A Quinta Dimensão
"A Dimensão Primordial"
ATENÇÃO: Por motivo de reclamações que recebi, devo dizer que: -"Este texto não faz parte da Astrofísica oficial ". Aqui, a investigação se dá em direção contrária e, põe em dúvidas, teorias, conceitos e afirmações consagradas pela literatura. Por tanto, não deve-se usar este texto como referencial em trabalhos acadêmicos: haverá problemas com professores e orientadores.
"Este aviso, é para que alunos não saiam prejudicados: pois se usarem um referencial qualquer aqui, possivelmente estarão indo - não ao encontro - mas de encontro á dogmas e paradigmas". Se o seu caso for um trabalho qualquer de curso, uma Monografia, um Mestrado, ou Doutorado, não em busca de título por melhores salários e posição, mas em busca de contribuir com o conhecimento, mesmo assim previno-lhe, irá ter imensas dificuldades pela frente, não o aconselho. Se já estiver formado e titulado e com um bom emprego aí o risco é prazeroso e seu, do contrário: é um conselho amigo: - "Diga amém a seu
orientador, e ganharás "A" com louvor"! Isto é; cuide
de seu curso e sua profissão acadêmica: depois de bem situado, e seguro,
então ganhe o mundo, para aventurar-se no desconhecido atrás da linha do horizonte, no meio da noite, sem sequer a luz das estrelas e do luar
para guiá-lo, tateando no escuro, com espantos, intuições,
investigações e deduções em busca do conhecimento!
"A Dimensão Primordial"
""Tentar negar a existência do
tempo, não nos parece estranho. Não é difícil encontrar alguém tentando
fazê-lo. Porém, tentar negar a existência do espaço, parece loucura extrema.
Seria o mesmo que, nos tempos de Santo Agostinho - sem evidencias - alguém negar que: o Sol gira em torno da terra. Diriam: - "Pois é visível - não vê quem não
quer - qualquer um pode perceber que o Sol gira em torno da terra, como
negar tal evidência"?
""O mesmo se dá com o espaço, pois este, está aí, podemos ocupá-lo em seus vazios / tanto quanto vê-lo, tocá-lo quando ocupado / percorrê-lo, navegá-lo, mensurá-lo / como negar então sua existência? ""
""No entanto, se do espaço lhe tirarmos todo e qualquer movimento, o que então lhe sobra? Não nos parece que, não sobra nada? ""
""Podemos inverter a ideia, e tentar privar o movimento, do espaço. Nos parece taxativamente, num primeiro momento que, a ausência do espaço o anularia, e junto a ele o tempo. Mas, neste caso, para que ressurja o espaço, não nos parece que seria imprescindível que dependeríamos do movimento. E isto não dependeria do tempo. Pois o movimento poderia ressurgir no instantâneo absoluto: aquele que não precisa do tempo para surgir, por que não há como medi-lo, pois é absoluto: no esmo instante em que o espaço fosse instinto, ressurge o movimento recriando-o de novo. E junto a o espaço recriando o tempo novamente.
'"Podemos recorrer a força, ou energia, como queiram, para negar o movimento. O problema é o seguinte: Quem criou um, quem criou o outro? De onde veio um, de onde veio o outro? Se a energia criou o movimento, de onde veio a energia? Se o movimento criou a energia, de onde veio o movimento? É provável que, ambos sejam a mesma coisa"". E, ambos criaram a matéria.
Pré Resumo
Na grande questão que envolve a ideia de expansão do Universo "O movimento nos mostra nesta
investigação "filosófica" que, afastamento e
expansão, não são a mesma coisa, e que, curiosamente, afastamento tanto pode se dar em um
universo em expansão, quanto em um universo em contração - ambos em aceleração constante - assim como,
em um universo girando com as galáxias em torno de um eixo comum, segundo cada momento de translação, entre outras
possibilidades.
O problema é que, se o levarmos a sério e pormos em xeque - ferramentas e recursos como
radiação de fundo e efeito Doppler, já não nos garantem mais a teoria da
expansão"".
Por conta disso, nos orientando pelo movimento, segundo o ângulo de visada que escolhermos; nos é permitido ver, o mesmo universo que, a ciência diz que está em
expansão, também com suas galáxias em convergência em direção a um centro comum, ou mesmo, com estas mesmas galáxias, girando estáveis, segundo distâncias e e velocidades de translação, ao redor deste centro comum. E que, possivelmente o Multi-verso já está visível no céu à visão armada, basta divisarmos com cuidado os movimentos das galáxias. Isto quer nos dizer que: Pelas leis do movimento: Nada está proibido / tudo está permitido.
A procura através de indagações e deduções - apoiadas em afirmações acadêmicas - para localizar meios que nos ofereçam legitimidades para, qual tempo e espaço, estabilizar o movimento como dimensão decisiva para as leis da física (pretensão), nos leva por caminhos reflexivos, e nos abandona em lugares surpreendentes, e um mundo novo se levanta, cheio de outras possibilidades. A partir do seguinte subtítulo: "O Movimento e o Universo" que as cartas perdem o sentido, embaralham-se novamente, e começam a ser redistribuídas, para que cada jogador compreenda a razão do novo jogo. Aqui, vamos perceber que levando em conta o movimento, e lhe conferindo referencial como resultado de um processo investigativo - não matemático puro, mas literário geométrico; que pretende faze-lo de orientação para nos localizar no universo, ou para por a prova estruturas relevantes da ciência, que o explicam, este, quando utilizado para questionar ferramentas tradicionais da física, faz névoas em todas as respostas que já nos foram dadas. Tudo fica confuso e já não sabemos mais com certeza o que está acontecendo. Em contra partida, um mundo de possibilidades se levanta, mostrando que o universo não só pode estar em expansão, como também em contração, ou mesmo, girando estável com suas galáxias desalinhando-se por um "breve momento cósmico", a o redor de um centro comum em deslocamento pelo infinito.
Mesmo o efeito Doppler¹ relativístico, cai por terra e, anulado pelo movimento já não funciona mais como definidor da afirmação expansionista.
O redshift² e o blueshift continuam funcionando, mas já não dizem se o universo está se expandindo, ou contraindo-se. Como definição geral; somente nos mostram aproximações, distancias e afastamentos como possibilidades isoladas do todo em relação a o espaço, o tempo, e o movimento. E, se levarmos em contas possíveis distorções, provocadas na luz, por dessincronizações entre rotações e deslocamentos, as complicações aumentam.
A própria constante de Hubble: "Relação linear das distancias das galáxias até a terra e a velocidade com que elas se afastam de nós (71 Km/s)" - aqui, tanto serve para Hubble comprovar os seus achados no céu, quanto serve para negá-los, ou pelo menos, para jogá-lo em profunda dúvida.
A Expansão métrica do universo de Friedman - Lemaitre - Robertson - Walker: Onde o espaço-tempo é descrito por um tensor métrico: possibilita sua extensão de acordo com as distancias onde se encontra no universo, isto é; explica que: não são os objetos que se movem, mas sim, o espaço que se expande entre eles. (Tentando negar o movimento das galáxias / afirma o movimento do universo: um perigo para a relatividade; pois se afirmá-las em movimento pode-se encontrá-las, em relação a o tempo, segundo a afirmativa de uma aceleração de 71 KM/s, muito além da velocidade da luz.
Na verdade - nada mais é que, o movimento fluindo em relação a o espaço, o tempo, os objetos, segundo as forças do universo. Só isso - mas também, não nos garante mais nada em termos de expansionismo do universo. O movimento mostra em sua geometria que, tudo que se acredita, pode não passar de efeito óptico, mesmo em visão super armada.
Na verdade - nada mais é que, o movimento fluindo em relação a o espaço, o tempo, os objetos, segundo as forças do universo. Só isso - mas também, não nos garante mais nada em termos de expansionismo do universo. O movimento mostra em sua geometria que, tudo que se acredita, pode não passar de efeito óptico, mesmo em visão super armada.
Dai para frente, o que passa a dar as cartas no experimento, é a incerteza produzida e revelada pela orientação geométrica do movimento, e pela óptica mesmo armada. Este, o movimento, depois de identificado legitima-se por si só, e então testado para nos localizarmos, nos rouba a bússola, e nos joga perdidos em um nevoeiro infinito no meio do universo. É aí que a ingenuidade acaba, por completo - nada se sabe - e não há como saber: Qualquer afirmativa é leviana.
Outra ferramenta; a radiação de fundo³, tornam-se ineficaz; e sem nos oferecer um vão sequer de certeza, em que possamos nos agarrar, nos deixa desorientados, a deriva num oceano infinito: depois de nos orientarmos pelo movimento: A origem desta radiação tanto pode estar a nossa frente (para onde estamos indo), quanto a nossas cotas (de onde estamos nos afastando) - E o pior: ou se as galáxias estão circulando em torno do grande atrator: o em órbitas elípticas: Não há como confirmar, mesmo que a radiação de fundo venha nos dar em tempo breve, respostas de afastamento o distanciamento do suposto ponto original: Pois as órbitas elípticas permitem momentos de afastamento, e momentos de aproximação do corpo central, e o mesmo ocorre com os corpos, em relação uns a os outros, que giram em tal orbita, tornando impossível saber se grande parte das galáxias estão se alinhando, ou em desalinhamento em torno de um centro maior..
O Movimento Como Dimensão; "apenas confirma e nos garante o universo em movimento": nos mostra claramente, que não é estacionário, e reafirma que está se deslocando, mas sem nos dar certeza de direção, ou sentido: se está em expansão, ou em contração, se é globular, ou plano, ou mesmo, se se deslocando pela imensidão com as galáxias a girar em torno de um Centro Atrator Maior. E assim, a o invés de pretensamente decifrar o universo para o homem, o movimento põe o homem diante de si mesmo, e o coloca em seu devido lugar diante do Cosmos. E mais, abre a possibilidade de, o próprio universo estar se deslocando a girar em torno de um outro centro ainda maior, junto com outros universos em trajetória elíptica
circular com estes, vagando pela imensidão infinita, como previu
Jordano Bruno.
O movimento
nos mostra nesta
investigação filosófica-geométrica-teórica que, afastamento e
expansão, não são a mesma coisa, e que afastamento tanto pode se dar em um
universo em expansão, quanto em um universo em contração, assim como,
em um universo girando com as galáxias em torno de um eixo comum, entre outras
possibilidades. E que, se o investigarmos a fundo, ferramentas e recursos como
radiação de fundo e efeito Doppler, já não nos garantem mais, a teoria da
expansão.
Num dado momento a lógica abre a questão, e nos aponta a possibilidade de estarmos em movimento enquanto galáxias, em direção a um grande centro para o esmagamento infinito. Mas, tudo em relação a o movimento está aberto. Nem uma questão está fechada. Uma imensidão interminável para a ciência trabalhar. (Já não há mais certeza de um universo em expansão). Em compensação, através de textos subsequentes, o movimento nos mostra que medir gravidade e luz, sem levá-lo em conta, é possivelmente um grande equivoco. Isto vai se afirmando cada vez mais, nos textos complementares de "As Curvas Da Deusa Lux", os quais acompanham este. Um após o outro, o movimento se afirma, até culminar em possíveis e relevantes probabilidades para resoluções de fenômenos até então insondáveis.
Efeito Doppler em Astrofísica
1 - Efeito Doppler em Astrofísica: (Versão do Doppler mecânico relativo às ondas sonoras: convertido e usado para medir a velocidade de deslocamento das galáxias segundo o efeito físico relativístico, produzido por ondas eletromagnéticas em forma de luz: "desvio para o azul quando a luz se aproxima / desvio para o vermelho quando a luz se afasta")
2 - Do Efeito Doppler : (Redshift: deslocameto da luz para o vermelho: objeto se distanciado - Blueshift: deslocamento da luz para o azul: objeto se aproximando).
3 - Em Cosmologia, a radiação cósmica de fundo em micro-ondas: (é uma forma de radiação eletromagnética, cuja existência foi prevista teoricamente por George Gamov, Ralph Alpher e Robert Herman em 1948, e que foi descoberta experimentalmente em 1965 por Arno Penzias Arno e Robert Woodrow Wilson. Ela se caracteriza por apresentar um espectro térmico de corpo negro com intensidade máxima na faixa de micro-ondas).
4- Anotações de experiências : Em uma serra circular de mesa, de (tantos) cm de diâmetro, (tantas) rotações por minutos: Se com uma haste de madeira em forma de prisma, com tantos de comprimento e, (tanto) de largura por (tanto) no de altura, caso eucalipto vermelho (devo preencher nos entre parentes, as medidas exatas, que estão na marcenaria), se se der batida na lamina próximo a os dentes, enquanto a serra perde rotação ao ser desligado o motor, em primeiro lugar percebe-se o óbvio em física: o ruído do motor vai ficando cada vez mais grave, o mesmo ocorre com o zumbido da serra, rodando cada vez mais devagar, em resistência contra o ar. No entanto, para quem tem ouvido musical, uma coisa não passa despercebida: o som que o sarrafo acionado uma vez após a outra, consegue extrair da da lâmina serra aço, é instigador; tanto que levei um bom tempo - cá em minha ignorância - para entendê-lo: ele vai na contra mão dos outros dois sons: enquanto o ruido do motor e o zumbido provocado pela resistência do ar contra a serra ficam cada vez mais graves, ao perderem rotação, o som da lâmina de aço, extraído pelo choque constante do sarrafo de medeira contra sua extremidade próximo aos dentes, vão ficando cada vez mais agudos. Isto se dá assim, porque em alta rotação, a lamina da serra se estende, com tendencia a se desintegrar, tanto é que, de acordo com o tipo de materia, a espessura das lâminas,. e o diâmetro da serra, há um limite de rotação, determinado por engenheiros, que deve ser rigorosamente respeitado, para que não acontela acidentes. Este distendimento da lamina faz com que o metal fique menos denso e, quanto maior o número de rotação de tal lâmina, mais grave se torna o som que podemos extrair dela. Toda vez que dobra sua velocidade em relação a velocidade que tomamos como referencial obtemos uma oitava mais grave. Toda vez que cai pela metade sua velocidade, em relação a velocidade referencial, obtemos uma oitava mais aguda. A lâmina testada, enquanto perde velocidade, com a choque da baqueta improvisada contra ela, vai emitindo som cada vez mais agudo até estancar total, e em repouso revelar seu som original.
6 - Agora a pergunta: Até que ponto podemos confiar no Efeito Doppler (Versão do Doppler mecânico relativo às ondas sonoras), para através desta adaptação a os efeitos luminosos, afirmar categoricamente que, quando a luz desvia-se para o vermelho se afasta / quando desvia para o azul, se aproxima?
6 - Agora a pergunta: Até que ponto podemos confiar no Efeito Doppler (Versão do Doppler mecânico relativo às ondas sonoras), para através desta adaptação a os efeitos luminosos, afirmar categoricamente que, quando a luz desvia-se para o vermelho se afasta / quando desvia para o azul, se aproxima?
7 - E se uma galáxia está se afastando, em menos velocidade de deslocamento, do que sua velocidade de rotação, em relação ao efeito doppler? Enquanto se afasta, não nos pareceria que está se aproximando?
8 - E se ao contrário disso: uma galaxia estivesse se aproximando em menor velocidade de deslocamento do que uma possível aceleração em sua velocidade de rotação,em relação ao efeito Doppler? Enquanto se aproxima, não nos pareceria que, está se afastando?
9 -- Outras distorções, por conta da luz real em si, que só pode ser avaliada para orientações de afastamento, ou aproximação, se o corpo estiver em repouso de rotação: isto, se estiver livre de distorções causadas por refrações atmosféricas, nuvens de gases e poeiras , e outros elementos e fenômenos, do contrários ainda assim, será inconfiável) .
8 - E se ao contrário disso: uma galaxia estivesse se aproximando em menor velocidade de deslocamento do que uma possível aceleração em sua velocidade de rotação,em relação ao efeito Doppler? Enquanto se aproxima, não nos pareceria que, está se afastando?
9 -- Outras distorções, por conta da luz real em si, que só pode ser avaliada para orientações de afastamento, ou aproximação, se o corpo estiver em repouso de rotação: isto, se estiver livre de distorções causadas por refrações atmosféricas, nuvens de gases e poeiras , e outros elementos e fenômenos, do contrários ainda assim, será inconfiável) .
A - A galáxia está se aproximando(o que faz com que sua luz incline-se para o azul), mas ganhando velocidade de rotação (sua luz interior inclina-se para o vermelho), inversamente proporcional a sua velocidade de aproximação em relação a o efeito Doppler: não nos parecerá que a galáxia está estagnada, isto é, em repouso em relação ao seu deslocamento, em um certo local no céu profundo?
B - A galáxia está se afastando, mas por uma anomalia, a qual desconhecemos, sua velocidade de rotação está em desaceleração inversamente proporcional em relação a sua velocidade de afastamento: Não nos pareceria que, esta galáxia também, está estagnada, isto é, estacionada em um local - no fundo do céu - apenas girando a o redor de si mesma?
C - E se, uma terceira galáxia estivesse se afastando em baixa velocidade de deslocamento e, em uma altíssima taxa de aceleração em sua rotação: Não nos pareceria que, esta galáxia estaria se afastando em alta velocidade de deslocamento?
D - Enquanto uma quarta Galáxia, por sua vez, estivesse vagarosamente se aproximando ( Luz Para O Azul), mas por um motivo natural, estivesse, em uma altíssima taxa, perdendo sua velocidade de rotação): Luz Também para o azul), : não nos pareceria que, esta galáxia estaria se aproximando ameaçadoramente?
E - Se levarmos em conta estas variáveis (sabendo que o disco em aceleração sua rotação faz com que sua sonoridade intrínseca incline-se para o grave: Vermelho), e lembrarmos que, a lâmina circular de aço que, busca sua real tonalidade sonora em desaceleração de rotação: só vai encontrá-la em repouso e, por conta disso, supormos que, as galáxias só vão nos emitir sua real tonalidade luminosa, quando também, estiver em repouso de rotação, em relação às distâncias: podemos nos perguntar com tranquilidade: - O que realmente está acontecendo com o universo? Por outro lado, é provável que, a luz se comporte em relação as velocidades e as distâncias, completamente diferente do som, se assim for, vamos ter que rever todas nossas orientações colhidas por dados que, nos forneceram as equações que tiveram como base, o efeito Doppler...
A Quinta Dimensão
(Este texto está sendo - há anos - trabalhado: ainda tenho experiencias para fazer, e anotações para editar).
Segundo Kant: -“O conjunto de todos os objetos possíveis para o nosso conhecimento nos parece ser uma superfície plana que possui o seu horizonte aparente: a saber, aquilo que compreende toda a sua extensão e que foi por nós denominado o conceito racional da totalidade incondicionada. É impossível atingir empiricamente este último, e todas as tentativas de determina-lo a priori segundo um certo princípio foram em vão. Não obstante, / todas as perguntas de nossa razão pura se voltam para o que está fora deste horizonte ou, em todos os casos, para o que se situa em sua linha demarcatória”. (Os pensadores - Kant – Critica da razão pura – Pg 373 – Vitor Civita – 1983).
Em um texto intitulado; “Segundas Dimensões”; da (Super Interessante, Dezembro de 2006), Salvador Nogueira e Alexandre Verscnassi; Para explicar a complexa quarta dimensão de Theodor Kalusa e, complicada ainda mais por Oscar Klein; Fazem uma simplificação de maneira clara para o leitor entender: “ Em um encontro marcado por duas ou mais pessoas, elas inicialmente precisam das três dimensões do espaço para chegarem a o local determinado para o tal encontro; A rua; (direita ou esquerda). O número; (para frente ou para traz). O andar; (para cima ou para baixo). E mais a quarta dimensão representada pelo tempo, ou seja; (A hora marcada para o encontro). Sem estas quatro dimensões segundo as leis da física, o encontro não pode acontecer.” ... Então me perguntei: - Como fizeram para marca-lo? Como farão para chegarem ao local? E como irão realizá-lo? -Se desprezam a dimensão que é a razão de ser do próprio universo: - O Movimento!
Só que o tempo - ideia que seria perfeitamente compreensível como quarta dimensão - é descartado, porque Einstein tentando explicar a força eletromagnética e a gravidade em uma só equação, percebe não haver saída para achar a solução. Neste momento, surge Theodor Kaluza, com uma teoria matemática, mostrando que gravidade e magnetismo eram faces diferentes de uma mesma moeda. Mas exigia uma condição; esta forças deveriam agir num espaço de 4 dimensões: o tempo estava fora. Que quarta dimensão seria esta? Kaluza a inventou mas não conseguiu explicá-la de forma convincente. Então, nem ele nem Einsteins conseguiram unificar as forças em questão. Mais tarde surgem outros cientistas liderados por Leonard Susskind e John Schwrz, sugerindo a ideia das cordas vibrantes em um universo de 10 dimensões. Estas cordas estão para muito longe de nossa compreensão. Segundo seus teóricos, elas agem nas profundezas abissais do micro cosmos.
As cordas vibrantes ainda estão em evidencias entre os físicos modernos, e muitos estão unidos em torno desta idéia em busca de criar uma equação para buscar resposta unificadas do electromagnetismo e da gravidade.
Nossa questão aqui é puramente a gravidade e a luz, e o movimento em relação a elas.
No entanto, se quiséssemos realmente unir em uma só equação estas forças; electromagnetismo e gravidade - só conseguiríamos através de um espaço de infinitas dimensões, o que é perfeitamente compreensível, se partirmos de um ponto Euclidiano no espaço. Deste ponto da direita para a esquerda podemos lançar 180° graus por cima, e mais 180° graus por baixo: 360° graus. De baixo para cima podemos lançar 180° graus pela frente, e mais 180° graus por trás: 360°graus. De trás para frente, podemos lançar 180° graus pela esquerda, e mais 180° pela direita: 360° graus. Cada grau é dividido em 60 minutos, cada minuto, é dividido em 60 segundos. Só aqui temos 3.888.000 segundos do arco. Mas não basta, por que este ponto de partida, tem que ser todo esquadrinhado em segundos do arco. E, então, cada raio que parte deste ponto demarcando um segundo do arco, deve ser uma dimensão. Ao confrontarmos dois pontos destes, podemos saber a que nível as forças estão interagindo. Isto vai ao encontro do inverso do semi-cubo da distancia; o que só é possível, tendo o espaço, com a adição do tempo e do movimento como dimensões.
Aqui, o que está em questão, é o movimento tentando explicar a si mesmo, e o universo.
-"“Que enfim a estética transcendental não pode conter mais que estes dois elementos, a saber, espaço e tempo, fica claro pelo fato de todos os outros conceitos pertencentes à sensibilidade, mesmo o de movimento, que reúne ambos os elementos, pressuporem algo de empírico"". ""Immanuel Kant (I) – Os pensadores – Victor Civita - Crítica da razão pura – Pg 49”"
O movimento a rigor, não deveria estar tão desolado e dependente do espaço e do tempo como ente mensurável (que mensura a si mesmo), mas reuni em si estes dois elementos como providencialmente nos alerta Kant. Na verdade, em uma visitação demorada e atenta, vamos perceber no decorrer das indagações, que não só, o movimento, reúne estes dois elementos - espaço e tempo - mas por natureza está contido na estética transcendental, e mais, embora Kant não diga, ele, o movimento, é, sempre foi, e sempre será - de uma só vez; a síntese do próprio espaço e do próprio tempo e, embora os filósofos desde a antiga Grécia de certo modo já soubessem disso, a ciência só não o registrou como tal, por pura abstração. De certo modo, desde Eráclito, os filósofos, ou afirmam, ou desconfiam que, apenas o movimento existe. E que não só o tempo, mas o espaço também, é uma ilusão. Aqui aos poucos, e no vagar das ondas, vamos experimentar as possibilidades que o movimento nos oferece para por a prova algumas ferramentas que a ciência moderna serve-se para defender suas leis pré estabelecidas quanto ao universo, principalmente a de expansão.
Dá o que pensar, e se se pensar fundo, fundo mesmo, vamos perceber que: - as unidades convencionadas que conhecemos para medir o tempo, na verdade foram roubadas do movimento: Quando dizemos que; a terra gasta um dia para dar uma volta a o redor de si mesma e, precisa de um ano para dar uma volta ao redor do sol...; Por equívoco no aprendizado, e emperro no mau costume, estamos nos enganando.
Na verdade é simples, mas a realidade é outra; É o contrário. A terra, na verdade, precisa dar uma volta completa ao redor de si mesma para produzir um dia. E, completar uma volta ao redor do sol para produzir um ano: aterra não precisa de um dia para produzir uma volta ao redor de si mesma / e sim, precisa de uma volta a o redor de si mesma para produzir um dia. E assim é com o movimento de translação em relação ao ano - a terra não precisa de um ano para dar uma volta ao redor do sol / e sim, precisa dar uma volta a o redor o sol para produzir um ano. Logo, o tempo é produzido pelo movimento. Talvez o tempo não passe de transformação e desgaste, provocado nas coisas, pelo atrito entre o espaço e o movimento. E por sua vez; é a ação nos entes que, em atrito com o espaço e o movimento, gastam as coisas e os seres. Parece que da no mesmo, mas se pararmos para pensar ; nos damos conta de que “a terra com”o espaço é uma coisa, com o tempo outra e, o movimento com a terra, por sua vez, embora produza os dois primeiros, uma terceira bem diferente destes primeiros dois. Porém, em movimento, independentes na observação humana, e interligados, confundidos entre eles. (Um livro que movimenta-se de mão em mão, embora cumpra seu dever social, se esfarrapa depressa, envelhece; enquanto o outro livro, da mesma edição, que permanece guardado na estante, se encontra inteiro, novo / se jogarmos um terceiro livro,da mesma edição, na rua, no gramado: e deixarmos ali, extático no espaço, mas totalmente exposto a os caprichos do movimento do tempo, em poucos dias não teremos nem sombra do que foi aquele livro). Logo adiante vamos perceber que o espaço também foi usurpado do movimento.
Na verdade, a terra é o ente cósmico mais próximo que temos e do qual como ente, fazemos parte. E, que representa o espaço e suas três dimensões, ocupando a si mesmos e o nada ( Atenção! - Não estou falando do nada, que em algumas teorias, já não se sabe se é, ou não é nada. Estou falando do nada em absoluto) onde interagem o espaço, o tempo, e o movimento e suas “possíveis dimensões”, navegando e ocupando esta ausência do todo, que se faz, para que as coisas, a terra, o universo a ocupe e existam na consciência. E que a terra, o universo, a ocupa para que se faça ocupada com o todo.
Se existe ocupação relativa, é porque existe ausência em absoluto. O absoluto nada, e o relativo todo, se encaixam entre si. É porque existe o nada em absoluto, que existe o relativo todo.
Embora Heidegger, em seu texto, Que é Metafísica? ...encaminhe suas indagações por um campo essencialmente humano, como é de seu costume, sem por um ponto final na questão sobre o ente e o nada; permite-se à afirmações como estas: "A ciência em sua sobranceira indiferença com relação a ele, (o nada) rejeita-o como aquilo que "não existe". Em seguida diz Heidegger: - "Pois o nada é a negação da totalidade do ente, o absolutamente não ente." - Os Pensadores - Victor Civita - 1984 - Pg. 37. (Aqui, do ponto de vista cosmológico, vamos encara-lo frente a frente. Não é por nossa questão ser cosmológica, que deixará de ser humana).
É o nada que permite a existência do todo. É no nada que o todo se encaixa para que possa vir a ser e existir. É ocupando o nada que o todo se revela em forças, espaço, tempo, e movimento. O nada em absoluto, está ocupado pelo relativo todo, com suas partes em interação; que se faz representar por entes que vão, desde a rarefação mais fina; que não podemos sequer concebê-la, até a densidade mais brutal; que jamais podemos imaginá-la.
As questões de Heiggeder são profundamente humanas. Em "Que É Metafísica? Embora envolto em indagações; entende-se que: a questão sobre o ente e o nada, não se fecha, porque seu campo de trabalho é complexo, e ele, Heiddeger, é filósofo sério.
(Fica claro que estamos lidando com um humanista, pelo menos enquanto escritor. Para ele somente o homem existe, as demais coisas, são reflexos existentes na consciência: "o ser do ente". Enquanto humanos, mesmo no nosso caso; que somos astrônomos - cosmólogos / enquanto cosmólogos-astrônomos, amadores ou profissionais, embora não humanistas no sentido técnico da palavra; somos humanos; então, somos Heideggerianos. Porque, se não agimos como tais, pelo menos nos projetamos e existimos na consciência destes. Se por si só, nos projetamos e existimos na consciência destes; então existimos. Mesmo aquele que nunca ouviu falar em Heidegger, é por fim, um ser Heideggeriano, e Heidegger é movimento).
Porém para nós autodidatas livres do tapa olho do cavalo do rei (que lhe permitem só ver o caminho e o foco nna meta, perdendo com isto a paisagem que orla a estrada), me parece apropriado, em sendo relativo; dar um lugar para o relativo todo (que interagem), no meio do nada absoluto. No universo: tudo está aberto. É preciso liberdade no pensamento para que cada coisa venha e possa acontecer. E quem, e o que, pode representar melhor o campo livre, para o vir a ser, do que o próprio nada? ( isto não é uma questão niilista, é uma questão física-astronômica). O nada é um lugar para ser ocupado. Quando conjugado numa parte do todo, é relativo ao que se quer ocupar nele. Mas quando por fora do todo, como lugar ocupado por este, que nele se encaixa; é absoluto.
É porque o nada existe que o todo existe. pode-se dizer que é porque o todo existe que o nada existe. Porém, onde se encaixaria o todo sem o nada? Num pensamento oposto: o nada pode existir sem o todo. Porém, o todo existe. E, afirmando o todo; está o movimento (não se pode dizer com certeza, em cosmologia, se este é possibilitado pelas forças, ou se as forças são possibilitadas por este: o que parece; é que as forças possibilitam o seu acontecimento - que por sua vez, possibilita o acontecimento das forças) - e este; o movimento, possibilitando o tempo e o espaço e o fluir das coisas.
- Então, vamos reivindicar as medidas do tempo, que na verdade, são do movimento... e deste, foram roubadas - por enganos - mas foram!
E com efeito, se formos em pensamento um pouco mais longe em profundidade, em busca de justiça, vamos perceber também, que temos o direito de reivindicar as medidas do espaço, pois também estas, foram usurpadas do movimento, pois são propriedades legítimas deste último, pelo menos, é o que a razão nos diz.
Se alguém disse algum dia, que tal coisa, ou tal lugar estava a tantos passos de distancia, foi do movimento que ele serviu-se para taxar tal sentença, e não do espaço.
Tentar negar a existência do tempo, não nos parece
estranho / não é difícil encontrar alguém tentando fazê-lo. Porém, tentar negar
a existência do espaço, parece loucura extrema. Seria o mesmo que, nos tempos
de Santo Agostinho - sem nem uma evidencias - negar que, o Sol gira em torno da terra:" Diriam: - "Pois
é visível - não vê quem não quer - qualquer um pode perceber que o Sol gira em
torno da terra, como negar?
O mesmo se dá com o
espaço, pois este está aí, podemos vê-lo, tocá-lo, ocupá-lo, percorrê-lo, navegá-lo,
medi-lo, como negar então sua existência?
No entanto, se lhe
tirarmos todo e qualquer movimento, o que então lhe sobra? Não nos parece que, não sobra nada?
Podemos inverter a ideia, e tentar privar o movimento, do espaço. Nos parece num primeiro momento que a ausência do espaço o anularia. Mas, possivelmente de pois de um tempo o movimento ressurgiria e o criaria novamente.
Podemos inverter a ideia, e tentar privar o movimento, do espaço. Nos parece num primeiro momento que a ausência do espaço o anularia. Mas, possivelmente de pois de um tempo o movimento ressurgiria e o criaria novamente.
Podemos recorrer a
força, para negar o movimento. O problema é o seguinte: Quem criou um, quem criou o outro? De onde veio um, de
onde veio o outro? Se a força criou o movimento, de onde veio a força? Se o
movimento criou a força, de onde veio o movimento? É provável que, ambos sejam a mesma
coisa.
Mas, embora este seja um grande motivo, o qual lhe dispensaremos atenção, nosso motivo maior aqui é outro.
Em frente! Posso dizer que, sem o espaço, ou o tempo, o movimento não seria possível. Mas, é sensato lembrar que, os dois primeiros são efeitos provocados por este último - posso dizer também, e categoricamente que; sem o movimento, o espaço e o tempo, não existem jamais.
O movimento, é a razão do espaço e do tempo serem possíveis.” É ele que parteja estes dois e lhes dá sentido. E como o tempo, o próprio espaço pode ser um equivoco humano, pois não é possível justifica-los se não houver o movimento revelando-os em todos os sentidos dimensionais. Com o espaço podemos saber das distancias, das áreas, dos volumes, das quantidades, das qualidades, densidades, rarefação...segundo suas relações com o movimento. Com o tempo, segundo suas relações com o movimento, podemos lhes dar seqüência ondular, intensidade, duração, intermitência, brevidade, eternidade ... e vice versa para cada um deles. Porém, sem o movimento, não se pode falar de espaço e tempo.
Com o movimento, é que os entes; a energia a matéria, fluem com intensidade e força, e emanam-se interagindo pelo cosmos, segundo suas constantes, ou inconstantes, aceleração positiva, ou negativa, e com eles; o tempo e o espaço acontecem e fluem.
É possível que, tudo o que existe a o nosso redor, e do qual podemos nos valer, seja o movimento, ou causa dele, nada mais.
Heráclito não jogou palavras a o vento. E Empédocles não as endossou em vão.
Se um dia podemos fundar o stádium para com ele, Erastóstenes calcular a circunferência da terra, foi a cada movimento de um passo. Se alguém dividiu o caminho circular do ponteiro do relógio em doze partes iguais, para dividir o dia em vinte e quatro horas, o que fez, foi a divisão do movimento da terra em vinte e quatro partes (gomos) iguais em relação a o seu eixo, de quinze graus do arco cada uma, e que, cada uma delas em movimento é que, produzia uma hora.
Por tanto; Podemos dizer com tranqüilidade que; -Um dia é produzido por um movimento completo da terra ao redor de si mesma, e não que; a terra sirva-se de um dia para fazer este movimento. E que, um ano, é produzido por um movimento completo da terra ao redor do sol, ou a grosso modo; produzido por trezentos e sessenta e cinco movimentos ao redor de si mesma. E não que, a terra leve 365 dias para realizar este movimento. ( Simples, não! ). Então! E, tanto o movimento de um dia quanto de um ano, subdividindo-os, tanto podemos chamá-los de tempo quanto de espaço, em relação a o movimento constante ou não, de qualquer coisa que se conhece. (há uma semana de caminhada, há um dia a cavalo, há uma hora de carro, e claro, há um ano luz).
Mas seja o tempo, uma possibilidade do movimento, uma criação da natureza, ou uma produção humana, jamais poderemos nos apartar dele. Se perguntarmos qual a idade da terra, a resposta tanto pode ser; Cerca de 4,5 bilhões de anos, quanto; Cerca de 4,5 bilhões de movimentos orbitais, que é o seu movimento a o redor do Sol. Ambas estariam certas. Embora, possa-se apontar diferenças históricas entre uma e outra. Mas estas diferenças são intrínsecas do movimento e de suas relações com o tempo e o espaço que ele mesmo produz. Porém, se com rigor dissermos que os quatro bilhões e meios de anos se referem a o movimento atual da terra o que seria mais querente; então teremos que parar, repensar, discutir... para melhor nos entender mas, ainda assim a prima referencia será o movimento, depois suas relações com o tempo e o espaço, que o próprio produziu. Pois os 4,5 bilhões de anos que a ciência se refere, quer queira - quer não queira; é “absolutamente” relativo a o movimento e, pelo que se sabe, os movimentos da terra, tanto de translação, quanto o de rotação; foi mudando com o passar do tempo e, a quatro bilhões de anos atrás, eram bem diferentes do que é hoje. Se em seus primórdios a terra produzia 30 ou 40 dias em sua translação, ou se hoje produz 365 dias, não importa, os 4,5 bilhões de anos que a ciência alega que aterra tem, obrigatoriamente tem que ser relativos a o movimento de nosso planeta a o longo da trajetória do sol.
No caso do espaço, embora a primeira vista incômodo, podemos medi-lo com o movimento também. A rigor; cada ação de um passo, de uma braça, de um palmo, cada virada de metro, estendida de trena; é um movimento. Mesmo os recursos da trigonometria; em cada ação entre distancias e ângulos, acontece e encontra sua legitimidade no movimento. Pois a o produzir um dia, ou um ano no espaço; são determinadas distancias que o movimento produz, que podem ser divididas e subdivididas.
(- Não estamos propondo mudar. Estamos apenas mostrando que o movimento, pode muito bem declarar-se, fazer se entender, explicar-se em transcendência, com total independência do tempo e do espaço. Quando Kant afirmou que a estética transcendental não reunia mais que o espaço e o tempo, mas que o movimento, embora não fazendo parte dela, reunia estes dois elementos; “na verdade, entre ondas e vagas, mostrou o caminho das pedras”. É ele; o movimento, que é de fato estético transcendente. É o movimento que, permite a o espaço e o tempo acontecerem e transcenderem na percepção humana). Se espaço e tempo são a síntese de si mesmos; o movimento, a saber, além de ser a síntese de si mesmo, por natureza, de uma só vez é a síntese deste dois: o tempo e o espaço.
Se multiplicarmos o diâmetro da terra pelo numero PI temos uma distancia de um movimento ao redor de si mesma. E, então podemos dizer; A tantos MRT; Movimentos de rotação da terra, como unidade de movimento, de distancia, ou de tempo.
Se multiplicarmos 300 milhões de km pelo numero PI, teremos a distância de um MTT: Movimento de translação da terra, que pode traduzir-se com segurança, como unidade de espaço ou tempo também. Se medirmos a quantidade de movimento de rotação que a terra faz para atingir um movimento em volta do sol, e ao mesmo tempo explicar este movimento; Dizendo: - “O movimento faz a terra dar trezentos e sessenta e cinco voltas a o redor de si mesma (MRT), rodando 14.611.013 Km, para percorrer uma extensão de 942.477.796 Km, para que aconteça a translação ao redor do sol (MTT), na relação de 1/64,5 que, por sua vez produz um ano”. Ou então, o movimento faz terra dar uma volta a seu redor, que produz um dia, que dividido em 24 partes de 15º graus do arco cada uma, produz uma hora, com a extensão de 1.667,92 Km que, divididas em 60 partes de 0,25 minutos do grau com 27,79 Km de extensão , cada uma produz um minuto de tempo. E assim por diante...
-Então...! -Teremos aí o que tanto buscamos: Números explicando o movimento ocupando o próprio movimento, e por conseguinte, o tempo e o espaço. Assim como o espaço ocupando o próprio espaço o tempo e o movimento. E, o tempo ocupando o próprio tempo, o espaço e o movimento, em interação sincronizada. Mas precisamos admitir, embora os outros dois prestem-se para o papel, a saber espaço e tempo, dos três: espaço, tempo e movimento; somente o movimento, com legitimidade, além de ser síntese de si mesmo, pode reunir a si, espaço e tempo e representá-los com sigo de uma só vez como síntese. Pois foi a partir do movimento da natureza e do homem, que surgiu a noção de espaço e tempo. Do movimento humano na natureza, desde os sentidos a os passos, ainda na primitividade deste, nasceu no homem a noção e o conceito de espaço. Do movimento da natureza em relação a ela mesmo, surgiu no homem, a noção e o conceito de tempo. (Se a velocidade da luz fosse expressada em movimento inconstante, ou em aceleração positiva, ou negativa, tudo estaria complicado. Nem inverso do quadrado, nem do semiquadrado, nem do cubo, nem do semi-cubo da distancia serviriam para medi-la. A matemática seria outra. Pois é o movimento que decide. Por isto é que, embora aposte no inverso do semi-cubo da distancia para medir as relações diretas entre a luz e a gravidade, defendo um melhor conhecimento sobre a velocidade da gravidade, baseado em vários pontos diferentes em uma mesma trajetória para que certifique-se se é constante ou não, e qual sua real velocidade. Isto, para lhe aplicar uma equação que a relacione diretamente com o espaço-tempo-movimento).
A possibilidade de independência do movimento, hoje se faz tão clara que, se usássemos o arco descrevendo a tangencia; curvas de latitude e longitude do planeta terra, nos tornaríamos independentes das medidas de tempo e de espaço, precisando apenas ter noção de movimento, para nos deslocarmos. Mesmo que o nosso movimento se deslocasse contrário a o movimento da Terra.
Os Cartógrafos já fizeram algo aproximado, quando esquadrinharam a terra em graus de latitude e longitude. Esta arte, nada mais foi, do que unir o tempo o espaço e o movimento. Compreendendo-se um, compreende-se os demais, claro, desde que o movimento seja independente a ponto de explicar-se, e explica-los, a saber espaço e tempo.
E, assim seria para medidas de pesos também. por que não; em vez de três quilos: o movimento tal no ponteiro da balança, marcando o deslocamento do produto em direção ao centro da Terra. É também uma questão de linguagem.
Aterrissando! -Quando nos referimos a perímetro, área ou volume espacial. Não se trata da ocupação pelo espaço. Mas, de ocupação das dimensões do espaço no próprio espaço. De perímetro, área, ou volume temporal, também, não se trata da ocupação causada pelo tempo, mas da ocupação das possíveis dimensões do tempo no próprio tempo e, interagindo com o espaço. E, assim devem ser a (as) dimensão (ões) do movimento; Deve, (devem) como legitima (as) que é (que são ); ocupar o próprio movimento. Para que possa interagir com sigo mesmo, com o tempo e o espaço; conceber-se e concebe-los.
E assim, como o tempo e o espaço explicam-se, e o explica; o movimento possa por si só, explicar-se e explica-los. Ex; em Novo Hamburgo, moro a um espaço de cerca de 4 quadras estáticas, ou a um tempo circulante de cerca de 8 minutos, ou a um movimento de uma caminhada de cerca de 600 passos da rodoviária: Um explica o outro. “O bom costume”, nos faz ter uma noção muito aproximada do que significa a extensão: cerca de 4 quadras em relação ao nosso movimento. E, por conseguinte também; o que significa o tempo de oito minutos relativos a o nosso movimento. Mas, o mau costume em relação ao movimento, e a nos mesmos, nos obscurece a noção do que significa o movimento de 600, 1.000, 10.000 passos, em relação a o espaço e o tempo. Não se sabe em números aproximados quantas quadras, e em que tempo, cada um de nós em relação a o nosso ritmo, e a nossos passos, percorremos com eles. Ex; ( Se tu, com 100 movimentos dos teus passos, percorre em tal tempo, tal distancia; com 100 movimento dos meus, devo percorrer em tal tempo, tal distancia). Isto, para a singularidade das relações humanas. Mas, tem o movimento dentro do movimento, e a criatura deverá levar em consideração, além da extensão de seus passos, o tempo de um após o outro, e também as relações de si com sigo mesmo . Porém, esta ação, mesmo na relação com o espaço e o tempo, não será apartada do movimento. Se se apartar, não poderá acontecer.
Estes três campos dimensionais; O espaço, o tempo, e o movimento; Existem para ocupar e serem ocupados. Para interagirem entre si e agirem independente, claro matematicamente; o espaço e o tempo possivelmente nada mais sejam que, subdivisões do movimento. O que nos dificulta é a confusão que fazemos entre o espaço-tempo-movimento e o nada absoluto onde o todo relativo acontece. O nada, aquele que existe, por que não existe. E, não existe, para que o todo que existe por que existi, possa existir. Pois é este ultimo que como ocupante, é engendrado em espaço e tempo, pelo próprio movimento, e mais; por tudo que conhecemos, e que jamais supomos conhecer.
DIVAGANDO II
“Já li artigos desdenhando Arquimedes, insinuando primariedade em Euclides e culpando Aristóteles, pela humanidade ter permanecido tanto tempo estagnada na física astronômica. Os três velhos sábios como tantos outros de suas respectivas épocas, fizeram mais do que estava a o alcance em seu tempo e, só devemos agradecê-los.’’ E, se depois deles em vez de avançar, por toda a idade média preferimos nos sentar a sombra das frondosas árvores do saber, plantadas por sábios antigos, ou até mesmo esquece-las; a responsabilidade dessa relativa morte da ciência, foi pura e exclusivamente nossa. (E não me venha tirando o corpo fora, e fazendo a surrada pergunta: - Nós quem?). Pois, quando digo nós, digo de verdade. Me refiro a humanidade e suas interações com a história, em todos os sentidos em si mesma. Se estivéssemos lá, com certeza estávamos entranhados do mesmo sossego. E não foi culpa disso, daquilo, ou deste, ou daquele outro. Pois se tivesse realmente havido disposição para avançar, ninguém, nem nada seguraria.
Por outro lado... - É que a humanidade avança assim mesmo; em espirito coletivo; suedeÿdo-ÿe e cuÿturÿs e crenças, que acabam dominando ou sendo dominadas umas pelas outras por longos períodos ao sabor das circunstancias a favor ou não; Cansados nos sentamos para descansar, enquanto um outro modo de ver a vida, domina e avança. Descansamos, levantamos, nos pusemos em caminhada novamente, e reconquistamos o “nosso” movimento- espaço-tempo histórico enquanto espírito coletivo.
Há de se pensar também que, nos falta um pouco de humildade enquanto civilização ocidental; quando reclamamos que estivemos por tantos séculos estagnados, por culpa disso ou da quilo, ou desse ou daquele outro.
É o mesmo que, querer nos comparar com aqueles povos da velha Grécia. Na verdade, estes cerca de 1.500 anos que reclamamos que estivemos estagnados nas áreas das ciências, se pensarmos bem, não temos direito a reclamar. Pois este foi mais ou menos o tempo que aquela enigmática Grécia, esteve a frente de seu próprio tempo. Quer dizer; foi preciso cerca de dois mil anos para que os alcançássemos. E, cerca de 2.000 anos depois, “de todo o processo”, ainda não os ultrapassamos de todo. (Não confundir quantidade com qualidade em relação a era de sua existência). Esta é a simples realidade.
-Às vezes perco o sono, me perguntando sobre o que se perdeu deste maravilhoso mundo antigo. É possível que por ocorrência de guerras e invasões e depois com a aproximação dos cristãos; bibliotecas particulares inteiras (pequenas, ou grandes) tenham sido guardadas, segredadas, e em seus esconderijos ainda permaneçam. Talvez lá estejam em sua integralidade os sonhados livros dos Pré-Socráticos.
Muito bem! Providente lembrança! - Mas, vamos em frente, e continuar a examinar o movimento! Para Kant; “O sistema solar surgiu de uma nuvem de gás e poeira e, para que surgisse, esta nuvem precisou começar a girar a o redor de si mesma”. Se, ouve uma nuvem é porque ouve deslocamento, aproximação... Se, ouve um começo de giro é porque estava em velocidade zero ao redor si mesma. Se, estava em velocidade zero de rotação, precisou que houvesse uma aceleração para que alcançasse a velocidade constante em que se encontra. Qual será o movimento que esta aceleração ocupou no próprio movimento? E por com seguinte; Qual o movimento que a velocidade constante esta ocupando neste próprio movimento. – ‘’Não esquecer! Pois este movimento como o espaço e o tempo e, tudo o que se sabe e o que se ignora saber, também ocupa o nada em absoluto. Por tanto, a ocupação pelo movimento no movimento é uma coisa, e a ocupação pelo movimento no nada em absoluto, é outra. Pois esta ultima, além do movimento, depende da interação dos três campos dimensionais; Movimento, espaço e tempo’’.-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
O movimento que ocupa o nada absoluto, é aquele que contém todos os seus movimentos em si. Ex; Todo o movimento da luz de uma estrela por toda a sua existência, contém todos os seus infinitos movimentos em si e interagindo com o tempo e o espaço e, como estes, está contido no nada absoluto. Assim como o tempo da luz desta estrela: este contém todos os seus infinitos tempos em si e interagindo com o movimento e o espaço, e está contido no nada absoluto. Da mesma forma o espaço: este contém todos os seus infinitos espaços em si, e interagindo com o movimento e o tempo, e está contido no nada absoluto.
Se não houvesse o nada absoluto, nada haveria; estaríamos emparedados no todo, e este já não seria relativo: sem espaço, sem tempo, sem movimento. E claro, sem o ser. Então sem sabedor, tudo estaria apagado em absoluto.
O movimento e o universo
Segundo Nietzsche, por Valadão; descrevendo Anaxágoras: - O movimento tão logo é eterno, ele já teria de estar determinado a uma eternidade por esta finalidade, e então, não poderia haver um momento o qual faltasse o movimento - Nietzsche - A Filosofia Na Era Trágica Dos Gregos - Pg. 135 - 136 - LPM)
“O Big Bang realmente aconteceu? As observações sustentam a idéia , mas isso significa apenas que a teoria é viável e não uma verdade absoluta. - Planeta – Edição 430 - Julho 2008 – Pg. 56”
- Estudando o movimento, perguntas são inevitáveis. Para haver o Big-Bang segundo a teoria, embora infinitamente em deslocamento, não teria que haver um movimento infinito, e então a repentina explosão? O núcleo de onde surgiu o universo, pelo menos se deslocava, ou se deslocava girando pelo infinito, quando se deu o Big-Bang - não teria o Big Bang ocorrido de uma centrifugação pelo fato da estrutura do núcleo não suportar a taxa de rotação sobre si mesma? Mas estas questões embora relevantes, apenas ajudam a nos levar a o destino onde queremos chegar.
Bomprováveis tempos que foi uma colossal nuvem de poeira, também esteve, para depois então começar a girar e a se aglutinar e se formar, o que nos sugestiona que as estrelas as galáxias e “o-s próprio-s universo-s” se formam da pulverização a o infinito, de tudo que estava contido em um ponto singular. (É das possibilidades - entre outras). Por conseguinte, segundo as afirmações; não podemos deixar de pensar que o nosso universo quando pulverizado, embora em deslocamento pelo infinito, se na ascendência não curvou como uma parábola e entro em descendência, possivelmente também esteve em repouso absoluto de seu giro sobre si mesmo; pelo menos é o que sugerem as probabilidades. E, se o movimento, pelo menos giratório, esteve em repouso, ou curvou em parábola / o espaço e o tempo também estiveram em repouso, ou curvaram em parábola, em volta de si mesmos, embora se deslocando pelo infinito.
Então vamos nos perguntar! Vamos nos perguntar contrariando a mão dogmática que nos orienta!
“Será que o começo de tudo não foi o inverso? Não teria surgido o universo da mais fina e inconcebível energia, que muito depois de originada pelo Big-Bang, e de ter se espraiado para muito distante do local da explosão, para os confins de si mesma, mesmo se deslocando pelo infinito, e de volta, depois de tudo quieto, acordou-se do torpor, ou em parábola declinou-se, e das bordas do universo infinitamente rarefeito, em movimento descendente está de regresso a o grande atrator, transformando-se em partículas, depois em poeira, formando grandes nuvens que se fracionou em formações de Estrelas, Galáxias e originando este universo?” (Do o que conhecemos sobre física, nos diz que, da explosão, além do núcleo que escora o coice; surge a desintegração de tudo, e atrás de si o vácuo / logo depois, ha o regresso - as coisas começam a se reintegrar novamente ocupando o vazio que ficou - logo; o universo não poderia ter surgido diretamente dos efeitos destruidores ao espraiar-se, pulverizando-se de uma explosão - e sim, ao regressar das ondas - dos efeitos reconstrutores pela natureza de volta ocupando o vazio, reintegrando a desintegração, reordenando o caos causado pelo Big-Bang)
Mas então precisamos admitir que o universo já se expandiu até onde tinha que se expandir. E, que na verdade, de regresso está se aglutinando de novo. Uma verdadeira negação a nossa literatura astrofísica moderna. Mas é a visão mais coerente que podemos ter. Mesmo depondo contra homens, de olhos apontados para o céu e armados com gigantescos telescópios.
Se estamos nos aproximando do grande atrator - e se dividirmos em três estágios esta aproximação; As galáxias que vão na frente, devem estar mais concentradas, e tem velocidade maior por estarem mais próximas da fonte atratora. As que vão a meio caminho, tem velocidade média em relações as da dianteira, e as da traseira, e concentração média. E as que vão à traseira, tem velocidade menor por estarem mais distante da fonte “atratora”, e estão em si, em concentração menor. Por tanto, as galáxias dianteiras se afastam em aceleração positiva das que vão a meio caminho e, estas por sua vez, se afastam também em aceleração positiva das retardatárias. Quem vai embarcado em uma das galáxias de meio caminho andado, se olhar com seu telescópio para um lado no céu, verá as galáxias se afastando, e se virar o telescópio para o lado oposto, surpreendentemente as verá se afastando também. As galáxias da ponta deverão ter grande velocidade de deslocamento em relação às do meio. As que vêm depois, baixa velocidade em relação a estas do meio, coincidentemente também. Porém a mesma aceleração constante. Mas surgem o problema das paralelas para uma visão por todos os lados. Mas como diferenciar?
Pois a ciência astrofísica não nos mostra este afastamento acontecendo em visão radial?
Cumprindo uma trajetória radial com o telescópio, o observador verá em posição paralela de ambos os lados, galáxias tanto convergindo, quanto divergindo de nossa posição, as que divergem em maior quantidade, porque paralelamente, as deixaremos para trás ou seremos deixados para trás por elas. Em uma ação radial em conjunto, também fica esta impressão de afastamento radial, quando que, na verdade o que acontece é uma aproximação radial de todas para um mesmo ponto. É claro que, neste caso também, a aproximação de Andrômeda deverá significar muito mais uma aproximação gravitacional do que, uma demonstração de tangencia de grau em relação ao centro do universo. Pois os distantes Quasares devem ser formados pela massa de mais de uma dezana, e em alguns casos, várias Galáxias que se entre atraíram e se aglomeraram ao longo da trajetória, como resultado da evolução em convergência a caminho da reciclagem no grande atrator; e de lá devem subir de volta na forma de uma energia infinitesimal. Pode-se dizer que, então as Galáxias devem ocorrer em maior proximidade uma das outras na direção do grande atrator, enquanto na direção oposta estão mais distante uma das outras. Se pelo menos mais do que 25 % delas no caso de um universo plano estão a nossa frente, pode-se dizer que sim. No caso de um universo Globular, bastam um pouco mais do que 12,5 % para se perceber que estão em maior quantidade em uma direção do que em outra. Mesmo o efeito Doppler-Fizeau, dificilmente solucionará este enigma geométrico que nos impõe o movimento. O que realmente está acontecendo?
Em uma edição de janeiro de 2004 de super interessante, por Flávio Dieguez, Pg 69 – “O Nada É Quase Tudo”. Nos diz o texto que, a matéria tal como conhecemos, representa cerca de 4 % do peso do universo, 23 % vem da matéria escura, e 73% do peso do universo vem do vazio (nada) / (melhor seria dizer que, 73% e constituído daquilo que a ciência desconhece). Porém é difícil entender que o que hora é chamado de nada, hora é chamado de vazio, tenha peso. A não ser o peso do recipiente - que recipiente - se o nada é nada em absoluto - e o todo é todo relativo - é claro que este tal vazio, de vazio não tem nada, na verdade faz parte do todo. Mas por outro lado, é fácil entender que quanto mais rarefeito, desde matéria a energia, mais precisa de espaço para atuar, e em contra partida, menos peso e mais força como expansão tem.
Se este tal vazio pesa 73 % de todo o universo, se está se expandindo, ou se aglutinando, depende da relação da rarefação que tem, com o espaço que ocupa, e a temperatura contida nele. No universo bolha, um mínimo crescimento de temperatura significa expansão. Porém, tudo depende do espaço disponível a este suposto vazio. Por exemplo, boa parte dos astros do universo estão em chamas, enchendo este estranho vazio de todo o tipo de energia, em todo o nível de rarefação, mais ou menos como as chamas de um motor enche um balão para se expandir e subir para atmosfera.
O rarefeito precisa de muito espaço. Sendo assim, o universo está em expansão, mas como força repulsora. No entanto, frente a os problemas que nos remete a natureza física de uma explosão, (a qual já vimos logo ai atrás) e a geometria angular do movimento, isto não passa de especulação.
Quanto ao peso do tal vazio; teríamos que descobrir em sua capacidade, se negativo ou positivo (se força para o centro, ou para a periferia). Por exemplo, o balão e a carga: - se supõe que uma determinada carga quando em terra; tenha peso positivo, calcando para o centro da terra, e que o balão que ira transporta-la tenha capacidade de produzir peso negativo, inversamente maior que o dela, aliviando-a para o espaço.
Segundo a lei de Hubble, que anuncia a relação entre a distancia e a velocidade das Galáxias; “quanto mais longe, maior sua velocidade de deslocamento”.
“Ao observarmos o universo, a expansão revela-se como confirmação da hipótese teórica de Alexander Friedmam. Matemático russo, primeiro a propor a expansão do universo com base na teoria da relatividade de Einstein. Gênios da Ciência – Scientifi Americam – Hawking – Quintessência - Pg 78”.
Nos “teoremas de singularidades”, demonstrados por Roger Penrose e Stephen Hawking; (O universo primitivo teria sido extraordinariamente denso e quente, esfriando paulatinamente devido a sua própria expansão o que permitiu a formação das galáxias as estrelas e da própria vida. – Do mesmo texto; Quintessência – Pg 76).
Porém, seguindo as leis destruidoras de uma explosão, e os ângulos das trajetórias geométricas do movimento; exigindo um pouco mais do pensamento e direcionando a imaginação para o outro lado do universo; podemos formar um exemplo que em lógica transcendental, tem tudo para expansão não se confirmar, e que depois dele, terá que ser exigido um pouco mais dos que defendem a confirmação da teoria da expansão acelerada. E pelo fato; se alcançarem a exigência, poderão deixa-la mais forte do que está. Porém, a frente vamos ver que, mesmo o efeito Doppler, a radiação de fundo, a matéria escura, observações de supernovas, não servirão para derrubar o exemplo com segurança absoluta.
Antes da alegoria que vamos fazer, vamos observar a idéia de esfriamento paulatino do universo em movimento, e em expansão formando galáxias estrelas e planetas a partir da origem em explosão, que ocorreu de um ponto infinitamente denso. A principio a idéia que podemos ter de uma explosão, é a desintegração de alguma coisa, pelo menos, relativamente integra. E o acontecimento a partir desta explosão, se dá em divergência em todas as direções. E o que avança evoluindo espaço afora a partir de um ponto, e de uma só vez; de forma global, espalha-se a o inverso do semi-cubo da distancia, e se deixar um oco repentino em seu lugar, então espalha-se, ainda assim em relação a o oco; ao semi cubo da distancia.
E isso se dá, segundo a espessura da parede do globo que cresce universo afora, em relação ao raio inicial que continha em si toda a matéria. Mesmo assim, algo que explode; não é passível de se entender, que se “reaglutine” mesmo que em partes, ainda em fuga sobre o efeito da explosão, rarefazendo-se espaço afora. Isto só é permitido de volta para casa. (...) estrelas e planetas, asteroides, meteoritos, e mesmo galáxias, su]‡em de +Seiras)QPois s‰ uma ca¢®a o eÞÈlodiu, esta por natureza é mais forte do que o elemento que o mantinha unido. Porém, vindo de Penrose e Hawking com base na relatividade de Einstein, é preciso agir com prudência. Com efeito, vamos ver que a formação de galáxias, estrelas e planetas e da própria vida, de um universo em direção contrária a da expansão, (aproximação) não é proibida se quer pela observação armada. Pois a o passo que, para nossos teóricos, o universo esfriou-se em expansão; pode muito bem no contra passo, estar se aglutinando, formando galáxias estrelas e planetas, e estar se aquecendo, de regresso para o grande atrator, e assim também; permitindo o surgimento da própria vida. No entanto, a radiaçaõ de fundo parece estável, em ruido e temperatura; mais de acordo com um universo se deslocando pelo infinito a girar em torno de um centro maior, do que em descontração, (expansão) ou em contração (aglutinação). E, a anisotropia; propriedade que se identifica o elemento segundo as direções tomadas como referenciais, já não não nos oferece respostas seguras como referencial de direção para nos dar as coordenadas, do que está realmente acontecendo com o universo em relação a o movimento.
Alegorias
- Vamos a algumas alegorias para ver até que ponto a teoria da expansão se confirma, e a o mesmo passo, nos depararmos com outra(as) possibilidade(es), surgindo, isto, numa investigação sobre as relações da geometria angular do movimento com a óptica, mesmo armada.
- Ex; -Três Naves, em velocidades diferentes, em posições diferente, na mesma trajetória, circundando Júpiter, buscam o mesmo destino: a grande mancha vermelha do Planeta; - A primeira; Nave A, a 10.000 km/ h, - A segunda; Nave B, a 7.500 km/h, - A terceira; Nave C, a 5.000 km/h. A primeira se afasta a 2.500 km/h da segunda Nave, e a segunda se afasta a 2.500 km/h da terceira Nave, e vice versa. O observador que viaja na segunda, verá tanto a primeira, quanto a terceira, se afastando em ambas direções de sua Nave; a qual ele vai embarcado, tendo a nítida impressão que as duas naves; a primeira e a terceira estão se afastando dele em ambas direções, embora estejam todas, viajando para o mesmo destino.
Mas que destino é este? Para uma expansão em direção a o infinito "aberto", ou para uma aglutinação em um ponto comum?
Vamos em frente!
Se houver mais duas, ou ainda mais trajetórias paralelas a esta, uma, ou mais de cada lado, afastadas na partida e, sentido radial na direção; todas convergindo para um ponto comum: a grande mancha vermelha de Júpiter; em cada uma delas, três Naves, ou mais distribuídas em igual condições a os da trajetória central: as segundas Naves de cada uma delas, serão vistas pelo observador da trajetória central, em rota de convergência com a segunda Nave da primeira trajetória central onde este vai embarcado. A terceiro Nave de cada uma das trajetórias, serão vistas se afastando pelos viajantes da segundo Nave da trajetória central. Por conseguinte, (as primeiras Naves das três trajetórias, por sua vez; também serão vistas se afastando da segunda nave da trajetória central, como se fosse em situação radial. Mas esta segunda Nave; assim como tem muitas Naves A, e Naves C, não é a única Nave B, pois a situação exemplificada nas três trilhas, pode se distribuir em toda a volta do ponto central, em distancias diferentes, e muitas Naves C, convergem para o mesmo ponto. E, a o mesmo passo todas as Naves B desta evolução radial, estarão a o centro das trajetórias, e verão a configuração em um sentido geral e radial se afastando como se o pequeno universo formado por elas estivesse em expansão. Embora todas as Naves tenham o mesmo ponto como destino - convergirem para a mancha vermelha. (É claro que o universo não é tão organizado assim. Por isso entre tantas, vê-se muitas galáxias em rota de convergência).
Porém, a cerca de 45º para cada lado de onde estamos na trajetória central em relação ao destino, fecha-se um círculo e as distancias em relação a curvatura de Júpiter, não nos deixam ver as outros Naves. (Isto em um universo globular - O que pode ser - pois por mais curvas que as radiações façam, sempre se mostrarão em linha reta revelando ilusoriamente um universo plano).
Para um observador atento; As Naves da dianteira mesmo se afastando longitudinalmente e se aproximando paralelamente como as da traseira, estarão mais próximas umas das outras, que as que voam a retaguarda. As Naves que voam em trajetória paralela, tanto de um lado quanto de outro, serão vistas se aproximando paralelamente e se afastando longitudinalmente, como se estivessem se espalhando pelo espaço. (Isto, se não houver quantidade maior de Naves na retaguarda. Claro, em nosso caso Galáxias). A relação das quantidades com o local do observador e as distancias percorridas é que decidem, por exemplo, mas como saber? A aglutinação do universo em relação ao seu tempo de duração pode estar apenas começando, então temos uma quantidade maior de galáxias a nossa retaguarda, o que nos dificulta até mesmo dizer para que lado estamos indo. Se o Big-Bem foi tão poderoso assim, porque permite Andrômeda e Via-Láctea estarem em rota de convergência? Por que este paradoxo - formar galaxia em pleno efeito da explosão. Podemos dizer que se formaram, e por estarem próximas estão se atraindo, mas então podemos perguntar: - em expansão, ou de regresso? Andrômeda e Via-láctea nos sugerem uma atração gravitacional, porém junto a isto, deixa clara especulação sobre, suas formações, e suas direções. Se o universo está em expansão (inflando como um balão - `o tecido do universo se expandindo, afastando as galaxias umas das outras`), por que há nele galaxias em rota de convergência? - "Ah, há rugosidades no universo... Pois é, o balão etá se enchendo! - Mas, e se as minhocas com seus buracos furarem ele"? _ Bom, a terra já esteve sob o casco de uma tartaruga, e nem por isso submergiu".
Voltando a alegoria!
-Se este processo for feito por grupos de Naves em vez de uma por vez, as veremos como efeito nos agrupamentos, sofrendo os mesmos efeitos que no primeiro caso. Porém, em relação a os grupos.
As distancia das que vão a frente, cressem exponencialmente em relação as que vão a média distancia, de uma posição para a outra. Das que vão a traz, as distancias de uma para outra; crescem exponencialmente em relação as de media distancias. As que vão a meio caminho, em relação a todos os sentidos e direções, exponencialmente as distancias cressem. A convergência para um mesmo ponto, pode ser disfarçada pelo afastamento em velocidade maior das Naves da vanguarda, confundindo-as com as de retaguarda, que vão em velocidade menor, mas ambas sobre o efeito da mesma aceleração. Isso deve se dar relativamente, em relação todas as naves, pois em se tratando do imensurável, no caso das Galáxias, ou quase isso, cada uma delas deve ser a nave do meio, e tanto à direita quanto à esquerda, quanto à frente quanto à trás, da mesma forma que acima ou abaixo, da posição onde se encontra "esta uma", o movimento e o tempo parecerão estar agindo em afastamento do local, deixando-a isolada. Deixando-as todas em relativa posição de igualdade em relação a o afastamento, as distancias o tempo e o movimento de cada uma delas. E assim, vendo-as em expansão, mesmo em resposta sinalizadas por radiações de fundo, por declinação da luz para o vermelho, quando na verdade, estão se aproximando de um ponto comum: o grande atrator.
A própria constante de Hubble: relação linear da distancia das galáxias até a terra, e a velocidade com que elas se afastam de nós, e uma das outras (71 Km/s) - aqui, tanto serve para Hubble comprovar os seus achados no céu, quanto serve para negá-los, ou pelo menos, para jogá-lo em profunda dúvida: Se a constante comprova que as Galáxias estão se afastando em uma aceleração de 71 Km/s em relação as distancias e a nós / Como negar o contrário: - que as galáxias estão se aproximando do grande atrator em aceleração de 71 km/s - se esta aceleração em direção a um lugar comum, também as afasta umas das outras: quanto mais perto do ponto atrator, mais velozes / quanto mais distantes menos velozes, porém, igualmente se afastam entre si, no caso, a 71 km/s. (Com certeza
neste caso, a atração começa por poucas galáxias, depois vai crescendo:
vanguarda um numero menor - guarda, um número médio - retaguarda um número
maior). Sendo assim, as ilusões de óptica se confirmam por todo o lado no céu, para aquele observador que mora em uma galáxia a meio caminho andado.
A teoria do afastamento embora tenha sua força, vai de encontro a um princípio básico: o que é oriundo como efeito / de uma explosão como causa: tende a se desintegrar, e se houver forças pressionando, ou atraindo, depois de atingir o limite, tende a regressar e a se integrar. A ciência nos diz que o centro do universo está em todo o lugar, porque o imagina como um balão crescente; cuja as galáxias em suas projeções gráficas, estão na superfície. Mesmo que foce um balão crescente - assim como como a ciência descreve - se estivéssemos mergulhando o, em em aceleração em direção a o seu centro -ainda assim veríamos galáxias se distanciando umas das outras: as da frente em alta aceleração - às do meio, em media aceleração - e as da periferia se movimentando para o mergulho, em baixa aceleração. (Muito provavelmente as super novas depois de um longo tempo começam a atrair seus destroços, gases e poeiras, e a través deles recomeça uma nova estrela a partir do mesmo núcleo que originou a explosão), só se comprova em absoluto - se se comprovar que o centro do universo: onde aconteceu o Big- Bang ( seria uma aberração) foi, no local onde se encontra nossa galáxia, ou pelo menos nas proximidades: o que seria um paradoxo colossal. Se assim for, então temos razão de estar avistando galáxias se afastando de nós, e umas das outras, para todos os lados em posição radial, como se nós estivéssemos a o centro: afirmar que em qualquer galáxia que estivermos, veremos o universo em expansão, não é uma heresia, pois esta afirmativa, também vem a o encontro de nossas especulações, mas é quase impossível não acreditar num universo se reintegrando, formando galáxia de volta para o centro, ou a girar a o redor de um centro ainda maior. Em contra partida, insisto: as possibilidades estão abertas.
Por outro lado, uma coisa nos intriga: - a constante de Hubble foi descoberta por ele a cerca de 80 anos. Então, vem uma pergunta maravilhosa para quem aposta que há coisas mais velozes que a constante da luz no universo: Estas Galáxias que se afastam umas das outras a uma aceleração constante de 71 Km/s (se em cerca de um ano se alcança a velocidade da luz em uma aceleração constante de 10 m /s), a que velocidade estaria agora, tal afastamento?
-Teríamos como resposta acadêmica, com toda a garantia, esta resposta: - "Não são as galáxias que estão se afastando, mas o espaço entre elas que está em expansão". Perceberão a linda e convincente defesa do dogma, blindada por uma afirmativa da inteligência relativa-quântica; caladora de qualquer esboço de outras respostas e opiniões: (se esta aceleração constante ao decorrer do longo do tempo; pode vir a mostrar as galáxias mais velozes que a luz - cuja lei da ciência moderna diz que, nada pode ser mais rápido - "então é concebido, criado um modo clássico e irrefutável de dizer que, é o espaço que está em expansão entre as galáxias / não, as galáxias afastando-se umas da outras: consciente, ou inconsciente, há uma defesa inteligente, e organizada).
No entanto, fica mais uma pergunta: A que velocidade nestas lonjuras, o espaço está se expandindo? Para se chegar a velocidade da luz, em um ano; basta uma aceleração constante de cerca de 9.8 m/s².
No site: www.if.ufrgs.br, lê-se que, não interessa qual seja a galáxia de referencia, se lá estivermos, veremos todas as galáxias se afastando com velocidades proporcionais as suas distancias. a expansão não tem centro - todas as distancias aumentam pelo mesmo fator, e qualquer observador, em qualquer galáxias vê o mesmo afastamento. Esta afirmação espelhada em Friedman - Lemaitre - Robertson - Walker: procura descrever o universo como balão, e embora no mesmo texto contraditoriamente fale em galáxias se afastando, na realidade procuram descrever o espaço se expandindo, como se as galáxias estivessem em uma espécie de repouso, quietas, enquanto o espaço se expande a o redor, afastando umas das outras. Não é diferente do que vimos na alegoria em Júpiter.
A Expansão métrica do universo de Friedman - Lemaitre - Robertson - Walker: Onde o espaço-tempo é descrito por um tensor métrico: alusão quântica a o próprio metro, e não à métrica: que tenta projetar o expansionismo, possibilitando sua extensão de acordo com o lugar, ou distancias onde se encontram no universo, isto é; explica que: não são os objetos que se movem, mas sim, o espaço que se expande entre eles. Na verdade, se se desprendermos, também nos leva a supor outras ideias - pode nada mais ser que, o velho, simples, bom e fiel movimento fluindo em relação a o espaço, o tempo, os objetos, e as forças do universo, sem se importar com limites de velocidades estabelecidos pela raça humana. Este, numa relação direta com o espaço e o tempo percorridos, tanto pode mostrar que afastamento em uma aceleração constante tanto pode se dar em um universo em expansão: (quanto mais próximo das bordas: mesma aceleração constante, porém mais veloz e mais distante umas das outras ). E, da mesma forma, pode se dar em um universo em contração: (quanto mais próximo do centro, mesma aceleração constante, porém, também mais veloz e mais distante umas das outras ). Tal como também em um universo com as galáxias girando em torno de um grande centro, (assim como as estrelas em torno de um centro galáctico), isto é; se em uma órbita elíptica, terá que haver um momento em que a maioria das galáxias depois de um certo alinhamento, entram em desalinhamento, afastando-se umas da outras. Uma constante de afastamento poderá haver, a o desalinharem-se / assim como uma aproximação a o alinhar-se: esta possibilidade está na lei das áreas de Kepler: Os corpos descrevem áreas iguais em tempos iguais. em relação as distancias que se encontram do corpo central.
Outras hipóteses que, a o mesmo tempo que vão de encontro às nossas idéias, também acabam por ir a o encontro das mesmas;
1)- Mesmo a orientação pelo brilho das super-novas do tipo 1 A de
galáxias distantes / comparados com o brilho de super-novas equivalentes,
(tipo 1 A) mas de galáxias próximas, se levarmos em conta as possibilidades quanto as disposições
geométricas do movimento, e o efeito óptico que ela causa, não nos dá, e nem encontramos, a
garantia que o universo está se expandindo.
2)- A energia escura, não se encontra nas proximidades da matéria,
a não ser quando escapando dela. Todo o tipo de energia se encontra a caminho,
ou no meio das imensidões das equidistâncias. E quanto mais pura mais
depressa abandona as proximidades da matéria e mais se rarefaz nas distancias.
3)- È preciso lembrar que Einstein disse que energia tem peso: Que - qual energia? - De uma bateria carregada; energia química, claro! Aqui estamos falando de energia
nuclear, que voa das fornalhas das estrelas, buscando liberdade em direção as equidistâncias; tanto a que se vê quanto a
que não se pode ver. Esta energia não se dá muito bem com a matéria - e quanto
mais pura ela for, mais ela se expanda universo afora em busca de liberdade. (É ela que mantém o equilibrio das estrelas não deixando-as que desabem sobre si mesmas). E
, ocupa as pradarias das equidistâncias entre as galáxias, porque estes
lugares são os mais abertos no universo: próprios para a energia se instalar. E Aqui surge um ponto contra as nossas indagações: Como o universo é uma fabrica constante de energia, é provável que, chega um momento que estes
lugares abertos começam a ficar cheios de energia, e funcionam como pressão e reação para
as galáxias se afastarem umas das outras / se empurrarem, se repelirem umas para
longe das outras. É uma hipótese convincente para quem não está disposto a pensar! Mas para aquele que questiona; õe a cabeça para pensar; não indica o fim de nada, e
nem aponta para a certeza absoluta, exatamente porque, há outras hipóteses tão
belas e tão simples quanto esta. Por conseguinte, todas surgem, não como
afirmação, nem como desmerecimento umas das outras, mas como possibilidades.
4)- Toda via, Se o universo é fechado com paredes como um balão, tal e
qual alegam alguns cientistas, então temos que admitir: as galáxias ao
produzirem energia, a o mesmo tempo que esta energia se rarefaz, pressiona o
universo e o faz inflar. Porém, não nos parece que o universo seja como um
balão com as galáxias grudadas em suas paredes externas / parece sim, que as
galáxias o ocupam por todo o interior, até a periferia. Mas, parecer não é ser. No
entanto, há outros modo de ver o universo através do movimento - e muito mais
harmonioso do que galáxias em expansão, ou em contração - e este também
comporta como efeito óptico, galáxias em afastamento, mas só como efeito
óptico... porque, tudo não passa de momento cósmico.
As probabilidades estão abertas. No entanto, é muito difícil refutar em território acadêmico a ideia de um universo em expansão. E mais difícil se torna ainda, se se cair na audácia de se afirmar que a própria luz pode bater em muitas vezes sua própria constante de 300.000 Km/s conhecida pelos humanos no vácuo no interior do sistema solar.
As dificuldades de refutações são imensas, por que as afirmações da física moderna que defendem um espaço em expansão, são blindadas pela moral da relatividade, e da física quântica - por isto, aqui, tratamos deste assunto / não pela quântica focada em números em busca de uma probabilidade como resposta / mas pela quântica focada nas palavras em busca de possíveis probabilidades. Estas, sem anular a ideia vigente, mas mostrando que se ela não é menos / não é mais segura que as novas ideias que surgem.
Tudo o que conhecemos em relação as causas sobre a luz; são as coisas que acontecem no quintal do reino solar, como efeito: sua velocidade no diamante, na água, no ar, no vácuo do sistema solar vindo de outras estrelas e galáxias. Para além das fronteiras do Sol, pouco, ou nada sabemos sobre a velocidade da luz, e suas relações com possíveis tipos diferentes de espaços que surgem pela sua frente. E, aquele que nos ousar a dar resposta seria sobre coisas que acontecem com a luz além das fronteiras do Sol com as outras estrelas a este respeito, mesmo em ciência com a visão armada: no momento, não pode ir além de especulações. Pois são os mesmos que nos exigem ver para crer / então, estamos exigindo, ver para crer. Suas afirmações, seria o mesmo que um ser inteligente que, vive a baixo de 300 m de profundidade no mar, e daí nunca saiu; querer nos dar aulas sobre a velocidade da luz no ar. O espaço profundo entre as galáxias, e mesmo entre as estrelas, nos é desconhecido em sua essência.
No entanto, as especulações não podem parar: se pensarmos um pouco mais, não é de nos pegarmos intuindo, pensando, supondo, que o vácuo nas equidistâncias entre as galáxias; seja possivelmente; infinitamente mais rarefeito que no espaço interior do sistema solar? Se é mais rarefeito; sabendo-se que na água a luz é mais veloz que no diamante / e que no ar é mais veloz que na água / e que no vácuo, ainda que ligeiramente, é mais velos que no ar: - a o recorrermos a lógica, não nos parece que o espaço nestas lonjuras entre as galáxias, seja muito mais rarefeito que nos espaços entre as estrelas, e este ultimo, muto mais rarefeito que no interior do sistema solar? / e sendo assim: profundamente mais rarefeito, não é de se supor que estaria a luz aí, quebrando a sua própria constante?
É possível que, dada a imensidão, diante da pequenez do homem, mesmo um universo globular convergindo-se sobre si mesmo, seja impossível de se diferencia-lo com absoluta certeza, de um universo em expansão, ou equilibrado girando em torno de seu centro. Vive-se a dizer que, quanto mais o universo se expande, mais distantes as galáxias estão de nós. Porém, examinando mais afundo as possibilidades do movimento em relação a óptica e sua geometria, a mesma coisa pode ser dita em relação a uma possível aglutinação do universo; que vindo de todos os lados dos confins da imensidão / acelera-se em direção a um mesmo ponto.
Neste caso é provável que, a radiação fóssil, que alega-se ser do inicio do universo / não seja de um começo repentino, absoluto, mas de um constante recomeço, fruto de uma reciclagem constante na fornalha do grande atrator. Este, transforma matéria em energia, esta, sobe para as bordas do universo, e de lá desce a os poucos transformando-se em matéria novamente.
Ou então, a explosão inicial, e só a estamos detectando porque estamos de regresso, pois assim como uma boa explosão aqui na terra as coisas desintegram-se mais rápidas que o próprio som da explosão / a matéria no Big-Bang pode ter desintegrado-se mais rápido que a radiação produzida por ela, e só agora de regresso podemos a detectar. Como não pensar assim, de uma força que desintegrou algo, que por sua vez, detinha forças para aprisionar a própria luz?
Portanto, há probabilidade que o repouso da expansão, pelo menos, "relativamente absoluto", como uma pedra que atira-se para cima com velocidade insuficiente para escapar da gravidade; para e retorna; seja uma dimensão possível, uma espécie de um longo movimento-torpor do espaço-tempo-movimento, para depois então o retorno. E aconteceu a o universo completar sua expansão, e durou em lentidão; um tempo imensurável. (É o outro lado do cosmos. De um lado, estaríamos emparedados no todo: a contração relativa. Do outro, sequer poeira existiria: a expansão quântica, ou vice versa). Assim como um possível movimento absoluto, que acontece a o universo completar sua total aglutinação, culminando com o Big-Bang, e dura um tempo infinitesimal e derradeiro. (Não se esquecer; aqui já não é movimento de deslocamento e de rotação / mas de expansão e contração: - o propósito aqui não é afirmar verdades e sim, imaginar, encontrar e aprofundar dúvidas).
Agora, trecho da reportagem: (Velocidade Máxima de Flávio Dieguez – Super Interessante – ano 12 – Nº 6 - Junho – 1998 – Pg 40).
-Relatando os resultados das observações do astrofísico Mark Phillips e sua equipe do observatório de cerro tololo, Flávio Dieguez diz o seguinte; “Na primeira faze da investigação, o que os telescópios fizeram, foi abrir duas janelas no tempo. Em uma delas viam o espaço a 750 milhões de anos e na outra recuaram até 8,3 bilhões de anos atrás.
Na segunda faze do plano; medir a velocidade das Galáxias em cada época e comparar. Ficou claro que o universo, pouco a pouco, está apertando o passo. Está se acelerando, e tudo indica que a correria vai ficar gradativamente mais alucinante.”
– Perfeito! -Não tem como não concordar. Porém a pergunta permanece; -em que direção isto está ocorrendo, para fora ou para o centro? -Mais a frente vamos ver, que há outras possibilidades geométricas do movimento, que aí se encaixam e que; não há nada haver com expansão, ou contração.
Nesta mesma reportagem de Flávio Dieguez – Pg 40, o texto diz que; “os cientistas precisavam comparar a velocidade que as galáxias têm hoje, com a velocidade que as galáxias tinham há muitos bilhões de anos”. -Subentende-se no passado. – Mas que passado? –No universo temos três formas de passado; aquele que aconteceu no local de onde viemos. Aquele que aconteceu paralelo a o nosso. E, aquele que aconteceu no local para onde vamos. Todos sinalizados pela velocidade da luz. Mas como saber a o certo de onde viemos, e para onde vamos?
Este mesmo texto, em seu infográfico sugere um universo em expansão globular. É claro que, nesta descrição, as Galáxias mais rápidas vão na superfície do globo, expandindo-o. E, mesmo que seja globular, se o afastamento que identificamos nada mais é que o despencar das galáxias em aceleração para o centro deste globo em direção contrária do que se pensa; dependendo da quantidade que está despencando, a verdade pode ser o avesso do que acreditamos estar vendo. E mais; neste mesmo texto, segundo Flávio Dieguez; os cientistas sugerem 13,5 bilhões de anos para o universo considerando a distancia que nos chegam os sinais dos corpos de fundo. Deixando claro que estes sinais nos vêem do local do Big Bang. E que lá as Galáxias se deslocavam a 500 milhões de quilômetros por hora. E, que hoje (Ano 1998) se deslocam 550 milhões de quilômetros por hora. Se em 13,5 bilhões de anos a velocidade cresceu 50 milhões de quilômetros, em 13,5 milhões de anos deve ter crescido um milionésimo.
Mas não é isso o que importa. O que nos interessa é o descompasso que está contido nesta afirmação colhida da ciência por Dieguez. Muito bem; o Universo tem 13,5 bilhões de anos. É o tempo que a luz leva para nos chegar de lá. Mas estes mesmos cientistas dizem que as galáxias saíram de lá; não muito tempo depois do nascimento do Universo, a 500 milhões de quilômetros por hora”, e hoje estão a 550 milhões de quilômetros por hora. Perceberam o descompasso de tempo entre a velocidade da luz e a velocidade das Galáxias. Vamos as contas!
Se a luz destes corpos do nascimento do universo, percorreu até aqui 13,5 bilhões de anos, então percorreu cerca de; 127.720.800.000.000.000.000.000 Km. “Cerca de cento e vinte sete sextilhões de quilômetros” Segundo os cientistas, as galáxias aceleraram de lá para cá, de 500 milhões de quilômetros, para 550 milhões de quilômetros por hora. Em uma media de 525 milhões de quilômetros por hora, as Galáxias percorreram em um trajeto de 13,5 bilhões de anos luz, 62.086.500.000.000.000.000.000 (cerca de sessenta e dois sextilhões de quilômetros). Isto significa menos da metade do percurso afirmado. A idade do universo se supõe que seja expressada por um raio ao redor de onde se deu o Big- Bang: - De onde vieram estas galáxias de agora? - De um outro Big Bang que ocorreu na metade do caminho? -Ou, não foi do Big-Bang? -Que idade realmente têm o Universo? E as flutuações quânticas? Estas, mais tarde vamos ver.
Por outro lado, é muito provável que; onde se diz que se deu o nascimento do cosmos, seja a o contrário disto: a fuga estrema do universo, e já perdendo velocidade. Ou, muito provavelmente de regresso, na nossa retaguarda, em convergência formando galáxias de volta para o grande atrator. Pois se ouve Big Bang, o centro do universo está desocupado, e ansioso por ser ocupado novamente. Da desintegração nada há além de divergências de poeiras / no retorno é que há possibilidade das convergências e as galáxias acontecerem.
Um Big Bang concebendo um universo inteiro, se é que aconteceu, convenhamos; não se daria apenas na velocidade da luz. Ele provavelmente excedeu em muito a velocidade da luz, e seu miolo agora, está oco e é feito de sombra pura e de um profundo e infinito vácuo, clamando para ser preenchido novamente.
A muito se discute uma maneira de descobrir se o universo está se expandindo por inteiro, Isto é; desde partículas a os corpos mais massivos. E, pensa-se em um modo de medi-la. Segundo alguns cientistas, isto é impossível porque até mesmo a régua, sofreria em harmonia com o todo, os efeitos da expansão.
Podemos usar um exemplo que Einstein nos deu, quando usou a experiência do elevador para dizer que a gravidade não é uma força real; para substitui-la por curvaturas no espaço-tempo.
Se adicionarmos à curvatura, à expansão do universo; podemos mais uma vez negar a gravidade e dizer que, conosco os corpos se expandem, e a queda livre, a aceleração gravitacional, nada mais é que os corpos: a terra evoluindo sob nossos pés.
Se a aceleração gravitacional é na verdade; a expansão de cada astro, e faz parte de uma coincidência em harmonia dimensional geral, então a expansão nos levará a o pó.
Mas a o mesmo passo, isso nos me parece impossível, a expansão não se dá em harmonia. Se foce uma harmonia perfeita; não estaríamos a discutindo; sequer perceberíamos a expansão das galáxias, nem mesmo como estamos fazendo: como efeito do movimento. Se a expansão realmente existe, ela é de distanciamento geométrico segundo o movimento de um corpo para outro em relação as dstâncas, e não está localizada no âmago do universo: em cada átomo, em cada partícula. Uma expansão assim; estaríamos embarcado nela, e jamais nos daríamos conta; tamanha a sua harmonia.
A terra, no tempo de uma hora, expandindo-se na velocidade de sua aceleração gravitacional; expandiria seu raio em mais 63.504 Km; isto é; para cerca de 70.000 km.
O sol em aceleração igual a sua gravidade expandiria seu raio em mais 1.714. 608 km. Isto é, para cerca de 2.400.000 km.
O raio do Sol é cerca de 100 vezes maior que o da terra. Depois de uma hora, ambos expandindo-se, em aceleração, que corresponda a aceleração gravitacional respectiva; o raio do Sol estaria apenas 34 vezes maior que o raio da terra, e poucas horas depois, em termos de volume, a terra deixaria o sol na poeira. Porém, se conforme massa e volume, a expansão se alentaria no caso da terra em relação ao sol, e possivelmente entraria em harmonia, talvez por todo o universo. Mas não é esta harmonia que se vê.
Parece que olhando deste modo, embora a curvatura no espaço-tempo; a gravidade existe mesmo; e confirma a relação: massa / dimensão. E, por conseguinte; nestes termos; a expansão do universo não é tão universal assim.
Mas há contra partida; podemos dizer que a expansão universal se dá por modos que não soubemos explicar, e este independente das manifestações gravitacionais. Mas como explicar esta universalidade, se percebemos as galáxias se expandindo?
– “Três amigos encontraram-se, um estava lenhando na beira do caminho, e os outros dois em seus cavalos, vindo de direções apostas. De onde estavam à esquerda da estrada avistava-se um homem plantando trigo. E, a direita, um outro homem colhendo milho. Os três amigos conversaram por um tempo; os cavaleiros seguiram seus destinos, e o lenhador ficou juntando o seu lenho. Então os observou, e viu o universo formado pelo três expandindo-se, com ele a o centro, porém, tudo o mais, com o homem da colheita, e o homem do plantio, permanecia em seu lugar, segundo o movimento de cada ser , de cada coisa, em relação a natureza”.
Na pagina 80 no texto Quintessência – Scientific American – Gênios da Ciência – Stephen Hawking - José Ademir Sales de Lima nos diz que; “a descoberta da expansão acelerada, marcou o inicio da cosmologia
contemporânea”.
-Espero com sinceridade que, a cosmologia contemporânea, não tenha começado de costas para o Universo. Na pagina 81 do mesmo texto, lê-se que; os dados da radiação cósmica de fundo, indicam que o universo é plano. A radiação cósmica é energia, e sofre os mesmos efeitos causados pelo espaço-tempo-movimento, que sofre a luz visível. Por tanto, não se pode dizer com garantias se é plano ou é curvo. Pois em ambas as hipóteses, os sinais se apresentarão planos.
Se ainda hoje é um tanto difícil de se reunir condições para se confirmar a curva de 1,75 segundos do arco que a luz sofre ao passar no bordo do Sol. Como faríamos para confirmar se o Universo é curvo ou é plano?
-Como vínhamos lavrando lá atrás! - O volume do movimento do universo pode ser globular do tipo bolha de sabão. Porém se assim é, não se sabe se crescente ou decrescente.
Pois é provável que, em sua expansão máxima tudo está esparso e transformado em energia pura nas bordas de si mesmo e ao teto do nada, e portanto, tendo o centro ao fundo, absolutamente desocupado. Neste momento, é possível que seja o nada em absoluto. E, desde então reclama por ocupação. “Estamos entrando em contradição com a literatura, mas é o que parece”; Se soltarmos uma bomba festiva, a primeira coisa que acontece é o deslocamento globular de ar do local que, torna-se desocupado. Desde então reclama por ser ocupado e será. Podemos dizer que foi a pressão atmosférica que devolveu tudo a seu lugar. -Mas no caso do universo, é diferente? -Não terá uma tênue e indetectavel atmosfera regulando tudo? - O éter, seria ele?.
Então, em sua concentração máxima, de volta para o ponto final do parágrafo cósmico, devido a avassaladora pressão e deformação do espaço-tempo-movimento em ocupação, o universo como um todo, cai no fundo de si mesmo. (diga-se de chegada que, o espaço-tempo-movimento, pode vir a ser representado, apenas pelo movimento).
A concentração do universo em um pesadelo massivo; deforma o espaço-tempo-movimento e o transforma em queda livre e em esquecimento de si mesmo. O espaço vai se extinguindo e também o tempo, e o movimento como causa e efeito de uma força imensurável, em aceleração descontrolada arrasta tudo em redemoinho para um ponto único.
Então, o movimento excede a sua própria aceleração e alcança um estágio de movimento absoluto, e começa a dar as cartas. O universo concentrado em um único ponto, não tem mais estrutura física para suportar tamanha velocidade de giro sobre si mesmo, e em centrifugação de um instante único, tudo é devolvido em forma de energia pura numa espiral ascendente, libertando-se da opressão gravitacional. Por um período infinitesimal o movimento entra em velocidade constante. E então, começa a desaceleração que se propaga na energia e ocupa o espaço-tempo. Depois de tudo desintegrado e devolvido, e o nada ser ocupado em suas bordas, pelo prolongamento do movimento em tentáculos de espaço-tempo em forma de energia fina e pura, novamente não há deformação e tudo é repouso por um longo tempo. Então, o espaço-tempo-movimento acorda de seu torpor em suas bordas e, O inverso da extrema aceleração costante do grande atrator) tudo começa conspirar para voltar para o antigo local novamente. “E energia atrai energia e surgem partículas, e partículas atraem partículas e surgem gases, e gases atraem gases e surgem poeiras, e poeiras atraem poeiras e surgem nuvens, e nuvens atraem nuvens e surgem estrelas, e estrelas atraem estrelas e surgem galáxias, e galáxias atraem galáxias e ressurge o universo tal como o supomos conhecer... – o nada absoluto vai sendo ocupado pelo todo relativo, o todo relativo vai se tornando ocupante do nada absoluto, é claro que, o vazio não existe, a não ser por momentos, do contrário, o universo de forma alguma, jamais teria acontecido. Porém o nada absoluto existe para que possa ser ocupado pelo todo relativo.
(O interessante é que em parte, esta descrição se encaixa com este universo em expansão descrito em Cerro Tololo; o movimento no limite, desintegra o ponto único; as primeiras partes em desintegração, voam mais rápidas. Porém um dado vem contrapor: Como é que se integram novamente; se estão se diluindo ao ""semi-cubo da distancia"", no caso do Universo ser Globular, ou pelo menos ao quadrado da distancia no caso de ser plano?
Uma infinitesimal e tênue atmosfera ocupa o nada absoluto; o espaço infinito; dimensão e matéria, que não tem margem nem centro. Interagindo com o infinito tempo; dimensão e transformação, que não tem começo nem fim. E o movimento; dimensão e energia, interligando os dois e, fazendo com que eles aconteçam em dimensões; matéria, transformação e energia ocupando o nada. E assim sucedesse o moto perpetuo, em infinita pulsação. Porém se assim é; é exatamente a o contrário do que se vê.
Assim se dá, porque o movimento aglutinador começa a surgir do repouso, por reclamação do centro que se encontra momentaneamente vazio e quer ser ocupado, e por pressão externa compensatória. A energia fina, em temperatura negativa, talvez muito além do que a que conhecemos como zero absoluto, (-não fiquem bravos!) reage e aglutina-se e, se dá inicio o surgimento de partículas.
DIVAGANDO!
“ Os olhos, e as imaginações dos pensadores da Antiga Grécia, em suas observações astronômicas, se contradisseram, descrevendo o que a vista vê, liderados por Eudóxio, Aristóteles e Ptolomeu, entre outros / contrapondo as percepções e imaginações subjetivas de, Pitágoras, Philolau, Heráclides e Aristarco de Samos. Espero que, os telescópios de nosso tempo, Iluminem nossa percepção crescente. Muito antes deles nos dizerem que planetas podem ser regra e não exceção absurda, entre as estrelas, isto já era uma idéia natural para Jordano Bruno e seus discretos seguidores, e mais tarde consenso para muitos cientistas, e mesmo pessoas populares. Claro, alguns mesmo chamados de loucos e visionários: corajosos e prudentes afirmaram esta verdade para nós. Diante de outros que, ainda de certo modo solidários e alinhados tardiamente com a mentalidade da igreja medieval, (Se perdemos a Terra como centro / agora nos agarraremos a o Sol) se negavam veementemente a acreditar: Querendo o Sol como única estrela em todo o universo; detentora de planetas ao redor, e entre eles, um único em todo o universo, possuidor da complexidade da vida.
“Planeta - Nº 4 – Dezembro 1972 – Pg 122 - Comenta O livro; O Terceiro Milênio Um Sonho No Espaço. De José Maria Doménech. O qual afirma que; Existem na Via-Láctea cerca de 6 bilhões de estrelas favorável a o desenvolvimento da vida”.
Em um exercício, sem a precisão de se exigir muito de si mesmo, conclui-se que; pondo o cosmos na linha do grande presente; independente de “fuso temporal-lux”, podemos dizer que; em Andrômeda, neste momento, pode um coração estar pulsando no compasso do seu, e não importa que o fuso temporal-lux os separe por dois milhões de anos. Se olharmos para onde se vê Andrômeda; e ela não está; ela é só aparente. Mas, se olharmos para onde Não Se Vê Andrômeda, e sentirmos que ela “Está”; a linha do grande presente nos une em um só movimento-espaço-tempo. No universo, não deve-se sentir o que se vê; deve-se ver o que se sente. Se estamos em movimentos próprios e particulares, viajando todos juntos sincronizados com os movimentos da terra; os planetas mais a terra cada um com seus movimentos, viajam sincronizados com os movimentos do Sol; este mais as estrelas cada uma com o seus movimentos, viajam sincronizadas com os movimentos da Via-Láctea; e as Galáxias, cada uma com seus movimentos viajam sincronizadas com os movimentos do Universo. E, mesmo este, pode estar sincronizado a um movimento maior. ...nesta altura dos acontecimentos, muitas civilizações nasceram, cresceram, floresceram e desapareceram, entre as estrelas. Enquanto outras nascem, crescem, florescem... contemporânea a nossa. Ao passo que outras mais, estão por surgir. Tudo transcorrendo segundo o grande presente do universo, embora relativo a velocidade de cada um, independente da velocidade da luz e os sinais que ela nos trás. ( Ver "O Tempo e a Estrela).
Por tanto lembre-se; embora em relação os sentidos, e as distancias; a velocidade dos entes, como a luz, nos separem / no “universo”, há um “universal” momento “único” que nos “uni”, “universalmente na imensidão infinita”. “Não só na estética, mas na lógica transcendente; porque é esta a idéia mesmo”. E isto, sem ferir a relatividade; o tempo subjetivo e particular segundo a velocidade da luz, de cada ser, de cada coisa, e de cada local. O pensamento, se nos apartarmos dos limites que a velocidade da luz nos impõe, permite ver este instante unificador, estendido como uma rede em um movimento único nos unindo por todo o cosmos.
Segundo a velocidade dos entes, os Sinais que nos chegam não é a realidade presente. Então, o caminho é outro! - Qual o caminho? -È claro que, está muito além da velocidade dos entes conhecidos. Para isso, é preciso ““Remapear”” o universo, ou a parte que nos interessa dele, segundo o momento da pesquisa; localizando-a onde ela realmente se encontra neste momento no céu / e a partir daí começar a investigar, descobrir e fundar novos elementos, novos modelos para as buscas.
“Se existem tantas Galáxias no Universo quanto estrelas na Via-Láctea... -Por que o sol, entre mais astros no céu, do que grãos de areia na terra, seria a exceção?”
-Recobrando os sentidos! -Por outro lado, pode acontecer a pergunta; - Por que é que não se vê as galáxias que vem de extremos opostos rumo a o grande atrator? - Claro! “Porque o universo é tão plano quanto a ótica vê a curva da luz”. Isto é; A ótica e a ilusão parecem planas, retas, mas a realidade em sombra e luz, não / esta é curva. Poderíamos neste caso perguntar; o que é curva, o que e´reta, em relação ao infinito? E, seria uma pergunta boa. – Mas vamos prosseguir para não nos perder!
-Se o universo tiver a forma de uma bolha aérea de sabão, e as galáxias sejam os tijolos de sua parede, como pensam que o avistaremos? – É claro que, plano como uma tábua. Porém aí, levando em conta o alerta de Hubble, teremos que desconfiar também que, está em expansão, sim senhor. Mas como sabe-lo? -Pois se ao contrário disso, o espaço ocupado pelo universo, sofre deformações causadas pelo grande atrator, é claro que também o avistaremos plano como uma tábua. E se for globular? -Novamente o avistaremos como uma tábua; por mais curva que seja a trajetória da luz, sempre chegará a os nossos olhos como uma reta. A diferença é, que no primeiro caso se mostrará ilusoriamente infinito; pois em observação, poderemos circundá-lo partindo a leste da Via-láctea e em busca de limites de Galáxias em Galáxias, acabar por registra-la pelo seu lado oeste, e isto repetidas vezes, e sem reconhece-la. Multiplicando a circunferência do universo, pelo número de vezes que a alcançarmos e a registrarmos, sem reconhecer o limite, e as inumeráveis vezes que a encontramos pelo caminho.
No segundo caso, se mostrará finito; A imagem que vem do outro lado do universo, converge, se perde e submerge na desmensura do abismo do grande atrator, ( se é que ele está lá). Por isto não a avistamos. E no terceiro, mais uma vez o avistaremos infinito, porém espesso.
O universo ou multiverso, pode ser milhões, bilhões, trilhões... de vezes mais velho e maior do que se supõe, e esta luz por vários fatores não é capitada aqui. Os quasares, em vez de imagens de formações jovens, em relação a o começo de tudo, podem ser imagens da linha de frente, se aproximando do grande atrator. E, por isso talvez sejam aglutinações de várias galáxias em um mesmo corpo. O big-bem pode ser um evento “de reciclagem” constante e transformador, que tudo devolve para as bordas do universo em forma de energia infinitesimalmente fina para formação de matéria novamente, e que se dá em meio a existência das galáxias e não em um evento cíclico-derradeiro.
– Então, depois de tudo nos vem outra pergunta: - O que é que nos garante isto? – A mesma garantia que nos diz que, a próxima idade do universo a ser estipulada, será mais uma vez de acordo com nossas observações relativas a o alcance da lente do nosso próximo e mais evoluído telescópio a aparecer? - E se em uma distancia no limite do alcance de sua lente, não avistarmos mais nada? – Pois então, aí não pode estar o grande atrator?
Por outro lado, avistando nesta lonjura apenas a sombra; -Podemos dizer também que a luz que nestas distancias, reside ou residiu, ainda não nos chegou. Porém, se admitirmos isto, teremos que admitir a visão, embora nascendo para ver a luz: como independente da velocidade desta, e instantânea: o que não é uma má idéia. Pois se a luz destas distancias ainda não nos chegou, por que a sombra que lá há, nos chegou? Não vá responder prontamente : Ah, ela já estava lá. Por outro lado, a sombra destes confins, pode ter a mesma velocidade da luz e aqui já ter chegado. Mas como saber? -Sombra é sombra, aqui, ali, lá e acolá; sinaliza tanto a inexistência, quanto o inalcançável. Porém, a sombra sempre esteve; ela é própria dos primórdios do universo, e já estava antes dele. Já era conhecida pelo ser, todo o ser, antes deste ser preparado pela natureza para vir conhecer a luz. - Não seria nossa visão, de um certo modo instantânea, e independente da velocidade da luz? - E a luz, e os entes associados dela; responsáveis por todo o tipo de comunicação que se conhece, segundo o tempo que exigem para se movimentarem vencendo extensões no cosmos, não seriam eles os responsáveis pela dissonância entre tempo e espaço?
Passou-se séculos e cá estamos nós de uma forma ou de outra tateando, se procurando, nos encontrando perdidos no meio do universo. E assim como no passado víamos o Sol girando em terno da terra / vendo as galáxias se afastando de nós em todas as direções.
-“É só não nos colocarmos no centro de tudo, e deixaremos de ver as galáxias se afastando de nós em posição radial. O que, não caracteriza um erro, mas uma certeza também não”. (lembrem-se do enigma da excentricidade de marte que, embaralhou os cientistas por todo o mundo antigo até a renascença: não dou certeza que aqui há um enigma, mas a literatura quântica, a qual venho aportando em jogos de probabilidades cunhados pela lógica, não nos tira esta possibilidade).
Quanto a o tamanho do universo. -Medida esta distancia, viremos o telescópio exatamente para a direção oposta! Medida esta outra distancia, adicionemos à primeira, depois multipliquemos por dois e teremos um diâmetro mais dilatado e, que dividido por dois, nos dará o raio aproximado de um universo Metade real, metade imaginário, s parece realidade, e lidarmos com a imaginação - "se não aprendemo (Quando lidamos com o infinito o sensato é deixar de lado o que nos parece realidade, e soltar a imaginação - "senão aprendemos isto ainda, então não vamos aprender mais") e ainda assim, claro, com a terra a o centro (como local do observador). Assim como pode ter alguém não nos alcançando com seu telescópio, pode acontecer de nós, circundando o universo; ter nos alcançado várias vezes sem nos reconhecermos - são estas as incertezas.
Mesmo levando-se em conta disparidade entre o grande presente e a velocidade da luz, não podemos garantir que não há centro. Não estamos no centro do universo, não somos o seu eixo e sim, estamos em algum lugar que se localiza em uma determinada altura média de seu raio, ou de sua espessura, que ainda desconhecemos, mas que permite a vida. Se o universo estivesse realmente inflando como um balão, tudo se inflaria em uníssono, desde as estrelas, passando por nós, a os próprios grãos de luz, e nada se perceberia, sequer em visão.
Poderíamos relacionar a aceleração gravitacional de cada corpo conhecido, imaginando-se que em vez disso, cada corpo estivesse inflando-se. Se em todos os corpos houver uma rigorosa coincidência proporcional, então é provável que a gravidade não exista, e o que realmente há, é a expansão universal; constatação que seria uma total loucura. Mas não é assim.
-Pois é, loucuras a parte, e quem nos garante que tudo, depois da explosão inicial, se é que ouve, se espargiu para a estrema borda do universo em forma de energia de rarefação infinita? -E, existe uma forma sensata que não seja esta, de explicar os resultados de uma explosão capaz de pulverizar uma força que aglutina todo o universo, ou parte dele “coisa que ainda não temos, e talvez jamais teremos - como universo - uma idéia precisa de seu tamanho”, em um único e diminuto ponto? - Se foi um ponto único, era esférico, se era esférico se desfez para todos as direções, ou pelo menos em posição radial; se assim foi, não houve tangência de grau, e sim “abertura de grau” divergência mesmo: o que partiu da explosão foi se distanciando cada vês mais, embora em expansão, em partes cada vez menor, e a o mesmo passo que se desintegrou se distanciou uma das outras até se tornar a mais fina energia jamais concebida, capaz de continuar constantemente escapando de um local assim. Se o universo é globular sua origem foi uma explosão - esteja em contração, ou em expansão - se é plano, então surgiu de uma centrifugação causada por um movimento infinito de rotação.
É óbvio que as galáxias não se formaram com o universo em expansão, não haveria condições físicas para isso. Tudo se diluiu "a o inverso do cubo da distancia" quando por inteiro, em relação ao centro de uma explosão. Ou pelo menos, ao quadrado da distancia no caso de uma desintegração em sentido radial (como uma pedra caindo na água e formando ondas). Ou então como um balão, onde só conta a superfície. -Como haveria de poder se concentrar, aglomerar, se integrar, alguma coisa como efeito? -Que fatores construiriam esta causa, em algo que em pulsação, em sua diástole se descontraiu, se desconcentrou, se desintegrou, se expandiu espaço afora em provável velocidade milhões de vezes acima do que supõe nossas atuais percepções e equações filosóficas e cientificas? Na verdade, a potencia desta hipotética explosão “desintegradora” ainda é inconcebível e, o que ela fez com a matéria, também. Falar hoje do que se vê, nos potentes telescópios - se não levarmos em conta a sensatez - não está longe daqueles que viam o sol girando a o redor da terra, e assim o retratavam na idade média e antiga.
A velocidade nestas condições supera a gravidade. Se ouve velocidade de escape para pulverizar algo que aprisionou todo o universo pulsante em sua sístole cósmica, em um minúsculo ponto e, isto foi capaz de aprisionar a luz em incontáveis vezes a sua própria velocidade, as perguntas que devemos fazer são; - Em que velocidade devemos supor que se deu esta desintegração? - Em que velocidade se deu o escape da matéria contida nela? – E, em que altura depois da explosão, se não instantâneo, tudo começou a se transformar em energia pura, e a subir do fundo do abismo para as alturas, para de lá depois de um longo repouso, recomeçar a se movimentar e se aglutinar novamente?
(Se estamos realmente em expansão acelerada, que explosão é esta que se deu a passos de uma tartaruga cósmica, para só depois acelerar, tomar velocidade como um coelho sideral espaço afora? Se assim é, o Universo então, teria surgido de flutuações Quânticas e não de uma explosão; e seu começo, tanto em aceleração quanto em formação, foi infinitamente lento. E o local onde tudo se deu, foi trilhões de vezes mais longe, de onde nossos olhos mesmo armados alcançam. Seu tempo; é trilhões de vezes mais antigo do que supõe nossa sabedoria, mesmo preparada. E, seu movimento; é simplesmente infinito no espaço, eterno no tempo, e humanamente incompreensível).
Embora de tempos em tempos, sempre aparecerá alguém dizendo que o compreende, seguido de uma multidão disposta a querer acreditar. Entendo que / a os poucos, por partes vamos compreendendo-o e, na mesma medida, percebendo-o de todo incompreensível.
Universo Em Espiral Descendente
Um universo com as galáxias em abundância girando a o seu redor em espiral descendente, em aceleração constante, segundo sua aproximação do grande atrator, distanciando-se uma volta da outra, progressivamente em direção ao centro, se em aceleração, não seria diferente de uma aproximação direta como retratamos. Todas as galáxias de meio caminho andado, onde, se posicionado um observador de olhos bem armados, mesmo que em uma observação radial, o veria em expansão, com todas as galáxias se afastando umas das outras. Por exemplo: pegamos três voltas para termos uma ideia esclarecedora: a primeira com as galáxias mais lenta a alguns milhões de anos luz da segundo - a segunda com as galáxias em velocidade média entre a terceira e a primeira e se aproximando do grande atrator - a terceira com uma velocidade mais acelerada, e se aproximando mais depressa que as demais do grande atrator.
Esta espiral na qual as galáxias giram em torno de si mesmas em deslocamento em direção a o centro; seus movimentos se distribuem em aceleração de galáxia para galáxia; segundo as distancias espiraladas que se encontram do centro atrator. Neste caso, (Alegórico) pode se pensar que as que estão a frente se aglutinam, mas não, pois vão mergulhando e sumindo e sumindo entre as sombras do grande atrator.
É provável que, nas
regiões medianas, segundo o ângulo de visada, onde estiver o observador, este, sempre às verá em posição radial se afastando. Por exemplo: em uma volta espiralada
descendente, entre uma anterior e outra posterior. Se as galáxias
estiverem em aceleração - conforme se aproximam do grade atrator, dependendo
deste ângulo de visada em relação as voltas; serão vistas em afastamento.
No entanto, se o universo for
uma espiral ascendente originada do Big-Bang / se dele se originou; é claro que
o Big-Bang é fonte, e sendo fonte, um dia se esgota. Se dali surgiu tudo de uma
explosão, as galáxias de vanguarda são mais velózes, pois de um seguimento de infinitos momentos; absorveram sua formação dos primeiros momentos do impacto: os mais poderosos - depois, entre a infinitude de momentos, veio um segundo momento no mesmo impacto com um grau menor de poder, e surgiram galáxias formadas de elementos media lentidão de deslocamento - então, entre a infinitude momentos; veio o que também, podemos classificar de; terceiro momento do impacto - gerando as galáxias mais lentas; às da retaguarda.
As regiões do universo propensa a vida, nos parece que devem ser intermediárias. O observador que morar em uma das galáxias, na região equidistante entre as galáxias de vanguarda e as de retaguarda - neste caso - verá todas as demais se afastando, e em aceleração. Se o Big-Bang aconteceu, é muito provável que se deu em espiral ascendente. No entanto, esta concepção, diretamente a partir da desintegração, me parece difícil de ser permitida pela natureza. E, que só é permitida depois de tudo atingir as bordas dos confins - e, então depois de uma longa jornada de retorno - movimentos em redemoinhos, fazem com que tudo vá se aglutinando de regresso, ou estabilize-se girando estável em torno do ponto original. No entanto, este modelo de universo, sendo, ou não, possível; mesmo que as galáxias estejam perdendo velocidade em seus deslocamentos, poderão, parecerem a os olhos do observador, estarem em em expansão acelerada, porque a o efeito óptico, é isto mesmo que está acontecendo.
Não vamos puxar a brasa para o nosso assado: e vice versa também; aqui a questão mais profunda; é a investigação / e não afirmar verdades somente porque as pessoas gostam de verdades, e daqueles que as impõe com convicção - aqui - não precisaríamos de muitas voltas na palavra, para negarmos o universo em expansão, e afirmarmos com todas as letras um universo em contração, mas não é esta a questão. No entanto, para negar que o universo está se expandindo, ou a o contrário; afirmarmos; como a astrofísica moderna nos afirma - também teremos problemas, pois nos restará, sempre esta mesma visão, isto é, de afastamento entre as galáxias. Mas a idéia é: de onde tirar certezas para afirmar que está se expandindo, ou se aproximando, ou mesmo, girando estável em torno de um centro maior, em deslocamento pelo infinito? Assim, como poeiras - meteoritos - ateróides - satéltes - planetas - estrelas - galáxias.... Há perguntas que podem vir a ser, como: - "Para onde nos leva o movimento"? Ou; "De onde nos trouxe o movimento"?
E agora! -Estamos nos movimentando em um dos extremos, ou a meio caminho andado de uma determinada condição geográfica universal, seja ela em expansão, em contração; direta, ou espiralada, ou em translação a o redor de um grande centro ?
E a Radiação De Fundo, e o Efeito Doppler; ainda nos garantem com certeza o Big-Bang, e um universo em expansão? Não há centro no universo? Somos o centro do universo? Então, o que realmente está acontecendo com as galáxias que vemos afastarem-se de nós em aceleração constante em todas as direções?
O Universo de Bruno
(A frente, em Ambextremo - quando investigarmos as relações da velocidade da luz com possíveis modelos de universos, e desertos cósmicos nas equidistâncias entre os corpos galácticos, vácuos de a infinita profunda ausência de matéria; vamos nos deter um pouco mais, em um modelo gerado por Flutuações Quânticas ).
Por enquanto, aqui, vamos mergulhar no universo de Jordano Bruno, ou um universo que corresponde sua conscepção de sistemas crescendo em direção a o macro-cosmos - e ver o que é que a visão armada com suas poderosas lentes pode, ou não provar contra ele. Quanto a expansão ....por outro lado, prefiro ser pulverizado em liberdade de expansão, do que macerado, pressionado em um ponto único. Quer dizer; Prefiro estar errado em minhas suspeitas, e que em vez de um universo em contração / se assim; que confirme-se de uma vez o universo em expansão. Mas como? Isto se o universo, na ralidade, não for Bruneano, (de certo modo seria o paraíso para as espécies) e as galáxias, ou grande partes delas, em vez de estar em fuga, ou de volta para o começo, estejam na verdade; girando em torno de um centro maior e comum, e em deslocamento de translação cósmica, e apenas se afastando umas das outras, depois de estarem alinhadas por um grande momento cósmico, assim como acontece de tempos em tempos com os planetas do sistema solar. O que, não é proibido pelo movimento em sua geometria angular-circular-elíptica-gravitacional! O que também, pouco ou nada poderá se fazer, tanto para buscar provas para nega-lo, quanto evidencias para confirmá-lo.
Um universo nascido de flutuações Quânticas, é muito mais compatível com a descrição de Fred hoyle do que a de George Gamow. As probabilidades que das entrelinhas pode-se projetar, são coerentes, e vão a o encontro entrelaçando-se com suas ideias. Este, está permanentemente gerando-se de uma fina e infinitesimal atmosfera, que rege tudo e por isto, sempre gerando matéria, e dela corpos, e neles densidade suficiente para gerar a luz, esta, exercendo pressão suficiente, para não apinharem-se e a o contrário disso; afastarem-se, porem-se em expansão. Este tipo de universo, se não for em forma de bolha; o que bem a frente em Ambextremos, vamos ver que é perfeitamente possível, e ao contrário for plano ou aglomerado globular; vai a o encontro da descrição de Bruno, e é possível que sempre tenha uma coisa ou um corpo mais poderoso; um centro depois doutro, administrando tudo a sua volta. E a radiação de fundo que nos apegamos para provar o Big-bem, aqui, pode expressar o centro transformador, renovador constante do universo: reciclando matéria e mandando em forma de energia para as geleiras das bordas, para de la voltar como matéria formando corpos e completando ciclos. O efeito Doppler, se a maioria das galáxias estiverem em um momento de desalinhamento em órbita de um grande centro maior, (o que também parecerão em expansão) pouco ou nada poderá fazer, para por as cartas na mesa, e elas continuarão embaralhadas. Pois aquelas que giram em velocidade maior, ou em velocidade menor, ambos os casos em orbitas interiores ou exteriores, mais afastadas; no caso do movimento relacionados às elípticas, mesmo em momentos de velocidade constante, relacionadas com aceleração constante positiva, ou negativas, relacionadas as elípticas; criarão a ilusão de estarem afastando-se em aceleração constante, em relação às de média velocidade em orbitas médias: pois dependendo da posição relativo a ótica; quanto mais seus movimentos estendem o tempo / tanto mais estendem o espaço; afastando-se por todos os lados, das galáxias de orbitas e velocidades moderadas de uma determinada faixa intermediária.
Isto se dá por uma das leis de Kepler: a lei das áreas. Nas orbitas elípticas, o movimento dos corpos ( e isto, tratando de cada corpo, em cada orbita), descrevem áreas iguais, em tempos iguais. (Ex: A cada 24 horas, mesmo com sua orbita de leve elíptica, que a faz momentos estar mais distante do sol, momentos estar mais próxima; a terra descreve um triângulo no espaço, com a base na linha de sua orbita e o vértice no centro de nossa estrela, sempre com o mesmo número de cada área).
Se um montante destas galáxias, em relação as moderadas, estiverem em um momento mais distante do grande centro, porém saindo do extremo de uma elíptica de orbitas interiores: além de se mostrarem afastando-se, se mostrarão em aceleração. Se um outro grupo, ao contrário do primeiro, em relação as galáxias moderadas, estiverem se aproximando de um extremo de uma elíptica, de orbitas exteriores, estarão perdendo velocidade, porém neste outro caso, a o contrário do primeiro, estarão em aceleração negativa, mas criarão a ilusão de estarem se afastando em aceleração positiva em relação as moderadas, por estarem ficando para trás, em relação a o observador das galáxias moderadas, que estarão no ponto mais distante da elíptica. Neste caso, se um primeiro grupo já venceu o estremo da elíptica, e se aproxima de uma região orbital de alta velocidade, se mostrará se afastando do grupo que esta saindo do extremo da elíptica. Este momento orbital, que relativo a movimento-tempo-espaço no macro cosmos; não é tão especial assim - para um observador que vai embarcado nas galáxias intermediárias, verá o universo em expansão.
Esta configuração ilusionista podem acontecer tanto nos extremos das elípticas, quando os corpos em suas órbitas estão mais longe do regente corpo central, quanto a meio caminho da orbita elíptica quando estão mais próximos do corpo central regente. Por exemplo, embora aconteça a o contrário a os corpos saírem de sua órbita próxima, para mais distante do corpo central, ou centro comum / os corpos enquanto se aproximam em suas orbitas, para mais próximos do centro, tornam-se por natureza mais velozes. Os que orbitam em órbitas de distancias intermediarias; um pouco mais lentos. E os retardatários mais distantes, mais lentos ainda. O observador que estiver numas das orbitas intermediária verá a maioria dos corpos das orbitas mais próximas do grande centro; ao ganharem dianteiras; se afastando em aceleração. A o mesmo passo, a ilusão não será diferente com os corpos de orbitas mais afastadas do grande centro. Pois estes em relação a os das orbitas intermediarias e suas posições, são mais lentos e estarão ficando cada vez mais para trás em sua maioria, e parecerão se afastando em aceleração positiva e constante. No entanto, neste caso, é um afastamento temporário. Só que em um momento macro cósmico: o que, não é para nós ver e entender de bate-pronto. É preciso ter paciência para compreender o universo. Dois ou três bilhões de anos depois, se assim for, neste caso, poderá estar se aproximando, e entrando em alinhamento novamente.
De todas as idéias de universos, concebidas pelo homem, esta; a de Bruno, é a mais bela e acalantadora. E seu criador morreu por ela. (O universo é infinito, e os corpos giram a o redor um do outro em direção a o infinto). Parece tolice, e em contra partida, pode-se dizer que; na idade média, a Terra como centro do universo, também era um pensamento acalantador. Mas, podemos lembrar que, este pensamento medieval era por sua vez opressor. Este outro que me refiro, evoluindo em grandezas e movimentos pelo infinito, é livre, tão livre quanto a Giordano Bruno, seu criador. Se a partir de um momento de grandeza tudo desaba sobre si mesmo, não importa; isto quer dizer que o universo qual um "ambextremo", transpassa-se em condições sobre si mesmo, entre o micro e o macro cosmos; tanto em vastidões infinitas de espaços ocupados por rarefações e quantidades de energias infinitesimais / quanto por infinitesimais espaços ocupados por densidades e quantidades infinitas de matéria, e vice versa.
Não por isto, quanto as questões de Bruno, mas é uma outra alternativa que devemos levar a sério. Se o universo estiver girando em torno de um centro comum e maior, e as galáxias estiverem em um certo desalinhamento nesta região do céu: - Para quem morar em uma galáxia de média velocidade e media distancia deste centro, observando, terá a ilusão de expansionismo universal com a maioria das galáxias se afastando. Neste caso; Andrômeda em um momento angular cósmico, está girando em torno deste centro maior a o lado de nossa Galáxia. Se respeitarmos uma órbita, jamais faremos cálculos atestando um futuro choque entre as duas galáxias. Se imaginarmos a trajetória das duas como uma reta, com base de onde supomos que vieram para onde supomos que vão / "mas elas na realidade girando em suas possíveis órbitas", dependendo do ângulo orbital em que uma, em relação a outra se encontram, as encontraremos convergentes. É claro que, se há uma órbita; ela é tão extensa que, aos nossos olhos de reles mortais, mesmo armados, qualquer movimento identificado parecerá uma reta, com as duas em paralela.
Qual a verdade? –Tanto Vênus quanto marte, se por ventura de um dado instante os imaginássemos junto com a terra seguindo uma reta, dependendo do momento angular que estivessem no céu em relação ás suas órbitas, poderíamos vê-los em nossos cálculos, divergindo de, ou convergindo para um ponto no espaço e no tempo, como causa do movimento destes. Mas o movimento neste caso não está em expansão radial, nem em contração radial, a o contrário; é elíptico orbital e relativamente regular, e isto não acontece. E, exatamente porque, nosso espaço-tempo-movimento está em relativa sincronia com o sistema solar, e nos é possível em tempo hábil observar isto.
No caso das galáxias, podemos tentar refutar, contrapor, negar com base no efeito Doppler em relação a luz. Galáxias emitindo ondas de luz se alongando para o vermelho estão se afastando. Com emissões de ondas de luz se encurtando para o azul, estão se aproximando. "Como a maioria está declinando para o vermelho, pensa-se que pode se afirmar com segurança; que o universo está em expansão".
–Porém, não é tão simples assim; pois as ondas de luz que vemos se alongando para o vermelho, e que colaboram para fundamentar esta tese; pode não ser agradável para adeptos do Big-Bang, mas neste caso; vem com a mesma intensidade a o encontro como afirmação, das outras três possibilidades que aqui alertamos neste texto, a saber, o universo em contração direta, ou espiralada descendente, ou em torno de um centro maior com as galáxias em desalinhamento momentâneo cósmico.
Neste caso, a chamada radiação fóssil, como citamos antes, viria do centro do universo e do mesmo modo, de explosões de reciclagens, de aglutinações galácticas inteiras (quasares) que numa extensão de tempo relativo a o movimento do cosmos, caem continuamente no grande centro atrator para se transformar em 100% em energia pura, e do centro voar para as bordas gélidas do cosmos e de lá regressarem formando matéria.
Os tipos diferentes de energia que não a luz visível; raio gama, raios-X, ondas de rádio, radiação ultravioleta; também denunciariam este afastamento. No entanto, não nos ajudaria a definir com garantias absolutas o expansionismo do universo. E, nem se quer a idéia conseguiria se diferenciar; da idéia de um Universo em contração / ou, de um universo em órbita; em breve momento macro cósmico angular, com as galáxias em desalinhamento momentâneo em torno de um centro comum. O que, pode parecer um tanto exagerado, mas não totalmente fora de propósito, e até mesmo um tanto natural. Pois neste caso também: Os moradores de uma facha orbital mediana em desalinhamento ao redor deste centro, que não nós, se estudassem o céu; veriam o mesmo que Hubble viu; um universo em expansão.
Poderia aparecer a insistente pergunta mais uma vez: - Mas neste caso como se pronunciaria o afastamento em aceleração positiva de acordo com as distancias das galáxias? Isto é; quanto mais distantes mais velozes se afastam em nossa percepção.
–Neste caso, vamos fazer mais uma descontraída e simples alegoria. Agora com o próprio universo. Para começar; todos os textos que lí sobre os estudos de Edwin Hubble, nos dizem que suas observações o puseram frente a frente com as galaxias em sua "grande maioria" declinando para o vermelho como se estivessem em fuga universo afora em direção radial. Em direção radial a partir de onde? - Da Via-Láctea? Do Sol? Da terra? Do Monte Wilson onde Hubbel estava no momento da observação? Ou da própria lente de seu telescópio? Então o Big-bem se deu por aqui mesmo, nas nossas cercanias? - Vamos ser sérios! - É possível! - Mas se ouve Big-bem, qual o percentual desta possibilidade física? Quando Hubble nos diz: em sua maioria: A ciência por ser Exigente pela natureza da responsabilidade que aí implica, ao invés de se deixar levar em enxames por uma mesma idéia; deveria ter deixado a questão aberta. Outra questão: As medidas que nos dão uma aproximada idade do universo tem base neste modelo de observação; e segundo os corpos mais distantes observados com referencial da velocidade da luz, é determinada uma idade para o universo. Aqui há uma confusão: não se sabe se o Big-bem se deu de um ponto determinado, que seria aqui da onde há, as observações, (É claro que ninguém ousa dizer isto, e a alegoria do balão inflando vem a calhar - dão a entender em suas observações, quando dizem afastando para todos os lado em relação ao observador) ou se espalhando por todo o lugar no infinito, para onde se vê corpos luminosos o mais distante possível. Mas a o mesmo tempo fica a idéa clara: para todos os lados em relação a o observador. Este esquecimento, ou equivoco, ou mesmo intencional, assim espero; é o ponto em aberto para se pensar. É por isto que o filósofo mais cedo ou mais tarde sempre leva a melhor sobre nós, este não fecha questão, a o contrário, as deixa abertas porque sabe por natureza do pensar que as coisas, quanto a natureza física, se movimentam independentes do conhecimento, este é apenas ferramenta, o mais, nos resta compreender, se possível; contidos, prudentes, sem alarmes, ou deslumbres.
Tecendo a exemplificação: - Se todas as Galáxias estão em órbita ao redor de um grande centro, em velocidades e distancias diferentes; distribuindo seus caminhos em Multi-faixas distintas; as galáxias mais próximas do centro comum distribuídas em uma primeira multi-faixa orbital, as seguintes galáxias orbitando a uma média distancia em uma segunda multi-faixa, e as outras, que descrevem suas órbitas em distancias mais elevadas, em uma terceira multi-faixa orbital; isto como exemplo para se compreender. Sendo assim, em um dado momento macro cósmico; nada mais natural seria que, uma grande quantidade começassem a se aproximar e entrassem em relativo alinhamento, segundo nossa posição as veríamos se aproximando. Em um momento seguinte, com naturalidade começariam a se afastarem e relativamente desalinharem-se, dependendo da posição do observador, as veríamos se afastando umas das outras. Todas em velocidades respectivas e relativas as distancias das órbitas a o centro, ou de média distancia, com velocidades e distanciamento respectivos a o angulo orbital. As Galáxias de uma determinada faixa, da multi-faixa intermediaria em relativas paralelas circulares orbitais (não faixa plana); por suas distancias diferentes, se espalhariam, e o conjunto por sua vez, seria deixado para traz pelas galáxias que também desalinhando-se, giram nas faixas, da multi-faixa mais próxima do grande centro. Ao mesmo passo que, às das semi-faixas, da faixa de distancia media, enquanto distanciavam-se umas das outras, iriam ficando para traz; e o grupo por sua vez, deixariam para traz as galáxias das semi-faixas da faixa de órbita mais distante, dando a impressão de expansão universal: as da multi-faixa mais próximas ao centro, mais velozes e com velocidades em relação direta com as distancias de suas órbitas, assim como as galáxias da Multi-faixa mais distante, enquanto as galáxias da faixa média veriam o universo galáctico se afastando delas... Neste caso, como no primeiro, e no segundo; seriamos enganados pelo efeito Doppler-Fizeau, que nos confirmaria a olhos vistos um universo em expansão.
(Quanto a idéia de; quanto mais distantes mais velozes se afastam as galáxias: Os efeitos Kepleriano das órbitas elípticas, em que os corpos aceleram e desaceleram seus deslocamentos em orbitas, com forme a distancia que se encontram do corpo regente central: Não nos proíbe de pensar em um universo circular elíptico.
As observações nos falam de: Galáxias por todos os lados em posição radial. Isto demonstra que, as galáxias se distribuem no universo, mais ou menos como as estrelas nas Galáxias: assim como vemos da terra, estrelas por todos os lados / sabendo que elas giram em torno do centro da Via-Láctea / "Galáxias por todos os lados": - Podem estar querendo nos dizer: Girando em torno do centro: " O Uni-verso". (Não é uma questão fechada - é uma abertura de possibilidades para o pensamento em relação ao cosmos).
Para um observador que estudasse o Céu do ponto de vista de uma faixa da multi-faixa intermediária, as Galáxias em grande maioria, estariam se afastando dele de forma radial. E quanto mais distante, mais velozes se afastariam. Enquanto que, algumas Galáxias mais próximas, por um breve instante macro cósmico, dependendo do macro momento angular cósmico, pareceriam estar se aproximando, ou até mesmo em rota de colisão com a "galáxia do observador". (é claro que, no momento, não sabemos sequer em que local específico estamos no Universo).
Quanto a o efeito Dopller: com ele mais uma vez, não só identificaríamos em observações, as galáxias se afastando (declinando para o vermelho), mas se afastando em aceleração. Quando que, neste caso de um universo Bruneano, tudo o que poderia estar acontecendo; seria o efeito ótico causado pela lei das áreas de Kepler; nas orbitas elípticas: quanto mais o corpo orbital se distancia do corpo central, mais lento descreve iguais áreas triangulares em tempos iguais; até vencer o extremo da elíptica, (ou uma outra posição na órbita relativa a este acontecimento). A o curvar e começar o retorno, começa novamente a aceleração / porém sempre descrevendo áreas triangulares iguais em tempos iguais. Lembrando: em movimentos diferentes segundo a distancia do centro. Tudo depende do momento angular central (relativo ao ponto de avistamento do observador), no macra cosmos, em relação as demais galáxias, onde se encontra a nossa galáxia, "agora em orbita a o redor do centro do universo", para que, os sinais nos mostrem mais uma vez um universo em expansão.
De todos os modelos de universo, este, o de Bruno, é o mais romântico, mais animador, mais justo com tudo o que conhecemos em astronomia ( "Que conhecemos" - não o que supomos conhecer).
Se pusermos as probabilidades que se alvoraram, aqui, nesta literatura investigativo-quântica, do movimento e o universo, a o encontro da lógica, vamos perceber que, quem sai ligeiramente ganhando, é o modelo de Bruno.
Agora, perguntas! – O que é que proíbe as Galáxias de estarem orbitando um grande centro: o Universo, o ponto Unificador? – O que é que proíbe o universo de estar em um relativo desalinhamento, nas órbitas de partes de suas Galáxias, justamente na região em que vivemos?
- Ou então, de estar de regresso em retas radiais, ou em espirais descendentes para o grande atrator?
- Ou mesmo, de se auto gerar constantemente de flutuações Quânticas que surge da aproximação de entes infinitesimais em evolução para estrelas e Galáxias, e em seqüência, de um conjunto de relações da radiação gerada pelos entes criado pela luz e calor no interior destas estrelas?
- E, até mesmo, de gerar-se de uma reciclagem constante no grande atrator?
–Respondo? – Tudo - e Nada!
-Pois os mesmos argumentos que aqui alimentam a incerteza do universo em expansão, surgem apenas como possibilidades alimentadoras desta própria incerteza. E, não deixam de serem idéias incertas também. No em tanto, este tudo, e este nada, nos dão a liberdade de escolhas, de pensamentos, de inventos...
E claro, embora por conseguinte precisando de muitos imaginadores, e de muita imaginação, mesmo assim; nos dá horizontes novos e novas probabilidades para buscar respostas em experiências pensadas e aparelhadas mais profundas. Não apenas no sentido do que os olhos vêem, aparelhados ou não, mas também, no sentido do que: Todos os sentidos juntos, em pensamento, em intuição, em imaginação podem alcançar.
Pondo a cabeça em pensamento; se humildes, podemos encontrar um conforto; no macro cosmos, os ciclos são incomensuráveis: E, não se abreviam em espaço, não se aceleram em tempo, e nem nos esperam em movimento, para que possamos compreende-los observando-os. Não estão ao nosso alcance. O macro cosmos, é também; um outro espaço tempo movimento, que não o nosso. Ocorre em uma outra dimensão. Não está a nossa disposção. Então, temos que imagina-lo.
Por outro lado, aqui, não estamos afirmando verdades. Só estamos mostrando as alternativas que se abrem, se nos dispomos, a nos pegar em pensamento.
É o que dá, pensar, e inventar de investigar o movimento em relação a si mesmo e a o cosmos, levando-o um passo a frente, e lhe percebendo aura de respeitabilidade, e inter relação de igual para igual se não superior, a o espaço e o tempo, e gerador destes e, permitindo-lhe conceber-se em autonomia como dimensão legitima e original, e com efeito; embora as leis da física moderna lhe impondo como limite a velocidade da luz / lhe percebendo uma relatividade mais profunda, em evolução estética transcendental Kantiana. Só os tolos permitirão questões fechadas sobre o universo e seus infinitos desdobramentos.
Kant afirma que; - ou é preciso ampliar com confiança a razão pura, ou impor-lhes limites determinados e seguros. Pg 31 – 32 – Crítica da Razão Pura – Os Pensadores – 1983 – Victor Civita. Aqui estamos mostrando parte, da amplidão dos limites e complicações que se apresentam quando investigamos e tentamos esboçar um modelo para o Universo e, as imensas dificuldades que se apresentam a um mergulho mais profundo e responsável, em busca de segurança, não somente pela visão armada, mas também através da percepção humana, solta em movimento, livres das amarras pré-conceituais. -“Não deixa de parecer uma metafísica-dialética” especulando; Mas não para enganar tapando o sol com a peneira; e sim, para tentar expor pedra por pedra, que estão a espalhar-se pelo caminho. Por outro lado; nem por isso deixa de ser o buscar de uma lógica transcendental.
-Entenda-se aqui que, o significado é mais o movimento em transcendência, e o potencial que representa o movimento aplicado / do que a decomposição do universo em expansão. Esta ultima, é um acidente ocasionado pela intuição; e aconteceu de uma indagação da razão pura, e de experiências na imaginação a o expor o universo frente a frente com o movimento e suas possibilidades e probabilidades geométricas e aritméticas (Ver Espirais) em relação, entre a óptica e as galáxias.
É contraditoriamente por ele: o movimento, que podemos ampliar as vastidões a o infinito das possibilidades e probabilidades. Nada acolhedor para quem é um Guardião do conhecer estável. Porém, para o “Filósofo Nato”, o conhecimento em desdobramento, multiplicando-se, movendo-se em transcendência, mesmo em incertezas; é o jardim do Éden.
Fim
Texto Complementar
- É claro que, em tudo há um certo descuido. E, muitos de nós, admiram e se atiram em busca da comprovação do Big-bem. E a expansão com naturalidade se insinua aqui e ali, por exemplo; quando investigamos se a luz possa ser mais rápida do que acreditamos que ela seja. Nada que lhes de um pingo de garantia. Mas isto, é mais a frente (Ver Ambextremo). Mas, mesmo ali, podemos se quiser, ver o universo em expansão, porém se a proposta negá-los, encontramos fundos para isto também.
Giordano não precisou de lentes para dizer o que nos disse a séculos / No entanto, a ciência dogmática; só aceitou planetas a o redor de outras estrelas, que não o sol, depois de finalmente percebe-los. Quase meio milênio em perda de tempo. Não foi diferente com Aristarco de samos. Porém, neste caso, nos custou cerca de 1700 anos de atraso. Alertado por Copernico - lá estava Galileu - embora de visão armada - tendo que ver, para o mundo crer.
Embora como liberdade; nada esteja fechado para as especulações: tudo o que conhecemos; desde elétrons, às estrelas; se apresentam claramente como corpos girando em torno de um centro maior e comum. - Seria diferente com as Galáxias? - Não estariam elas girando em torno de sistemas maiores? -Ou pelo menos em torno de um sistema maior? - As evidencias são fortes a favor de Bruno.
É preciso lembrar que existem mais três cosmos a partir do ponto de vista humano com base no médio cosmos; O exterior, que se estende em direção a o infinito do macro cosmos / O interior que se estende em direção ao infinito do micro cosmos. O primeiro é abrigado pelo universo / O segundo pela matéria. E o terceiro, a energia, que perpassa livremente todos os cosmos. Se o grande universo abriga o macro cosmos, como a matéria abriga o micro cosmos, então as portas do pensamento estão realmente abertas para especulações.
A ótica e todos os tipos de observações aparelhadas tem suas ilusões. E, estamos ficando acomodados em nossas percepções, e demasiados confiantes, esperando o que as observações aparelhadas vão nos dizer em seu próximo passo mágico. E cada vez mais ansiosos por lentes mais e mais agigantadas. Entre tanto, é de se pensar, se uma investigação filosófica, física, matemática, poética, e claro, também aparelhada, mais aprofundada e livre como uma orquestra em conserto de Jazz, em que os instrumentistas executam a mesma Música, porém cada um com seu instrumento distinto, e com total liberdade de criação em cima do tema; não nos surpreenda com a sincronização entre observação teorização e medição. E, como buscamos e sonhamos; A melodia da radiação de fundo do universo, finalmente nos soe afinada, harmoniosa, agradável a os ouvidos, como “A Sinfonia” de Bethoven!
Recobrando os sentidos! - Se o velho Sócrates estivesse presente; riria e diria que, estou recheando o universo com um enxame de dimensões ao querer dividir o tempo e o movimento em dimensões como o espaço e, a isto, pensando adicionar o repouso e tentando trazer para o realismo; enquanto, o que é preciso; é achar A Dimensão. E eu o respeitaria. Por outro lado; Mesmo não podendo ter ido além do movimento, como tentativa de concretização, de mais uma dimensão integra; creio que, interrogando-me, o velho mestre passo a passo acabaria por me fazer perceber que; na verdade não estou propondo dimensões descabidas. Estou apenas, e simplesmente tentando mostrar que elas podem existir. E que o movimento, provavelmente seja a dimensão fundamental que procuramos.
De uma maneira simples; Se olharmos a nossa volta para ver o espaço ocupado, veremos apenas as três dimensões Euclidianas e sentiremos o tempo passando. Mas, se de maneira mais simples ainda, porém geral; olharmos outra vez para tudo que nos cerca com o intuito de ver o nada absoluto encaixado com o todo relativo, veremos as árvores balançando, as nuvens cruzando o céu, as águas correndo no rio, as ondas se debruçando na areia, sentiremos o ar tocando em nossa pele, o vento esvoaçando nossos cabelos, coisas e seres; surgindo, existindo, desaparecendo. Compasso no aceno de um ramo encachiado de flores na ramada, - profundidade no brilho de um olhar, - ritmo, dolência e aceleração no pulsar de nosso coração, - a sonoridade da chuva caindo mansa no telhado, - o sol nascendo cruzando o céu e se pondo, a chegada das nuvens sombreando o meio dia ou, a partida no extremo da noite descortinando as estrelas. E, se contemplarmos á vida..., Sentiremos os ciclos, os dias, as estações, os anos... e por conseguinte, o próprio movimento ocupando o nada absoluto encaixado com o todo relativo, e fluindo com o espaço e com o tempo, e gerando-os. Exatamente o que Heráclito viu e sentiu na idade antiga, entre profusões de filósofos e de idéias, em torno do universo e do ser.. Foi o primeiro filósofo a encarar com total e merecida seriedade, o movimento.
(Para Hegel, por Ernildo Stein: – “Heráclito é a idéia permanente em todos os filósofos até o dia de hoje – è nele que realmente começa a filosofia” Os pensadores – Pré-Socráticos –Pg 102 – Nova Cultura). (Embora Hegel afirme que: -“se tivéssemos que dizer como aquilo que Heráclito reconheceu como a essência existe para a consciência, nesta pura forma em que ele o reconheceu, não haveria outra que nomear a não ser o tempo”. Em um passo anterior ainda no mesmo texto, Stein, mostra Hegel comentando o pensamento Heraclitiano e lembrando que: -“o vazio que Aristóteles apontou nas antigas filosofias, está preenchido com o movimento em Heráclito; este movimento é aqui, agora mesmo, princípio”: – “É um grande pensamento passar do ser para o devir; é ainda abstrato, mas, ao mesmo tempo, também é o primeiro concreto, a primeira unidade de determinações opostas. Estas estão inquietas nesta relação, nelas está o principio da vida”).
Compreendo aí que; já que, não só o espaço, mas o próprio tempo é impulsionado pelo movimento: para Heráclito o vir a ser é um acontecimento que surge do movimento, e que a essência existe para a consciência de um acontecimento ocasionado por um movimento do movimento.
- Movimento: Entendo que; “é o que, o universo é”, e se apresenta em acontecimentos, em vir a ser: o todo por mais infinitamente grande que seja, e as partes por mais infinitamente pequenas que sejam. E a condição Humana não está fora deste jogo. Isto é; o universo da sociedade humana, suas unidades, e cada ser como unidade destas unidades. Assim como a unidade do ser em si, e seus universos; como o dos sentidos, da consciência, da emoção, da razão, da intuição, da transcendência em interação entre a pluralidade dos signos universais das sociedades, e a singularidade dos signos subjetivos em cada um de nós, na própria busca da essência. Mas, no entanto; sobre a condição humana, O Filósofo a séculos, com profundidade, é quem pensa, escreve, e fala melhor.
-Newton, muito depois: séculos; como uma extensão distante do renascimento, não responsabilizou fundamentalmente o movimento, nem o separou. Preferiu explica-lo a seu modo: como resultado da interação do tempo com o espaço, como se fosse fruto puro da relação destes dois. Um passo majestoso para a retomada do caminho em direção a matemática.
- Immanuel Kant, num discreto, mas profundo e sábio reconhecimento, na Critica Da Razão Pura, cita que; -“a estética transcendental não contém mais que estes dois conceitos: a saber, espaço e tempo, mas que o movimento embora empírico, “contém ambos os elementos”.
- Fantástico.
E, como idealista, Kant alerta; – que as coisas enquanto fenômenos, “sem a consideração das coisas pelas quais nos afetam” não podemos conhece-las em si mesmas, mas somente em nós”. -Quer dizer; acontecem na intuição, na percepção humana: surge nos "sentidos", interligando-se ao entendimento, e este à razão . Para a física; nada mais poético e humano. Porém, para muito além do aprendizado e do conhecimento tradicional glamouroso (para lugares onde há a crítica, a rejeição, a solidão...) fundamentado nas ideias estabelecidas. Este agora, envolvendo riscos, trabalho, indagação, investigação, paixão, intuição.... projetando-se para além da linha do horizonte.
Einstein percebendo Kant; elegendo o ser como decisivo, para perceber os conceitos pertencentes a sensibilidade; preferiu dirigir sua seriedade e admiração também para o tempo, e o alavancou como dimensão, mas porém responsabilizou a velocidade pelos efeitos neste. O que foi uma dádiva. E nós, só temos a agradecer... O fato é, que o universo sofre influencias de todas estas dimensões, e todas elas são estimáveis, interagem entre si e com o próprio universo. Agem independentemente também, e sem nem um mistério; as dificuldades que se apresentam, no nosso caso; são de ordem de grandezas que se transformam em fronteiras dimensionais impostas pela natureza. Quanto a o Movimento como dimensão distinta: - São as mesma dificuldades que ocorrem com quem começa a dar os primeiros passos. E no centro do pensamento que tenta representar tudo isto, estamos nós, em nosso limitado movimento-espaço-tempo como observadores de ambas as direções, equidistantes entre o micro e o macro, posicionados no médio cosmos.
Fim
Texto Integral
Texto Integral
A Quinta Dimensão
"A Dimensão Primordial"
ATENÇÃO: "Este texto não faz parte da Astrofísica oficial ". Aqui, a investigação se dá em direção contrária e, põe em dúvidas, teorias, conceitos e afirmações consagradas pela literatura acadêmica. Por tanto, não deve-se usar este texto como referencial em trabalhos acadêmicos: haverá problemas com professores e orientadores.
"Este aviso, é para que alunos não saiam prejudicados: pois se usarem um referencial qualquer aqui, possivelmente estarão indo - não ao encontro - mas de encontro á dogmas e paradigmas". Se o seu caso for um trabalho qualquer de curso, uma Monografia, um Mestrado, ou Doutorado em física astronômica, não em busca de título por melhores salários e posição, mas em busca de contribuir com o conhecimento, você irá ajudar, e muito, mas previno-lhe, irá ter imensas dificuldades pela frente, não o aconselho. Só Se já estiver formado e titulado. É um conselho amigo: - "Diga amém a seu orientador, e ganharás "A" com louvor"! Isto é; cuide de seu curso e sua profissão acadêmica: depois de bem situado, e seguro, então ganhe o mundo, para aventurar-se atrás da linha do do distante horizonte, no meio da noite, sem sequer a luz das estrelas e do luar para guiá-lo, tateando no escuro, com espantos, intuições, investigações e deduções em busca do conhecimento!
"A Dimensão Primordial"
""Tentar negar a existência do tempo, não nos parece estranho. Não é difícil encontrar alguém tentando fazê-lo. Porém, tentar negar a existência do espaço, parece loucura extrema. Seria o mesmo que, nos tempos de Santo Agostinho - sem evidencias - alguém negar que: o Sol gira em torno da terra. Diriam: - "Pois é visível - não vê quem não quer - qualquer um pode perceber que o Sol gira em torno da terra, como negar tal evidência"?
""O mesmo se dá com o espaço, pois este, está aí, podemos ocupá-lo em seus vazios / tanto quanto vê-lo, tocá-lo quando ocupado / percorrê-lo, navegá-lo, mensurá-lo / como negar então sua existência? ""
""No entanto, se do espaço lhe tirarmos todo e qualquer movimento, o que então lhe sobra? Não nos parece que, não sobra nada? ""
""Podemos inverter a ideia, e tentar privar o movimento, do espaço. Nos parece taxativamente, num primeiro momento que, a ausência do espaço o anularia, e junto a ele o tempo. Mas, neste caso, para que ressurja o espaço, não nos parece que seria imprescindível que dependeríamos do movimento. E isto não dependeria do tempo. Pois o movimento poderia ressurgir no instantâneo absoluto: aquele que não precisa do tempo para surgir, por que não há como medi-lo, pois é absoluto: no esmo instante em que o espaço fosse instinto, ressurge o movimento recriando-o de novo. E junto a o espaço recriando o tempo novamente.
'"Podemos recorrer a força, ou energia, como queiram, para negar o movimento. O problema é o seguinte: Quem criou um, quem criou o outro? De onde veio um, de onde veio o outro? Se a energia criou o movimento, de onde veio a energia? Se o movimento criou a energia, de onde veio o movimento? É provável que, ambos sejam a mesma coisa"". E, ambos criaram a matéria.
Pré Resumo
Na grande questão que envolve a ideia de expansão do Universo "O movimento nos mostra nesta investigação "filosófica" que, afastamento e expansão, não são a mesma coisa, e que, curiosamente, afastamento tanto pode se dar em um universo em expansão, quanto em um universo em contração - ambos em aceleração constante - assim como, em um universo girando com as galáxias em torno de um eixo comum, segundo cada momento de translação, entre outras possibilidades.
O problema é que, se o levarmos a sério e pormos em xeque - ferramentas e recursos como radiação de fundo e efeito Doppler, já não nos garantem mais a teoria da expansão"".
Por conta disso, nos orientando pelo movimento, segundo o ângulo de visada que escolhermos; nos é permitido ver, o mesmo universo que, a ciência diz que está em expansão, também com suas galáxias em convergência em direção a um centro comum, ou mesmo, com estas mesmas galáxias, girando estáveis, segundo distâncias e e velocidades de translação, ao redor deste centro comum. E que, possivelmente o Multi-verso já está visível no céu à visão armada, basta divisarmos com cuidado os movimentos das galáxias. Isto quer nos dizer que: Pelas leis do movimento: Nada está proibido / tudo está permitido.
A procura através de indagações e deduções, para localizar meios que nos ofereçam legitimidades para, qual tempo e espaço, estabilizar o movimento como dimensão decisiva para as leis da física, nos leva por caminhos reflexivos, e nos abandona em lugares surpreendentes, onde conceitos estabelecidos que se conhece, são demolidos, e um mundo novo se levanta, cheio de possibilidades. Esta investigação se dá desde o início, passando pelo subtítulo "Dimensões No Movimento", e suas subdivisões, e segue, a procura de resposta, ainda que vaga. Então, é a partir do seguinte subtítulo: "O Movimento e o Universo" que as cartas marcadas, perdem o sentido, embaralham-se novamente, e começam a ser redistribuídas, para que cada jogador compreenda a razão do novo jogo. Aqui, vamos perceber que levando em conta o movimento, e lhe conferindo referencial como resultado de um processo investigativo - não matemático puro, mas literário geométrico; que pretende faze-lo de orientação para nos localizar no universo, ou para por a prova estruturas relevantes da ciência, que o explicam, este, quando utilizado para questionar ferramentas tradicionais da física, faz névoas em todas as respostas que já nos foram dadas. Tudo fica confuso e já não sabemos mais com certeza o que está acontecendo. Em contra partida, um mundo de possibilidades se levanta, mostrando que o universo não só pode estar em expansão, como também em contração, ou mesmo, girando estável com suas galáxias desalinhando-se por um "breve momento cósmico", a o redor de um centro comum em deslocamento pelo infinito.
Mesmo o efeito Doppler¹ relativístico, cai por terra e, anulado pelo movimento já não funciona mais como definidor da afirmação expansionista.
O redshift² e o blueshift continuam funcionando, mas já não dizem mais nada como definição geral; somente nos mostram aproximações, distancias e afastamentos como possibilidades isoladas do todo em relação a o espaço, o tempo, e o movimento. E, se levarmos em contas possíveis distorções, provocadas na luz, por dessincronizações entre rotações e deslocamentos, asa complicações aumentam.
A própria constante de Hubble: "Relação linear das distancias das galáxias até a terra e a velocidade com que elas se afastam de nós (71 Km/s)" - aqui, tanto serve para Hubble comprovar os seus achados no céu, quanto serve para negá-los, ou pelo menos, para jogá-lo em profunda dúvida.
A Expansão métrica do universo de Friedman - Lemaitre - Robertson - Walker: Onde o espaço-tempo é descrito por um tensor métrico: possibilita sua extensão de acordo com as distancias onde se encontra no universo, isto é; explica que: não são os objetos que se movem, mas sim, o espaço que se expande entre eles. (Tentando negar o movimento das galáxias / afirma o movimento do universo: um perigo para a relatividade; pois se afirmá-las em movimento pode-se encontrá-las, em relação a o tempo, segundo a afirmativa de uma aceleração de 71 KM/s, muito além da velocidade da luz. Na verdade - nada mais é que, o simples e bom movimento fluindo em relação a o espaço, o tempo, os objetos, segundo as forças do universo. Só isso - mas também, não nos garante mais nada em termos de expansionismo do universo. O movimento mostra em sua geometria que, tudo que se acredita, pode não passar de efeito óptico.
Dai para frente, o que passa a dar as cartas no experimento, é a incerteza produzida e revelada pela orientação geométrica do movimento, e pela óptica mesmo armada. Este, o movimento, depois de identificado legitima-se por si só, e então testado para nos localizarmos, nos rouba a bússola, e nos joga perdidos em um nevoeiro infinito no meio do universo. É aí que a ingenuidade acaba, por completo - nada se sabe - e não há como saber. Qualquer afirmativa é leviana.
Outra ferramenta; a radiação de fundo³, tornam-se ineficaz; e sem nos oferecer um vão sequer de certeza, em que possamos nos agarrar, nos deixa desorientados, a deriva num oceano infinito: depois de nos orientarmos pelo movimento: A origem desta radiação tanto pode estar a nossa frente (para onde estamos indo), quanto a nossas cotas (de onde estamos nos afastando) - E o pior: ou se estamos circulando em torno do grande atrator: o que se acaso estivermos em órbitas elípticas: Não há como confirmar mesmo que a radiação de fundo venha nos dar em tempo breve, respostas de afastamento o distanciamento do suposto ponto original: Pois as órbitas elípticas permitem momentos de afastamento, e momentos de aproximação do corpo central, e o mesmo ocorre com os corpos, em relação uns a os outros, que giram em tal orbita.
O Movimento Como Dimensão; "apenas confirma o universo em movimento": nos mostra claramente, que realmente não é estacionário, e reafirma que está se deslocando, mas sem nos dar certeza de direção, ou sentido: se está em expansão, ou em contração, se é globular, ou plano, ou mesmo, se se deslocando pela imensidão com as galáxias a girar em torno de um centro atrator. E assim, a o invés de pretensamente decifrar o universo para o homem, o movimento põe o homem diante de si mesmo, e o coloca em seu devido lugar diante do Cosmos. E mais, abre a possibilidade de, o próprio universo estar se deslocando a girar em torno de um outro centro ainda maior, junto com outros universos em trajetória elíptica circular com estes, vagando pela imensidão infinita, como previu Jordano Bruno.
O movimento nos mostra nesta investigação filosófica-geométrica-teórica que, afastamento e expansão, não são a mesma coisa, e que afastamento tanto pode se dar em um universo em expansão, quanto em um universo em contração, assim como, em um universo girando com as galáxias em torno de um eixo comum, entre outras possibilidades. E que, se o levarmos a sério, ferramentas e recursos como radiação de fundo e efeito Doppler, já não nos garantem mais, a teoria da expansão.
Num dado momento a lógica abre a questão, e nos aponta a possibilidade de estarmos em movimento enquanto galáxias, em direção a um grande centro. Mas, tudo em relação a o movimento está aberto. Nem uma questão está fechada. Uma imensidão interminável para a ciência trabalhar. (Já não há mais certeza de um universo em expansão). Em compensação, através de textos subsequentes, o movimento nos mostra que medir gravidade e luz, sem levá-lo em conta, é possivelmente um grande equivoco. Isto vai se afirmando cada vez mais, nos textos complementares de "As Curvas Da Deusa Lux", os quais acompanham este. Um após o outro, o movimento se afirma, até culminar em possíveis e relevantes probabilidades para resoluções de fenômenos até então insondáveis.
Efeito Doppler em Astrofísica
1 - Efeito Doppler em Astrofísica: (Versão do Doppler mecânico relativo às ondas sonoras: convertido e usado para medir a velocidade de deslocamento das galáxias segundo o efeito físico relativístico, produzido por ondas eletromagnéticas em forma de luz: "desvio para o azul quando a luz se aproxima / desvio para o vermelho quando a luz se afasta")
2 - Do Efeito Doppler : (Redshift: deslocameto da luz para o vermelho - Blueshift: deslocamento da luz para o azul).
3 - Em Cosmologia, a radiação cósmica de fundo em micro-ondas: (é uma forma de radiação eletromagnética, cuja existência foi prevista teoricamente por George Gamov, Ralph Alpher e Robert Herman em 1948, e que foi descoberta experimentalmente em 1965 por Arno Penzias Arno e Robert Woodrow Wilson. Ela se caracteriza por apresentar um espectro térmico de corpo negro com intensidade máxima na faixa de micro-ondas).
4- Anotações de experiencias: Em uma serra circular de mesa, de (tantos) cm de diâmetro, (tantas) rotações por minutos: Se com uma haste de madeira em forma de prisma, com tantos de comprimento e, (tanto) de largura por (tanto) no de altura, caso eucalipto vermelho (devo preencher nos entre parentes, as medidas exatas, que estão na marcenaria), se se der batida na lamina próximo a os dentes, enquanto a serra perde rotação ao ser desligado o motor, em primeiro lugar percebe-se o óbvio em física: o ruído do motor vai ficando cada vez mais grave, o mesmo ocorre com o zumbido da serra, rodando cada vez mais devagar, em resistência contra o ar. No entanto, para quem tem ouvido musical, uma coisa não passa despercebida: o som que o sarrafo acionado uma vez após a outra, consegue extrair da da lâmina serra aço, é instigador; tanto que levei um bom tempo - cá em minha ignorância - para entendê-lo: ele vai na contra mão dos outros dois sons: enquanto o ruido do motor e o zumbido provocado pela resistência do ar contra a serra ficam cada vez mais graves, ao perderem rotação, o som da lâmina de aço, extraído pelo choque constante do sarrafo de medeira contra sua extremidade próximo aos dentes, vão ficando cada vez mais agudos. Isto se dá assim, porque em alta rotação, a lamina da serra se estende, com tendencia a se desintegrar, tanto é que, de acordo com o tipo de materia, a espessura das lâminas,. e o diâmetro da serra, há um limite de rotação, determinado por engenheiros, que deve ser rigorosamente respeitado, para que não acontela acidentes. Este distendimento da lamina faz com que o metal fique menos denso e, quanto maior o número de rotação de tal lâmina, mais grave se torna o som que podemos extrair dela. Toda vez que dobra sua velocidade em relação a velocidade que tomamos como referencial obtemos uma oitava mais grave. Toda vez que cai pela metade sua velocidade, em relação a velocidade referencial, obtemos uma oitava mais aguda. A lâmina testada, enquanto perde velocidade, com a choque da baqueta improvisada contra ela, vai emitindo som cada vez mais agudo até estancar total, e em repouso revelar seu som original.
6 - Agora a pergunta: Até que ponto podemos confiar no Efeito Doppler (Versão do Doppler mecânico relativo às ondas sonoras), para através desta adaptação a os efeitos luminosos, afirmar categoricamente que, quando a luz desvia-se para o vermelho se afasta / quando desvia para o azul, se aproxima?
6 - Agora a pergunta: Até que ponto podemos confiar no Efeito Doppler (Versão do Doppler mecânico relativo às ondas sonoras), para através desta adaptação a os efeitos luminosos, afirmar categoricamente que, quando a luz desvia-se para o vermelho se afasta / quando desvia para o azul, se aproxima?
7 - E se uma galáxia está se afastando, em menos velocidade de deslocamento, do que sua velocidade de rotação, em relação ao efeito doppler? Enquanto se afasta, não nos pareceria que está se aproximando?
8 - E se ao contrário disso: uma galaxia estivesse se aproximando em menor velocidade de deslocamento do que uma possível aceleração em sua velocidade de rotação,em relação ao efeito Doppler? Enquanto se aproxima, não nos pareceria que, está se afastando?
9 -- Outras distorções, por conta da luz real em si, que só pode ser avaliada para orientações de afastamento, ou aproximação, se o corpo estiver em repouso de rotação: isto, se estiver livre de distorções causadas por refrações atmosféricas, nuvens de gases e poeiras , e outros elementos e fenômenos, do contrários ainda assim, será inconfiável) .
8 - E se ao contrário disso: uma galaxia estivesse se aproximando em menor velocidade de deslocamento do que uma possível aceleração em sua velocidade de rotação,em relação ao efeito Doppler? Enquanto se aproxima, não nos pareceria que, está se afastando?
9 -- Outras distorções, por conta da luz real em si, que só pode ser avaliada para orientações de afastamento, ou aproximação, se o corpo estiver em repouso de rotação: isto, se estiver livre de distorções causadas por refrações atmosféricas, nuvens de gases e poeiras , e outros elementos e fenômenos, do contrários ainda assim, será inconfiável) .
A - A galáxia está se aproximando, mas perdendo velocidade de rotação, equivalente a sua velocidade de aproximação, em relação a o efeito Doppler: Não nos parecerá que a galáxia está estagnada, isto é, em repouso em relação ao seu deslocamento, em um certo local no céu profundo?
B - A galáxia está se afastando, mas por uma anomalia, a qual desconhecemos, sua velocidade de rotação está em aceleração, em relação ao efeito Doppler, e compensa sua velocidade de afastamento: Não nos pareceria que, esta galáxia também, está estagnada, isto é, estacionada em um local - no fundo do céu - apenas girando a o redor de si mesma?
C - E se, uma terceira galáxia estivesse se afastando em baixa velocidade de deslocamento e, em uma altíssima taxa de aceleração em sua rotação: Não nos pareceria que, esta galáxia estaria se afastando em alta velocidade de deslocamento?
B - A galáxia está se afastando, mas por uma anomalia, a qual desconhecemos, sua velocidade de rotação está em aceleração, em relação ao efeito Doppler, e compensa sua velocidade de afastamento: Não nos pareceria que, esta galáxia também, está estagnada, isto é, estacionada em um local - no fundo do céu - apenas girando a o redor de si mesma?
C - E se, uma terceira galáxia estivesse se afastando em baixa velocidade de deslocamento e, em uma altíssima taxa de aceleração em sua rotação: Não nos pareceria que, esta galáxia estaria se afastando em alta velocidade de deslocamento?
D - Enquanto uma quarta Galáxia, por sua vez, estivesse vagarosamente se aproximando, mas por um motivo natural, ou outro, estivesse, em uma altíssima taxa, perdendo sua velocidade de rotação: não nos pareceria que, esta galáxia estaria se aproximando ameaçadoramente?
E - Se levarmos em conta estas variáveis, e lembrarmos que, a lâmina circular de aço que, busca sua real tonalidade sonora em desaceleração de rotação: só vai encontrá-la em repouso e, por conta disso, supormos que, as galáxias só vão nos emitir sua real tonalidade luminosa, quando também, estiver em repouso de rotação, em relação às distâncias: podemos nos perguntar com tranquilidade: - O que realmente está acontecendo com o universo? Por outro lado, é provável que, a luz se comporte em relação as velocidades e as distâncias, completamente diferente do som, se assim for, vamos ter que rever todas nossas orientações colhidas por dados que, nos forneceram as equações que tiveram como base, o feito Doppler...
E - Se levarmos em conta estas variáveis, e lembrarmos que, a lâmina circular de aço que, busca sua real tonalidade sonora em desaceleração de rotação: só vai encontrá-la em repouso e, por conta disso, supormos que, as galáxias só vão nos emitir sua real tonalidade luminosa, quando também, estiver em repouso de rotação, em relação às distâncias: podemos nos perguntar com tranquilidade: - O que realmente está acontecendo com o universo? Por outro lado, é provável que, a luz se comporte em relação as velocidades e as distâncias, completamente diferente do som, se assim for, vamos ter que rever todas nossas orientações colhidas por dados que, nos forneceram as equações que tiveram como base, o feito Doppler...
A Quinta Dimensão
(Este texto está sendo - há anos - trabalhado: ainda tenho experiencias para fazer, e anotações para editar).
Segundo Kant: -“O conjunto de todos os objetos possíveis para o nosso conhecimento nos parece ser uma superfície plana que possui o seu horizonte aparente: a saber, aquilo que compreende toda a sua extensão e que foi por nós denominado o conceito racional da totalidade incondicionada. É impossível atingir empiricamente este último, e todas as tentativas de determina-lo a priori segundo um certo princípio foram em vão. Não obstante, / todas as perguntas de nossa razão pura se voltam para o que está fora deste horizonte ou, em todos os casos, para o que se situa em sua linha demarcatória”. (Os pensadores - Kant – Critica da razão pura – Pg 373 – Vitor Civita – 1983).
Em um texto intitulado; “Segundas Dimensões”; da (Super Interessante, Dezembro de 2006), Salvador Nogueira e Alexandre Verscnassi; Para explicar a complexa quarta dimensão de Theodor Kalusa e, complicada ainda mais por Oscar Klein; Fazem uma simplificação de maneira clara para o leitor entender: “ Em um encontro marcado por duas ou mais pessoas, elas inicialmente precisam das três dimensões do espaço para chegarem a o local determinado para o tal encontro; A rua; (direita ou esquerda). O número; (para frente ou para traz). O andar; (para cima ou para baixo). E mais a quarta dimensão representada pelo tempo, ou seja; (A hora marcada para o encontro). Sem estas quatro dimensões segundo as leis da física, o encontro não pode acontecer.” ... Então me perguntei: - Como fizeram para marca-lo? Como farão para chegarem ao local? E como irão realizá-lo? -Se desprezam a dimensão que é a razão de ser do próprio universo: - O Movimento!
Só que o tempo - ideia que seria perfeitamente compreensível como quarta dimensão - é descartado, porque Einstein tentando explicar a força eletromagnética e a gravidade em uma só equação, percebe não haver saída para achar a solução. Neste momento, surge Theodor Kaluza, com uma teoria matemática, mostrando que gravidade e magnetismo eram faces diferentes de uma mesma moeda. Mas exigia uma condição; esta forças deveriam agir num espaço de 4 dimensões: o tempo estava fora. Que quarta dimensão seria esta? Kaluza a inventou mas não conseguiu explicá-la de forma convincente. Então, nem ele nem Einsteins conseguiram unificar as forças em questão. Mais tarde surgem outros cientistas liderados por Leonard Susskind e John Schwrz, sugerindo a ideia das cordas vibrantes em um universo de 10 dimensões. Estas cordas estão para muito longe de nossa compreensão. Segundo seus teóricos, elas agem nas profundezas abissais do micro cosmos.
As cordas vibrantes ainda estão em evidencias entre os físicos modernos, e muitos estão unidos em torno desta idéia em busca de criar uma equação para buscar resposta unificadas do electromagnetismo e da gravidade.
Nossa questão aqui é puramente a gravidade e a luz, e o movimento em relação a elas.
No entanto, se quiséssemos realmente unir em uma só equação estas forças; electromagnetismo e gravidade - só conseguiríamos através de um espaço de infinitas dimensões, o que é perfeitamente compreensível, se partirmos de um ponto Euclidiano no espaço. Deste ponto da direita para a esquerda podemos lançar 180° graus por cima, e mais 180° graus por baixo: 360° graus. De baixo para cima podemos lançar 180° graus pela frente, e mais 180° graus por trás: 360°graus. De trás para frente, podemos lançar 180° graus pela esquerda, e mais 180° pela direita: 360° graus. Cada grau é dividido em 60 minutos, cada minuto, é dividido em 60 segundos. Só aqui temos 3.888.000 segundos do arco. Mas não basta, por que este ponto de partida, tem que ser todo esquadrinhado em segundos do arco. E, então, cada raio que parte deste ponto demarcando um segundo do arco, deve ser uma dimensão. Ao confrontarmos dois pontos destes, podemos saber a que nível as forças estão interagindo. Isto vai ao encontro do inverso do semi-cubo da distancia; o que só é possível, tendo o espaço, com a adição do tempo e do movimento como dimensões.
Aqui, o que está em questão, é o movimento tentando explicar a si mesmo, e o universo.
-"“Que enfim a estética transcendental não pode conter mais que estes dois elementos, a saber, espaço e tempo, fica claro pelo fato de todos os outros conceitos pertencentes à sensibilidade, mesmo o de movimento, que reúne ambos os elementos, pressuporem algo de empírico"". ""Immanuel Kant (I) – Os pensadores – Victor Civita - Crítica da razão pura – Pg 49”"
O movimento a rigor, não deveria estar tão desolado e dependente do espaço e do tempo como ente mensurável (que mensura a si mesmo), mas reuni em si estes dois elementos como providencialmente nos alerta Kant. Na verdade, em uma visitação demorada e atenta, vamos perceber no decorrer das indagações, que não só, o movimento, reúne estes dois elementos - espaço e tempo - mas por natureza está contido na estética transcendental, e mais, embora Kant não diga, ele, o movimento, é, sempre foi, e sempre será - de uma só vez; a síntese do próprio espaço e do próprio tempo e, embora os filósofos desde a antiga Grécia de certo modo já soubessem disso, a ciência só não o registrou como tal, por pura abstração. De certo modo, desde Eráclito, os filósofos, ou afirmam, ou desconfiam que, apenas o movimento existe. E que não só o tempo, mas o espaço também, é uma ilusão. Aqui aos poucos, e no vagar das ondas, vamos experimentar as possibilidades que o movimento nos oferece para por a prova algumas ferramentas que a ciência moderna serve-se para defender suas leis pré estabelecidas quanto ao universo, principalmente a de expansão.
Dá o que pensar, e se se pensar fundo, fundo mesmo, vamos perceber que: - as unidades convencionadas que conhecemos para medir o tempo, na verdade foram roubadas do movimento: Quando dizemos que; a terra gasta um dia para dar uma volta a o redor de si mesma e, precisa de um ano para dar uma volta ao redor do sol...; Por equívoco no aprendizado, e emperro no mau costume, estamos nos enganando.
Na verdade é simples, mas a realidade é outra; É o contrário. A terra, na verdade, precisa dar uma volta completa ao redor de si mesma para produzir um dia. E, completar uma volta ao redor do sol para produzir um ano: aterra não precisa de um dia para produzir uma volta ao redor de si mesma / e sim, precisa de uma volta a o redor de si mesma para produzir um dia. E assim é com o movimento de translação em relação ao ano - a terra não precisa de um ano para dar uma volta ao redor do sol / e sim, precisa dar uma volta a o redor o sol para produzir um ano. Logo, o tempo é produzido pelo movimento. Talvez o tempo não passe de transformação e desgaste, provocado nas coisas, pelo atrito entre o espaço e o movimento. E por sua vez; é a ação nos entes que, em atrito com o espaço e o movimento, gastam as coisas e os seres. Parece que da no mesmo, mas se pararmos para pensar ; nos damos conta de que “a terra com”o espaço é uma coisa, com o tempo outra e, o movimento com a terra, por sua vez, embora produza os dois primeiros, uma terceira bem diferente destes primeiros dois. Porém, em movimento, independentes na observação humana, e interligados, confundidos entre eles. (Um livro que movimenta-se de mão em mão, embora cumpra seu dever social, se esfarrapa depressa, envelhece; enquanto o outro livro, da mesma edição, que permanece guardado na estante, se encontra inteiro, novo / se jogarmos um terceiro livro,da mesma edição, na rua, no gramado: e deixarmos ali, extático no espaço, mas totalmente exposto a os caprichos do movimento do tempo, em poucos dias não teremos nem sombra do que foi aquele livro). Logo adiante vamos perceber que o espaço também foi usurpado do movimento.
Na verdade, a terra é o ente cósmico mais próximo que temos e do qual como ente, fazemos parte. E, que representa o espaço e suas três dimensões, ocupando a si mesmos e o nada ( Atenção! - Não estou falando do nada, que em algumas teorias, já não se sabe se é, ou não é nada. Estou falando do nada em absoluto) onde interagem o espaço, o tempo, e o movimento e suas “possíveis dimensões”, navegando e ocupando esta ausência do todo, que se faz, para que as coisas, a terra, o universo a ocupe e existam na consciência. E que a terra, o universo, a ocupa para que se faça ocupada com o todo.
Se existe ocupação relativa, é porque existe ausência em absoluto. O absoluto nada, e o relativo todo, se encaixam entre si. É porque existe o nada em absoluto, que existe o relativo todo.
Embora Heidegger, em seu texto, Que é Metafísica? ...encaminhe suas indagações por um campo essencialmente humano, como é de seu costume, sem por um ponto final na questão sobre o ente e o nada; permite-se à afirmações como estas: "A ciência em sua sobranceira indiferença com relação a ele, (o nada) rejeita-o como aquilo que "não existe". Em seguida diz Heidegger: - "Pois o nada é a negação da totalidade do ente, o absolutamente não ente." - Os Pensadores - Victor Civita - 1984 - Pg. 37. (Aqui, do ponto de vista cosmológico, vamos encara-lo frente a frente. Não é por nossa questão ser cosmológica, que deixará de ser humana).
É o nada que permite a existência do todo. É no nada que o todo se encaixa para que possa vir a ser e existir. É ocupando o nada que o todo se revela em forças, espaço, tempo, e movimento. O nada em absoluto, está ocupado pelo relativo todo, com suas partes em interação; que se faz representar por entes que vão, desde a rarefação mais fina; que não podemos sequer concebê-la, até a densidade mais brutal; que jamais podemos imaginá-la.
As questões de Heiggeder são profundamente humanas. Em "Que É Metafísica? Embora envolto em indagações; entende-se que: a questão sobre o ente e o nada, não se fecha, porque seu campo de trabalho é complexo, e ele, Heiddeger, é filósofo sério.
(Fica claro que estamos lidando com um humanista, pelo menos enquanto escritor. Para ele somente o homem existe, as demais coisas, são reflexos existentes na consciência: "o ser do ente". Enquanto humanos, mesmo no nosso caso; que somos astrônomos - cosmólogos / enquanto cosmólogos-astrônomos, amadores ou profissionais, embora não humanistas no sentido técnico da palavra; somos humanos; então, somos Heideggerianos. Porque, se não agimos como tais, pelo menos nos projetamos e existimos na consciência destes. Se por si só, nos projetamos e existimos na consciência destes; então existimos. Mesmo aquele que nunca ouviu falar em Heidegger, é por fim, um ser Heideggeriano, e Heidegger é movimento).
Porém para nós autodidatas livres do tapa olho do cavalo do rei (que lhe permitem só ver o caminho e o foco nna meta, perdendo com isto a paisagem que orla a estrada), me parece apropriado, em sendo relativo; dar um lugar para o relativo todo (que interagem), no meio do nada absoluto. No universo: tudo está aberto. É preciso liberdade no pensamento para que cada coisa venha e possa acontecer. E quem, e o que, pode representar melhor o campo livre, para o vir a ser, do que o próprio nada? ( isto não é uma questão niilista, é uma questão física-astronômica). O nada é um lugar para ser ocupado. Quando conjugado numa parte do todo, é relativo ao que se quer ocupar nele. Mas quando por fora do todo, como lugar ocupado por este, que nele se encaixa; é absoluto.
É porque o nada existe que o todo existe. pode-se dizer que é porque o todo existe que o nada existe. Porém, onde se encaixaria o todo sem o nada? Num pensamento oposto: o nada pode existir sem o todo. Porém, o todo existe. E, afirmando o todo; está o movimento (não se pode dizer com certeza, em cosmologia, se este é possibilitado pelas forças, ou se as forças são possibilitadas por este: o que parece; é que as forças possibilitam o seu acontecimento - que por sua vez, possibilita o acontecimento das forças) - e este; o movimento, possibilitando o tempo e o espaço e o fluir das coisas.
- Então, vamos reivindicar as medidas do tempo, que na verdade, são do movimento... e deste, foram roubadas - por enganos - mas foram!
E com efeito, se formos em pensamento um pouco mais longe em profundidade, em busca de justiça, vamos perceber também, que temos o direito de reivindicar as medidas do espaço, pois também estas, foram usurpadas do movimento, pois são propriedades legítimas deste último, pelo menos, é o que a razão nos diz.
Se alguém disse algum dia, que tal coisa, ou tal lugar estava a tantos passos de distancia, foi do movimento que ele serviu-se para taxar tal sentença, e não do espaço.
Tentar negar a existência do tempo, não nos parece estranho / não é difícil encontrar alguém tentando fazê-lo. Porém, tentar negar a existência do espaço, parece loucura extrema. Seria o mesmo que, nos tempos de Santo Agostinho - sem nem uma evidencias - negar que, o Sol gira em torno da terra:" Diriam: - "Pois é visível - não vê quem não quer - qualquer um pode perceber que o Sol gira em torno da terra, como negar?
O mesmo se dá com o espaço, pois este está aí, podemos vê-lo, tocá-lo, ocupá-lo, percorrê-lo, navegá-lo, medi-lo, como negar então sua existência?
No entanto, se lhe tirarmos todo e qualquer movimento, o que então lhe sobra? Não nos parece que, não sobra nada?
Podemos inverter a ideia, e tentar privar o movimento, do espaço. Nos parece num primeiro momento que a ausência do espaço o anularia. Mas, possivelmente de pois de um tempo o movimento ressurgiria e o criaria novamente.
Podemos inverter a ideia, e tentar privar o movimento, do espaço. Nos parece num primeiro momento que a ausência do espaço o anularia. Mas, possivelmente de pois de um tempo o movimento ressurgiria e o criaria novamente.
Podemos recorrer a força, para negar o movimento. O problema é o seguinte: Quem criou um, quem criou o outro? De onde veio um, de onde veio o outro? Se a força criou o movimento, de onde veio a força? Se o movimento criou a força, de onde veio o movimento? É provável que, ambos sejam a mesma coisa.
Mas, embora este seja um grande motivo, o qual lhe dispensaremos atenção, nosso motivo maior aqui é outro.
Em frente! Posso dizer que, sem o espaço, ou o tempo, o movimento não seria possível. Mas, é sensato lembrar que, os dois primeiros são efeitos provocados por este último - posso dizer também, e categoricamente que; sem o movimento, o espaço e o tempo, não existem jamais.
O movimento, é a razão do espaço e do tempo serem possíveis.” É ele que parteja estes dois e lhes dá sentido. E como o tempo, o próprio espaço pode ser um equivoco humano, pois não é possível justifica-los se não houver o movimento revelando-os em todos os sentidos dimensionais. Com o espaço podemos saber das distancias, das áreas, dos volumes, das quantidades, das qualidades, densidades, rarefação...segundo suas relações com o movimento. Com o tempo, segundo suas relações com o movimento, podemos lhes dar seqüência ondular, intensidade, duração, intermitência, brevidade, eternidade ... e vice versa para cada um deles. Porém, sem o movimento, não se pode falar de espaço e tempo.
Com o movimento, é que os entes; a energia a matéria, fluem com intensidade e força, e emanam-se interagindo pelo cosmos, segundo suas constantes, ou inconstantes, aceleração positiva, ou negativa, e com eles; o tempo e o espaço acontecem e fluem.
É possível que, tudo o que existe a o nosso redor, e do qual podemos nos valer, seja o movimento, ou causa dele, nada mais.
Heráclito não jogou palavras a o vento. E Empédocles não as endossou em vão.
Se um dia podemos fundar o stádium para com ele, Erastóstenes calcular a circunferência da terra, foi a cada movimento de um passo. Se alguém dividiu o caminho circular do ponteiro do relógio em doze partes iguais, para dividir o dia em vinte e quatro horas, o que fez, foi a divisão do movimento da terra em vinte e quatro partes (gomos) iguais em relação a o seu eixo, de quinze graus do arco cada uma, e que, cada uma delas em movimento é que, produzia uma hora.
Por tanto; Podemos dizer com tranqüilidade que; -Um dia é produzido por um movimento completo da terra ao redor de si mesma, e não que; a terra sirva-se de um dia para fazer este movimento. E que, um ano, é produzido por um movimento completo da terra ao redor do sol, ou a grosso modo; produzido por trezentos e sessenta e cinco movimentos ao redor de si mesma. E não que, a terra leve 365 dias para realizar este movimento. ( Simples, não! ). Então! E, tanto o movimento de um dia quanto de um ano, subdividindo-os, tanto podemos chamá-los de tempo quanto de espaço, em relação a o movimento constante ou não, de qualquer coisa que se conhece. (há uma semana de caminhada, há um dia a cavalo, há uma hora de carro, e claro, há um ano luz).
Mas seja o tempo, uma possibilidade do movimento, uma criação da natureza, ou uma produção humana, jamais poderemos nos apartar dele. Se perguntarmos qual a idade da terra, a resposta tanto pode ser; Cerca de 4,5 bilhões de anos, quanto; Cerca de 4,5 bilhões de movimentos orbitais, que é o seu movimento a o redor do Sol. Ambas estariam certas. Embora, possa-se apontar diferenças históricas entre uma e outra. Mas estas diferenças são intrínsecas do movimento e de suas relações com o tempo e o espaço que ele mesmo produz. Porém, se com rigor dissermos que os quatro bilhões e meios de anos se referem a o movimento atual da terra o que seria mais querente; então teremos que parar, repensar, discutir... para melhor nos entender mas, ainda assim a prima referencia será o movimento, depois suas relações com o tempo e o espaço, que o próprio produziu. Pois os 4,5 bilhões de anos que a ciência se refere, quer queira - quer não queira; é “absolutamente” relativo a o movimento e, pelo que se sabe, os movimentos da terra, tanto de translação, quanto o de rotação; foi mudando com o passar do tempo e, a quatro bilhões de anos atrás, eram bem diferentes do que é hoje. Se em seus primórdios a terra produzia 30 ou 40 dias em sua translação, ou se hoje produz 365 dias, não importa, os 4,5 bilhões de anos que a ciência alega que aterra tem, obrigatoriamente tem que ser relativos a o movimento de nosso planeta a o longo da trajetória do sol.
No caso do espaço, embora a primeira vista incômodo, podemos medi-lo com o movimento também. A rigor; cada ação de um passo, de uma braça, de um palmo, cada virada de metro, estendida de trena; é um movimento. Mesmo os recursos da trigonometria; em cada ação entre distancias e ângulos, acontece e encontra sua legitimidade no movimento. Pois a o produzir um dia, ou um ano no espaço; são determinadas distancias que o movimento produz, que podem ser divididas e subdivididas.
(- Não estamos propondo mudar. Estamos apenas mostrando que o movimento, pode muito bem declarar-se, fazer se entender, explicar-se em transcendência, com total independência do tempo e do espaço. Quando Kant afirmou que a estética transcendental não reunia mais que o espaço e o tempo, mas que o movimento, embora não fazendo parte dela, reunia estes dois elementos; “na verdade, entre ondas e vagas, mostrou o caminho das pedras”. É ele; o movimento, que é de fato estético transcendente. É o movimento que, permite a o espaço e o tempo acontecerem e transcenderem na percepção humana). Se espaço e tempo são a síntese de si mesmos; o movimento, a saber, além de ser a síntese de si mesmo, por natureza, de uma só vez é a síntese deste dois: o tempo e o espaço.
Se multiplicarmos o diâmetro da terra pelo numero PI temos uma distancia de um movimento ao redor de si mesma. E, então podemos dizer; A tantos MRT; Movimentos de rotação da terra, como unidade de movimento, de distancia, ou de tempo.
Se multiplicarmos 300 milhões de km pelo numero PI, teremos a distância de um MTT: Movimento de translação da terra, que pode traduzir-se com segurança, como unidade de espaço ou tempo também. Se medirmos a quantidade de movimento de rotação que a terra faz para atingir um movimento em volta do sol, e ao mesmo tempo explicar este movimento; Dizendo: - “O movimento faz a terra dar trezentos e sessenta e cinco voltas a o redor de si mesma (MRT), rodando 14.611.013 Km, para percorrer uma extensão de 942.477.796 Km, para que aconteça a translação ao redor do sol (MTT), na relação de 1/64,5 que, por sua vez produz um ano”. Ou então, o movimento faz terra dar uma volta a seu redor, que produz um dia, que dividido em 24 partes de 15º graus do arco cada uma, produz uma hora, com a extensão de 1.667,92 Km que, divididas em 60 partes de 0,25 minutos do grau com 27,79 Km de extensão , cada uma produz um minuto de tempo. E assim por diante...
-Então...! -Teremos aí o que tanto buscamos: Números explicando o movimento ocupando o próprio movimento, e por conseguinte, o tempo e o espaço. Assim como o espaço ocupando o próprio espaço o tempo e o movimento. E, o tempo ocupando o próprio tempo, o espaço e o movimento, em interação sincronizada. Mas precisamos admitir, embora os outros dois prestem-se para o papel, a saber espaço e tempo, dos três: espaço, tempo e movimento; somente o movimento, com legitimidade, além de ser síntese de si mesmo, pode reunir a si, espaço e tempo e representá-los com sigo de uma só vez como síntese. Pois foi a partir do movimento da natureza e do homem, que surgiu a noção de espaço e tempo. Do movimento humano na natureza, desde os sentidos a os passos, ainda na primitividade deste, nasceu no homem a noção e o conceito de espaço. Do movimento da natureza em relação a ela mesmo, surgiu no homem, a noção e o conceito de tempo. (Se a velocidade da luz fosse expressada em movimento inconstante, ou em aceleração positiva, ou negativa, tudo estaria complicado. Nem inverso do quadrado, nem do semiquadrado, nem do cubo, nem do semi-cubo da distancia serviriam para medi-la. A matemática seria outra. Pois é o movimento que decide. Por isto é que, embora aposte no inverso do semi-cubo da distancia para medir as relações diretas entre a luz e a gravidade, defendo um melhor conhecimento sobre a velocidade da gravidade, baseado em vários pontos diferentes em uma mesma trajetória para que certifique-se se é constante ou não, e qual sua real velocidade. Isto, para lhe aplicar uma equação que a relacione diretamente com o espaço-tempo-movimento).
A possibilidade de independência do movimento, hoje se faz tão clara que, se usássemos o arco descrevendo a tangencia; curvas de latitude e longitude do planeta terra, nos tornaríamos independentes das medidas de tempo e de espaço, precisando apenas ter noção de movimento, para nos deslocarmos. Mesmo que o nosso movimento se deslocasse contrário a o movimento da Terra.
Os Cartógrafos já fizeram algo aproximado, quando esquadrinharam a terra em graus de latitude e longitude. Esta arte, nada mais foi, do que unir o tempo o espaço e o movimento. Compreendendo-se um, compreende-se os demais, claro, desde que o movimento seja independente a ponto de explicar-se, e explica-los, a saber espaço e tempo.
E, assim seria para medidas de pesos também. por que não; em vez de três quilos: o movimento tal no ponteiro da balança, marcando o deslocamento do produto em direção ao centro da Terra. É também uma questão de linguagem.
Aterrissando! -Quando nos referimos a perímetro, área ou volume espacial. Não se trata da ocupação pelo espaço. Mas, de ocupação das dimensões do espaço no próprio espaço. De perímetro, área, ou volume temporal, também, não se trata da ocupação causada pelo tempo, mas da ocupação das possíveis dimensões do tempo no próprio tempo e, interagindo com o espaço. E, assim devem ser a (as) dimensão (ões) do movimento; Deve, (devem) como legitima (as) que é (que são ); ocupar o próprio movimento. Para que possa interagir com sigo mesmo, com o tempo e o espaço; conceber-se e concebe-los.
E assim, como o tempo e o espaço explicam-se, e o explica; o movimento possa por si só, explicar-se e explica-los. Ex; em Novo Hamburgo, moro a um espaço de cerca de 4 quadras estáticas, ou a um tempo circulante de cerca de 8 minutos, ou a um movimento de uma caminhada de cerca de 600 passos da rodoviária: Um explica o outro. “O bom costume”, nos faz ter uma noção muito aproximada do que significa a extensão: cerca de 4 quadras em relação ao nosso movimento. E, por conseguinte também; o que significa o tempo de oito minutos relativos a o nosso movimento. Mas, o mau costume em relação ao movimento, e a nos mesmos, nos obscurece a noção do que significa o movimento de 600, 1.000, 10.000 passos, em relação a o espaço e o tempo. Não se sabe em números aproximados quantas quadras, e em que tempo, cada um de nós em relação a o nosso ritmo, e a nossos passos, percorremos com eles. Ex; ( Se tu, com 100 movimentos dos teus passos, percorre em tal tempo, tal distancia; com 100 movimento dos meus, devo percorrer em tal tempo, tal distancia). Isto, para a singularidade das relações humanas. Mas, tem o movimento dentro do movimento, e a criatura deverá levar em consideração, além da extensão de seus passos, o tempo de um após o outro, e também as relações de si com sigo mesmo . Porém, esta ação, mesmo na relação com o espaço e o tempo, não será apartada do movimento. Se se apartar, não poderá acontecer.
Estes três campos dimensionais; O espaço, o tempo, e o movimento; Existem para ocupar e serem ocupados. Para interagirem entre si e agirem independente, claro matematicamente; o espaço e o tempo possivelmente nada mais sejam que, subdivisões do movimento. O que nos dificulta é a confusão que fazemos entre o espaço-tempo-movimento e o nada absoluto onde o todo relativo acontece. O nada, aquele que existe, por que não existe. E, não existe, para que o todo que existe por que existi, possa existir. Pois é este ultimo que como ocupante, é engendrado em espaço e tempo, pelo próprio movimento, e mais; por tudo que conhecemos, e que jamais supomos conhecer.
DIVAGANDO II
“Já li artigos desdenhando Arquimedes, insinuando primariedade em Euclides e culpando Aristóteles, pela humanidade ter permanecido tanto tempo estagnada na física astronômica. Os três velhos sábios como tantos outros de suas respectivas épocas, fizeram mais do que estava a o alcance em seu tempo e, só devemos agradecê-los.’’ E, se depois deles em vez de avançar, por toda a idade média preferimos nos sentar a sombra das frondosas árvores do saber, plantadas por sábios antigos, ou até mesmo esquece-las; a responsabilidade dessa relativa morte da ciência, foi pura e exclusivamente nossa. (E não me venha tirando o corpo fora, e fazendo a surrada pergunta: - Nós quem?). Pois, quando digo nós, digo de verdade. Me refiro a humanidade e suas interações com a história, em todos os sentidos em si mesma. Se estivéssemos lá, com certeza estávamos entranhados do mesmo sossego. E não foi culpa disso, daquilo, ou deste, ou daquele outro. Pois se tivesse realmente havido disposição para avançar, ninguém, nem nada seguraria.
Por outro lado... - É que a humanidade avança assim mesmo; em espirito coletivo; suedeÿdo-ÿe e cuÿturÿs e crenças, que acabam dominando ou sendo dominadas umas pelas outras por longos períodos ao sabor das circunstancias a favor ou não; Cansados nos sentamos para descansar, enquanto um outro modo de ver a vida, domina e avança. Descansamos, levantamos, nos pusemos em caminhada novamente, e reconquistamos o “nosso” movimento- espaço-tempo histórico enquanto espírito coletivo.
Há de se pensar também que, nos falta um pouco de humildade enquanto civilização ocidental; quando reclamamos que estivemos por tantos séculos estagnados, por culpa disso ou da quilo, ou desse ou daquele outro.
É o mesmo que, querer nos comparar com aqueles povos da velha Grécia. Na verdade, estes cerca de 1.500 anos que reclamamos que estivemos estagnados nas áreas das ciências, se pensarmos bem, não temos direito a reclamar. Pois este foi mais ou menos o tempo que aquela enigmática Grécia, esteve a frente de seu próprio tempo. Quer dizer; foi preciso cerca de dois mil anos para que os alcançássemos. E, cerca de 2.000 anos depois, “de todo o processo”, ainda não os ultrapassamos de todo. (Não confundir quantidade com qualidade em relação a era de sua existência). Esta é a simples realidade.
-Às vezes perco o sono, me perguntando sobre o que se perdeu deste maravilhoso mundo antigo. É possível que por ocorrência de guerras e invasões e depois com a aproximação dos cristãos; bibliotecas particulares inteiras (pequenas, ou grandes) tenham sido guardadas, segredadas, e em seus esconderijos ainda permaneçam. Talvez lá estejam em sua integralidade os sonhados livros dos Pré-Socráticos.
Muito bem! Providente lembrança! - Mas, vamos em frente, e continuar a examinar o movimento! Para Kant; “O sistema solar surgiu de uma nuvem de gás e poeira e, para que surgisse, esta nuvem precisou começar a girar a o redor de si mesma”. Se, ouve uma nuvem é porque ouve deslocamento, aproximação... Se, ouve um começo de giro é porque estava em velocidade zero ao redor si mesma. Se, estava em velocidade zero de rotação, precisou que houvesse uma aceleração para que alcançasse a velocidade constante em que se encontra. Qual será o movimento que esta aceleração ocupou no próprio movimento? E por com seguinte; Qual o movimento que a velocidade constante esta ocupando neste próprio movimento. – ‘’Não esquecer! Pois este movimento como o espaço e o tempo e, tudo o que se sabe e o que se ignora saber, também ocupa o nada em absoluto. Por tanto, a ocupação pelo movimento no movimento é uma coisa, e a ocupação pelo movimento no nada em absoluto, é outra. Pois esta ultima, além do movimento, depende da interação dos três campos dimensionais; Movimento, espaço e tempo’’.-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
O movimento que ocupa o nada absoluto, é aquele que contém todos os seus movimentos em si. Ex; Todo o movimento da luz de uma estrela por toda a sua existência, contém todos os seus infinitos movimentos em si e interagindo com o tempo e o espaço e, como estes, está contido no nada absoluto. Assim como o tempo da luz desta estrela: este contém todos os seus infinitos tempos em si e interagindo com o movimento e o espaço, e está contido no nada absoluto. Da mesma forma o espaço: este contém todos os seus infinitos espaços em si, e interagindo com o movimento e o tempo, e está contido no nada absoluto.
Se não houvesse o nada absoluto, nada haveria; estaríamos emparedados no todo, e este já não seria relativo: sem espaço, sem tempo, sem movimento. E claro, sem o ser. Então sem sabedor, tudo estaria apagado em absoluto.
O movimento e o universo
Segundo Nietzsche, por Valadão; descrevendo Anaxágoras: - O movimento tão logo é eterno, ele já teria de estar determinado a uma eternidade por esta finalidade, e então, não poderia haver um momento o qual faltasse o movimento - Nietzsche - A Filosofia Na Era Trágica Dos Gregos - Pg. 135 - 136 - LPM)
“O Big Bang realmente aconteceu? As observações sustentam a idéia , mas isso significa apenas que a teoria é viável e não uma verdade absoluta. - Planeta – Edição 430 - Julho 2008 – Pg. 56”
- Estudando o movimento, perguntas são inevitáveis. Para haver o Big-Bang segundo a teoria, embora infinitamente em deslocamento, não teria que haver um movimento infinito, e então a repentina explosão? O núcleo de onde surgiu o universo, pelo menos se deslocava, ou se deslocava girando pelo infinito, quando se deu o Big-Bang - não teria o Big Bang ocorrido de uma centrifugação pelo fato da estrutura do núcleo não suportar a taxa de rotação sobre si mesma? Mas estas questões embora relevantes, apenas ajudam a nos levar a o destino onde queremos chegar.
Bomprováveis tempos que foi uma colossal nuvem de poeira, também esteve, para depois então começar a girar e a se aglutinar e se formar, o que nos sugestiona que as estrelas as galáxias e “o-s próprio-s universo-s” se formam da pulverização a o infinito, de tudo que estava contido em um ponto singular. (É das possibilidades - entre outras). Por conseguinte, segundo as afirmações; não podemos deixar de pensar que o nosso universo quando pulverizado, embora em deslocamento pelo infinito, se na ascendência não curvou como uma parábola e entro em descendência, possivelmente também esteve em repouso absoluto de seu giro sobre si mesmo; pelo menos é o que sugerem as probabilidades. E, se o movimento, pelo menos giratório, esteve em repouso, ou curvou em parábola / o espaço e o tempo também estiveram em repouso, ou curvaram em parábola, em volta de si mesmos, embora se deslocando pelo infinito.
Então vamos nos perguntar! Vamos nos perguntar contrariando a mão dogmática que nos orienta!
“Será que o começo de tudo não foi o inverso? Não teria surgido o universo da mais fina e inconcebível energia, que muito depois de originada pelo Big-Bang, e de ter se espraiado para muito distante do local da explosão, para os confins de si mesma, mesmo se deslocando pelo infinito, e de volta, depois de tudo quieto, acordou-se do torpor, ou em parábola declinou-se, e das bordas do universo infinitamente rarefeito, em movimento descendente está de regresso a o grande atrator, transformando-se em partículas, depois em poeira, formando grandes nuvens que se fracionou em formações de Estrelas, Galáxias e originando este universo?” (Do o que conhecemos sobre física, nos diz que, da explosão, além do núcleo que escora o coice; surge a desintegração de tudo, e atrás de si o vácuo / logo depois, ha o regresso - as coisas começam a se reintegrar novamente ocupando o vazio que ficou - logo; o universo não poderia ter surgido diretamente dos efeitos destruidores ao espraiar-se, pulverizando-se de uma explosão - e sim, ao regressar das ondas - dos efeitos reconstrutores pela natureza de volta ocupando o vazio, reintegrando a desintegração, reordenando o caos causado pelo Big-Bang)
Mas então precisamos admitir que o universo já se expandiu até onde tinha que se expandir. E, que na verdade, de regresso está se aglutinando de novo. Uma verdadeira negação a nossa literatura astrofísica moderna. Mas é a visão mais coerente que podemos ter. Mesmo depondo contra homens, de olhos apontados para o céu e armados com gigantescos telescópios.
Se estamos nos aproximando do grande atrator - e se dividirmos em três estágios esta aproximação; As galáxias que vão na frente, devem estar mais concentradas, e tem velocidade maior por estarem mais próximas da fonte atratora. As que vão a meio caminho, tem velocidade média em relações as da dianteira, e as da traseira, e concentração média. E as que vão à traseira, tem velocidade menor por estarem mais distante da fonte “atratora”, e estão em si, em concentração menor. Por tanto, as galáxias dianteiras se afastam em aceleração positiva das que vão a meio caminho e, estas por sua vez, se afastam também em aceleração positiva das retardatárias. Quem vai embarcado em uma das galáxias de meio caminho andado, se olhar com seu telescópio para um lado no céu, verá as galáxias se afastando, e se virar o telescópio para o lado oposto, surpreendentemente as verá se afastando também. As galáxias da ponta deverão ter grande velocidade de deslocamento em relação às do meio. As que vêm depois, baixa velocidade em relação a estas do meio, coincidentemente também. Porém a mesma aceleração constante. Mas surgem o problema das paralelas para uma visão por todos os lados. Mas como diferenciar?
Pois a ciência astrofísica não nos mostra este afastamento acontecendo em visão radial?
Cumprindo uma trajetória radial com o telescópio, o observador verá em posição paralela de ambos os lados, galáxias tanto convergindo, quanto divergindo de nossa posição, as que divergem em maior quantidade, porque paralelamente, as deixaremos para trás ou seremos deixados para trás por elas. Em uma ação radial em conjunto, também fica esta impressão de afastamento radial, quando que, na verdade o que acontece é uma aproximação radial de todas para um mesmo ponto. É claro que, neste caso também, a aproximação de Andrômeda deverá significar muito mais uma aproximação gravitacional do que, uma demonstração de tangencia de grau em relação ao centro do universo. Pois os distantes Quasares devem ser formados pela massa de mais de uma dezana, e em alguns casos, várias Galáxias que se entre atraíram e se aglomeraram ao longo da trajetória, como resultado da evolução em convergência a caminho da reciclagem no grande atrator; e de lá devem subir de volta na forma de uma energia infinitesimal. Pode-se dizer que, então as Galáxias devem ocorrer em maior proximidade uma das outras na direção do grande atrator, enquanto na direção oposta estão mais distante uma das outras. Se pelo menos mais do que 25 % delas no caso de um universo plano estão a nossa frente, pode-se dizer que sim. No caso de um universo Globular, bastam um pouco mais do que 12,5 % para se perceber que estão em maior quantidade em uma direção do que em outra. Mesmo o efeito Doppler-Fizeau, dificilmente solucionará este enigma geométrico que nos impõe o movimento. O que realmente está acontecendo?
Em uma edição de janeiro de 2004 de super interessante, por Flávio Dieguez, Pg 69 – “O Nada É Quase Tudo”. Nos diz o texto que, a matéria tal como conhecemos, representa cerca de 4 % do peso do universo, 23 % vem da matéria escura, e 73% do peso do universo vem do vazio (nada) / (melhor seria dizer que, 73% e constituído daquilo que a ciência desconhece). Porém é difícil entender que o que hora é chamado de nada, hora é chamado de vazio, tenha peso. A não ser o peso do recipiente - que recipiente - se o nada é nada em absoluto - e o todo é todo relativo - é claro que este tal vazio, de vazio não tem nada, na verdade faz parte do todo. Mas por outro lado, é fácil entender que quanto mais rarefeito, desde matéria a energia, mais precisa de espaço para atuar, e em contra partida, menos peso e mais força como expansão tem.
Se este tal vazio pesa 73 % de todo o universo, se está se expandindo, ou se aglutinando, depende da relação da rarefação que tem, com o espaço que ocupa, e a temperatura contida nele. No universo bolha, um mínimo crescimento de temperatura significa expansão. Porém, tudo depende do espaço disponível a este suposto vazio. Por exemplo, boa parte dos astros do universo estão em chamas, enchendo este estranho vazio de todo o tipo de energia, em todo o nível de rarefação, mais ou menos como as chamas de um motor enche um balão para se expandir e subir para atmosfera.
O rarefeito precisa de muito espaço. Sendo assim, o universo está em expansão, mas como força repulsora. No entanto, frente a os problemas que nos remete a natureza física de uma explosão, (a qual já vimos logo ai atrás) e a geometria angular do movimento, isto não passa de especulação.
Quanto ao peso do tal vazio; teríamos que descobrir em sua capacidade, se negativo ou positivo (se força para o centro, ou para a periferia). Por exemplo, o balão e a carga: - se supõe que uma determinada carga quando em terra; tenha peso positivo, calcando para o centro da terra, e que o balão que ira transporta-la tenha capacidade de produzir peso negativo, inversamente maior que o dela, aliviando-a para o espaço.
Segundo a lei de Hubble, que anuncia a relação entre a distancia e a velocidade das Galáxias; “quanto mais longe, maior sua velocidade de deslocamento”.
“Ao observarmos o universo, a expansão revela-se como confirmação da hipótese teórica de Alexander Friedmam. Matemático russo, primeiro a propor a expansão do universo com base na teoria da relatividade de Einstein. Gênios da Ciência – Scientifi Americam – Hawking – Quintessência - Pg 78”.
Nos “teoremas de singularidades”, demonstrados por Roger Penrose e Stephen Hawking; (O universo primitivo teria sido extraordinariamente denso e quente, esfriando paulatinamente devido a sua própria expansão o que permitiu a formação das galáxias as estrelas e da própria vida. – Do mesmo texto; Quintessência – Pg 76).
Porém, seguindo as leis destruidoras de uma explosão, e os ângulos das trajetórias geométricas do movimento; exigindo um pouco mais do pensamento e direcionando a imaginação para o outro lado do universo; podemos formar um exemplo que em lógica transcendental, tem tudo para expansão não se confirmar, e que depois dele, terá que ser exigido um pouco mais dos que defendem a confirmação da teoria da expansão acelerada. E pelo fato; se alcançarem a exigência, poderão deixa-la mais forte do que está. Porém, a frente vamos ver que, mesmo o efeito Doppler, a radiação de fundo, a matéria escura, observações de supernovas, não servirão para derrubar o exemplo com segurança absoluta.
Antes da alegoria que vamos fazer, vamos observar a idéia de esfriamento paulatino do universo em movimento, e em expansão formando galáxias estrelas e planetas a partir da origem em explosão, que ocorreu de um ponto infinitamente denso. A principio a idéia que podemos ter de uma explosão, é a desintegração de alguma coisa, pelo menos, relativamente integra. E o acontecimento a partir desta explosão, se dá em divergência em todas as direções. E o que avança evoluindo espaço afora a partir de um ponto, e de uma só vez; de forma global, espalha-se a o inverso do semi-cubo da distancia, e se deixar um oco repentino em seu lugar, então espalha-se, ainda assim em relação a o oco; ao semi cubo da distancia.
E isso se dá, segundo a espessura da parede do globo que cresce universo afora, em relação ao raio inicial que continha em si toda a matéria. Mesmo assim, algo que explode; não é passível de se entender, que se “reaglutine” mesmo que em partes, ainda em fuga sobre o efeito da explosão, rarefazendo-se espaço afora. Isto só é permitido de volta para casa. (...) estrelas e planetas, asteroides, meteoritos, e mesmo galáxias, su]‡em de +Seiras)QPois s‰ uma ca¢®a o eÞÈlodiu, esta por natureza é mais forte do que o elemento que o mantinha unido. Porém, vindo de Penrose e Hawking com base na relatividade de Einstein, é preciso agir com prudência. Com efeito, vamos ver que a formação de galáxias, estrelas e planetas e da própria vida, de um universo em direção contrária a da expansão, (aproximação) não é proibida se quer pela observação armada. Pois a o passo que, para nossos teóricos, o universo esfriou-se em expansão; pode muito bem no contra passo, estar se aglutinando, formando galáxias estrelas e planetas, e estar se aquecendo, de regresso para o grande atrator, e assim também; permitindo o surgimento da própria vida. No entanto, a radiaçaõ de fundo parece estável, em ruido e temperatura; mais de acordo com um universo se deslocando pelo infinito a girar em torno de um centro maior, do que em descontração, (expansão) ou em contração (aglutinação). E, a anisotropia; propriedade que se identifica o elemento segundo as direções tomadas como referenciais, já não não nos oferece respostas seguras como referencial de direção para nos dar as coordenadas, do que está realmente acontecendo com o universo em relação a o movimento.
Alegorias
- Vamos a algumas alegorias para ver até que ponto a teoria da expansão se confirma, e a o mesmo passo, nos depararmos com outra(as) possibilidade(es), surgindo, isto, numa investigação sobre as relações da geometria angular do movimento com a óptica, mesmo armada.
- Ex; -Três Naves, em velocidades diferentes, em posições diferente, na mesma trajetória, circundando Júpiter, buscam o mesmo destino: a grande mancha vermelha do Planeta; - A primeira; Nave A, a 10.000 km/ h, - A segunda; Nave B, a 7.500 km/h, - A terceira; Nave C, a 5.000 km/h. A primeira se afasta a 2.500 km/h da segunda Nave, e a segunda se afasta a 2.500 km/h da terceira Nave, e vice versa. O observador que viaja na segunda, verá tanto a primeira, quanto a terceira, se afastando em ambas direções de sua Nave; a qual ele vai embarcado, tendo a nítida impressão que as duas naves; a primeira e a terceira estão se afastando dele em ambas direções, embora estejam todas, viajando para o mesmo destino.
Mas que destino é este? Para uma expansão em direção a o infinito "aberto", ou para uma aglutinação em um ponto comum?
Vamos em frente!
Se houver mais duas, ou ainda mais trajetórias paralelas a esta, uma, ou mais de cada lado, afastadas na partida e, sentido radial na direção; todas convergindo para um ponto comum: a grande mancha vermelha de Júpiter; em cada uma delas, três Naves, ou mais distribuídas em igual condições a os da trajetória central: as segundas Naves de cada uma delas, serão vistas pelo observador da trajetória central, em rota de convergência com a segunda Nave da primeira trajetória central onde este vai embarcado. A terceiro Nave de cada uma das trajetórias, serão vistas se afastando pelos viajantes da segundo Nave da trajetória central. Por conseguinte, (as primeiras Naves das três trajetórias, por sua vez; também serão vistas se afastando da segunda nave da trajetória central, como se fosse em situação radial. Mas esta segunda Nave; assim como tem muitas Naves A, e Naves C, não é a única Nave B, pois a situação exemplificada nas três trilhas, pode se distribuir em toda a volta do ponto central, em distancias diferentes, e muitas Naves C, convergem para o mesmo ponto. E, a o mesmo passo todas as Naves B desta evolução radial, estarão a o centro das trajetórias, e verão a configuração em um sentido geral e radial se afastando como se o pequeno universo formado por elas estivesse em expansão. Embora todas as Naves tenham o mesmo ponto como destino - convergirem para a mancha vermelha. (É claro que o universo não é tão organizado assim. Por isso entre tantas, vê-se muitas galáxias em rota de convergência).
Porém, a cerca de 45º para cada lado de onde estamos na trajetória central em relação ao destino, fecha-se um círculo e as distancias em relação a curvatura de Júpiter, não nos deixam ver as outros Naves. (Isto em um universo globular - O que pode ser - pois por mais curvas que as radiações façam, sempre se mostrarão em linha reta revelando ilusoriamente um universo plano).
Para um observador atento; As Naves da dianteira mesmo se afastando longitudinalmente e se aproximando paralelamente como as da traseira, estarão mais próximas umas das outras, que as que voam a retaguarda. As Naves que voam em trajetória paralela, tanto de um lado quanto de outro, serão vistas se aproximando paralelamente e se afastando longitudinalmente, como se estivessem se espalhando pelo espaço. (Isto, se não houver quantidade maior de Naves na retaguarda. Claro, em nosso caso Galáxias). A relação das quantidades com o local do observador e as distancias percorridas é que decidem, por exemplo, mas como saber? A aglutinação do universo em relação ao seu tempo de duração pode estar apenas começando, então temos uma quantidade maior de galáxias a nossa retaguarda, o que nos dificulta até mesmo dizer para que lado estamos indo. Se o Big-Bem foi tão poderoso assim, porque permite Andrômeda e Via-Láctea estarem em rota de convergência? Por que este paradoxo - formar galaxia em pleno efeito da explosão. Podemos dizer que se formaram, e por estarem próximas estão se atraindo, mas então podemos perguntar: - em expansão, ou de regresso? Andrômeda e Via-láctea nos sugerem uma atração gravitacional, porém junto a isto, deixa clara especulação sobre, suas formações, e suas direções. Se o universo está em expansão (inflando como um balão - `o tecido do universo se expandindo, afastando as galaxias umas das outras`), por que há nele galaxias em rota de convergência? - "Ah, há rugosidades no universo... Pois é, o balão etá se enchendo! - Mas, e se as minhocas com seus buracos furarem ele"? _ Bom, a terra já esteve sob o casco de uma tartaruga, e nem por isso submergiu".
Voltando a alegoria!
-Se este processo for feito por grupos de Naves em vez de uma por vez, as veremos como efeito nos agrupamentos, sofrendo os mesmos efeitos que no primeiro caso. Porém, em relação a os grupos.
As distancia das que vão a frente, cressem exponencialmente em relação as que vão a média distancia, de uma posição para a outra. Das que vão a traz, as distancias de uma para outra; crescem exponencialmente em relação as de media distancias. As que vão a meio caminho, em relação a todos os sentidos e direções, exponencialmente as distancias cressem. A convergência para um mesmo ponto, pode ser disfarçada pelo afastamento em velocidade maior das Naves da vanguarda, confundindo-as com as de retaguarda, que vão em velocidade menor, mas ambas sobre o efeito da mesma aceleração. Isso deve se dar relativamente, em relação todas as naves, pois em se tratando do imensurável, no caso das Galáxias, ou quase isso, cada uma delas deve ser a nave do meio, e tanto à direita quanto à esquerda, quanto à frente quanto à trás, da mesma forma que acima ou abaixo, da posição onde se encontra "esta uma", o movimento e o tempo parecerão estar agindo em afastamento do local, deixando-a isolada. Deixando-as todas em relativa posição de igualdade em relação a o afastamento, as distancias o tempo e o movimento de cada uma delas. E assim, vendo-as em expansão, mesmo em resposta sinalizadas por radiações de fundo, por declinação da luz para o vermelho, quando na verdade, estão se aproximando de um ponto comum: o grande atrator.
A própria constante de Hubble: relação linear da distancia das galáxias até a terra, e a velocidade com que elas se afastam de nós, e uma das outras (71 Km/s) - aqui, tanto serve para Hubble comprovar os seus achados no céu, quanto serve para negá-los, ou pelo menos, para jogá-lo em profunda dúvida: Se a constante comprova que as Galáxias estão se afastando em uma aceleração de 71 Km/s em relação as distancias e a nós / Como negar o contrário: - que as galáxias estão se aproximando do grande atrator em aceleração de 71 km/s - se esta aceleração em direção a um lugar comum, também as afasta umas das outras: quanto mais perto do ponto atrator, mais velozes / quanto mais distantes menos velozes, porém, igualmente se afastam entre si, no caso, a 71 km/s. (Com certeza neste caso, a atração começa por poucas galáxias, depois vai crescendo: vanguarda um numero menor - guarda, um número médio - retaguarda um número maior). Sendo assim, as ilusões de óptica se confirmam por todo o lado no céu, para aquele observador que mora em uma galáxia a meio caminho andado.
A teoria do afastamento embora tenha sua força, vai de encontro a um princípio básico: o que é oriundo como efeito / de uma explosão como causa: tende a se desintegrar, e se houver forças pressionando, ou atraindo, depois de atingir o limite, tende a regressar e a se integrar. A ciência nos diz que o centro do universo está em todo o lugar, porque o imagina como um balão crescente; cuja as galáxias em suas projeções gráficas, estão na superfície. Mesmo que foce um balão crescente - assim como como a ciência descreve - se estivéssemos mergulhando o, em em aceleração em direção a o seu centro -ainda assim veríamos galáxias se distanciando umas das outras: as da frente em alta aceleração - às do meio, em media aceleração - e as da periferia se movimentando para o mergulho, em baixa aceleração. (Muito provavelmente as super novas depois de um longo tempo começam a atrair seus destroços, gases e poeiras, e a través deles recomeça uma nova estrela a partir do mesmo núcleo que originou a explosão), só se comprova em absoluto - se se comprovar que o centro do universo: onde aconteceu o Big- Bang ( seria uma aberração) foi, no local onde se encontra nossa galáxia, ou pelo menos nas proximidades: o que seria um paradoxo colossal. Se assim for, então temos razão de estar avistando galáxias se afastando de nós, e umas das outras, para todos os lados em posição radial, como se nós estivéssemos a o centro: afirmar que em qualquer galáxia que estivermos, veremos o universo em expansão, não é uma heresia, pois esta afirmativa, também vem a o encontro de nossas especulações, mas é quase impossível não acreditar num universo se reintegrando, formando galáxia de volta para o centro, ou a girar a o redor de um centro ainda maior. Em contra partida, insisto: as possibilidades estão abertas.
Por outro lado, uma coisa nos intriga: - a constante de Hubble foi descoberta por ele a cerca de 80 anos. Então, vem uma pergunta maravilhosa para quem aposta que há coisas mais velozes que a constante da luz no universo: Estas Galáxias que se afastam umas das outras a uma aceleração constante de 71 Km/s (se em cerca de um ano se alcança a velocidade da luz em uma aceleração constante de 10 m /s), a que velocidade estaria agora, tal afastamento?
-Teríamos como resposta acadêmica, com toda a garantia, esta resposta: - "Não são as galáxias que estão se afastando, mas o espaço entre elas que está em expansão". Perceberão a linda e convincente defesa do dogma, blindada por uma afirmativa da inteligência relativa-quântica; caladora de qualquer esboço de outras respostas e opiniões: (se esta aceleração constante ao decorrer do longo do tempo; pode vir a mostrar as galáxias mais velozes que a luz - cuja lei da ciência moderna diz que, nada pode ser mais rápido - "então é concebido, criado um modo clássico e irrefutável de dizer que, é o espaço que está em expansão entre as galáxias / não, as galáxias afastando-se umas da outras: consciente, ou inconsciente, há uma defesa inteligente, e organizada).
No entanto, fica mais uma pergunta: A que velocidade nestas lonjuras, o espaço está se expandindo? Para se chegar a velocidade da luz, em um ano; basta uma aceleração constante de cerca de 9.8 m/s².
No site: www.if.ufrgs.br, lê-se que, não interessa qual seja a galáxia de referencia, se lá estivermos, veremos todas as galáxias se afastando com velocidades proporcionais as suas distancias. a expansão não tem centro - todas as distancias aumentam pelo mesmo fator, e qualquer observador, em qualquer galáxias vê o mesmo afastamento. Esta afirmação espelhada em Friedman - Lemaitre - Robertson - Walker: procura descrever o universo como balão, e embora no mesmo texto contraditoriamente fale em galáxias se afastando, na realidade procuram descrever o espaço se expandindo, como se as galáxias estivessem em uma espécie de repouso, quietas, enquanto o espaço se expande a o redor, afastando umas das outras. Não é diferente do que vimos na alegoria em Júpiter.
A Expansão métrica do universo de Friedman - Lemaitre - Robertson - Walker: Onde o espaço-tempo é descrito por um tensor métrico: alusão quântica a o próprio metro, e não à métrica: que tenta projetar o expansionismo, possibilitando sua extensão de acordo com o lugar, ou distancias onde se encontram no universo, isto é; explica que: não são os objetos que se movem, mas sim, o espaço que se expande entre eles. Na verdade, se se desprendermos, também nos leva a supor outras ideias - pode nada mais ser que, o velho, simples, bom e fiel movimento fluindo em relação a o espaço, o tempo, os objetos, e as forças do universo, sem se importar com limites de velocidades estabelecidos pela raça humana. Este, numa relação direta com o espaço e o tempo percorridos, tanto pode mostrar que afastamento em uma aceleração constante tanto pode se dar em um universo em expansão: (quanto mais próximo das bordas: mesma aceleração constante, porém mais veloz e mais distante umas das outras ). E, da mesma forma, pode se dar em um universo em contração: (quanto mais próximo do centro, mesma aceleração constante, porém, também mais veloz e mais distante umas das outras ). Tal como também em um universo com as galáxias girando em torno de um grande centro, (assim como as estrelas em torno de um centro galáctico), isto é; se em uma órbita elíptica, terá que haver um momento em que a maioria das galáxias depois de um certo alinhamento, entram em desalinhamento, afastando-se umas da outras. Uma constante de afastamento poderá haver, a o desalinharem-se / assim como uma aproximação a o alinhar-se: esta possibilidade está na lei das áreas de Kepler: Os corpos descrevem áreas iguais em tempos iguais. em relação as distancias que se encontram do corpo central.
Outras hipóteses que, a o mesmo tempo que vão de encontro às nossas idéias, também acabam por ir a o encontro das mesmas;
1)- Mesmo a orientação pelo brilho das super-novas do tipo 1 A de galáxias distantes / comparados com o brilho de super-novas equivalentes, (tipo 1 A) mas de galáxias próximas, se levarmos em conta as possibilidades quanto as disposições geométricas do movimento, e o efeito óptico que ela causa, não nos dá, e nem encontramos, a garantia que o universo está se expandindo.
2)- A energia escura, não se encontra nas proximidades da matéria, a não ser quando escapando dela. Todo o tipo de energia se encontra a caminho, ou no meio das imensidões das equidistâncias. E quanto mais pura mais depressa abandona as proximidades da matéria e mais se rarefaz nas distancias.
3)- È preciso lembrar que Einstein disse que energia tem peso: Que - qual energia? - De uma bateria carregada; energia química, claro! Aqui estamos falando de energia nuclear, que voa das fornalhas das estrelas, buscando liberdade em direção as equidistâncias; tanto a que se vê quanto a que não se pode ver. Esta energia não se dá muito bem com a matéria - e quanto mais pura ela for, mais ela se expanda universo afora em busca de liberdade. (É ela que mantém o equilibrio das estrelas não deixando-as que desabem sobre si mesmas). E , ocupa as pradarias das equidistâncias entre as galáxias, porque estes lugares são os mais abertos no universo: próprios para a energia se instalar. E Aqui surge um ponto contra as nossas indagações: Como o universo é uma fabrica constante de energia, é provável que, chega um momento que estes lugares abertos começam a ficar cheios de energia, e funcionam como pressão e reação para as galáxias se afastarem umas das outras / se empurrarem, se repelirem umas para longe das outras. É uma hipótese convincente para quem não está disposto a pensar! Mas para aquele que questiona; õe a cabeça para pensar; não indica o fim de nada, e nem aponta para a certeza absoluta, exatamente porque, há outras hipóteses tão belas e tão simples quanto esta. Por conseguinte, todas surgem, não como afirmação, nem como desmerecimento umas das outras, mas como possibilidades.
4)- Toda via, Se o universo é fechado com paredes como um balão, tal e qual alegam alguns cientistas, então temos que admitir: as galáxias ao produzirem energia, a o mesmo tempo que esta energia se rarefaz, pressiona o universo e o faz inflar. Porém, não nos parece que o universo seja como um balão com as galáxias grudadas em suas paredes externas / parece sim, que as galáxias o ocupam por todo o interior, até a periferia. Mas, parecer não é ser. No entanto, há outros modo de ver o universo através do movimento - e muito mais harmonioso do que galáxias em expansão, ou em contração - e este também comporta como efeito óptico, galáxias em afastamento, mas só como efeito óptico... porque, tudo não passa de momento cósmico.
As probabilidades estão abertas. No entanto, é muito difícil refutar em território acadêmico a ideia de um universo em expansão. E mais difícil se torna ainda, se se cair na audácia de se afirmar que a própria luz pode bater em muitas vezes sua própria constante de 300.000 Km/s conhecida pelos humanos no vácuo no interior do sistema solar.
As dificuldades de refutações são imensas, por que as afirmações da física moderna que defendem um espaço em expansão, são blindadas pela moral da relatividade, e da física quântica - por isto, aqui, tratamos deste assunto / não pela quântica focada em números em busca de uma probabilidade como resposta / mas pela quântica focada nas palavras em busca de possíveis probabilidades. Estas, sem anular a ideia vigente, mas mostrando que se ela não é menos / não é mais segura que as novas ideias que surgem.
Tudo o que conhecemos em relação as causas sobre a luz; são as coisas que acontecem no quintal do reino solar, como efeito: sua velocidade no diamante, na água, no ar, no vácuo do sistema solar vindo de outras estrelas e galáxias. Para além das fronteiras do Sol, pouco, ou nada sabemos sobre a velocidade da luz, e suas relações com possíveis tipos diferentes de espaços que surgem pela sua frente. E, aquele que nos ousar a dar resposta seria sobre coisas que acontecem com a luz além das fronteiras do Sol com as outras estrelas a este respeito, mesmo em ciência com a visão armada: no momento, não pode ir além de especulações. Pois são os mesmos que nos exigem ver para crer / então, estamos exigindo, ver para crer. Suas afirmações, seria o mesmo que um ser inteligente que, vive a baixo de 300 m de profundidade no mar, e daí nunca saiu; querer nos dar aulas sobre a velocidade da luz no ar. O espaço profundo entre as galáxias, e mesmo entre as estrelas, nos é desconhecido em sua essência.
No entanto, as especulações não podem parar: se pensarmos um pouco mais, não é de nos pegarmos intuindo, pensando, supondo, que o vácuo nas equidistâncias entre as galáxias; seja possivelmente; infinitamente mais rarefeito que no espaço interior do sistema solar? Se é mais rarefeito; sabendo-se que na água a luz é mais veloz que no diamante / e que no ar é mais veloz que na água / e que no vácuo, ainda que ligeiramente, é mais velos que no ar: - a o recorrermos a lógica, não nos parece que o espaço nestas lonjuras entre as galáxias, seja muito mais rarefeito que nos espaços entre as estrelas, e este ultimo, muto mais rarefeito que no interior do sistema solar? / e sendo assim: profundamente mais rarefeito, não é de se supor que estaria a luz aí, quebrando a sua própria constante?
É possível que, dada a imensidão, diante da pequenez do homem, mesmo um universo globular convergindo-se sobre si mesmo, seja impossível de se diferencia-lo com absoluta certeza, de um universo em expansão, ou equilibrado girando em torno de seu centro. Vive-se a dizer que, quanto mais o universo se expande, mais distantes as galáxias estão de nós. Porém, examinando mais afundo as possibilidades do movimento em relação a óptica e sua geometria, a mesma coisa pode ser dita em relação a uma possível aglutinação do universo; que vindo de todos os lados dos confins da imensidão / acelera-se em direção a um mesmo ponto.
Neste caso é provável que, a radiação fóssil, que alega-se ser do inicio do universo / não seja de um começo repentino, absoluto, mas de um constante recomeço, fruto de uma reciclagem constante na fornalha do grande atrator. Este, transforma matéria em energia, esta, sobe para as bordas do universo, e de lá desce a os poucos transformando-se em matéria novamente.
Ou então, a explosão inicial, e só a estamos detectando porque estamos de regresso, pois assim como uma boa explosão aqui na terra as coisas desintegram-se mais rápidas que o próprio som da explosão / a matéria no Big-Bang pode ter desintegrado-se mais rápido que a radiação produzida por ela, e só agora de regresso podemos a detectar. Como não pensar assim, de uma força que desintegrou algo, que por sua vez, detinha forças para aprisionar a própria luz?
Portanto, há probabilidade que o repouso da expansão, pelo menos, "relativamente absoluto", como uma pedra que atira-se para cima com velocidade insuficiente para escapar da gravidade; para e retorna; seja uma dimensão possível, uma espécie de um longo movimento-torpor do espaço-tempo-movimento, para depois então o retorno. E aconteceu a o universo completar sua expansão, e durou em lentidão; um tempo imensurável. (É o outro lado do cosmos. De um lado, estaríamos emparedados no todo: a contração relativa. Do outro, sequer poeira existiria: a expansão quântica, ou vice versa). Assim como um possível movimento absoluto, que acontece a o universo completar sua total aglutinação, culminando com o Big-Bang, e dura um tempo infinitesimal e derradeiro. (Não se esquecer; aqui já não é movimento de deslocamento e de rotação / mas de expansão e contração: - o propósito aqui não é afirmar verdades e sim, imaginar, encontrar e aprofundar dúvidas).
Agora, trecho da reportagem: (Velocidade Máxima de Flávio Dieguez – Super Interessante – ano 12 – Nº 6 - Junho – 1998 – Pg 40).
-Relatando os resultados das observações do astrofísico Mark Phillips e sua equipe do observatório de cerro tololo, Flávio Dieguez diz o seguinte; “Na primeira faze da investigação, o que os telescópios fizeram, foi abrir duas janelas no tempo. Em uma delas viam o espaço a 750 milhões de anos e na outra recuaram até 8,3 bilhões de anos atrás.
Na segunda faze do plano; medir a velocidade das Galáxias em cada época e comparar. Ficou claro que o universo, pouco a pouco, está apertando o passo. Está se acelerando, e tudo indica que a correria vai ficar gradativamente mais alucinante.”
– Perfeito! -Não tem como não concordar. Porém a pergunta permanece; -em que direção isto está ocorrendo, para fora ou para o centro? -Mais a frente vamos ver, que há outras possibilidades geométricas do movimento, que aí se encaixam e que; não há nada haver com expansão, ou contração.
Nesta mesma reportagem de Flávio Dieguez – Pg 40, o texto diz que; “os cientistas precisavam comparar a velocidade que as galáxias têm hoje, com a velocidade que as galáxias tinham há muitos bilhões de anos”. -Subentende-se no passado. – Mas que passado? –No universo temos três formas de passado; aquele que aconteceu no local de onde viemos. Aquele que aconteceu paralelo a o nosso. E, aquele que aconteceu no local para onde vamos. Todos sinalizados pela velocidade da luz. Mas como saber a o certo de onde viemos, e para onde vamos?
Este mesmo texto, em seu infográfico sugere um universo em expansão globular. É claro que, nesta descrição, as Galáxias mais rápidas vão na superfície do globo, expandindo-o. E, mesmo que seja globular, se o afastamento que identificamos nada mais é que o despencar das galáxias em aceleração para o centro deste globo em direção contrária do que se pensa; dependendo da quantidade que está despencando, a verdade pode ser o avesso do que acreditamos estar vendo. E mais; neste mesmo texto, segundo Flávio Dieguez; os cientistas sugerem 13,5 bilhões de anos para o universo considerando a distancia que nos chegam os sinais dos corpos de fundo. Deixando claro que estes sinais nos vêem do local do Big Bang. E que lá as Galáxias se deslocavam a 500 milhões de quilômetros por hora. E, que hoje (Ano 1998) se deslocam 550 milhões de quilômetros por hora. Se em 13,5 bilhões de anos a velocidade cresceu 50 milhões de quilômetros, em 13,5 milhões de anos deve ter crescido um milionésimo.
Mas não é isso o que importa. O que nos interessa é o descompasso que está contido nesta afirmação colhida da ciência por Dieguez. Muito bem; o Universo tem 13,5 bilhões de anos. É o tempo que a luz leva para nos chegar de lá. Mas estes mesmos cientistas dizem que as galáxias saíram de lá; não muito tempo depois do nascimento do Universo, a 500 milhões de quilômetros por hora”, e hoje estão a 550 milhões de quilômetros por hora. Perceberam o descompasso de tempo entre a velocidade da luz e a velocidade das Galáxias. Vamos as contas!
Se a luz destes corpos do nascimento do universo, percorreu até aqui 13,5 bilhões de anos, então percorreu cerca de; 127.720.800.000.000.000.000.000 Km. “Cerca de cento e vinte sete sextilhões de quilômetros” Segundo os cientistas, as galáxias aceleraram de lá para cá, de 500 milhões de quilômetros, para 550 milhões de quilômetros por hora. Em uma media de 525 milhões de quilômetros por hora, as Galáxias percorreram em um trajeto de 13,5 bilhões de anos luz, 62.086.500.000.000.000.000.000 (cerca de sessenta e dois sextilhões de quilômetros). Isto significa menos da metade do percurso afirmado. A idade do universo se supõe que seja expressada por um raio ao redor de onde se deu o Big- Bang: - De onde vieram estas galáxias de agora? - De um outro Big Bang que ocorreu na metade do caminho? -Ou, não foi do Big-Bang? -Que idade realmente têm o Universo? E as flutuações quânticas? Estas, mais tarde vamos ver.
Por outro lado, é muito provável que; onde se diz que se deu o nascimento do cosmos, seja a o contrário disto: a fuga estrema do universo, e já perdendo velocidade. Ou, muito provavelmente de regresso, na nossa retaguarda, em convergência formando galáxias de volta para o grande atrator. Pois se ouve Big Bang, o centro do universo está desocupado, e ansioso por ser ocupado novamente. Da desintegração nada há além de divergências de poeiras / no retorno é que há possibilidade das convergências e as galáxias acontecerem.
Um Big Bang concebendo um universo inteiro, se é que aconteceu, convenhamos; não se daria apenas na velocidade da luz. Ele provavelmente excedeu em muito a velocidade da luz, e seu miolo agora, está oco e é feito de sombra pura e de um profundo e infinito vácuo, clamando para ser preenchido novamente.
A muito se discute uma maneira de descobrir se o universo está se expandindo por inteiro, Isto é; desde partículas a os corpos mais massivos. E, pensa-se em um modo de medi-la. Segundo alguns cientistas, isto é impossível porque até mesmo a régua, sofreria em harmonia com o todo, os efeitos da expansão.
Podemos usar um exemplo que Einstein nos deu, quando usou a experiência do elevador para dizer que a gravidade não é uma força real; para substitui-la por curvaturas no espaço-tempo.
Se adicionarmos à curvatura, à expansão do universo; podemos mais uma vez negar a gravidade e dizer que, conosco os corpos se expandem, e a queda livre, a aceleração gravitacional, nada mais é que os corpos: a terra evoluindo sob nossos pés.
Se a aceleração gravitacional é na verdade; a expansão de cada astro, e faz parte de uma coincidência em harmonia dimensional geral, então a expansão nos levará a o pó.
Mas a o mesmo passo, isso nos me parece impossível, a expansão não se dá em harmonia. Se foce uma harmonia perfeita; não estaríamos a discutindo; sequer perceberíamos a expansão das galáxias, nem mesmo como estamos fazendo: como efeito do movimento. Se a expansão realmente existe, ela é de distanciamento geométrico segundo o movimento de um corpo para outro em relação as dstâncas, e não está localizada no âmago do universo: em cada átomo, em cada partícula. Uma expansão assim; estaríamos embarcado nela, e jamais nos daríamos conta; tamanha a sua harmonia.
A terra, no tempo de uma hora, expandindo-se na velocidade de sua aceleração gravitacional; expandiria seu raio em mais 63.504 Km; isto é; para cerca de 70.000 km.
O sol em aceleração igual a sua gravidade expandiria seu raio em mais 1.714. 608 km. Isto é, para cerca de 2.400.000 km.
O raio do Sol é cerca de 100 vezes maior que o da terra. Depois de uma hora, ambos expandindo-se, em aceleração, que corresponda a aceleração gravitacional respectiva; o raio do Sol estaria apenas 34 vezes maior que o raio da terra, e poucas horas depois, em termos de volume, a terra deixaria o sol na poeira. Porém, se conforme massa e volume, a expansão se alentaria no caso da terra em relação ao sol, e possivelmente entraria em harmonia, talvez por todo o universo. Mas não é esta harmonia que se vê.
Parece que olhando deste modo, embora a curvatura no espaço-tempo; a gravidade existe mesmo; e confirma a relação: massa / dimensão. E, por conseguinte; nestes termos; a expansão do universo não é tão universal assim.
Mas há contra partida; podemos dizer que a expansão universal se dá por modos que não soubemos explicar, e este independente das manifestações gravitacionais. Mas como explicar esta universalidade, se percebemos as galáxias se expandindo?
– “Três amigos encontraram-se, um estava lenhando na beira do caminho, e os outros dois em seus cavalos, vindo de direções apostas. De onde estavam à esquerda da estrada avistava-se um homem plantando trigo. E, a direita, um outro homem colhendo milho. Os três amigos conversaram por um tempo; os cavaleiros seguiram seus destinos, e o lenhador ficou juntando o seu lenho. Então os observou, e viu o universo formado pelo três expandindo-se, com ele a o centro, porém, tudo o mais, com o homem da colheita, e o homem do plantio, permanecia em seu lugar, segundo o movimento de cada ser , de cada coisa, em relação a natureza”.
Na pagina 80 no texto Quintessência – Scientific American – Gênios da Ciência – Stephen Hawking - José Ademir Sales de Lima nos diz que; “a descoberta da expansão acelerada, marcou o inicio da cosmologia
contemporânea”.
-Espero com sinceridade que, a cosmologia contemporânea, não tenha começado de costas para o Universo. Na pagina 81 do mesmo texto, lê-se que; os dados da radiação cósmica de fundo, indicam que o universo é plano. A radiação cósmica é energia, e sofre os mesmos efeitos causados pelo espaço-tempo-movimento, que sofre a luz visível. Por tanto, não se pode dizer com garantias se é plano ou é curvo. Pois em ambas as hipóteses, os sinais se apresentarão planos.
Se ainda hoje é um tanto difícil de se reunir condições para se confirmar a curva de 1,75 segundos do arco que a luz sofre ao passar no bordo do Sol. Como faríamos para confirmar se o Universo é curvo ou é plano?
-Como vínhamos lavrando lá atrás! - O volume do movimento do universo pode ser globular do tipo bolha de sabão. Porém se assim é, não se sabe se crescente ou decrescente.
Pois é provável que, em sua expansão máxima tudo está esparso e transformado em energia pura nas bordas de si mesmo e ao teto do nada, e portanto, tendo o centro ao fundo, absolutamente desocupado. Neste momento, é possível que seja o nada em absoluto. E, desde então reclama por ocupação. “Estamos entrando em contradição com a literatura, mas é o que parece”; Se soltarmos uma bomba festiva, a primeira coisa que acontece é o deslocamento globular de ar do local que, torna-se desocupado. Desde então reclama por ser ocupado e será. Podemos dizer que foi a pressão atmosférica que devolveu tudo a seu lugar. -Mas no caso do universo, é diferente? -Não terá uma tênue e indetectavel atmosfera regulando tudo? - O éter, seria ele?.
Então, em sua concentração máxima, de volta para o ponto final do parágrafo cósmico, devido a avassaladora pressão e deformação do espaço-tempo-movimento em ocupação, o universo como um todo, cai no fundo de si mesmo. (diga-se de chegada que, o espaço-tempo-movimento, pode vir a ser representado, apenas pelo movimento).
A concentração do universo em um pesadelo massivo; deforma o espaço-tempo-movimento e o transforma em queda livre e em esquecimento de si mesmo. O espaço vai se extinguindo e também o tempo, e o movimento como causa e efeito de uma força imensurável, em aceleração descontrolada arrasta tudo em redemoinho para um ponto único.
Então, o movimento excede a sua própria aceleração e alcança um estágio de movimento absoluto, e começa a dar as cartas. O universo concentrado em um único ponto, não tem mais estrutura física para suportar tamanha velocidade de giro sobre si mesmo, e em centrifugação de um instante único, tudo é devolvido em forma de energia pura numa espiral ascendente, libertando-se da opressão gravitacional. Por um período infinitesimal o movimento entra em velocidade constante. E então, começa a desaceleração que se propaga na energia e ocupa o espaço-tempo. Depois de tudo desintegrado e devolvido, e o nada ser ocupado em suas bordas, pelo prolongamento do movimento em tentáculos de espaço-tempo em forma de energia fina e pura, novamente não há deformação e tudo é repouso por um longo tempo. Então, o espaço-tempo-movimento acorda de seu torpor em suas bordas e, O inverso da extrema aceleração costante do grande atrator) tudo começa conspirar para voltar para o antigo local novamente. “E energia atrai energia e surgem partículas, e partículas atraem partículas e surgem gases, e gases atraem gases e surgem poeiras, e poeiras atraem poeiras e surgem nuvens, e nuvens atraem nuvens e surgem estrelas, e estrelas atraem estrelas e surgem galáxias, e galáxias atraem galáxias e ressurge o universo tal como o supomos conhecer... – o nada absoluto vai sendo ocupado pelo todo relativo, o todo relativo vai se tornando ocupante do nada absoluto, é claro que, o vazio não existe, a não ser por momentos, do contrário, o universo de forma alguma, jamais teria acontecido. Porém o nada absoluto existe para que possa ser ocupado pelo todo relativo.
(O interessante é que em parte, esta descrição se encaixa com este universo em expansão descrito em Cerro Tololo; o movimento no limite, desintegra o ponto único; as primeiras partes em desintegração, voam mais rápidas. Porém um dado vem contrapor: Como é que se integram novamente; se estão se diluindo ao ""semi-cubo da distancia"", no caso do Universo ser Globular, ou pelo menos ao quadrado da distancia no caso de ser plano?
Uma infinitesimal e tênue atmosfera ocupa o nada absoluto; o espaço infinito; dimensão e matéria, que não tem margem nem centro. Interagindo com o infinito tempo; dimensão e transformação, que não tem começo nem fim. E o movimento; dimensão e energia, interligando os dois e, fazendo com que eles aconteçam em dimensões; matéria, transformação e energia ocupando o nada. E assim sucedesse o moto perpetuo, em infinita pulsação. Porém se assim é; é exatamente a o contrário do que se vê.
Assim se dá, porque o movimento aglutinador começa a surgir do repouso, por reclamação do centro que se encontra momentaneamente vazio e quer ser ocupado, e por pressão externa compensatória. A energia fina, em temperatura negativa, talvez muito além do que a que conhecemos como zero absoluto, (-não fiquem bravos!) reage e aglutina-se e, se dá inicio o surgimento de partículas.
DIVAGANDO!
“ Os olhos, e as imaginações dos pensadores da Antiga Grécia, em suas observações astronômicas, se contradisseram, descrevendo o que a vista vê, liderados por Eudóxio, Aristóteles e Ptolomeu, entre outros / contrapondo as percepções e imaginações subjetivas de, Pitágoras, Philolau, Heráclides e Aristarco de Samos. Espero que, os telescópios de nosso tempo, Iluminem nossa percepção crescente. Muito antes deles nos dizerem que planetas podem ser regra e não exceção absurda, entre as estrelas, isto já era uma idéia natural para Jordano Bruno e seus discretos seguidores, e mais tarde consenso para muitos cientistas, e mesmo pessoas populares. Claro, alguns mesmo chamados de loucos e visionários: corajosos e prudentes afirmaram esta verdade para nós. Diante de outros que, ainda de certo modo solidários e alinhados tardiamente com a mentalidade da igreja medieval, (Se perdemos a Terra como centro / agora nos agarraremos a o Sol) se negavam veementemente a acreditar: Querendo o Sol como única estrela em todo o universo; detentora de planetas ao redor, e entre eles, um único em todo o universo, possuidor da complexidade da vida.
“Planeta - Nº 4 – Dezembro 1972 – Pg 122 - Comenta O livro; O Terceiro Milênio Um Sonho No Espaço. De José Maria Doménech. O qual afirma que; Existem na Via-Láctea cerca de 6 bilhões de estrelas favorável a o desenvolvimento da vida”.
Em um exercício, sem a precisão de se exigir muito de si mesmo, conclui-se que; pondo o cosmos na linha do grande presente; independente de “fuso temporal-lux”, podemos dizer que; em Andrômeda, neste momento, pode um coração estar pulsando no compasso do seu, e não importa que o fuso temporal-lux os separe por dois milhões de anos. Se olharmos para onde se vê Andrômeda; e ela não está; ela é só aparente. Mas, se olharmos para onde Não Se Vê Andrômeda, e sentirmos que ela “Está”; a linha do grande presente nos une em um só movimento-espaço-tempo. No universo, não deve-se sentir o que se vê; deve-se ver o que se sente. Se estamos em movimentos próprios e particulares, viajando todos juntos sincronizados com os movimentos da terra; os planetas mais a terra cada um com seus movimentos, viajam sincronizados com os movimentos do Sol; este mais as estrelas cada uma com o seus movimentos, viajam sincronizadas com os movimentos da Via-Láctea; e as Galáxias, cada uma com seus movimentos viajam sincronizadas com os movimentos do Universo. E, mesmo este, pode estar sincronizado a um movimento maior. ...nesta altura dos acontecimentos, muitas civilizações nasceram, cresceram, floresceram e desapareceram, entre as estrelas. Enquanto outras nascem, crescem, florescem... contemporânea a nossa. Ao passo que outras mais, estão por surgir. Tudo transcorrendo segundo o grande presente do universo, embora relativo a velocidade de cada um, independente da velocidade da luz e os sinais que ela nos trás. ( Ver "O Tempo e a Estrela).
Por tanto lembre-se; embora em relação os sentidos, e as distancias; a velocidade dos entes, como a luz, nos separem / no “universo”, há um “universal” momento “único” que nos “uni”, “universalmente na imensidão infinita”. “Não só na estética, mas na lógica transcendente; porque é esta a idéia mesmo”. E isto, sem ferir a relatividade; o tempo subjetivo e particular segundo a velocidade da luz, de cada ser, de cada coisa, e de cada local. O pensamento, se nos apartarmos dos limites que a velocidade da luz nos impõe, permite ver este instante unificador, estendido como uma rede em um movimento único nos unindo por todo o cosmos.
Segundo a velocidade dos entes, os Sinais que nos chegam não é a realidade presente. Então, o caminho é outro! - Qual o caminho? -È claro que, está muito além da velocidade dos entes conhecidos. Para isso, é preciso ““Remapear”” o universo, ou a parte que nos interessa dele, segundo o momento da pesquisa; localizando-a onde ela realmente se encontra neste momento no céu / e a partir daí começar a investigar, descobrir e fundar novos elementos, novos modelos para as buscas.
“Se existem tantas Galáxias no Universo quanto estrelas na Via-Láctea... -Por que o sol, entre mais astros no céu, do que grãos de areia na terra, seria a exceção?”
-Recobrando os sentidos! -Por outro lado, pode acontecer a pergunta; - Por que é que não se vê as galáxias que vem de extremos opostos rumo a o grande atrator? - Claro! “Porque o universo é tão plano quanto a ótica vê a curva da luz”. Isto é; A ótica e a ilusão parecem planas, retas, mas a realidade em sombra e luz, não / esta é curva. Poderíamos neste caso perguntar; o que é curva, o que e´reta, em relação ao infinito? E, seria uma pergunta boa. – Mas vamos prosseguir para não nos perder!
-Se o universo tiver a forma de uma bolha aérea de sabão, e as galáxias sejam os tijolos de sua parede, como pensam que o avistaremos? – É claro que, plano como uma tábua. Porém aí, levando em conta o alerta de Hubble, teremos que desconfiar também que, está em expansão, sim senhor. Mas como sabe-lo? -Pois se ao contrário disso, o espaço ocupado pelo universo, sofre deformações causadas pelo grande atrator, é claro que também o avistaremos plano como uma tábua. E se for globular? -Novamente o avistaremos como uma tábua; por mais curva que seja a trajetória da luz, sempre chegará a os nossos olhos como uma reta. A diferença é, que no primeiro caso se mostrará ilusoriamente infinito; pois em observação, poderemos circundá-lo partindo a leste da Via-láctea e em busca de limites de Galáxias em Galáxias, acabar por registra-la pelo seu lado oeste, e isto repetidas vezes, e sem reconhece-la. Multiplicando a circunferência do universo, pelo número de vezes que a alcançarmos e a registrarmos, sem reconhecer o limite, e as inumeráveis vezes que a encontramos pelo caminho.
No segundo caso, se mostrará finito; A imagem que vem do outro lado do universo, converge, se perde e submerge na desmensura do abismo do grande atrator, ( se é que ele está lá). Por isto não a avistamos. E no terceiro, mais uma vez o avistaremos infinito, porém espesso.
O universo ou multiverso, pode ser milhões, bilhões, trilhões... de vezes mais velho e maior do que se supõe, e esta luz por vários fatores não é capitada aqui. Os quasares, em vez de imagens de formações jovens, em relação a o começo de tudo, podem ser imagens da linha de frente, se aproximando do grande atrator. E, por isso talvez sejam aglutinações de várias galáxias em um mesmo corpo. O big-bem pode ser um evento “de reciclagem” constante e transformador, que tudo devolve para as bordas do universo em forma de energia infinitesimalmente fina para formação de matéria novamente, e que se dá em meio a existência das galáxias e não em um evento cíclico-derradeiro.
– Então, depois de tudo nos vem outra pergunta: - O que é que nos garante isto? – A mesma garantia que nos diz que, a próxima idade do universo a ser estipulada, será mais uma vez de acordo com nossas observações relativas a o alcance da lente do nosso próximo e mais evoluído telescópio a aparecer? - E se em uma distancia no limite do alcance de sua lente, não avistarmos mais nada? – Pois então, aí não pode estar o grande atrator?
Por outro lado, avistando nesta lonjura apenas a sombra; -Podemos dizer também que a luz que nestas distancias, reside ou residiu, ainda não nos chegou. Porém, se admitirmos isto, teremos que admitir a visão, embora nascendo para ver a luz: como independente da velocidade desta, e instantânea: o que não é uma má idéia. Pois se a luz destas distancias ainda não nos chegou, por que a sombra que lá há, nos chegou? Não vá responder prontamente : Ah, ela já estava lá. Por outro lado, a sombra destes confins, pode ter a mesma velocidade da luz e aqui já ter chegado. Mas como saber? -Sombra é sombra, aqui, ali, lá e acolá; sinaliza tanto a inexistência, quanto o inalcançável. Porém, a sombra sempre esteve; ela é própria dos primórdios do universo, e já estava antes dele. Já era conhecida pelo ser, todo o ser, antes deste ser preparado pela natureza para vir conhecer a luz. - Não seria nossa visão, de um certo modo instantânea, e independente da velocidade da luz? - E a luz, e os entes associados dela; responsáveis por todo o tipo de comunicação que se conhece, segundo o tempo que exigem para se movimentarem vencendo extensões no cosmos, não seriam eles os responsáveis pela dissonância entre tempo e espaço?
Passou-se séculos e cá estamos nós de uma forma ou de outra tateando, se procurando, nos encontrando perdidos no meio do universo. E assim como no passado víamos o Sol girando em terno da terra / vendo as galáxias se afastando de nós em todas as direções.
-“É só não nos colocarmos no centro de tudo, e deixaremos de ver as galáxias se afastando de nós em posição radial. O que, não caracteriza um erro, mas uma certeza também não”. (lembrem-se do enigma da excentricidade de marte que, embaralhou os cientistas por todo o mundo antigo até a renascença: não dou certeza que aqui há um enigma, mas a literatura quântica, a qual venho aportando em jogos de probabilidades cunhados pela lógica, não nos tira esta possibilidade).
Quanto a o tamanho do universo. -Medida esta distancia, viremos o telescópio exatamente para a direção oposta! Medida esta outra distancia, adicionemos à primeira, depois multipliquemos por dois e teremos um diâmetro mais dilatado e, que dividido por dois, nos dará o raio aproximado de um universo Metade real, metade imaginário, s parece realidade, e lidarmos com a imaginação - "se não aprendemo (Quando lidamos com o infinito o sensato é deixar de lado o que nos parece realidade, e soltar a imaginação - "senão aprendemos isto ainda, então não vamos aprender mais") e ainda assim, claro, com a terra a o centro (como local do observador). Assim como pode ter alguém não nos alcançando com seu telescópio, pode acontecer de nós, circundando o universo; ter nos alcançado várias vezes sem nos reconhecermos - são estas as incertezas.
Mesmo levando-se em conta disparidade entre o grande presente e a velocidade da luz, não podemos garantir que não há centro. Não estamos no centro do universo, não somos o seu eixo e sim, estamos em algum lugar que se localiza em uma determinada altura média de seu raio, ou de sua espessura, que ainda desconhecemos, mas que permite a vida. Se o universo estivesse realmente inflando como um balão, tudo se inflaria em uníssono, desde as estrelas, passando por nós, a os próprios grãos de luz, e nada se perceberia, sequer em visão.
Poderíamos relacionar a aceleração gravitacional de cada corpo conhecido, imaginando-se que em vez disso, cada corpo estivesse inflando-se. Se em todos os corpos houver uma rigorosa coincidência proporcional, então é provável que a gravidade não exista, e o que realmente há, é a expansão universal; constatação que seria uma total loucura. Mas não é assim.
-Pois é, loucuras a parte, e quem nos garante que tudo, depois da explosão inicial, se é que ouve, se espargiu para a estrema borda do universo em forma de energia de rarefação infinita? -E, existe uma forma sensata que não seja esta, de explicar os resultados de uma explosão capaz de pulverizar uma força que aglutina todo o universo, ou parte dele “coisa que ainda não temos, e talvez jamais teremos - como universo - uma idéia precisa de seu tamanho”, em um único e diminuto ponto? - Se foi um ponto único, era esférico, se era esférico se desfez para todos as direções, ou pelo menos em posição radial; se assim foi, não houve tangência de grau, e sim “abertura de grau” divergência mesmo: o que partiu da explosão foi se distanciando cada vês mais, embora em expansão, em partes cada vez menor, e a o mesmo passo que se desintegrou se distanciou uma das outras até se tornar a mais fina energia jamais concebida, capaz de continuar constantemente escapando de um local assim. Se o universo é globular sua origem foi uma explosão - esteja em contração, ou em expansão - se é plano, então surgiu de uma centrifugação causada por um movimento infinito de rotação.
É óbvio que as galáxias não se formaram com o universo em expansão, não haveria condições físicas para isso. Tudo se diluiu "a o inverso do cubo da distancia" quando por inteiro, em relação ao centro de uma explosão. Ou pelo menos, ao quadrado da distancia no caso de uma desintegração em sentido radial (como uma pedra caindo na água e formando ondas). Ou então como um balão, onde só conta a superfície. -Como haveria de poder se concentrar, aglomerar, se integrar, alguma coisa como efeito? -Que fatores construiriam esta causa, em algo que em pulsação, em sua diástole se descontraiu, se desconcentrou, se desintegrou, se expandiu espaço afora em provável velocidade milhões de vezes acima do que supõe nossas atuais percepções e equações filosóficas e cientificas? Na verdade, a potencia desta hipotética explosão “desintegradora” ainda é inconcebível e, o que ela fez com a matéria, também. Falar hoje do que se vê, nos potentes telescópios - se não levarmos em conta a sensatez - não está longe daqueles que viam o sol girando a o redor da terra, e assim o retratavam na idade média e antiga.
A velocidade nestas condições supera a gravidade. Se ouve velocidade de escape para pulverizar algo que aprisionou todo o universo pulsante em sua sístole cósmica, em um minúsculo ponto e, isto foi capaz de aprisionar a luz em incontáveis vezes a sua própria velocidade, as perguntas que devemos fazer são; - Em que velocidade devemos supor que se deu esta desintegração? - Em que velocidade se deu o escape da matéria contida nela? – E, em que altura depois da explosão, se não instantâneo, tudo começou a se transformar em energia pura, e a subir do fundo do abismo para as alturas, para de lá depois de um longo repouso, recomeçar a se movimentar e se aglutinar novamente?
(Se estamos realmente em expansão acelerada, que explosão é esta que se deu a passos de uma tartaruga cósmica, para só depois acelerar, tomar velocidade como um coelho sideral espaço afora? Se assim é, o Universo então, teria surgido de flutuações Quânticas e não de uma explosão; e seu começo, tanto em aceleração quanto em formação, foi infinitamente lento. E o local onde tudo se deu, foi trilhões de vezes mais longe, de onde nossos olhos mesmo armados alcançam. Seu tempo; é trilhões de vezes mais antigo do que supõe nossa sabedoria, mesmo preparada. E, seu movimento; é simplesmente infinito no espaço, eterno no tempo, e humanamente incompreensível).
Embora de tempos em tempos, sempre aparecerá alguém dizendo que o compreende, seguido de uma multidão disposta a querer acreditar. Entendo que / a os poucos, por partes vamos compreendendo-o e, na mesma medida, percebendo-o de todo incompreensível.
Universo Em Espiral Descendente
Um universo com as galáxias em abundância girando a o seu redor em espiral descendente, em aceleração constante, segundo sua aproximação do grande atrator, distanciando-se uma volta da outra, progressivamente em direção ao centro, se em aceleração, não seria diferente de uma aproximação direta como retratamos. Todas as galáxias de meio caminho andado, onde, se posicionado um observador de olhos bem armados, mesmo que em uma observação radial, o veria em expansão, com todas as galáxias se afastando umas das outras. Por exemplo: pegamos três voltas para termos uma ideia esclarecedora: a primeira com as galáxias mais lenta a alguns milhões de anos luz da segundo - a segunda com as galáxias em velocidade média entre a terceira e a primeira e se aproximando do grande atrator - a terceira com uma velocidade mais acelerada, e se aproximando mais depressa que as demais do grande atrator.
Esta espiral na qual as galáxias giram em torno de si mesmas em deslocamento em direção a o centro; seus movimentos se distribuem em aceleração de galáxia para galáxia; segundo as distancias espiraladas que se encontram do centro atrator. Neste caso, (Alegórico) pode se pensar que as que estão a frente se aglutinam, mas não, pois vão mergulhando e sumindo e sumindo entre as sombras do grande atrator.
É provável que, nas regiões medianas, segundo o ângulo de visada, onde estiver o observador, este, sempre às verá em posição radial se afastando. Por exemplo: em uma volta espiralada descendente, entre uma anterior e outra posterior. Se as galáxias estiverem em aceleração - conforme se aproximam do grade atrator, dependendo deste ângulo de visada em relação as voltas; serão vistas em afastamento.
No entanto, se o universo for uma espiral ascendente originada do Big-Bang / se dele se originou; é claro que o Big-Bang é fonte, e sendo fonte, um dia se esgota. Se dali surgiu tudo de uma explosão, as galáxias de vanguarda são mais velózes, pois de um seguimento de infinitos momentos; absorveram sua formação dos primeiros momentos do impacto: os mais poderosos - depois, entre a infinitude de momentos, veio um segundo momento no mesmo impacto com um grau menor de poder, e surgiram galáxias formadas de elementos media lentidão de deslocamento - então, entre a infinitude momentos; veio o que também, podemos classificar de; terceiro momento do impacto - gerando as galáxias mais lentas; às da retaguarda.
As regiões do universo propensa a vida, nos parece que devem ser intermediárias. O observador que morar em uma das galáxias, na região equidistante entre as galáxias de vanguarda e as de retaguarda - neste caso - verá todas as demais se afastando, e em aceleração. Se o Big-Bang aconteceu, é muito provável que se deu em espiral ascendente. No entanto, esta concepção, diretamente a partir da desintegração, me parece difícil de ser permitida pela natureza. E, que só é permitida depois de tudo atingir as bordas dos confins - e, então depois de uma longa jornada de retorno - movimentos em redemoinhos, fazem com que tudo vá se aglutinando de regresso, ou estabilize-se girando estável em torno do ponto original. No entanto, este modelo de universo, sendo, ou não, possível; mesmo que as galáxias estejam perdendo velocidade em seus deslocamentos, poderão, parecerem a os olhos do observador, estarem em em expansão acelerada, porque a o efeito óptico, é isto mesmo que está acontecendo.
Não vamos puxar a brasa para o nosso assado: e vice versa também; aqui a questão mais profunda; é a investigação / e não afirmar verdades somente porque as pessoas gostam de verdades, e daqueles que as impõe com convicção - aqui - não precisaríamos de muitas voltas na palavra, para negarmos o universo em expansão, e afirmarmos com todas as letras um universo em contração, mas não é esta a questão. No entanto, para negar que o universo está se expandindo, ou a o contrário; afirmarmos; como a astrofísica moderna nos afirma - também teremos problemas, pois nos restará, sempre esta mesma visão, isto é, de afastamento entre as galáxias. Mas a idéia é: de onde tirar certezas para afirmar que está se expandindo, ou se aproximando, ou mesmo, girando estável em torno de um centro maior, em deslocamento pelo infinito? Assim, como poeiras - meteoritos - ateróides - satéltes - planetas - estrelas - galáxias.... Há perguntas que podem vir a ser, como: - "Para onde nos leva o movimento"? Ou; "De onde nos trouxe o movimento"?
E agora! -Estamos nos movimentando em um dos extremos, ou a meio caminho andado de uma determinada condição geográfica universal, seja ela em expansão, em contração; direta, ou espiralada, ou em translação a o redor de um grande centro ?
E a Radiação De Fundo, e o Efeito Doppler; ainda nos garantem com certeza o Big-Bang, e um universo em expansão? Não há centro no universo? Somos o centro do universo? Então, o que realmente está acontecendo com as galáxias que vemos afastarem-se de nós em aceleração constante em todas as direções?
O Universo de Bruno
(A frente, em Ambextremo - quando investigarmos as relações da velocidade da luz com possíveis modelos de universos, e desertos cósmicos nas equidistâncias entre os corpos galácticos, vácuos de a infinita profunda ausência de matéria; vamos nos deter um pouco mais, em um modelo gerado por Flutuações Quânticas ).
Por enquanto, aqui, vamos mergulhar no universo de Jordano Bruno, ou um universo que corresponde sua conscepção de sistemas crescendo em direção a o macro-cosmos - e ver o que é que a visão armada com suas poderosas lentes pode, ou não provar contra ele. Quanto a expansão ....por outro lado, prefiro ser pulverizado em liberdade de expansão, do que macerado, pressionado em um ponto único. Quer dizer; Prefiro estar errado em minhas suspeitas, e que em vez de um universo em contração / se assim; que confirme-se de uma vez o universo em expansão. Mas como? Isto se o universo, na ralidade, não for Bruneano, (de certo modo seria o paraíso para as espécies) e as galáxias, ou grande partes delas, em vez de estar em fuga, ou de volta para o começo, estejam na verdade; girando em torno de um centro maior e comum, e em deslocamento de translação cósmica, e apenas se afastando umas das outras, depois de estarem alinhadas por um grande momento cósmico, assim como acontece de tempos em tempos com os planetas do sistema solar. O que, não é proibido pelo movimento em sua geometria angular-circular-elíptica-gravitacional! O que também, pouco ou nada poderá se fazer, tanto para buscar provas para nega-lo, quanto evidencias para confirmá-lo.
Um universo nascido de flutuações Quânticas, é muito mais compatível com a descrição de Fred hoyle do que a de George Gamow. As probabilidades que das entrelinhas pode-se projetar, são coerentes, e vão a o encontro entrelaçando-se com suas ideias. Este, está permanentemente gerando-se de uma fina e infinitesimal atmosfera, que rege tudo e por isto, sempre gerando matéria, e dela corpos, e neles densidade suficiente para gerar a luz, esta, exercendo pressão suficiente, para não apinharem-se e a o contrário disso; afastarem-se, porem-se em expansão. Este tipo de universo, se não for em forma de bolha; o que bem a frente em Ambextremos, vamos ver que é perfeitamente possível, e ao contrário for plano ou aglomerado globular; vai a o encontro da descrição de Bruno, e é possível que sempre tenha uma coisa ou um corpo mais poderoso; um centro depois doutro, administrando tudo a sua volta. E a radiação de fundo que nos apegamos para provar o Big-bem, aqui, pode expressar o centro transformador, renovador constante do universo: reciclando matéria e mandando em forma de energia para as geleiras das bordas, para de la voltar como matéria formando corpos e completando ciclos. O efeito Doppler, se a maioria das galáxias estiverem em um momento de desalinhamento em órbita de um grande centro maior, (o que também parecerão em expansão) pouco ou nada poderá fazer, para por as cartas na mesa, e elas continuarão embaralhadas. Pois aquelas que giram em velocidade maior, ou em velocidade menor, ambos os casos em orbitas interiores ou exteriores, mais afastadas; no caso do movimento relacionados às elípticas, mesmo em momentos de velocidade constante, relacionadas com aceleração constante positiva, ou negativas, relacionadas as elípticas; criarão a ilusão de estarem afastando-se em aceleração constante, em relação às de média velocidade em orbitas médias: pois dependendo da posição relativo a ótica; quanto mais seus movimentos estendem o tempo / tanto mais estendem o espaço; afastando-se por todos os lados, das galáxias de orbitas e velocidades moderadas de uma determinada faixa intermediária.
Isto se dá por uma das leis de Kepler: a lei das áreas. Nas orbitas elípticas, o movimento dos corpos ( e isto, tratando de cada corpo, em cada orbita), descrevem áreas iguais, em tempos iguais. (Ex: A cada 24 horas, mesmo com sua orbita de leve elíptica, que a faz momentos estar mais distante do sol, momentos estar mais próxima; a terra descreve um triângulo no espaço, com a base na linha de sua orbita e o vértice no centro de nossa estrela, sempre com o mesmo número de cada área).
Se um montante destas galáxias, em relação as moderadas, estiverem em um momento mais distante do grande centro, porém saindo do extremo de uma elíptica de orbitas interiores: além de se mostrarem afastando-se, se mostrarão em aceleração. Se um outro grupo, ao contrário do primeiro, em relação as galáxias moderadas, estiverem se aproximando de um extremo de uma elíptica, de orbitas exteriores, estarão perdendo velocidade, porém neste outro caso, a o contrário do primeiro, estarão em aceleração negativa, mas criarão a ilusão de estarem se afastando em aceleração positiva em relação as moderadas, por estarem ficando para trás, em relação a o observador das galáxias moderadas, que estarão no ponto mais distante da elíptica. Neste caso, se um primeiro grupo já venceu o estremo da elíptica, e se aproxima de uma região orbital de alta velocidade, se mostrará se afastando do grupo que esta saindo do extremo da elíptica. Este momento orbital, que relativo a movimento-tempo-espaço no macro cosmos; não é tão especial assim - para um observador que vai embarcado nas galáxias intermediárias, verá o universo em expansão.
Esta configuração ilusionista podem acontecer tanto nos extremos das elípticas, quando os corpos em suas órbitas estão mais longe do regente corpo central, quanto a meio caminho da orbita elíptica quando estão mais próximos do corpo central regente. Por exemplo, embora aconteça a o contrário a os corpos saírem de sua órbita próxima, para mais distante do corpo central, ou centro comum / os corpos enquanto se aproximam em suas orbitas, para mais próximos do centro, tornam-se por natureza mais velozes. Os que orbitam em órbitas de distancias intermediarias; um pouco mais lentos. E os retardatários mais distantes, mais lentos ainda. O observador que estiver numas das orbitas intermediária verá a maioria dos corpos das orbitas mais próximas do grande centro; ao ganharem dianteiras; se afastando em aceleração. A o mesmo passo, a ilusão não será diferente com os corpos de orbitas mais afastadas do grande centro. Pois estes em relação a os das orbitas intermediarias e suas posições, são mais lentos e estarão ficando cada vez mais para trás em sua maioria, e parecerão se afastando em aceleração positiva e constante. No entanto, neste caso, é um afastamento temporário. Só que em um momento macro cósmico: o que, não é para nós ver e entender de bate-pronto. É preciso ter paciência para compreender o universo. Dois ou três bilhões de anos depois, se assim for, neste caso, poderá estar se aproximando, e entrando em alinhamento novamente.
De todas as idéias de universos, concebidas pelo homem, esta; a de Bruno, é a mais bela e acalantadora. E seu criador morreu por ela. (O universo é infinito, e os corpos giram a o redor um do outro em direção a o infinto). Parece tolice, e em contra partida, pode-se dizer que; na idade média, a Terra como centro do universo, também era um pensamento acalantador. Mas, podemos lembrar que, este pensamento medieval era por sua vez opressor. Este outro que me refiro, evoluindo em grandezas e movimentos pelo infinito, é livre, tão livre quanto a Giordano Bruno, seu criador. Se a partir de um momento de grandeza tudo desaba sobre si mesmo, não importa; isto quer dizer que o universo qual um "ambextremo", transpassa-se em condições sobre si mesmo, entre o micro e o macro cosmos; tanto em vastidões infinitas de espaços ocupados por rarefações e quantidades de energias infinitesimais / quanto por infinitesimais espaços ocupados por densidades e quantidades infinitas de matéria, e vice versa.
Não por isto, quanto as questões de Bruno, mas é uma outra alternativa que devemos levar a sério. Se o universo estiver girando em torno de um centro comum e maior, e as galáxias estiverem em um certo desalinhamento nesta região do céu: - Para quem morar em uma galáxia de média velocidade e media distancia deste centro, observando, terá a ilusão de expansionismo universal com a maioria das galáxias se afastando. Neste caso; Andrômeda em um momento angular cósmico, está girando em torno deste centro maior a o lado de nossa Galáxia. Se respeitarmos uma órbita, jamais faremos cálculos atestando um futuro choque entre as duas galáxias. Se imaginarmos a trajetória das duas como uma reta, com base de onde supomos que vieram para onde supomos que vão / "mas elas na realidade girando em suas possíveis órbitas", dependendo do ângulo orbital em que uma, em relação a outra se encontram, as encontraremos convergentes. É claro que, se há uma órbita; ela é tão extensa que, aos nossos olhos de reles mortais, mesmo armados, qualquer movimento identificado parecerá uma reta, com as duas em paralela.
Qual a verdade? –Tanto Vênus quanto marte, se por ventura de um dado instante os imaginássemos junto com a terra seguindo uma reta, dependendo do momento angular que estivessem no céu em relação ás suas órbitas, poderíamos vê-los em nossos cálculos, divergindo de, ou convergindo para um ponto no espaço e no tempo, como causa do movimento destes. Mas o movimento neste caso não está em expansão radial, nem em contração radial, a o contrário; é elíptico orbital e relativamente regular, e isto não acontece. E, exatamente porque, nosso espaço-tempo-movimento está em relativa sincronia com o sistema solar, e nos é possível em tempo hábil observar isto.
No caso das galáxias, podemos tentar refutar, contrapor, negar com base no efeito Doppler em relação a luz. Galáxias emitindo ondas de luz se alongando para o vermelho estão se afastando. Com emissões de ondas de luz se encurtando para o azul, estão se aproximando. "Como a maioria está declinando para o vermelho, pensa-se que pode se afirmar com segurança; que o universo está em expansão".
–Porém, não é tão simples assim; pois as ondas de luz que vemos se alongando para o vermelho, e que colaboram para fundamentar esta tese; pode não ser agradável para adeptos do Big-Bang, mas neste caso; vem com a mesma intensidade a o encontro como afirmação, das outras três possibilidades que aqui alertamos neste texto, a saber, o universo em contração direta, ou espiralada descendente, ou em torno de um centro maior com as galáxias em desalinhamento momentâneo cósmico.
Neste caso, a chamada radiação fóssil, como citamos antes, viria do centro do universo e do mesmo modo, de explosões de reciclagens, de aglutinações galácticas inteiras (quasares) que numa extensão de tempo relativo a o movimento do cosmos, caem continuamente no grande centro atrator para se transformar em 100% em energia pura, e do centro voar para as bordas gélidas do cosmos e de lá regressarem formando matéria.
Os tipos diferentes de energia que não a luz visível; raio gama, raios-X, ondas de rádio, radiação ultravioleta; também denunciariam este afastamento. No entanto, não nos ajudaria a definir com garantias absolutas o expansionismo do universo. E, nem se quer a idéia conseguiria se diferenciar; da idéia de um Universo em contração / ou, de um universo em órbita; em breve momento macro cósmico angular, com as galáxias em desalinhamento momentâneo em torno de um centro comum. O que, pode parecer um tanto exagerado, mas não totalmente fora de propósito, e até mesmo um tanto natural. Pois neste caso também: Os moradores de uma facha orbital mediana em desalinhamento ao redor deste centro, que não nós, se estudassem o céu; veriam o mesmo que Hubble viu; um universo em expansão.
Poderia aparecer a insistente pergunta mais uma vez: - Mas neste caso como se pronunciaria o afastamento em aceleração positiva de acordo com as distancias das galáxias? Isto é; quanto mais distantes mais velozes se afastam em nossa percepção.
–Neste caso, vamos fazer mais uma descontraída e simples alegoria. Agora com o próprio universo. Para começar; todos os textos que lí sobre os estudos de Edwin Hubble, nos dizem que suas observações o puseram frente a frente com as galaxias em sua "grande maioria" declinando para o vermelho como se estivessem em fuga universo afora em direção radial. Em direção radial a partir de onde? - Da Via-Láctea? Do Sol? Da terra? Do Monte Wilson onde Hubbel estava no momento da observação? Ou da própria lente de seu telescópio? Então o Big-bem se deu por aqui mesmo, nas nossas cercanias? - Vamos ser sérios! - É possível! - Mas se ouve Big-bem, qual o percentual desta possibilidade física? Quando Hubble nos diz: em sua maioria: A ciência por ser Exigente pela natureza da responsabilidade que aí implica, ao invés de se deixar levar em enxames por uma mesma idéia; deveria ter deixado a questão aberta. Outra questão: As medidas que nos dão uma aproximada idade do universo tem base neste modelo de observação; e segundo os corpos mais distantes observados com referencial da velocidade da luz, é determinada uma idade para o universo. Aqui há uma confusão: não se sabe se o Big-bem se deu de um ponto determinado, que seria aqui da onde há, as observações, (É claro que ninguém ousa dizer isto, e a alegoria do balão inflando vem a calhar - dão a entender em suas observações, quando dizem afastando para todos os lado em relação ao observador) ou se espalhando por todo o lugar no infinito, para onde se vê corpos luminosos o mais distante possível. Mas a o mesmo tempo fica a idéa clara: para todos os lados em relação a o observador. Este esquecimento, ou equivoco, ou mesmo intencional, assim espero; é o ponto em aberto para se pensar. É por isto que o filósofo mais cedo ou mais tarde sempre leva a melhor sobre nós, este não fecha questão, a o contrário, as deixa abertas porque sabe por natureza do pensar que as coisas, quanto a natureza física, se movimentam independentes do conhecimento, este é apenas ferramenta, o mais, nos resta compreender, se possível; contidos, prudentes, sem alarmes, ou deslumbres.
Tecendo a exemplificação: - Se todas as Galáxias estão em órbita ao redor de um grande centro, em velocidades e distancias diferentes; distribuindo seus caminhos em Multi-faixas distintas; as galáxias mais próximas do centro comum distribuídas em uma primeira multi-faixa orbital, as seguintes galáxias orbitando a uma média distancia em uma segunda multi-faixa, e as outras, que descrevem suas órbitas em distancias mais elevadas, em uma terceira multi-faixa orbital; isto como exemplo para se compreender. Sendo assim, em um dado momento macro cósmico; nada mais natural seria que, uma grande quantidade começassem a se aproximar e entrassem em relativo alinhamento, segundo nossa posição as veríamos se aproximando. Em um momento seguinte, com naturalidade começariam a se afastarem e relativamente desalinharem-se, dependendo da posição do observador, as veríamos se afastando umas das outras. Todas em velocidades respectivas e relativas as distancias das órbitas a o centro, ou de média distancia, com velocidades e distanciamento respectivos a o angulo orbital. As Galáxias de uma determinada faixa, da multi-faixa intermediaria em relativas paralelas circulares orbitais (não faixa plana); por suas distancias diferentes, se espalhariam, e o conjunto por sua vez, seria deixado para traz pelas galáxias que também desalinhando-se, giram nas faixas, da multi-faixa mais próxima do grande centro. Ao mesmo passo que, às das semi-faixas, da faixa de distancia media, enquanto distanciavam-se umas das outras, iriam ficando para traz; e o grupo por sua vez, deixariam para traz as galáxias das semi-faixas da faixa de órbita mais distante, dando a impressão de expansão universal: as da multi-faixa mais próximas ao centro, mais velozes e com velocidades em relação direta com as distancias de suas órbitas, assim como as galáxias da Multi-faixa mais distante, enquanto as galáxias da faixa média veriam o universo galáctico se afastando delas... Neste caso, como no primeiro, e no segundo; seriamos enganados pelo efeito Doppler-Fizeau, que nos confirmaria a olhos vistos um universo em expansão.
(Quanto a idéia de; quanto mais distantes mais velozes se afastam as galáxias: Os efeitos Kepleriano das órbitas elípticas, em que os corpos aceleram e desaceleram seus deslocamentos em orbitas, com forme a distancia que se encontram do corpo regente central: Não nos proíbe de pensar em um universo circular elíptico.
As observações nos falam de: Galáxias por todos os lados em posição radial. Isto demonstra que, as galáxias se distribuem no universo, mais ou menos como as estrelas nas Galáxias: assim como vemos da terra, estrelas por todos os lados / sabendo que elas giram em torno do centro da Via-Láctea / "Galáxias por todos os lados": - Podem estar querendo nos dizer: Girando em torno do centro: " O Uni-verso". (Não é uma questão fechada - é uma abertura de possibilidades para o pensamento em relação ao cosmos).
Para um observador que estudasse o Céu do ponto de vista de uma faixa da multi-faixa intermediária, as Galáxias em grande maioria, estariam se afastando dele de forma radial. E quanto mais distante, mais velozes se afastariam. Enquanto que, algumas Galáxias mais próximas, por um breve instante macro cósmico, dependendo do macro momento angular cósmico, pareceriam estar se aproximando, ou até mesmo em rota de colisão com a "galáxia do observador". (é claro que, no momento, não sabemos sequer em que local específico estamos no Universo).
Quanto a o efeito Dopller: com ele mais uma vez, não só identificaríamos em observações, as galáxias se afastando (declinando para o vermelho), mas se afastando em aceleração. Quando que, neste caso de um universo Bruneano, tudo o que poderia estar acontecendo; seria o efeito ótico causado pela lei das áreas de Kepler; nas orbitas elípticas: quanto mais o corpo orbital se distancia do corpo central, mais lento descreve iguais áreas triangulares em tempos iguais; até vencer o extremo da elíptica, (ou uma outra posição na órbita relativa a este acontecimento). A o curvar e começar o retorno, começa novamente a aceleração / porém sempre descrevendo áreas triangulares iguais em tempos iguais. Lembrando: em movimentos diferentes segundo a distancia do centro. Tudo depende do momento angular central (relativo ao ponto de avistamento do observador), no macra cosmos, em relação as demais galáxias, onde se encontra a nossa galáxia, "agora em orbita a o redor do centro do universo", para que, os sinais nos mostrem mais uma vez um universo em expansão.
De todos os modelos de universo, este, o de Bruno, é o mais romântico, mais animador, mais justo com tudo o que conhecemos em astronomia ( "Que conhecemos" - não o que supomos conhecer).
Se pusermos as probabilidades que se alvoraram, aqui, nesta literatura investigativo-quântica, do movimento e o universo, a o encontro da lógica, vamos perceber que, quem sai ligeiramente ganhando, é o modelo de Bruno.
Agora, perguntas! – O que é que proíbe as Galáxias de estarem orbitando um grande centro: o Universo, o ponto Unificador? – O que é que proíbe o universo de estar em um relativo desalinhamento, nas órbitas de partes de suas Galáxias, justamente na região em que vivemos?
- Ou então, de estar de regresso em retas radiais, ou em espirais descendentes para o grande atrator?
- Ou mesmo, de se auto gerar constantemente de flutuações Quânticas que surge da aproximação de entes infinitesimais em evolução para estrelas e Galáxias, e em seqüência, de um conjunto de relações da radiação gerada pelos entes criado pela luz e calor no interior destas estrelas?
- E, até mesmo, de gerar-se de uma reciclagem constante no grande atrator?
–Respondo? – Tudo - e Nada!
-Pois os mesmos argumentos que aqui alimentam a incerteza do universo em expansão, surgem apenas como possibilidades alimentadoras desta própria incerteza. E, não deixam de serem idéias incertas também. No em tanto, este tudo, e este nada, nos dão a liberdade de escolhas, de pensamentos, de inventos...
E claro, embora por conseguinte precisando de muitos imaginadores, e de muita imaginação, mesmo assim; nos dá horizontes novos e novas probabilidades para buscar respostas em experiências pensadas e aparelhadas mais profundas. Não apenas no sentido do que os olhos vêem, aparelhados ou não, mas também, no sentido do que: Todos os sentidos juntos, em pensamento, em intuição, em imaginação podem alcançar.
Pondo a cabeça em pensamento; se humildes, podemos encontrar um conforto; no macro cosmos, os ciclos são incomensuráveis: E, não se abreviam em espaço, não se aceleram em tempo, e nem nos esperam em movimento, para que possamos compreende-los observando-os. Não estão ao nosso alcance. O macro cosmos, é também; um outro espaço tempo movimento, que não o nosso. Ocorre em uma outra dimensão. Não está a nossa disposção. Então, temos que imagina-lo.
Por outro lado, aqui, não estamos afirmando verdades. Só estamos mostrando as alternativas que se abrem, se nos dispomos, a nos pegar em pensamento.
É o que dá, pensar, e inventar de investigar o movimento em relação a si mesmo e a o cosmos, levando-o um passo a frente, e lhe percebendo aura de respeitabilidade, e inter relação de igual para igual se não superior, a o espaço e o tempo, e gerador destes e, permitindo-lhe conceber-se em autonomia como dimensão legitima e original, e com efeito; embora as leis da física moderna lhe impondo como limite a velocidade da luz / lhe percebendo uma relatividade mais profunda, em evolução estética transcendental Kantiana. Só os tolos permitirão questões fechadas sobre o universo e seus infinitos desdobramentos.
Kant afirma que; - ou é preciso ampliar com confiança a razão pura, ou impor-lhes limites determinados e seguros. Pg 31 – 32 – Crítica da Razão Pura – Os Pensadores – 1983 – Victor Civita. Aqui estamos mostrando parte, da amplidão dos limites e complicações que se apresentam quando investigamos e tentamos esboçar um modelo para o Universo e, as imensas dificuldades que se apresentam a um mergulho mais profundo e responsável, em busca de segurança, não somente pela visão armada, mas também através da percepção humana, solta em movimento, livres das amarras pré-conceituais. -“Não deixa de parecer uma metafísica-dialética” especulando; Mas não para enganar tapando o sol com a peneira; e sim, para tentar expor pedra por pedra, que estão a espalhar-se pelo caminho. Por outro lado; nem por isso deixa de ser o buscar de uma lógica transcendental.
-Entenda-se aqui que, o significado é mais o movimento em transcendência, e o potencial que representa o movimento aplicado / do que a decomposição do universo em expansão. Esta ultima, é um acidente ocasionado pela intuição; e aconteceu de uma indagação da razão pura, e de experiências na imaginação a o expor o universo frente a frente com o movimento e suas possibilidades e probabilidades geométricas e aritméticas (Ver Espirais) em relação, entre a óptica e as galáxias.
É contraditoriamente por ele: o movimento, que podemos ampliar as vastidões a o infinito das possibilidades e probabilidades. Nada acolhedor para quem é um Guardião do conhecer estável. Porém, para o “Filósofo Nato”, o conhecimento em desdobramento, multiplicando-se, movendo-se em transcendência, mesmo em incertezas; é o jardim do Éden.
Fim
Texto Complementar
- É claro que, em tudo há um certo descuido. E, muitos de nós, admiram e se atiram em busca da comprovação do Big-bem. E a expansão com naturalidade se insinua aqui e ali, por exemplo; quando investigamos se a luz possa ser mais rápida do que acreditamos que ela seja. Nada que lhes de um pingo de garantia. Mas isto, é mais a frente (Ver Ambextremo). Mas, mesmo ali, podemos se quiser, ver o universo em expansão, porém se a proposta negá-los, encontramos fundos para isto também.
Giordano não precisou de lentes para dizer o que nos disse a séculos / No entanto, a ciência dogmática; só aceitou planetas a o redor de outras estrelas, que não o sol, depois de finalmente percebe-los. Quase meio milênio em perda de tempo. Não foi diferente com Aristarco de samos. Porém, neste caso, nos custou cerca de 1700 anos de atraso. Alertado por Copernico - lá estava Galileu - embora de visão armada - tendo que ver, para o mundo crer.
Embora como liberdade; nada esteja fechado para as especulações: tudo o que conhecemos; desde elétrons, às estrelas; se apresentam claramente como corpos girando em torno de um centro maior e comum. - Seria diferente com as Galáxias? - Não estariam elas girando em torno de sistemas maiores? -Ou pelo menos em torno de um sistema maior? - As evidencias são fortes a favor de Bruno.
É preciso lembrar que existem mais três cosmos a partir do ponto de vista humano com base no médio cosmos; O exterior, que se estende em direção a o infinito do macro cosmos / O interior que se estende em direção ao infinito do micro cosmos. O primeiro é abrigado pelo universo / O segundo pela matéria. E o terceiro, a energia, que perpassa livremente todos os cosmos. Se o grande universo abriga o macro cosmos, como a matéria abriga o micro cosmos, então as portas do pensamento estão realmente abertas para especulações.
A ótica e todos os tipos de observações aparelhadas tem suas ilusões. E, estamos ficando acomodados em nossas percepções, e demasiados confiantes, esperando o que as observações aparelhadas vão nos dizer em seu próximo passo mágico. E cada vez mais ansiosos por lentes mais e mais agigantadas. Entre tanto, é de se pensar, se uma investigação filosófica, física, matemática, poética, e claro, também aparelhada, mais aprofundada e livre como uma orquestra em conserto de Jazz, em que os instrumentistas executam a mesma Música, porém cada um com seu instrumento distinto, e com total liberdade de criação em cima do tema; não nos surpreenda com a sincronização entre observação teorização e medição. E, como buscamos e sonhamos; A melodia da radiação de fundo do universo, finalmente nos soe afinada, harmoniosa, agradável a os ouvidos, como “A Sinfonia” de Bethoven!
Recobrando os sentidos! - Se o velho Sócrates estivesse presente; riria e diria que, estou recheando o universo com um enxame de dimensões ao querer dividir o tempo e o movimento em dimensões como o espaço e, a isto, pensando adicionar o repouso e tentando trazer para o realismo; enquanto, o que é preciso; é achar A Dimensão. E eu o respeitaria. Por outro lado; Mesmo não podendo ter ido além do movimento, como tentativa de concretização, de mais uma dimensão integra; creio que, interrogando-me, o velho mestre passo a passo acabaria por me fazer perceber que; na verdade não estou propondo dimensões descabidas. Estou apenas, e simplesmente tentando mostrar que elas podem existir. E que o movimento, provavelmente seja a dimensão fundamental que procuramos.
De uma maneira simples; Se olharmos a nossa volta para ver o espaço ocupado, veremos apenas as três dimensões Euclidianas e sentiremos o tempo passando. Mas, se de maneira mais simples ainda, porém geral; olharmos outra vez para tudo que nos cerca com o intuito de ver o nada absoluto encaixado com o todo relativo, veremos as árvores balançando, as nuvens cruzando o céu, as águas correndo no rio, as ondas se debruçando na areia, sentiremos o ar tocando em nossa pele, o vento esvoaçando nossos cabelos, coisas e seres; surgindo, existindo, desaparecendo. Compasso no aceno de um ramo encachiado de flores na ramada, - profundidade no brilho de um olhar, - ritmo, dolência e aceleração no pulsar de nosso coração, - a sonoridade da chuva caindo mansa no telhado, - o sol nascendo cruzando o céu e se pondo, a chegada das nuvens sombreando o meio dia ou, a partida no extremo da noite descortinando as estrelas. E, se contemplarmos á vida..., Sentiremos os ciclos, os dias, as estações, os anos... e por conseguinte, o próprio movimento ocupando o nada absoluto encaixado com o todo relativo, e fluindo com o espaço e com o tempo, e gerando-os. Exatamente o que Heráclito viu e sentiu na idade antiga, entre profusões de filósofos e de idéias, em torno do universo e do ser.. Foi o primeiro filósofo a encarar com total e merecida seriedade, o movimento.
(Para Hegel, por Ernildo Stein: – “Heráclito é a idéia permanente em todos os filósofos até o dia de hoje – è nele que realmente começa a filosofia” Os pensadores – Pré-Socráticos –Pg 102 – Nova Cultura). (Embora Hegel afirme que: -“se tivéssemos que dizer como aquilo que Heráclito reconheceu como a essência existe para a consciência, nesta pura forma em que ele o reconheceu, não haveria outra que nomear a não ser o tempo”. Em um passo anterior ainda no mesmo texto, Stein, mostra Hegel comentando o pensamento Heraclitiano e lembrando que: -“o vazio que Aristóteles apontou nas antigas filosofias, está preenchido com o movimento em Heráclito; este movimento é aqui, agora mesmo, princípio”: – “É um grande pensamento passar do ser para o devir; é ainda abstrato, mas, ao mesmo tempo, também é o primeiro concreto, a primeira unidade de determinações opostas. Estas estão inquietas nesta relação, nelas está o principio da vida”).
Compreendo aí que; já que, não só o espaço, mas o próprio tempo é impulsionado pelo movimento: para Heráclito o vir a ser é um acontecimento que surge do movimento, e que a essência existe para a consciência de um acontecimento ocasionado por um movimento do movimento.
- Movimento: Entendo que; “é o que, o universo é”, e se apresenta em acontecimentos, em vir a ser: o todo por mais infinitamente grande que seja, e as partes por mais infinitamente pequenas que sejam. E a condição Humana não está fora deste jogo. Isto é; o universo da sociedade humana, suas unidades, e cada ser como unidade destas unidades. Assim como a unidade do ser em si, e seus universos; como o dos sentidos, da consciência, da emoção, da razão, da intuição, da transcendência em interação entre a pluralidade dos signos universais das sociedades, e a singularidade dos signos subjetivos em cada um de nós, na própria busca da essência. Mas, no entanto; sobre a condição humana, O Filósofo a séculos, com profundidade, é quem pensa, escreve, e fala melhor.
-Newton, muito depois: séculos; como uma extensão distante do renascimento, não responsabilizou fundamentalmente o movimento, nem o separou. Preferiu explica-lo a seu modo: como resultado da interação do tempo com o espaço, como se fosse fruto puro da relação destes dois. Um passo majestoso para a retomada do caminho em direção a matemática.
- Immanuel Kant, num discreto, mas profundo e sábio reconhecimento, na Critica Da Razão Pura, cita que; -“a estética transcendental não contém mais que estes dois conceitos: a saber, espaço e tempo, mas que o movimento embora empírico, “contém ambos os elementos”.
- Fantástico.
E, como idealista, Kant alerta; – que as coisas enquanto fenômenos, “sem a consideração das coisas pelas quais nos afetam” não podemos conhece-las em si mesmas, mas somente em nós”. -Quer dizer; acontecem na intuição, na percepção humana: surge nos "sentidos", interligando-se ao entendimento, e este à razão . Para a física; nada mais poético e humano. Porém, para muito além do aprendizado e do conhecimento tradicional glamouroso (para lugares onde há a crítica, a rejeição, a solidão...) fundamentado nas ideias estabelecidas. Este agora, envolvendo riscos, trabalho, indagação, investigação, paixão, intuição.... projetando-se para além da linha do horizonte.
Einstein percebendo Kant; elegendo o ser como decisivo, para perceber os conceitos pertencentes a sensibilidade; preferiu dirigir sua seriedade e admiração também para o tempo, e o alavancou como dimensão, mas porém responsabilizou a velocidade pelos efeitos neste. O que foi uma dádiva. E nós, só temos a agradecer... O fato é, que o universo sofre influencias de todas estas dimensões, e todas elas são estimáveis, interagem entre si e com o próprio universo. Agem independentemente também, e sem nem um mistério; as dificuldades que se apresentam, no nosso caso; são de ordem de grandezas que se transformam em fronteiras dimensionais impostas pela natureza. Quanto a o Movimento como dimensão distinta: - São as mesma dificuldades que ocorrem com quem começa a dar os primeiros passos. E no centro do pensamento que tenta representar tudo isto, estamos nós, em nosso limitado movimento-espaço-tempo como observadores de ambas as direções, equidistantes entre o micro e o macro, posicionados no médio cosmos.
Fim
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