Curvas na luz causadas pelo tempo e movimento.
(Texto parte de O movimento, situado acima de Divagando).
ATENÇÃO: "Este texto não faz parte da Astrofísica oficial ".
Aqui, a investigação se dá em direção contrária, pondo em dúvidas, teorias, conceitos e afirmações consagradas pela literatura acadêmica.
Por tanto, não deve-se usar este texto como referencial em trabalhos acadêmicos: haverá problemas com professores e orientadores.
Não vamos confundir com curvas no espaço-tempo o que a qui; vamos estender no coradouro a luz do sol. As curvas no espaço-tempo, creio que ficou bem claro, quando descrevemos a luz das estrelas obedecendo a deformação de 1,75 segundos do arco, no substrato, como previu Einstein, e passando junto ao sol, e mudando a posição das plêiades, no eclipse de 1919.
Aqui vamos mostrar uma outra curva, sofrida pela luz no universo, esta causada pelo tempo-movimento.
Ex -1; Se encontrarmos uma estrela que a o redor da Via-Láctea, a mil anos luz do sol, viaja lado a lado com este, é porque a relação das velocidades de deslocamento de ambas permite isto, e sendo assim com o sol forma uma reta diretamente ligada a o centro da galáxia. Neste caso hipotético, por ambas as estrelas estarem sempre paralelas em relação a o centro do grande sistema, não há curva alguma. o que há, é um atraso de mil anos no tempo. A luz que no sistema solar chega vindo de tal estrela, é a que de lá se deslocou a mil anos atrás, e vice versa. Mesmo assim se não houver empecilhos pelo caminho, tais como deformações causadas por corpos no espaço-tempo, teremos uma reta de luz do sol até tal estrela, e vice versa, qual formação de uma coluna de tijolos, com um grão de luz acima do outro em direção a estrela emissora, cada um deles disposto segundo o tempo que percorreu no espaço.
Ex -2; No entanto, se tal estrela se desloca nesta relação direta com o centro galáctico, mais rápida, ou mais lenta que o Sol, a reta de luz se envergará e se transformará numa curva.
No primeira caso, embora o caminho de luz mostre-se uma reta; os fótons que chegam de uma estrela na outra, são aqueles que direcionaram-se mil anos a frente da trajetória de cada astro, para poderem um alvejar o outro, mas mesmo aí, houve uma curva causada pelo movimento, somente pelo movimento da luz em relação a o tempo. No segundo exemplo, a disparidade de deslocamento entre uma estrela e outra, no caso em relação a um raio que compreende o centro da Via-Láctea, curvará mais ainda o caminho de luz, e a causa será a relação entre o movimento de deslocamento de ambos os astros, com o movimento da luz. O movimento de deslocamento dos astros, distorcerá o movimento da luz, o tempo e o espaço.
Se a estrela for mais rápida, ou mais lenta que o sol, em relação ao raio que compreende entre uma e outra e o centro da Via Láctea; a distancia irá se alongando, nada mais natural. Porém a curva do caminho de luz irá se acentuando, é o tempo sendo também deformado pelo movimento.
Parte de: Curvas No Céu Profundo
– Ah..! mas saberíamos pela conjugação das estrelas vizinhas que o cerca! – Não seria tão simples. - Não se esqueça; neste caso somos observador e observados em ralação a o espaço, o tempo e o movimento que envolve este possível acontecimento. -Teríamos matemática para afirmar com certeza? sim ou não? – Penso que sim!
Não propriamente a matemática, por que se lembrarmos que, a luz de um corpo emissor, em relação a um astro que; segundo a distancia que dele passar pode forçar a descrição de curvas em 360 graus; e entrar em órbita deste; pode também força-la a descrever infinitas outras curvas em infinitos outros graus diferentes, e claro, entre estas curvas; aquela curva com o exato número de grau que é preciso para fazer a luz regressar para a casa, e isto com certeza absoluta. Por tanto, se há um Buraco Negro não muito longe do Sistema Solar, este fenômeno está acontecendo, não só diretamente no Sol, mas por todo o reino de nossa estrela rainha, e inclusive, em qualquer parte na terra nas noites estreladas. Esta é um resposta absoluta, por ironia não da matemática, mas da relativística quântica, quando empregada na investigação literária. Toda via, é preferível ainda assim, com toda a certeza; jogar com as probabilidades, porque dado a multi-refração a nível infinito em um só momento, provocada por um só astro, com a luz de um outro, esta resposta virá, mas de maneira infinitamente diluída. Por outro lado, na probabilística que aqui empregamos, jogamos com a possibilidade de uma resposta cheia, clara, irrefutável, do fenômeno que decantamos: O Sol com todo o seu sistema planetário; refletido no fundo do céu em uma noite estrelada.
Parte de: Curvas No Céu Profundo
– Ah..! mas saberíamos pela conjugação das estrelas vizinhas que o cerca! – Não seria tão simples. - Não se esqueça; neste caso somos observador e observados em ralação a o espaço, o tempo e o movimento que envolve este possível acontecimento. -Teríamos matemática para afirmar com certeza? sim ou não? – Penso que sim!
Não propriamente a matemática, por que se lembrarmos que, a luz de um corpo emissor, em relação a um astro que; segundo a distancia que dele passar pode forçar a descrição de curvas em 360 graus; e entrar em órbita deste; pode também força-la a descrever infinitas outras curvas em infinitos outros graus diferentes, e claro, entre estas curvas; aquela curva com o exato número de grau que é preciso para fazer a luz regressar para a casa, e isto com certeza absoluta. Por tanto, se há um Buraco Negro não muito longe do Sistema Solar, este fenômeno está acontecendo, não só diretamente no Sol, mas por todo o reino de nossa estrela rainha, e inclusive, em qualquer parte na terra nas noites estreladas. Esta é um resposta absoluta, por ironia não da matemática, mas da relativística quântica, quando empregada na investigação literária. Toda via, é preferível ainda assim, com toda a certeza; jogar com as probabilidades, porque dado a multi-refração a nível infinito em um só momento, provocada por um só astro, com a luz de um outro, esta resposta virá, mas de maneira infinitamente diluída. Por outro lado, na probabilística que aqui empregamos, jogamos com a possibilidade de uma resposta cheia, clara, irrefutável, do fenômeno que decantamos: O Sol com todo o seu sistema planetário; refletido no fundo do céu em uma noite estrelada.
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