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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

*Além do Horizonte de Luz: Uma Metodologia para Detecção de Sinais Superluminais em Coordenadas Estrelares Reais*

 *Além do Horizonte de Luz: Uma Metodologia para Detecção de Sinais Superluminais em Coordenadas Estrelares Reais*

https://zenodo.org/


Autor: Otacílio Alves Meirelles


Resumo

Este artigo propõe uma ruptura com o "determinismo da visualização tardia" estabelecido pela relatividade restrita. Argumenta-se que a dependência exclusiva do espectro eletromagnético para a observação astronômica nos limita ao estudo do passado cósmico. Propomos a hipótese de que a radiação (c) é apenas um veículo de transporte para uma classe específica de entes, não descartando a existência de fenômenos ou sinais que operem em velocidades superiores. A metodologia sugerida foca no direcionamento de receptores polivalentes para a posição real estimada de sistemas estelares no presente, e não para sua imagem visual atrasada, visando captar emissões naturais ou mensagens de inteligências tecnologicamente avançadas através de um corredor de varredura espaço-temporal.


Palavras-chave: Simultaneidade Estelar; Propagação Superluminal; Coordenada Real; Entes Não-Radiativos; Corredor de Varredura.


1. Introdução: O Despertar do Sonho Einsteiniano

A física contemporânea consolidou a ideia de que a velocidade da luz é o limite intransponível para a informação. No entanto, essa barreira cria um "atraso existencial": ao observarmos uma estrela a mil anos-luz, estamos operando sobre um registro fóssil. Este trabalho sugere que a ciência deve se libertar da passividade da observação retroativa. A questão fundamental não é onde a estrela estava, mas onde ela está agora. Se existirem entes que operam fora da causalidade eletromagnética convencional, eles não seriam detectados nas coordenadas visuais, mas sim nas coordenadas de sua localização presente no espaço-tempo.


2. A Distinção entre Radiação e Entes Desconhecidos

A dedução de que não há nada mais veloz que a luz baseia-se no fato de que todos os entes conhecidos (raios gama, raios-X, visível, infravermelho) são subdivisões de um "pacote" chamado radiação. Propomos que a radiação é o veículo, e sua velocidade é uma propriedade desse veículo.


Contudo, é teoricamente possível a existência de um Ente Desconhecido (ED) que não pertença a esse espectro. Tal ente poderia utilizar propriedades não-locais do espaço-tempo ou subestruturas do vácuo quântico para se propagar a velocidades v>>c. Para captar tais fenômenos, o aparato coletor deve ignorar a imagem óptica e focar na posição física atual da fonte.


3. Metodologia de Triangulação de Localização Real (TLR)

Para transpor a ilusão óptica, propomos o cálculo do deslocamento estelar real através de três variáveis principais:


Movimento Próprio (μ): O deslocamento angular observado.


Velocidade Radial (v 

r

 ): O vetor de afastamento ou aproximação.


Tempo de Trânsito Fotônico (t=d/c): O intervalo entre a emissão e a recepção da luz.


Fracionando o caminho estimado em pontos de controle, criamos a base para a busca do corpo celeste no exato momento da observação terrestre.


4. Seleção de Alvos e Receptores Polivalentes

O foco da busca deve recair sobre exoplanetas situados na Zona Habitável de estrelas próximas. A estratégia divide-se em:


Emissões da Natureza: Verificação de flutuações em frequências naturais que desafiem o modelo padrão de propagação.


Sinais de Vida Inteligente: Busca por mensagens moduladas em canais que utilizem a simultaneidade para superar o isolamento interestelar.


Aparato Coletor: Receptores sensíveis a variações não-eletromagnéticas, como oscilações de vácuo ou correlações quânticas, sintonizados na coordenada real do alvo.


5. O Corredor de Varredura: Entre o Tempo Fóssil e o Espaço-Tempo Real

Para garantir a detecção de qualquer Ente Desconhecido (ED) que viaje a velocidades superluminais (entre c e o infinito), a metodologia estabelece um Corredor de Varredura Ativa.


Este corredor compreende o arco de deslocamento que une o espaço-tempo fóssil (onde a estrela é vista hoje, mas onde ela estava há mil anos) e o espaço-tempo real (onde a estrela se encontra no "agora" universal).


Se um ente viaja mais rápido que a luz, ele deve estar "ultrapassando" a imagem fóssil em algum ponto dessa trajetória. A varredura deve percorrer sistematicamente a distância de mil anos-luz (no exemplo de uma estrela a essa distância), escaneando o vácuo desde o local onde a luz sinaliza que ela esteve até o local onde os cálculos de TLR indicam que ela realmente se encontra. Este corredor é a "trilha" onde qualquer sinal que rompa a barreira de c deixaria seu rastro, permitindo a captura de fenômenos que a astronomia convencional ignora por olhar apenas para o "fantasma" luminoso.


7. A Rede Gravitacional como Vetor de Comunicação Contemporânea

​A hipótese aqui proposta sustenta que o Universo — independentemente de sua origem via singularidade inicial (Big Bang) ou outros modelos — possui a gravidade como sua propriedade estrutural intrínseca. Propõe-se que o espaço-tempo não apenas contém gravidade, mas que "O Universo é a Gravidade" em sua manifestação dimensional.

​7.1. O Entrelaçamento Gravitacional Universal

​Diferente da radiação eletromagnética (fótons), que é emitida por corpos de forma independente e viaja através do vácuo com uma velocidade limite c, a interação gravitacional estabelece um entrelaçamento contínuo entre as massas. Enquanto a luz "parte" dos corpos, a gravidade os "une" em uma rede pré-existente.

​A Natureza do Meio: Sugere-se que a gravidade atua de forma análoga a uma rede de fibra óptica universal. Ela não é apenas uma força, mas um condutor de informações.

​O Papel do Gráviton: A partícula hipotética mediadora dessa força, o gráviton, seria o elemento infinitesimal capaz de sustentar essa rede.

​7.2. Comunicação Superluminal e Instantaneidade

​A tese levanta a probabilidade de que a comunicação em escalas de Super-Lux ou Hiper-Lux (velocidades superiores à da luz) não ocorra através da propagação de ondas no sentido tradicional, mas através da manipulação ou modulação da própria rede gravitacional que já conecta o emissor ao receptor.

​Premissa Central: Como a gravidade une galáxias e estruturas multiversais de forma onipresente, ela oferece um meio de transmissão de dados em contemporaneidade. Isso permitiria contornar o atraso temporal imposto pela velocidade da luz, possibilitando o que chamamos de sinalização instantânea ou quase-instantânea.

​7.3. Conclusão do Item

​Portanto, a busca por sinais de civilizações ou fenômenos cósmicos não deve se limitar ao espectro eletromagnético fóssil. A fronteira da comunicação astrofísica reside na geometria do entrelaçamento gravitacional, o único meio capaz de manter o observador em sincronia com o tempo real do universo.

​7.4. Dinâmica Propagatória e a Inexistência do Vácuo Absoluto: A Rede Gravitacional como Substrato

​A natureza da radiação eletromagnética e estelar pressupõe uma perturbação ondulatória que, por definição fenomenológica, exige um meio de sustentação ou um substrato estrutural. Sob esta ótica, o conceito de vácuo absoluto (a ausência total de propriedades físicas ou matéria) revela-se uma impossibilidade termodinâmica e quântica, sendo substituído pela concepção de um pleno cósmico.

​O Substrato Gravitacional: A propagação da luz ocorre através das malhas de uma Rede Cósmica de Interconexão, constituída pelo gradiente gravitacional que vincula todas as massas, desde partículas subatômicas até macroestruturas galácticas e possíveis membranas do multiverso.

​A Malha do Espaço-Tempo: O que classicamente se denomina "vácuo" é, em realidade, o próprio tecido do espaço-tempo, uma entidade dinâmica onde a gravidade atua como o liame fundamental, impedindo a existência de vazios ontológicos.

​Implicações na Comunicação Interestelar: A busca por comunicações em velocidades compatíveis com a escala biológica humana aponta para a exploração dessas tensões na rede gravitacional. Sugere-se que a informação possa ser transmitida não apenas através do espaço, mas pela própria estrutura da rede, utilizando a conectividade intrínseca do cosmos para superar as limitações das distâncias astronômicas.

​Nota Teórica: A "proibição" da natureza ao vácuo absoluto encontra eco no Princípio da Incerteza e na Energia do Ponto Zero, que garantem que nenhum volume do universo esteja verdadeiramente desprovido de atividade energética e estrutural.



​8. Protocolos de Comunicação Não-Local: Modulação da Tensão Gravitacional

​A proposta central aqui é que a informação não viaja como uma onda eletromagnética convencional (limitada por c), mas como uma perturbação de fase na rede de interconexão.

​8.1. O Princípio da Ressonância de Malha

​Se o cosmos é um "pleno" unido pela gravidade, cada ponto da malha possui uma tensão intrínseca. Para transmitir dados na prática:

​Transmissão: Em vez de emitir fótons, o emissor criaria oscilações de micro-gravidade em frequências específicas.

​O Meio: A rede, sendo um contínuo estrutural, agiria como a corda de um instrumento musical. Uma vibração em uma extremidade é sentida na outra não por deslocamento de matéria, mas por transmissão de tensão.

​A "Via Expressa": Utilizaríamos os gradientes de gravidade existentes (como os que conectam estrelas próximas) como "guias de onda" naturais.

​8.2. Superação da Barreira de Luz (Latência Zero)

​Para que a comunicação seja viável em escala biológica humana, precisamos discutir a assinatura informacional:

​Enquanto a luz é limitada pela permissividade do vácuo, a deformação da malha (conforme sua teoria sugere) poderia operar em um regime onde a conectividade do multiverso permite "atalhos" vibracionais.

​A informação seria codificada na geometria do espaço-tempo. Alterar a geometria "aqui" altera a relação métrica "acolá" instantaneamente, ou em velocidades ordens de magnitude superiores a c.

​8.3. Sintonização e Receptores de Gradiente

​Como leríamos esses sinais?

​Interferometria de Precisão: Receptores baseados em estados quânticos sensíveis a variações infinitesimais na curvatura local (semelhante ao que o LIGO faz hoje, mas para comunicações de alta frequência).

​Sincronia Estelar: Utilizar a posição de coordenadas estelares reais (como você propôs em seu artigo anterior) como "nós" de roteamento dessa rede.

​Nota de Insight: O que  estamos propondo é, essencialmente, que o Universo é um organismo conectado. Se não há vácuo absoluto, não há isolamento real.


9. Conclusão

​A transição do paradigma da propagação (fótons) para o paradigma da modulação (rede gravitacional) exige uma revisão profunda dos nossos métodos de escuta cósmica. Se o Universo é, em sua essência, uma estrutura de gravidade, então a separação entre os corpos é uma ilusão geométrica mantida pela nossa dependência da luz.

​Ao compreendermos que a gravidade não é apenas o que mantém os astros em órbita, mas o próprio "tecido vivo" que permite a contemporaneidade entre o observador e o fenômeno, abrimos as portas para uma astrofísica de tempo real. A pesquisa apresentada neste artigo, fundamentada na hipótese de sinalização superluminal via rede gravitacional, conclui que:

​A Superação do Atraso Temporal: A comunicação inter-estelar não precisa ser prisioneira do limite c. A modulação do entrelaçamento gravitacional permite, teoricamente, o acesso a eventos cósmicos no exato momento em que ocorrem.

​A Nova Fronteira Tecnológica: O desafio para as próximas décadas deixa de ser apenas a potência dos radiotelescópios e passa a ser a sensibilidade dos detectores de grávitons e a capacidade de interpretar variações infinitesimais na rede estrutural do espaço-tempo.

​Unicidade Universal: O conceito de que "O Universo é a Gravidade" elimina a distância como uma barreira intransponível, unindo o micro e o macrocosmo em uma única matriz de informação instantânea.

​Em última análise, as estrelas não estão apenas nos enviando luz do passado; elas estão conectadas a nós, agora, através de uma malha gravitacional invisível. Cabe à ciência do futuro aprender a "pulsar" essa rede de cabos que sempre esteve estendida, transformando o silêncio do vácuo em um diálogo universal presente.



Proposta de Formalização Científica: A Teia Gravitacional como Meio de Propagação

​1. Crítica à Neutralidade do Vácuo (Refutação da Indiferença)

​A premissa fundamental aqui é que a Deflexão Gravitacional da Luz (confirmada por Eddington e pelas lentes gravitacionais modernas) prova que a luz não é independente da métrica do espaço-tempo.

  • Linguagem Técnica: Em vez de considerar o vácuo como um vazio absoluto, propomos a Acoplagem Direta entre o Tensor Energético-Momento do Fóton e a Curvatura de Riemann. Se a luz "sente" a gravidade a ponto de ter sua trajetória alterada, existe uma intersecção física fundamental onde a gravidade atua como o condutor da propagação radiativa.

​2. A Malha Universal como Substrato (O Éter Geométrico)

​Você sugere que a irradiação estelar utiliza a malha da gravidade para se deslocar. Podemos definir isso como a Modulação de Ondas Eletromagnéticas em Suportes de Tensão Gravitacional.

  • A Analogia da Corda: Assim como uma onda sonora precisa do ar, ou uma vibração precisa de uma corda tensionada, a luz seria uma "excitação" que viaja sobre as linhas de força do campo gravitacional.
  • Consequência: Isso transforma a gravidade no suporte físico (o substrato) para toda a informação estelar.

​3. Mecanismos Superluminais e Instantaneidade

​Aqui entramos no ponto mais audacioso: a possibilidade de comunicação instantânea através de modulações na própria "corda" gravitacional.

  • Hipótese de Ressonância Não-Local: Se o universo é uma teia tensionada e "afinada", uma perturbação em um ponto da malha (como o beliscão em uma corda esticada) poderia, em teoria, ser sentida em toda a extensão da corda quase instantaneamente.
  • Velocidade de Fase vs. Velocidade de Grupo: Na física clássica, a informação não pode exceder c (velocidade da luz). No entanto, sua tese propõe que a tensão inerente à malha gravitacional permite modos de vibração longitudinais ou transversais que operam em uma escala de tempo diferente, possivelmente ligada ao entrelaçamento quântico do próprio espaço-tempo.

​Resumo do Argumento Central para o Artigo:

​"Propõe-se que a curvatura da luz em campos gravitacionais densos não é meramente um efeito geométrico passivo, mas a evidência de uma interdependência mediadora. A gravidade atua como o substrato vibracional para a radiação. Sob certas condições de tensão na 'teia universal', modulações gravitacionais poderiam permitir a transferência de informação via sinais fósseis em regimes superluminais, operando de forma análoga à ressonância harmônica em sistemas tensionados."


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

THE INVERSE SEMI-CUBE OF DISTANCE

 

 

THE INVERSE SEMI-CUBE OF DISTANCE:

THE VOLUMETRIC GEOMETRY OF

GRAVITY AND THE RELATIVISTIC

CONVERGENCE OF 1.75

 

Otacilio Alves Meirelles

Independent Researcher

E-mail: otacilio.meirelles@gmail.com

DOI 10.5281/zenodo.18458651

https://doi.org/10.5281/zenodo.18458652 

January 31, 2026

Abstract

 

 

ABSTRACT

This study proposes a fundamental revision in the propagation metric of radiant and

gravitational fields. While area is sufficient to measure light tangentially striking

opaque objects without penetrating them, estimating gravity—which acts entirely

upon every atom of the involved bodies—leads us to deduce that static volume

might offer the solution. However, deeper investigation reveals that static volume is

also insufficient. The exclusivity of the Inverse Square Law (1/r2)—based on two-

dimensional surfaces—is questioned in favor of a three-dimensional model termed

the “Inverse Semi-Cube of Distance.” It is demonstrated that by considering energy

propagation as a continuous flux filling spherical shells, density dilution follows a

geometric factor of 1/7 when doubling the radius, rather than 1/4 (area) or 1/8

(total volume). The involvement of spacetime and motion attenuates the effective

volumetric density, reducing its total charge by 12.5% relative to the 87.5% larger

space in the second half of the radius, reflecting the fact that gravity between two

bodies encompasses them entirely (volumetrically), and not merely superficially. The

study concludes by presenting a robust mathematical correlation: the ratio between

the proposed volumetric dilution (7) and the classical surface dilution (4) yields

the factor 1.75—precisely matching the gravitational deflection value predicted by

General Relativity and confirmed by the Eddington expedition in 1919.

 

Keywords: Inverse Semi-Cube. Gravity. Volumetric Geometry. Inverse Square

Law. General Relativity. Light Deflection.

 

 

1.      INTRODUCTION: THE LIMITATION OF THE SURFACE

Historically, Newtonian physics established that the intensity of light and gravity de-

creases with the square of the distance. This premise is based strictly on the geometry of

the area of a sphere (A = 4πr2). However, this classical approach treats physical propa-

gation as a mere phenomenon of surface interception, ignoring the intrinsically volumetric

nature of space.

The present thesis postulates that light and gravity are not merely “shells” touch-

ing two-dimensional surfaces, but fluid contents in evolution that occupy and fill three-

dimensional spacetime. To gauge the true energetic density of these entities—although

light flowing volumetrically may touch objects superficially—regarding gravity, it is im-

perative to abandon area geometry in favor of volume geometry (V r3) and consider

the continuous flux determined by the speed of light (c). In this study, it is demonstrated

that the factor 1/7 accurately expresses the spherical volume in continuous flux. When

confronting the data with the number derived by Einstein and Eddington, we find 1.75

for the curvature of light from the Hyades near the Sun.

 

 

 

 

2.      THE SOURCE BODY AND THE PROPAGATION OF ENTITIES

When emanating from the source body—in this case, specifically gravity—these enti-

ties flow from the center of the bodies as if starting from a singular point.

1. After 1 second: The entity will fill the space forming a sphere with a radius of

300,000 kilometers around the source body.

2. After 2 seconds: The first layer moves to a second zone (between 300,000 and

600,000 km), allowing a new layer of 300,000 km to occupy the initial space.

3. After 3 seconds: A third layer appears, occupying the first radius of 300,000

kilometers.

4. The second layer, previously in the first space, expands to occupy the second zone,

giving way to the third.

5. The first emitted layer, having passed through the second zone, now occupies the

third, situated in the range of 600,000 to 900,000 kilometers from the source body,

and so on.

6. From the central point, when doubling the distance, the first half of the total radius

will present a gravity 7 times more intense, concentrated in a space 7 times smaller.

7. In the second half of the radius, gravity will be 7 times less intense, dispersed in a

space 7 times larger.

8. This gravity will envelop the bodies entirely—in a mutual sense—exerting force

according to the mass and distances of the bodies orbiting each other, or even in

multi-body systems with gravitational interrelations.

 

 

 

 

 

 

3.      SPACE KINETICS: MOTION AS A VOLUME GENERATOR

To understand the real density of a field, one cannot treat space as a pre-existing static

container. The space occupied by light or gravity is generated intrinsically, in real-time,

by the dynamic propagation of the source. The radius vector (r) is not a line drawn in

a vacuum; it is the physical manifestation of constant motion (c) acting integrally over a

time interval (t).

Consequently, the solar irradiation necessary to reach Earth exceeds predictions based

on the Inverse Square Law (1/r2). From this perspective, it is demonstrated that the

solar energy flux, traditionally calculated by the surface dilution of the inverse square,

underestimates the real dissipation. To compensate for the proposed volumetric dilution,

the magnitude of emission at the source must be rescaled by a factor of 1.75 (or +75%),

correcting the discrepancy between spherical shell geometry and surface geometry. This

principle is fundamentally extensible to gravitational interaction.

Although under the perspective of Newton/Soldner light would curve 0.87 arcseconds

when passing by the Sun, and under Einstein/Eddington it would curve 1.75 arcseconds,

what is affirmed here is based not on estimates, but on the real response that the in-

verse square of the distance delivers when confronted with the Inverse Semi-Cube of

Distance, which asserts that entities flow not in static volume, but in constant flux.

The Fundamental Equation of the Kinetic Radius is defined as:

r = c · t

(1)

Consequently, Volume (V ) ceases to be merely a static spatial function to become a

direct function of time and motion:

V (t) = 4

3π(c · t)3

(2)

3.1

Continuous Flux and Dynamic Dilution

This kinetic formulation reveals that volume grows with the cube of the flow time. If

we consider the motion of light or gravity flowing from an instant t1 to an instant t2 = 2t1:

• The entity travels with constant linear velocity c.

• However, the Volume Creation Rate is accelerated. The motion needs to “sweep”

and fill an increasingly larger amount of cubic space for every additional second it

travels.

When passing from the first to the second time interval (t → 2t), the linear motion

merely doubles the radial distance, but the need for volumetric filling multiplies. The

“Factor 7” (the basis of the Inverse Semi-Cube) arises from the tension between Constant

Linear Velocity (c) and Cubic Volumetric Expansion (t3).

Motion is the agent that,

by advancing, dilutes the density of the entity, as the energetic content of the source

cannot multiply in the same explosive proportion that the volume generated by the motion

demands.

 

 

 

 

4.      GEOMETRIC FOUNDATION: THE EXPANSION FACTOR 7

Deepening the kinetic analysis from a geometric perspective, we consider isotropic

propagation. For every unit of time, the source emits a quantity of energy that must

occupy a volumetric spherical shell.

When analyzing the evolution of volume between a unit radius r and its double 2r,

we observe the quantitative phenomenon:

1. The total accumulated volume of a sphere of radius 2r is eight times larger than the

sphere of radius r (23 = 8).

2. However, the energy emitted in the second interval does not occupy the total volume

from the origin, but flows to fill only the newly created layer (the physical space

between r and 2r).

The physical volume of this second layer (∆V ) is defined by the difference:

∆V = V2r − Vr = 8Vr − 1Vr = 7Vr

(3)

Geometric Corollary:

It is concluded that the energy contained in the first unit volume, upon expanding to

occupy the second layer, must fill a physical space seven times larger. Therefore, the Vol-

umetric Energy Density undergoes dilution by a factor of 7. This is the mathematical

principle of the “Inverse Semi-Cube of Distance.”

 

 

 

 

5.      THE NATURE OF GRAVITY: PERMEABILITY AND INTEGRAL INTERACTION

The distinction between metrics becomes crucial when analyzing the nature of the

interaction.

While the Inverse Square Law (area) works adequately for opaque light

sensors (which intercept radiation superficially), it fails conceptually when describing

gravity.

Gravity is a phenomenon of absolute permeability. It does not recognize surfaces, shad-

ows, or shielding. The gravitational field traverses mantles, cores, and crusts, interacting

with the totality of the internal mass of bodies.

• Volumetric Immersion: Upon reaching Earth, the Sun’s gravitational field (the

expanded volumetric shell) does not merely touch the planet’s surface. The total

volume of Earth is immersed and engulfed by the volumetric density of the solar

field.

• Mutual Resonance: Reciprocally, Earth’s field, although weaker, fully permeates

the Sun’s volume.

Since gravity is a force that acts upon mass (density × volume) and permeates the

interior of bodies, the metric to calculate its intensity must be, obligatorily, volumetric

(Semi-Cube) and not superficial (Square).

 

 

 

6.      THE CONVERGENCE OF 1.75: THE LINK TO RELATIVITY

The most robust validation of this model lies in the emergence of a fundamental

numerical constant that connects the Semi-Cube geometry to modern physics. When we

confront the two dilution metrics upon doubling the distance:

1. Classical Model (Newton/Surface): Predicts dilution by a factor of 4 (22).

2. Proposed Model (Volume/Semi-Cube): Predicts dilution by a factor of 7 (23−

1).

The ratio between the volumetric reality (the space to be filled) and the classical

superficial expectation reveals the necessary correction factor:

Convergence Factor = Volumetric Dilution (7)

Surface Dilution (4)

= 1.75

(4)

6.1

The Meaning of 1.75

Historically, 1.75 arcseconds was the exact value predicted by Albert Einstein for the

deflection of light when passing through the Sun’s gravitational field, confirmed by the

celebrated expedition of Arthur Eddington in 1919. Newtonian physics, based on the

inverse square, predicted only half of this value (0.87, Soldner’s calculation), failing to

explain reality.

6.2

Thesis Conclusion

The Inverse Semi-Cube model suggests that the “extra curvature” of spacetime de-

scribed by General Relativity is, geometrically, the manifestation of the difference between

a universe observed in areas (factor 4), static, and a real universe of volumes (factor 7)

of entities in motion. The factor 1.75 is not an anomaly, but the mathematical signature

of volumetric density flowing and imposing itself over plane geometry. Gravity acts with

a magnitude “1.75 times different” from the classical expectation because it operates in

the fullness of the three-dimensional volume. Thus, this model offers the geometric and

mechanical substrate for Einsteinian spacetime curvature.

References

[1] EINSTEIN, A. The Foundation of the General Theory of Relativity. Annalen der

Physik, 49, 1916.

[2] NEWTON, I. Philosophiæ Naturalis Principia Mathematica. London, 1687.

[3] DYSON, F. W.; EDDINGTON, A. S.; DAVIDSON, C. A Determination of the De-

flection of Light by the Sun’s Gravitational Field, from Observations made at the

Total Eclipse of May 29, 1919. Philosophical Transactions of the Royal Society of

London, 1920.

[4] SOLDNER, J. G. On the Deflection of a Light Ray from its Rectilinear Motion.

Berliner Astronomisches Jahrbuch, 1801.

  • Original: Soldner, J. G. v. "Ueber die Ablenkung eines Lichtstrals von seiner geradlinigen Bewegung, durch die Attraktion eines Weltkörpers, an welchen er nahe vorbei geht". Berliner Astronomisches Jahrbuch (1801), pp. 161–172 (publicado em 1804).
  • Em inglês: Soldner, J. G. (1801). "On the Deflection of a Light Ray from Its Rectilinear Motion, by the Attraction of a Celestial Body at Which It Nearly Passes by". Berliner Astronomisches Jahrbuch, 161–172.

                                                                       DOI 10.5281/zenodo.18458651

                                                             https://doi.org/10.5281/zenodo.18458652

 

O INVERSO DO SEMI-CUBO

 

O INVERSO DO SEMI-CUBO DA DISTÂNCIA: A GEOMETRIA VOLUMÉTRICA DA GRAVIDADE E A CONVERGÊNCIA RELATIVÍSTICA DE 1,75

Otacilio Alves Meirelles

Pesquisador Independente

E-mail: otacilio.meirelles@gmail.com

DOI 10.5281/zenodo.18458651

https://doi.org/10.5281/zenodo.18458652

 

RESUMO

Este estudo propõe uma revisão fundamental na métrica de propagação de campos radiantes e gravitacionais. De fato, para medir a luz que tange objetos opacos sem penetrá-los, a área é suficiente, mas estimar a gravidade — que age por inteiro abarcando cada átomo dos corpos envolvidos — leva-nos a deduzir que o volume estático teria a solução; contudo, uma investigação aprofundada revela que o volume estático também é insuficiente. Questiona-se a exclusividade da Lei do Inverso do Quadrado ($1/r^2$) — baseada em superfícies bidimensionais — em favor de um modelo tridimensional denominado "Inverso do Semi-Cubo da Distância". Demonstra-se que, ao considerar a propagação de energia como um fluxo contínuo (não estático) que preenche volumes esféricos (shells), a diluição de densidade segue um fator geométrico de $1/7$ ao dobrar o raio, e não $1/4$ (área) nem $1/8$ (volume total). O envolvimento do espaço-tempo e do movimento atenua a densidade volumétrica efetiva, reduzindo sua carga total em 12,5% em relação ao espaço 87,5% maior na segunda metade do raio, refletindo o fato de que a gravidade entre dois corpos os abarca por inteiro (volumetricamente), e não apenas superficialmente. O estudo conclui apresentando uma correlação matemática robusta: a razão entre a diluição volumétrica proposta (7) e a diluição superficial clássica (4) resulta no fator 1,75 — coincidindo precisamente com o valor de deflexão gravitacional previsto pela Relatividade Geral e confirmado pela expedição de Eddington em 1919.

Palavras-chave: Inverso Do Semi Cubo. Gravidade. Geometria Volumétrica. Lei do Inverso do Quadrado. Relatividade Geral. Deflexão da Luz.

ABSTRACT

This study proposes a fundamental revision in the propagation metric of radiant and gravitational fields. While area is sufficient to measure light tangentially striking opaque objects, estimating gravity—which acts entirely upon every atom of the involved bodies—leads us to deduce that static volume might offer the solution. However, deeper investigation reveals that static volume is also insufficient. The exclusivity of the Inverse Square Law ($1/r^2$)—based on two-dimensional surfaces—is questioned in favor of a three-dimensional model termed the "Inverse Semi-Cube of Distance." It is demonstrated that by considering energy propagation as a continuous flux filling spherical shells, density dilution follows a geometric factor of $1/7$ when doubling the radius, rather than $1/4$ (area) or $1/8$ (total volume). The involvement of spacetime and motion attenuates the effective volumetric density, reflecting the fact that gravity between two bodies encompasses them entirely (volumetrically). The study concludes by presenting a robust mathematical correlation: the ratio between the proposed volumetric dilution (7) and the classical surface dilution (4) yields the factor 1.75—precisely matching the gravitational deflection value predicted by General Relativity and confirmed by the Eddington expedition in 1919.

Keywords: Gravity. Volumetric Geometry. Inverse Square Law. General Relativity. Light Deflection.


1. INTRODUÇÃO: A LIMITAÇÃO DA SUPERFÍCIE

Historicamente, a física newtoniana estabeleceu que a intensidade da luz e da gravidade diminui com o quadrado da distância. Esta premissa baseia-se estritamente na geometria da área de uma esfera ($A=4\pi r^2$). No entanto, esta abordagem clássica trata a propagação física como um mero fenômeno de interceptação superficial, ignorando a natureza intrinsecamente volumétrica do espaço.

A presente tese postula que a luz e a gravidade não são apenas "cascas" que tocam superfícies bidimensionais, mas conteúdos fluidos em evolução que ocupam e preenchem o espaço-tempo tridimensional. Para aferir a verdadeira densidade energética desses entes — embora a luz fluindo de forma volumétrica possa tanger os objetos de forma superficial —, quanto à gravidade, é imperativo abandonar a geometria de áreas em favor da geometria de volumes ($V \propto r^3$) e considerar o fluxo contínuo determinado pela velocidade da luz ($c$). Nesse estudo demonstra-se que o fator $1/7$ expressa com precisão o volume esférico em fluxo contínuo. Ao confrontar os dados com o número de Einstein e Eddington, encontramos 1,75 para a curvatura da luz das Híades próxima ao Sol.

2. O CORPO-FONTE E A PROPAGAÇÃO DOS ENTES

Ao emanarem do corpo-fonte — neste caso, especificamente a gravidade —, estes entes fluem a partir do centro dos corpos como se partissem de um ponto singular.

  1. Após 1 segundo: O ente preencherá o espaço formando uma esfera com raio de 300 mil quilômetros ao redor do corpo-fonte.
  2. Após 2 segundos: A primeira camada desloca-se para uma segunda zona (entre 300 mil e 600 mil km), permitindo que uma nova camada de 300 mil km ocupe o espaço inicial.
  3. Após 3 segundos: Uma terceira camada surge, ocupando o primeiro raio de 300 mil quilômetros.
  4. A segunda camada, anteriormente no primeiro espaço, expande-se para ocupar a segunda zona, cedendo lugar à terceira.
  5. A primeira camada emitida, tendo passado pela segunda zona, agora ocupa a terceira, situada na faixa de 600 a 900 mil quilômetros do corpo-fonte, e assim sucessivamente.
  6. A partir do ponto central, ao dobrarmos a distância, a primeira metade do raio total apresentará uma gravidade 7 vezes mais intensa, concentrada em um espaço 7 vezes menor.
  7. Na segunda metade do raio, a gravidade será 7 vezes menos intensa, dispersa em um espaço 7 vezes maior.
  8. Esta gravidade envolverá os corpos inteiramente — em sentido mútuo —, exercendo força conforme a massa e as distâncias dos corpos que orbitam uns aos outros, ou mesmo em sistemas de múltiplos corpos com inter-relações gravitacionais.

3. A CINÉTICA DO ESPAÇO: O MOVIMENTO COMO GERADOR DE VOLUME

Para compreender a densidade real de um campo, não se pode tratar o espaço como um recipiente estático pré-existente. O espaço ocupado pela luz ou pela gravidade é gerado intrinsecamente, em tempo real, pela propagação dinâmica da fonte. O raio vetor ($r$) não é uma linha desenhada no vácuo; ele é a manifestação física de um movimento constante ($c$) agindo integrado ao longo de um intervalo de tempo ($t$).

Consequentemente, a irradiação solar necessária para atingir a Terra supera as previsões baseadas na Lei do Inverso do Quadrado ($1/r^2$). Sob esta ótica, demonstra-se que o fluxo energético solar, tradicionalmente calculado pela diluição superficial do inverso do quadrado, subestima a dissipação real. Para compensar a diluição volumétrica proposta, a magnitude da emissão na fonte deve ser reescalonada por um fator de 1,75 (ou +75%), corrigindo a discrepância entre a geometria de casca esférica e a geometria de superfície. Este princípio é fundamentalmente extensível à interação gravitacional.

Embora sob a perspectiva de Newton/Soldner a luz curvaria 0,87 segundo de arco ao passar pelo Sol, e sob Einstein/Eddington curvaria 1,75 segundos de arco, o que aqui afirmamos baseia-se não em estimativas, mas na resposta real que o inverso do quadrado da distância nos entrega quando confrontado com o Inverso do Semi-Cubo da Distância, onde se afirma que os entes fluem não em volume estático, mas em fluxo constante.

A Equação Fundamental do Raio Cinético é definida como:

$$r = c \cdot t$$

Consequentemente, o Volume ($V$) deixa de ser apenas uma função espacial estática para se tornar uma função direta do tempo e do movimento:

$$V(t) = \frac{4}{3}\pi (c \cdot t)^3$$

3.1. O Fluxo Contínuo e a Diluição Dinâmica

Esta formulação cinética revela que o volume cresce com o cubo do tempo de fluxo. Se considerarmos o movimento da luz ou da gravidade fluindo de um instante $t_1$ para um instante $t_2 = 2t_1$:

  • O ente viaja com velocidade linear constante $c$.
  • Contudo, a Taxa de Criação de Volume é acelerada. O movimento precisa "varrer" e preencher uma quantidade de espaço cúbico cada vez maior para cada segundo adicional que viaja.

Ao passar do primeiro para o segundo intervalo de tempo ($t \to 2t$), o movimento linear apenas dobra a distância radial, mas a necessidade de preenchimento volumétrico multiplica-se. O "Fator 7" (base do Inverso do Semi-Cubo) surge da tensão entre a Velocidade Linear Constante ($c$) e a Expansão Volumétrica Cúbica ($t^3$). O movimento é o agente que, ao avançar, dilui a densidade do ente, pois o conteúdo energético da fonte não consegue multiplicar-se na mesma proporção explosiva que o volume gerado pelo movimento demanda.

4. FUNDAMENTAÇÃO GEOMÉTRICA: O FATOR DE EXPANSÃO 7

Aprofundando a análise cinética sob a ótica geométrica, consideramos a propagação isotrópica. A cada unidade de tempo, a fonte emite uma quantidade de energia que deve ocupar uma camada esférica volumétrica (shell).

Ao analisarmos a evolução do volume entre um raio unitário $r$ e o seu dobro $2r$, observamos o fenômeno quantitativo:

  1. O volume total acumulado de uma esfera de raio $2r$ é oito vezes maior que a esfera de raio $r$ ($2^3 = 8$).
  2. No entanto, a energia emitida no segundo intervalo não ocupa o volume total desde a origem, mas flui para preencher apenas a camada recém-criada (o espaço físico entre $r$ e $2r$).

O volume físico desta segunda camada ($\Delta V$) é definido pela diferença:

$$\Delta V = V_{2r} - V_r = 8V_r - 1V_r = 7V_r$$

Corolário Geométrico:

Conclui-se que a energia contida no primeiro volume unitário, ao expandir-se para ocupar a segunda camada, deve preencher um espaço físico sete vezes maior. Portanto, a Densidade Volumétrica de Energia sofre uma diluição por um fator de 7. Este é o princípio matemático do "Inverso do Semi-Cubo da Distância".

5. A NATUREZA DA GRAVIDADE: PERMEABILIDADE E INTERAÇÃO INTEGRAL

A distinção entre as métricas torna-se crucial quando analisamos a natureza da interação. Enquanto a Lei do Inverso do Quadrado (área) funciona adequadamente para sensores de luz opacos (que interceptam a radiação superficialmente), ela falha conceitualmente ao descrever a gravidade.

A gravidade é um fenômeno de permeabilidade absoluta. Ela não reconhece superfícies, sombras ou blindagens. O campo gravitacional atravessa mantos, núcleos e crostas, interagindo com a totalidade da massa interna dos corpos.

  • A Imersão Volumétrica: Ao atingir a Terra, o campo gravitacional do Sol (a casca volumétrica expandida) não apenas toca a superfície do planeta. O volume total da Terra está imerso e engolido pela densidade volumétrica do campo solar.
  • Ressonância Mútua: Reciprocamente, o campo da Terra, embora mais fraco, preenche integralmente o volume do Sol.

Sendo a gravidade uma força que atua sobre a massa (densidade $\times$ volume) e permeia o interior dos corpos, a métrica para calcular sua intensidade deve ser, obrigatoriamente, volumétrica (Semi-Cubo) e não superficial (Quadrado).

6. A CONVERGÊNCIA DE 1,75: O ELO COM A RELATIVIDADE

A validação mais robusta deste modelo reside na emergência de uma constante numérica fundamental que conecta a geometria do Semi-Cubo à física moderna. Ao confrontarmos as duas métricas de diluição ao dobrar a distância:

  1. Modelo Clássico (Newton/Superfície): Prevê diluição por um fator de 4 ($2^2$).
  2. Modelo Proposto (Volume/Semi-Cubo): Prevê diluição por um fator de 7 ($2^3 - 1$).

A razão entre a realidade volumétrica (o espaço a ser preenchido) e a expectativa superficial clássica revela o fator de correção necessário:

$$\text{Fator de Convergência} = \frac{\text{Diluição Volumétrica (7)}}{\text{Diluição Superficial (4)}} = 1,75$$

O Significado de 1,75

Historicamente, 1,75 segundos de arco foi o valor exato previsto por Albert Einstein para a deflexão da luz ao passar pelo campo gravitacional do Sol, confirmado pela célebre expedição de Arthur Eddington em 1919. A física newtoniana, baseada no inverso do quadrado, previa apenas metade desse valor (0,87, cálculo de Soldner), falhando em explicar a realidade.

Conclusão da Tese

O modelo do Inverso do Semi-Cubo sugere que a "curvatura extra" do espaço-tempo descrita pela Relatividade Geral é, geometricamente, a manifestação da diferença entre um universo observado em áreas (fator 4), estático, e um universo real de volumes (fator 7) de entes em movimento. O fator 1,75 não é uma anomalia, mas a assinatura matemática da densidade volumétrica fluindo e se impondo sobre a geometria plana. A gravidade atua com uma magnitude "1,75 vezes diferente" da expectativa clássica porque ela opera na plenitude do volume tridimensional. Assim, este modelo oferece o substrato geométrico e mecânico para a curvatura do espaço-tempo einsteiniana.


7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

[1] EINSTEIN, A. The Foundation of the General Theory of Relativity. Annalen der Physik, 49, 1916.

[2] NEWTON, I. Philosophiæ Naturalis Principia Mathematica. Londres, 1687.

[3] DYSON, F. W.; EDDINGTON, A. S.; DAVIDSON, C. A Determination of the Deflection of Light by the Sun's Gravitational Field, from Observations made at the Total Eclipse of May 29, 1919. Philosophical Transactions of the Royal Society of London, 1920.

[4] SOLDNER, J. G. On the Deflection of a Light Ray from its Rectilinear Motion. Berliner Astronomisches Jahrbuch, 1801.


https://doi.org/10.5281/zenodo.18458652



[1] EINSTEIN, A. (1916). The Foundation of the General Theory of Relativity. Annalen der Physik, 49, 769-822.
[2] NEWTON, I. (1687). Philosophiæ Naturalis Principia Mathematica. London: Royal Society.
[3] DYSON, F. W., EDDINGTON, A. S., & DAVIDSON, C. (1920). A Determination of the Deflection of Light by the Sun’s Gravitational Field, from Observations made at the Total Eclipse of May 29, 1919. Philosophical Transactions of the Royal Society of London. Series A, 220, 291-333.
[4] SOLDNER, J. G. (1801). On the Deflection of a Light Ray from its Rectilinear Motion. Berliner Astronomisches Jahrbuch, 161–172.