quebrar a
barreira e a gravidade anular o poder de escape da luz, então faz-se a sombra,
mas a média progressiva de perda de
poder de escape da luz mantém-se: então sabe-se o que acontecerá no interior do
horizonte de eventos.
Ex:
A espiral aproxima-se do
horizonte de eventos com a primeira volta contável, completando-se a 100 km do
ponto de partida, e a segunda a 200 km
da primeira quando adentra o horizonte de eventos. Para mudar de ares,
temos aqui um buraco negro representado por um horizonte de eventos com um raio
de 15.474.111.360 mm, ou cerca de
15.474 quilômetros.
Bom, todos nos sabemos que, a terceira volta da espiral já no
interior do horizonte, mede 400km de distancia da primeira e seguirá em evolução dobrando a distância entre uma
volta e outra. Como sempre, teremos que
demarcar o centro absoluto do sistema para
nos orientarmos. Este tipo de espiral deve se aproximar em voltas, do
eixo do sistema em evoluções da volta maior para a volta menor em extensão, com
distancias de menores para maiores entre elas.
Quando a evolução ao se aproximar do centro, não permitir, uma
volta a mais, pois já não existe dimensão espacial plana para esta
evolução, ali estará demarcado pelos 360º da ultima volta da espiral o diâmetro
do astro. Devemos medi-la diretamente com a régua do ALE; O arco de luz
einsteiniano está à 15.474,111,360, (15 mil, 474 quilômetros, 111 metros, 360
mm), O ALE está duas vezes mais distante que se estivesse em uma gravidade
solar real de centro, mas as 740.571,429, gravidade solares de superfície ali
permanecem; Por tanto, medidos com a precisão de uma régua na velocidade da
luz.
Se a espiral avançou 400.000.000 mm na primeira volta no interior
do horizonte, a tendência demonstrada
pelas duas voltas externas, é dobrar a distancia uma volta após a outra.
Teremos então...;
Questões
1º) Em que
profundidade no horizonte de eventos
esta espiral fecha-se por não ter mais espaço entre as voltas para avançar, e
então, demarca a superfície do astro mergulhado nas sombras?
2º)- Dimensão do
astro;
3º) -
Massa
aparente;
4º)- Massa do astro;
5º)- Densidade;
6º) - Gravidade no interior
das sombras; mergulhando até a superfície do monstro; mostrando quem ele é
realmente.
7º) - Gravidade na
região do ALE (superfície do horizonte
de eventos);
8º) – Gravidade relativa do horizonte de
eventos;
9º)- Gravidade a
15.000.000 km de distancia.
10º)-
Gravidade
aparente, de superfície do astro oculto em relação a superfície do horizonte;
11º) -
Composição
química provável;
12º)- Origem provável do
astro em relação ao tempo:
PROBLEMA VIII
A espiral adentra o horizonte, depois de completar as duas voltas,
que precisamos como referencial, com evolução de um para três; Primeira volta
esterna a 100 km do ponto imaginário de partida. Segunda volta a 300 km da
primeira e, após adentrar o horizonte de eventos completa mais uma volta a
900km da segunda. Neste caso o ALE está a 38.685.278.400 mm do centro do
sistema, (38 mil, 685 quilômetros, 278 metros, 400 milímetros).
Questões
1º) Em que
profundidade no horizonte de eventos
esta espiral fecha-se por não ter mais espaço entre as voltas para avançar, e
então, demarca a superfície do astro mergulhado nas sombras?
2º)- Dimensão do
astro;
3º) -
Massa
aparente;
4º)- Massa do astro;
5º)- Densidade;
6º) - Gravidade no interior
das sombras; mergulhando até a superfície do monstro; mostrando quem ele é
realmente.
7º) - Gravidade na
região do ALE (superfície do horizonte
de eventos);
8º) – Gravidade relativa do horizonte de
eventos;
9º)- Gravidade a
1.000.000 km de distancia.
10º)-
Gravidade
aparente, de superfície do astro oculto em relação a superfície do horizonte;
11º) -
Composição
química provável;
12º)-
Origem provável do astro em relação ao tempo:
PROBLEMA IX Décimo caso; A espiral completa a primeira volta a 12 bilhões de
milímetros do ponto de partida, e a segunda
a 8 bilhões da primeira e entra no horizonte. A próxima atrás do
horizonte, será feita a 5.333,333333... km da segunda volta. A quarta volta
será ao mesmo tempo a segunda no interior do horizonte de eventos, este com 1,5
ALE de raio, e completará sua volta a 3.555,555555... km da primeira no
interior que é a quarta desde a origem.
Aqui temos uma projeção de dois terços de uma volta para outra. E
como a razão desta projeção envolve sempre de três partes duas: envolve na
volta seguinte sempre duas partes das três partes da volta anterior ( maior 1,5
que a volta seguinte, e a seguinte 1/3 menor que a anterior) e a primeira volta
completa no interior do horizonte foi a 5.333 km da anterior; a dividimos por
duas unidades de 1,5 que é 3, e a multiplicamos por três unidades 1,5 que é
4,5; ou para sabermos o fecho em volta do astro; basta multiplicarmos esta
distancia por três.
Ex:
5.333.000.000 x 3 = 15.999.999.999 mm
(Este tipo de espiral que transgride o infimito de Zenon, se
existir em buracos negros; É a prova que o espaço deforma-se, mesmo. Pois é
proibida de existir no espaço plano, pelas leis da física, e só pode acontecer
em um abismo côncavo ou cônico, das bordas
em direção ao fundo. Porém se assim não
for, nada impede de haver buracos negros em forma de tornados siderais no
universo. Se perceberam bem, ela transgride seu próprio centro absoluto, ou
eixo, em 8.262.944.319 mm, “8.262 quilômetros,944 metros 319mm”, o que só é
permitido no interior de um côncavo, com esta profundidade. A espiral
convergente que, evoluir uma volta apos a outra acima da metade da volta
anterior, mesma que seja uma medida
infinitesimal, precisará haver uma equivalente concavidade para que ela possa
existir).
E
Depois de se chegar a os cerca de 7.737 mil quilômetros de raio do
ALE, a unidade gravitacional que inspirados na gravidade solar de centro
criamos pare medir corpos de gravidade avassaladoras dividindo-se o volume do sol por 740.571,429. Elaboramos
uma esfera 740,571,429 vezes menor em volume que o sol. Então, dividindo seu
volume por 4,18879020478, com o resultado temos o cubo do raio. Passo seguinte;
achando-se a raiz cúbica deste ultimo resultado; É o raio da segunda esfera,
que será o nosso ALE, de 7.737, 055680
quilômetros. Este número nos mostra
a distância que a luz poderá se aproximar do sol sem se precipitar, se
um dia ele inventar de se concentrar em algumas dezenas de quilômetros de
diâmetro. (Os 700 mil quilômetros de
raio que usamos como referencial , é por que por certo a luz das estrelas ao
curvarem-se 1,75 segundos de arco ao passar próximas ao sol, não se aproximaram
mais do que 700 mil quilômetros, do centro absoluto do contrário se emcostacem
a 696 mil km do centro absoluto, seriam confundidas com a luz do próprio sol ).
Por isto esta medida redonda e
ligeiramente maior do que seu
raio real.
Questões
1º) Em que
profundidade no horizonte de eventos
esta espiral fecha-se por não ter mais espaço entre as voltas para avançar, e
então, demarca a superfície do astro mergulhado nas sombras?
2º)- Dimensão do
astro;
3º) -
Massa
aparente;
4º)- Massa do astro;
5º)- Densidade;
6º) - Gravidade no interior
das sombras; mergulhando até a superfície do monstro; mostrando quem ele é
realmente.
7º) - Gravidade na
região do ALE (superfície do horizonte
de eventos);
8º) – Gravidade relativa do horizonte de
eventos;
9º)- Gravidade a
5.000.000 km de distancia.
10º)-
Gravidade
aparente, de superfície do astro oculto em relação a superfície do horizonte;
11º) -
Composição
química provável;
12º)-
Origem provável do astro em relação ao tempo:
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