AMBEXTREMO
O Texto que
aqui está, é primário,
porque o original e, melhor trabalhado (embora com resumo mal iniciado), depois de 8 anos aqui, sumiu do blog. Vou a os poucos arrumá-lo. Peço, se alguém por sorte copiou e tem o texto original, que aqui estava até meados de 2018, por favor, mandem-me, por parte, por E-mail o texto Ambestremos, porque não tenho nem uma cópia dele. (O Sumiço é suspeito, por que um mês depois, que a cópia foi perdida, apareceram cientistas em jornais com as mesmas afirmações a
respeito da velocidade da luz). Peço que aqueles que conheçam o texto fiquem alerta. O texto original, em um de seus capítulos, que já não lembro, tem um diálogo Socrático, onde levo o velho mestre através de indagações, a mostrar porque a luz nos dá claras evidencias que, pode ser inacreditavelmente mais veloz do que a velocidade que, a ciência tradicional afirma como limite.
E-mail: otacilio.meirelles@gmail.com
E-mail: otacilio.meirelles@gmail.com
AMBEXTREMOS
Texto de Cosmologia; parte do livro: (AS CURVAS DA DEUSA LUX ).
Otacilio Ótta Alves
RESUMO
Suspeitas,
investigações, dúvidas, deduções e intuições sobre as relações da velocidade da
luz com diferentes regiões e supostos modelos relativísticos quânticos do universo.
Especulações
sobre suas relações com os meios e os extremos e as possibilidades de seu
movimento em trânsito: entre extremos infinitamente massivos e opacos da
matéria / meios translúcidos das atmosferas dos corpos luminosos / e o infinitamente rarefeito e
transparente localizado na fronteira das equidistâncias entre estrelas e galáxias.
As relações da
velocidade da luz com os meios conhecidos, e as constatações que, o que
realmente conhecemos sobre a luz, e aquilo que, a ciência pode comprovar; é o que
ocorre com este ente no meio ambiente terrestre, e no máximo, nos limites do meio
ambiente do sistema solar. Lá fora, além das fronteiras do Sol, o que sabemos, vem apenas de especulações e, de observações da vista armada, sujeitas a efeitos e refrações que deformam seu movimento no espaço e no tempo.
Evidencias entre
as coincidências gradativas e contraditórias: com a velocidade do som que, se
desenvolve cada vez mais rápida nos meios cada vez mais denso / com a
velocidade da luz que, se desenvolve cada vez mais rápida nos meios cada vez
mas rarefeitos.
As
possibilidades de seu movimento se desenvolver muito além da constante de cerca de 300.000 Km/s no provável e desconhecido vácuo profundo, possivelmente localizado nas infinitas rarefações das regiões vazias e equidistantes e, relativo a estas equidistâncias, de fronteiras e limites, que equilibram forças e emanações entre as
estrelas e principalmente entre as galáxias.
A possível força desagregadora do vácuo profundo nestas regiões equidistantes, em probabilísticas, existem, e fazem oposição às forças agregadoras dos massivos centros galáticos. Nestas regiões de imensidões vazias; o problema talvez não é a falta de condições para desencadear velocidades muito acima da constante da luz, para quem se aventurar no vácuo profundo, mas sim, manter a matéria integra, onde possivelmente, a ausência de pressão e de partículas infinitesimais sejam tão profundas, que a matéria em seu estado simples, como é conhecida, não possa, nestes locais, se manter coesa.
Nestes regiões de equidistâncias, e de vácuos profundos, e infinita e singular rarefação, os corpos que por aí se aventurarem, se não reunirem forças superior, na proporção inversa da exercida pelo vácuo profundo destes locai, muito provavelmente serão desintegrados. As nuvens de gás e poeira que, não reunirem matéria para exercer força inversamente proporcional a exercida pelo vácuo profundo, não conseguiram aí se manter, ou formar corpos, e nunca passarão de nuvens que, com o tempo, escoram em direção as galáxias, deixando as equidistâncias sempre vazias.
Nestes locais equidistantes entre as as estrelas, ou entre as galáxias, de profundo vazio, mais que o equilíbrio das forças gravitacionais que aí se encontram de igual para igual, relativas às distâncias e ao poder de cada um, delimitando fronteiras entre os corpos estelares e principalmente galácticos, o que realmente decide é a ausência de força: é nestes locais principalmente entre as galáxias mais distantes entre si, que a ausência de pressão transcende o zero absoluto: a dedução nos aponta que, para a matéria aí se manter coesa, precisa de quantidade e densidade, que reúna gravidade que represente igual, ou superior ao inverso da ausência de força local, exercida pelo vazio profundo, e a ausência de pressão - talvez, de fato, transcendendo em muito o zero absoluto.
Estes locais equidistantes relativo às forças - onde as forças entram em equilíbrio de igual para igual - é onde fica o ponto de Lagrange entre as estrelas vizinhas, ou entre galáxias vizinhas. As forças nestes locais são negativas e desagregadoras na proporção da imensidão vazia dos locais. Todo Corpo obedece uma determinada pressão relativa ao elemento do qual ele é formado. Sendo assim, pode se presumir, é passível de se presumir, que segundo a profundidade destes vácuo equidistantes, é provável que até mesmo para os metais, seja impossível se manter coeso, tudo é uma questão de tempo.
As naves interstelares que, no futuro, seguirem as curvas destas equidistâncias entre as estrelas, provavelmente precisarão de forças de ação e reação constantes em toda a fuselagem, de fora para o centro, para se manterem coesas, mas em contra partida, encontrarão caminho aberto para velocidades muito além da velocidade da luz.
A possível força desagregadora do vácuo profundo nestas regiões equidistantes, em probabilísticas, existem, e fazem oposição às forças agregadoras dos massivos centros galáticos. Nestas regiões de imensidões vazias; o problema talvez não é a falta de condições para desencadear velocidades muito acima da constante da luz, para quem se aventurar no vácuo profundo, mas sim, manter a matéria integra, onde possivelmente, a ausência de pressão e de partículas infinitesimais sejam tão profundas, que a matéria em seu estado simples, como é conhecida, não possa, nestes locais, se manter coesa.
Nestes regiões de equidistâncias, e de vácuos profundos, e infinita e singular rarefação, os corpos que por aí se aventurarem, se não reunirem forças superior, na proporção inversa da exercida pelo vácuo profundo destes locai, muito provavelmente serão desintegrados. As nuvens de gás e poeira que, não reunirem matéria para exercer força inversamente proporcional a exercida pelo vácuo profundo, não conseguiram aí se manter, ou formar corpos, e nunca passarão de nuvens que, com o tempo, escoram em direção as galáxias, deixando as equidistâncias sempre vazias.
Nestes locais equidistantes entre as as estrelas, ou entre as galáxias, de profundo vazio, mais que o equilíbrio das forças gravitacionais que aí se encontram de igual para igual, relativas às distâncias e ao poder de cada um, delimitando fronteiras entre os corpos estelares e principalmente galácticos, o que realmente decide é a ausência de força: é nestes locais principalmente entre as galáxias mais distantes entre si, que a ausência de pressão transcende o zero absoluto: a dedução nos aponta que, para a matéria aí se manter coesa, precisa de quantidade e densidade, que reúna gravidade que represente igual, ou superior ao inverso da ausência de força local, exercida pelo vazio profundo, e a ausência de pressão - talvez, de fato, transcendendo em muito o zero absoluto.
Estes locais equidistantes relativo às forças - onde as forças entram em equilíbrio de igual para igual - é onde fica o ponto de Lagrange entre as estrelas vizinhas, ou entre galáxias vizinhas. As forças nestes locais são negativas e desagregadoras na proporção da imensidão vazia dos locais. Todo Corpo obedece uma determinada pressão relativa ao elemento do qual ele é formado. Sendo assim, pode se presumir, é passível de se presumir, que segundo a profundidade destes vácuo equidistantes, é provável que até mesmo para os metais, seja impossível se manter coeso, tudo é uma questão de tempo.
As naves interstelares que, no futuro, seguirem as curvas destas equidistâncias entre as estrelas, provavelmente precisarão de forças de ação e reação constantes em toda a fuselagem, de fora para o centro, para se manterem coesas, mas em contra partida, encontrarão caminho aberto para velocidades muito além da velocidade da luz.
Nestes caminhos pelas equidistâncias de vácuo profundo, muito provavelmente a luz das estrelas e galáxias, ao adentra-los, acelerem ao encontrar um ambiente cada vez mais vazio / e desacelere ao sair destas regiões, em aproximação de outros corpos, por encontrar um ambiente cada vez mais carregado em partículas. E, se desenvolva segundo a rarefação de cada um destes lugares equidistantes de vácuo profundo, talvez multiplicando a números inacreditáveis, a constante que conhecemos.
E, as implicações do rompimento da constante da luz pela própria luz, com a teoria da relatividade geral de Einstein.
O Universo Em Momento Algum Foi Nada. No começo era equilibrado de partículas infinitesimais; perene. Depois se aglomeraram em determinados e reduzidos locais formando galaxias, cercadas de imensidões cada vez mais profundamente vazias, na mesma proporção em que perdiam infinitesimais para os locais aglomerados de matéria cada vez mais denso, mais rarefeitas estas equidistâncias se tornavam. Estes locais vazios são desagregadores, na proporção inversa em que os locais aglomerados são agregadores de matéria. O Big-Bem é o Buraco Negro Original e, se realmente aconteceu, obrigatoriamente explodiu incompreensivelmente muito além da velocidade da luz que conhecemos: não saiu formando galáxias logo após a explosão: Foi tão violento que o universo ficou perene de partículas infinitesimais originadas pela explosão. Mais ou menos como explodir um balão de gás em um cubículo em vácuo longe da gravidade: o gás ocupará de forma perene todo o espaço, com a diferença que do balão restará os destroços de seu envólucro / do Big-Bem não restou nada. Depois então, em movimento partículas infinitesimais atraíram partículas infinitesimais e surgiu a matéria, nuvens começara engrossar em determinados espaços se tornando cada vez mais densos, em oposição a espaços vizinhos que se tronavam cada vez mais vazios...
NOTAS
I) – ATENSÃO! “Quando nos referirmos
ao cubo, e ao semi-cubo da distancia em relação a luz e o
espaço-tempo-movimento; que no livro do qual este texto faz parte, está bem
claro: è o resultado de uma longa (anos de) investigação sobre a relação do
conteúdo das esferas com a superfície, as quais posso garantir: não coincidem
em evolução. A superfície em evolução torna-se oca, e o que nos interessa, é o
conteúdo em evolução no espaço, e este só o volume relacionado com o tempo e o
movimento, pode nos dar, (o que pouco importa nesse momento; porém é quase
impossível transmitir o texto sem me referir a o inverso do semicubo da
distancia). O aviso é para se saber que não há equivoco, e que o proceder é
consciente e esclarecedor.
O semi-cubo será referente às camadas
sucessivas, de cerca de 300.000 km/s de espessuras, que através das quais, a
luz se propaga do Sol, e supostamente de todos os corpos luminosos. Estas
camadas de 300.000 Km de espessuras chegam a cada segundo na terra, inversamente
proporcional ao semi-cubo da distancia. (Isto porque, quando o raio dobra em
relação ao tempo; em relação ao movimento o conteúdo também dobra. Então, na
primeira parte do raio temos uma unidade do ente, 7 vezes mais intenso, por
estar em um espaço sete vezes menor em relação a o tempo-movimento, que na
segunda parte: - esta por sua vez; o ente está sete vezes menos intenso por
estar em um espaço sete vezes maior em relação ao tempo-movimento. Aqui ao
dobrar, não se leva em conta o raio todo, porque quando dobra, sempre surge uma
nova camada de luz na primeira parte, enquanto a segunda camada sobe para a
segunda parte do raio. E este fenômeno em evolução no espaço, tem relação
intrínseca com o tempo e o movimento.
Isto quer nos dizer que; em relação a o
espaço, o tempo e o movimento; o Sol gasta 1.75 vezes mais energia para sua
radiação chegar até a nós tal como chega, do que supõe nossa sabedoria
tradicional baseada no inverso do quadrado da distancia. (estas questões veremos mais tarde em relato de não mais do
que 40 páginas do texto de introdução que reúne inúmeras coincidência
matemáticas, no livro referido).
Aqui, o raio dobrado do volume - no caso 2 segundos - não se
multiplica por oito, como no inverso do cubo distância, porque toda vez que dobra no inverso do semi- cubo da distância; a primeira unidade sobe para a
segunda parte do raio, e na primeira parte surge uma nova unidade do ente em
questão. Rigorosamente vinculada a o seu movimento constante, ao tempo
constante e a o espaço constante; se o movimento da luz mudar, todas as
relações com o espaço e o tempo mudam”. - Simples! - O movimento é o campo dimensional legítimo e primordial;
concebendo e relacionando-se com o tempo e o espaço.
Porém este texto-parte, se forçado, não
depende destas expressões, e embora sem elas, possivelmente tornar-se-ia de fácil
entendimento para a física contemporânea, e de pronto fascinante; encantando a
todos ao promover a conciliação da quebra da constante da luz com a
relatividade geral tornando-a mais relativa ainda; “o que na verdade acaba por
ser um fato ”. Porém, tornar-se-ia também; enganoso, corrupto em si mesmo, o
que para mim é inadmissível. Por isso prefiro pegar o caminho mais árduo, e pré
esclarecer a origem da ideia.
Mesmo Kant - ao dizer que, “a estética
transcendental não pode conter mais que o espaço e o tempo”; - admite que: - “o
movimento, mesmo sendo um dado empírico, reúne estes dois elementos: a saber,
espaço e tempo”. (Kant – Crítica da Razão Pura – Pg 49 – Victor Civita – 1983).
(O que, quer nos dizer que; Heráclito não jogou palavras a o vento). Sem o
movimento tudo é estático, nada acontece; sequer o espaço e o tempo
aconteceriam. “Tudo é movimento” – Acho que Locke examinaria o texto para
perceber se há harmonia entre afirmações especulações e retórica. - Berkeley
diria que; - de fato, sem o movimento não teria os sentidos
do ser e só Deus poderia observar o espaço estático. Kant..., acho que não me
atacaria; e diria que; - o movimento é de importância fundamental, pois é ele
que contém o espaço e o tempo; e destes dois elementos, acho que se orgulharia
de ter insinuado, que ele: o movimento; os sintetiza de uma só vez. O velho
Heráclito certamente diria que; - sem o movimento, sequer os Deuses aconteceriam.
Em outros textos veremos a importância
decisiva de se levar em conta o movimento, como dimensão matemática
possivelmente independente e própria: “que mede a si mesmo”; - e, se
relacionando com o tempo e o espaço de igual para igual, como fenômeno que,
medido por estes, os mede também.
Por hora; o que nos interessa são as
possibilidades da velocidade da luz, nos desertos de profunda ausência de
matéria ( vácuo profundo; nos confins localizados nas eqüidistâncias entre os corpos do universo e, as
implicações de uma possível velocidade da luz quebrando em várias vezes sua
própria constante nestes locais de vácuo profundo proporcionalmente ao inverso da densidade das estrelas, ou galáxias que os cercam.
II)-(Vou aqui, manter a fidelidade a o
texto, embora o começo no prólogo, que logo vem; depois do advento que, ligou a
Itália e a Suíça a o neutrino mais veloz que a luz, tenha para aquele que se mantêm
atualizado; adquirido um “tom oportunista”). Contudo, em registros de redação,
tenho como provar sua data anterior, por isso a decisão de deixa-lo
absolutamente original no tocante sua abertura e seu encerramento, embora
esteja trabalhando nele. Por outro lado, a noticia só me chegou Seis meses
depois; por acaso, claro, por culpa pura e simplesmente minha: em me embrenhar
na solidão, em minhas pesquisas, (e deixar o noticiário de lado).
III) – Trecho de abertura do texto o
movimento, do qual este texto é finalizador e que no momento é de fundamental
importância.
(-A rua, direita ou esquerda. O prédio, a
frente ou atrás. O andar, acima ou abaixo. E o tempo, mais cedo ou
mais tarde). Sem estas quatro dimensões, “segundo a física”, o encontro
marcado, não poderá acontecer. Então, me perguntei; -Como fizeram para
marca-lo? -Como farão para chegarem ao local? –E, como irão realiza-lo? -
Se desprezam a dimensão, que é a razão de ser do próprio Universo:
O movimento.” )
KANT - Diz ele a respeito de um possível
órganon; conjuntos de princípios segundo os quais todos os conhecimentos puros
podem ser adquiridos e efetivamente realizados. “Uma tal ciência teria que se
denominar não uma doutrina, mas apenas critica da razão pura, e sua utilidade
seria realmente apenas negativa com respeito à especulação, servindo não para a
ampliação, mas apenas para a purificação da nossa razão e para mantê-la livre
de erros, o que já significaria um ganho notável. ( Os pensadores – Kant –
Critica da Razão Pura – Pg 33 – Victor Civita – 1983).
INTRODUÇÃO
- "Diz-se, que nada pode ser mais
rápido que a luz. De fato, até então, tudo o que se sabe é isto. Porém em
questão de velocidade, mesmo dentro do ambiente estelar em que vivemos, pode
estar acontecendo coisas que ainda nos escapam do saber. Por outro lado, a
própria luz pode ser mais rápida do que supomos que possa ser".
Tudo o que sabemos sobre a velocidade da
luz, é o que registramos como resposta, do que ocorre como efeito,
dentro do sistema Solar. Pois qualquer sinal que chegue até a nós, venha de
onde vier, obrigatoriamente terá que adentra-lo, e se deparar com as condições
ambientais deste sistema, para que então, possamos registra-lo. É provável que
entre uma estrela e outra, sua velocidade seja maior ainda, e entre uma e outra
galáxia, mesmo para nosso tempo, esta diferença para mais, seja de proporção
descomunal.
Já dissemos antes que, se a luz insistisse
em se propagar tão densa quanto saí da fonte, perderia sua velocidade ao cubo
da distancia percorrida. Cada vez que dobrasse o raio de propagação, ficaria 8
vezes mais lenta na média, em relação ao volume e o raio todo. E sete vezes
mais lenta em relação ao espaço-tempo-movimento. Para que isto ocorresse,
precisaria encontrar um ambiente cada vez mais denso na mesma proporção. E esta
seqüência, não precisaria ser tão densa assim; seria muito menor que a água do
mar, onde a luz consegue penetrar em profundidade apenas algumas centenas de
metros. Então, ao contrário disso, se encontrasse um espaço cada vez mais vazio
pela frente; em aceleração constante se tornaria cada vez mais veloz. E,
tornando-se cada vez mais veloz, na mesma proporção tornar-se-ia cada vez menos
luminosa. Pois assim; em aceleração constante, os fótons se distanciariam cada
vez mais um do outro, não apenas no sentido paralelo divergente, mas direcional
longitudinal, rarefazendo-se pelo espaço, com o poder de iluminação minguando
em aceleração positiva, e na proporção; menor do que se estivesse em sua
conhecida velocidade constante. O que para nós, talvez esteja aí mais uma razão
que faz com que o universo seja menos iluminado do que deveria ser. E esta
dedução talvez contenha mais uma possibilidade de responder o paradoxo de
Holbers (Jean de Chéseaux e Henrich Holbers): - “Porque o universo é tão escuro
com tantos astros a brilhar no céu”?
Já sabemos que segundo as medidas que
usamos, em relação a fonte, o raio ao quadrado não evolui como o raio a o cubo.
O primeiro evolui disparando no espaço, e o segundo evolui comedidamente. E que
a luz das estrelas; não chega a lugar nenhum e se demora iluminando-o e
aquecendo-o, pela razão da superfície e da área, e sim pela razão do conteúdo e
do volume em movimento. Abaixo da superfície não existe um espaço oco, e sim recheado em
conteúdos de entes, no nosso caso; a luz. E, que se medirmos levando em
conta o movimento-espaço-tempo, a encontraremos propagando-se como inversamente
ao semi-cubo da distancia. Sabemos também que, não é só a quantidade de pontos
de luz que potencializa a iluminação, mas também a qualidade de cada ponto.
Porém, uma supernova ilumina mais que uma Galáxia inteira. E isso, é
perfeitamente compreensível; o Sol tem cerca de 5 bilhões de anos pela frente
para viver, se transformasse em luz toda a sua energia de 5 bilhões de anos em
um breve tempo de uma semana, teríamos um brilho com a intensidade de cerca de
260 bilhões de Sois. Um brilho para pelo menos encarar a Via-Láctea de igual
para igual, claro, somente por uma semana.
Porém, muito ao contrário do que se pensa;
com pouco risco para as estrelas vizinhas. Se alfa centauro por um acidente
queimasse todo o seu combustível em apenas uma semana; ao semi-cubo, e mesmo a
o cubo da distancia, muito pouco sentiríamos aqui na terra, muito
provável que; nada que ameaçasse a vida. No máximo passaríamos as noites no hemisfério
sul como a luz de uma aurora.
Se das estrelas, a luz se propagasse ao
quadrado da distancia; uma supernova causaria estragos em boa parte da
vizinhança em sua Galáxia de origem e, no nosso caso hipotético da alfa
centauro; nos tornaríamos pó imediatamente. Mas parece que no caso das
supernovas; ás estrelas vizinhas, que mantém uma relativa distancia, continuam
lá. - Já experimentou apagar a luz de uma vela com a repentina chama de um
maçarico? Em poucos segundos à vela inteira sumirá do mapa. Mas as supernovas
parece que em se tratando de distancias que superam alguns anos luz, mesmo
equivalendo em brilho a uma galáxia inteira, em se tratando de destruição, não
são tão poderosas quanto se pensa.
È provável que nas grandes regiões
desertas entre as Galáxias, e mesmo entre as Estrelas, no vácuo profundo, a luz
mergulhe em aceleração positiva, e torne-se mais fraca; pelo fato das relativas
fileiras de fótons, além de afastarem-se uma das outras no sentido paralelo
divergente; os próprios fótons em cada relativa fileira, como efeito da
aceleração positiva; afastam-se também, tomando dianteira, um dos outros no
sentido longitudinal direcional. Isto é assim até atingirem o vácuo profundo que reside na equidistância entre uma estrela e outra. Dai para frente a luz entraria em aceleração negativa até atingir as estrelas vizinhas.
No caso da constante da luz; a diluição se
da por afastamento discreto e constante no sentido paralelo divergente;
mantendo os fótons em relativas fileiras sempre a mesma distancia um a
frente do outro. Entre uma fileira e outra, enquanto a luz evolui na imensidão,
o espaço que aí se alarga é ocupado pela sombra. (Este fator pode
produzir um descompasso a mais dos que já sabemos, sobre distancias,
localizações e luminescência das estrelas).
Se nos orientarmos pelas duas fileiras em
direção a fonte, encontraremos um triângulo, seu espaço delimitado é plano:
isso sim; é o inverso do quadrado da distancia. Se pegarmos quatro fileiras,
formado um quadrado base, e entre elas nos enveredarmos para a fonte,
encontraremos uma pirâmide: agora sim o inverso do cubo da distancia. Em sua
base, do limite do ponto de vista de quem vê, há uma lâmina infinitesimal de
luz; a mesma de quem mede a superfície: é o limite do semi-cubo da distancia; é
a porção de luz que na fonte é produzida por segundo, e que dela no outro estremo
recebemos por segundo conforme a velocidade que nos chega.
No nosso caso do
interior do Reino Solar; Uma camada globular, que evolui do sol, de cerca de
300.000 km de espessura por segundo; Inversamente proporcional ao semi-cubo da
distância. E não seremos enganados se nos orientarmos por este limite
infinitesimal; pois abaixo dele - em direção a origem de onde vem - está o volume recheado de luz e, que nos chega
por partes em cada segundo; com cerca de 300.000 km de espessura, segundo a inter-relação entre espaço, tempo e movimento.
Se o movimento muda em sua constante, ou
pior; para movimento variado, aceleração positiva, ou negativa: todas as
relações entre espaço e tempo mudam, podendo tornar-se o caos. E o raio vetor,
claro; será o raio do movimento. É ele que determina, o que é
espaço, o que é tempo. (Veremos isso no texto o movimento)
A possível aceleração da luz no espaço
aberto entre as estrelas; o probabilístico vácuo profundo; lhe suaviza e lhe
intercala com mais sombras. Além dá luz propagar-se, ao semi-cubo da distancia,
( no caso no sistema solar, a cada segundo nos chega uma camada de luz de 300.000 km de espessura, segundo
o inverso do semi-cubo da distancia) o que seria pelo menos meio caminho andado
para explicar o paradoxo de Holbers. Se sua aceleração positiva no vácuo
profundo entre as estrelas, e entre as galáxias for um dia comprovada, terminar-se-a
finalmente por decifra-lo. É o trabalho investigativo que vamos desencadear a
seguir.
SIMPLIFICANDO - O semi-cubo;
EX; um ponto
Euclidiano emissor de luz.
1º) - Primeiro segundo transcorrido: Primeira
unidade de luz: uma camada de luz de 300.000 km/s de espessura.
2º) - Dobrando o
raio; dois segundo de pois, surge a segunda camada de luz que empurra a primeira,
com sua base de retaguarda para 300.000 km de distancia do ponto Euclidiano, e
seu limite de vanguarda para 600.000 km de distancia do ponto.
3º) - O espaço
todo foi multiplicado por oito, mas há o problema: é que agora já são duas
camadas a ocupar o espaço: a quantidade dobrou; a segunda a surgir ocupa
o espaço que foi da primeira junto ao ponto, e a primeira subiu para um limite
extremo ocupando uma faixa com seu limite de base a 300.000 km do ponto euclidiano e elevando seu limite extremo, a 600.000 km de distância do ponto
fonte.
4º) - Então temos na primeira metade do raio
dobrado, uma unidade de luz de 300.000 km de espessura ocupando o espaço de
número um e, representando densidade número sete (sete vezes mais densa que a seguinte), em relação a outra que, está com seu limite de retaguarda a 300.000 km, e de vanguarda a 600.000 km de
distancia do ponto euclidiano fonte, ocupando um espaço de número sete ( sete vezes maior que o primeiro), e representando densidade 1/7 (sete vezes menor) em relação a intensidade da que está junto
ao ponto fonte). E assim por diante. Este é o ente em movimento ocupando o espaço.
AMBEXTREMOS
I
A Idea de
constante da luz, generalizada para todo lugar no vácuo, pode produzir um
descompasso entre espaço, tempo e movimento, entre nós as estrelas e as Galáxias; de proporções
igual, ou maior, daquele; quando séculos
atrás, acreditávamos que; o Sol girava em torno da terra, e não esta em torno
do outro.
As distancias
espaciais que, vislumbramos entre nós e as Galáxias, parecem Humanamente
intransponíveis. Mas é provável que o movimento da luz, faça com que a
distancia temporal aconteça logo ali, bem mais perto do que estamos acostumados
a prever. Pois como já sabemos; ao contrário do som que, flui melhor nos
ambientes cada vez mais densos e, que tem sua constante a o nível do mar; no
caso da luz, quanto mais cristalina e menor a densidade do ambiente, melhor
flui em busca de sua constante conhecida. Isto quer nos sugerir que, se nas
regiões equidistantes entre as galáxias, e possivelmente entre as estrelas, haja um vácuo mais
rarefeito que em seus interiores, é provável que a luz alí quebre sua constante.
E se a luz
encontrasse pela frente, um vácuo tão profundo, com tal extrema cristalinidade e rarefação que, comparado com o vácuo do sistema Solar, fosse como a diferença da água
corrente que bebemos / para o ar livre que respiramos?
Entre as
estrelas, que se localizam a cerca de um terço do raio galáctico, do centro
para as bordas da a Via-Láctea, há imensas regiões abertas, com ambiente
espacial propício, com alta probabilidade de ser cada vez mais rarefeito e
cristalino em direção as equidistâncias; favorável para a luz fluir cada mais livre,
do que, quando adentra os globos de sistemas estelares onde fluem ventos e,
outros entes emanados das estrelas locais, tornando cada vez mais denso o espaço a ser
percorrido.
Estes entes
em proporções mais densas criam uma atmosfera ambiental estelar que, é
relativa caso a caso, e que; para comparação com o nosso padrão atmosférico
terráqueo, pode parecer vazio / mas de outro modo: para comparações com os padrões
intergalácticos e até mesmo interestelares de
extensos desertos de profunda ausência de matéria e extrema rarefação e cristalinidade nas equidistâncias; na realidade, o vácuo dos sistemas
estelares, de vazio e transparência; pouco ou nada têm.
É possível
que, os movimentos da terra não se façam sentir em sua inércia inabalável,
porque vão embarcados em um conjunto de
movimentos na atmosfera Solar rodando ao redor da nossa estrela rainha.
Assim como o
movimento de translação dos planetas giram segundo os efeitos provocados pelo
astro central, em cada determinada região, e dentro delas, desde a
origem; a presença dos efeitos do redemoinho que formou cada astro, permanece unida e relativamente harmônica, interagindo
com o espírito do grande redemoinho central que formou o Sol, mantendo os
movimentos planetários ao redor de nossa estrela, Isto é; dançando uma ciranda
com nossa estrela, unidos por sua múltipla atmosfera, e pela presença do
espírito do redemoinho primordial que em
conjunto com os demais, permanece em movimento como sinais de sua origem interagindo
independentes e interligados no éter; o seja lá o que for.
É o grande
redemoinho que formou o sol, lhe guardando em uma protegida inércia em seus
movimentos em velocidade constante e regendo os demais redemoinhos que se
formaram no seu interior, e que formaram todos os planetas, satélites e cometas: aqueles que por ter baixa velocidade em relação a massa que reuniram e a densidade que os caracterizaram e, em espiral descendente desabaram no sol - Aqueles que por ter alta velocidade em relação a massa que reuniram e densidade que os caracterizavam e em espiral ascendente se libertaram em direção ao cosmos e.... Aqueles outros que, por ter a velocidade certa em relação a massa que reuniram e a densidade que os caracterizaram e, permaneceram girando em torno do sol...
E, que com eles embarcados, dançam numa grande ciranda ao redor do primeiro.
Este redemoinho ainda está entre nós, é ele que entre a ordem e o caos rege o
sistema, é a grande e rarefeita multe-atmosfera do sistema Solar: é o movimento onde nele os corpos vão embarcados, sem encontrarem resistência e, toda
estrela, ou galáxia o tem. Ele age no
éter (ou seja lá o que for: porque mesmo que seja; no futuro não mais será, e vice versa), (energia infinitesimal que se rarefaz em relação as eqüidistâncias dos
astros) que se encontra em locais de vácuo profundo (onde podemos chamar de
nada, mas que de nada, nada tem).
Porém no
interior dos sistemas estelares o éter (vácuo: nada) está carregado de entes
menos rarefeitos do que estamos acostumados; que fluem das estrelas como
formadores de uma atmosfera estelar.
Tanto é assim
que, a luz flui igual, tanto em nossa atmosfera terrestre, quanto na atmosfera de espaço interplanetário
no interior do sistema Solar. Isto quer nos dizer que, para os padrões das
imensidões de espaços abertos no cosmos, o vácuo é tão profundo que; dos
limites das pradarias livres do reino de nossa estrela rainha, para o quintal
de nosso planeta, pouca diferença há para a luz se propagar: são as influencias dos ventos solares e dos entes que ele carrega, sobre a velocidade da luz.
Há emanações
e entes, além dos ventos solares em nosso sistema estelar que; podem interferir
na velocidade da luz que nos chega das estrelas, e na luz do próprio Sol com
efeitos próximos, ou equivalentes ao produzido pela atmosfera Terrestre. Esta
última por ser mais densa, porém mais curta, a outra por ser mais leve, porém
mais vasta, podem nos engabelar nas mensuras, mostrando resultados iguais, mas
que de fato não existem . Estes entes emanados pelo sol; voam de encontro à luz que do céu nos chegam.
A luz do sol
que nos chega, voa ao encontro de seus próprios entes, e a luz das estrelas, de encontro a os ventos e entes
por ele emanados. E, estes ventos e entes voam a cerca de 1.000.000 km/h. Mas o
que é um milhão de quilômetros horários, senão entulho no meio do caminho,
tanto em uma direção quanto para outra; comparado a quem como a luz; que a
principio, no interior do sistema Solar, se desloca a mais de mil vezes esta
velocidade?
Por outro
lado, isto tudo ocorre, enquanto nossa atmosfera de curta espessura, está
relativamente parada em relação à luz que nos chegam do espaço... Embora
passeie colada a Terra em torno do Sol. - Pode haver aí, uma equivalência de
interferência, ou uma quase imperceptível diferença que a ciência nos apontas para o vácuo 299.792.458 km/s e, para o ar: 299.702.547 km/s. Por isto talvez, não se detecta grande distorção. Estamos no interior de uma atmosfera estelar e. sofremos diretamente sua influência. Vazio mesmo, em
comparação; é o que pode se encontrar lá fora, no espaço aberto - longe do alcance de nossas réguas - nas equidistâncias entre as galáxias, e até mesmo entre as estrelas.
II
Isto faz me
parecer que, para a luz ser constante no vácuo, o vácuo teria que ser constante
em toda à parte. Mas possivelmente não seja assim. E o grande percalço, para
grandes viagens intergalácticas num futuro longínquo, (ou mesmo próximo), não
seja a distancia, nem a velocidade, e sim um vácuo com tão profunda ausência de
matéria, que seja capaz de dilatar e desintegrar qualquer coisa material que
por ele se aventure, e que; não tenha a proporção em matéria no outro estremo
da medida exigida, para resistir, e sair integro do confronto.
É provável
que, os grandes desertos de vácuos profundos, entre as distâncias espaciais que
separam as galáxias, atuam em contra posição a os grandes centros Galácticos. E
lá, no outro extremo; nestes centros de grandes porções de matéria, a muito
desconfiamos que há buracos negros (corpos desproporcionalmente massivos)
regendo o sistema e, capaz de esmagar tudo o que adentrá-lo. Pois então: muito ao contrário destes pequenos espaços de densidade descomunal capaz de esmagar tudo que ali adentar, os espaços onde se localizam o vácuo profundo, se caracterizam por imensidões abertas e vazias onde a anti-força se manifesta ao contrário e, em vez de esmagar, desintegra tudo que ali adentrar, não como uma explosão, mas porque aquilo que ali adentro, não possui em si, inter-atração para se manter, coesa, no inversa da proporção que exige o vazio local .
Em meio a os
grandes desertos espaciais que separam as galáxias, pode ocorrer exatamente o
oposto do que ocorre no interior dos centros galáticos e, qualquer coisa que por lá se aventure, em um ponto eqüidistante
entre uma e outra, ou mais Galáxias, poderá ser dilatada até a pulverização
total por falta de força de coesão entre a
matéria diante a profunda ausência de matéria.
Nestes
imensos espaços abertos do universo compreendido, seria loucura afirma-lo vazio
em absoluto. Por aí, circulam e se entrecruzam ondas de energia e entes de toda
a origem e de todos os níveis, desde as que ainda não podemos conceber, até as
que temos idéias formadas, como; luz visível, raios-X, ondas de rádio, raio
gama. E partículas, e outros entes infinitesimais. Porém, em profunda rarefação
e transparência: ao se aproximar de uma estrela, estes entes, pela influencia da força atrativa do astro, vão se aproximando uns dos outros. é possível que, um observatório, se instalado em Mercúrio; possa ver as estrelas bem melhor e mais nítidas do que vemos da terra em um observatório equivalente ao que lá estiver e mesmo a olhos nus se, um dia lá formos, poderemos notar tal diferença .
Nestes lugares; só a energia, e a gravidade em suas
variadas formas, e entes ultra finos podem passar com sucesso relativamente
integro. Ou então grandes nuvens de gases e poeira reunidas por uma leve
radiação de cerco de eqüidistâncias que, desintegrada, rarefeita e enxotada
pela anti-força da profunda ausência de matéria, é arrastada por uma incipiente gravidade em forças de
marés de ambas ou varias as direções, como um múltiplo cabo de guerra com
predileção para o corpo galáctico mais forte, ou mais próximo.
A energia não
é matéria, e nem quer ser. E, se quem está encarcerado não quer o cárcere,
imagine quem está livre.
É claro que,
não existe nada no mundo, sem uma outra em contra posição; vida e morte, luz e
sombra, matéria e energia, expansão e gravidade... E é claro também que; “os
centros das grandes vastidões de vácuos profundos / e os massivos centros
galácticos; não escapam desta regra opositora”. Cada um com sua respectiva
dimensão. “Um ambiente desintegra por profunda e quântica rarefação / e o outro
integra por densidade extrema e relativa”.
O que é uma
explosão total, se não energia aniquilando a matéria para libertar-se. A
pressão se tornando “despressão”; a densidade se rarefazendo nestes confins. E, ao libertar-se aniquilando
a gravidade nas regiões centrais das imensidões abertas de vácuo profundo, a “despressão” contraditoriamente rarefaz tudo; em perfeita oposição aos grandes
centros massivos e fechados que, em contraposição tudo atrai e integra e até esmaga.
Não é à toa,
que a matéria se reúne em astros, e os astros se reúnem em grandes galáxias
incandescentes. “Cercadas por halos de matéria escura”.(seis vezes mais pesada
que a matéria comum interagem muito fracamente com esta. E tudo o que faz é
prover uma estrutura gravitacional para a matéria luminosa. Scientifc Americam
- dezembro 2010 Pg 28).
Muito
provavelmente para criar ou buscar um casulo de emissão de energia e se
proteger do vácuo profundo, num movimento de ação e reação contra si mesmo e
seu centro, pois só a energia pode, pelo profundo vácuo, passar ilesa com
naturalidade, o que for corpo- matéria vira poeira; partículas, infinitesimais e, finalmente energia pura. A fusão nuclear, além de promover
o equilíbrio; é um movimento de ação e reação dos grandes aglomerados de astros
contra si mesmos, empurrando para distante o ameaçador vazio que vem para lhes
desintegrar e lhes espalhar pelo cosmos transformado-os em poeiras e, os vazios em contra partida os pressiona de fora para dentro contra si mesmos. É provável que, a gravidade dos corpos seja orquestrada por estes vazios: quanto mais denso o corpo, mais oposição faz ao vazio que o cerca.
Se há no
universo, regiões profundamente mais densas e opacas, obscuras / é porque há
também, neste mesmo universo, não obstante às sombras: regiões profundamente
mais rarefeitas, cristalinas, e
transparentes.
É exatamente
uma combinação qual uma profunda ausência de forças que gera a anti-força e,
que, faz com que no profundo vácuo entre as distantes Galáxias, não haja
ambiente para a integridade da matéria. Neste local não há cumplicidades de
entes em cooperação atuando para mantê-la coesa. A energia que por aí passa não
é força. Já foi força integradora. Terá que ser coletada e reunida, para se
tornar força novamente; uma tarefa não impossível para a Natureza, mas
por hora; incomensurável para mente humana. É Dificil entender que uma grande nuvem de poeira formadora de estrela que aí adentrar, terá que ter mais força de coesão no inverso da proporção, do que demanda a anti-força do vazio onde se encontra, do contrario se desfará, ou jamais formará estrela alguma.
Afinal,
matéria atrai matéria, ou é a energia que existe por toda a parte e cercando-a nestes ambientes de total ausência de força atratora para o centro, a
desintegra e em oposição, expulsa-a em direção a outra matéria formando grandes
corpos?
Na verdade
quando olhamos para o cosmos, ou para um ponto, com a intenção de ver seu
centro; vemos apenas o que merecemos ver. A melhor parte, a natureza vê
refletida em seus próprios olhos. Então temos que deduzir. E assim parece que
quanto mais nos embrenhamos em busca de coerência para a constante da luz mais
nos encontramos indagando, e mais nos perdemos em respostas. E, quanto mais nos
perdemos em respostas; mais distante ficamos de encontrar evidencias, que nos
assegure em uma equação perfeita, uma alteração de fato para mais em sua
velocidade.
O que por
outro lado, pode não ser impossível. Tudo é uma questão de equilíbrio não só
entre forças internas, mas entre forças externas também. Será que um planeta
como a terra permaneceria integro em sua estrutura, desprotegido da atmosfera
do sistema Solar, em um ponto eqüidistante entre Alfa Centauro e o Sol? Afinal
de contas, sabemos que para menos, do que dita sua constante, à velocidade da luz
tem incontáveis limites.
O substrato
do sistema solar onde a luz exerce sua constante conhecida, é de fato o
representante em absoluto como modelo para todo o universo?
III
O espaço
tempo de Einstein representado por uma cama elástica, em uma linda e excelente
alegoria como referencial de medida, pressupõe um espaço-tempo uno. Seu
substrato, sua resistência é a mesma em toda à parte, e as diferentes
deformações ficam por conta dos corpos e suas relações entre movimento, massa,
volume, densidade... E outras coisas que lhes cercam. Ou, pelo menos deve ser
assim, para que se tenha, respostas garantidas por toda à parte no universo
estendido neste substrato homogêneo e, para assegurar a constante na velocidade
da luz. Por isso; o limite e a constante.
- Nos da, ou
não nos da, esta constante da luz; uma certa segurança para pensarmos que somos
realmente Homo-sapiens-sapiens? -
Porém, tudo o
que sabemos dela, pelo menos com aparente certeza; é o que acontece no interior
do reino Solar: nossa caverna Neandertal no universo; o caminho pelo qual;
“todos os sinais que nos chegam do universo exterior, obrigatoriamente tem que
passar e sofrer efeitos, para só depois então, chegar até a nós”.
Ainda não
temos idéias formadas do que seria na realidade receber sinais do universo em
uma outra região sideral, em uma outra estrela, em uma outra galáxia, ou em um
ponto equidistante entre uma e outra estrela.
Com tudo, se
exigirmos mais de nós e pensarmos um pouco adiante, mais a fundo; deve nos
parecer um tanto difícil ser assim; tão uniforme, tão insistentemente constante
por toda à parte no universo; tanto a velocidade da luz quanto a malha do
substrato. A não ser que; o universo seja como uma bolha aérea, e as galáxias
se estendam por sua superfície. Este; com sua superfície tecida em uniforme
malha, ponteada do mesmo feito, e em fios de igual resistência por toda à
parte.
Mas esta
bolha não deveria ter algo em seu centro lhe expandindo? Ou no caso do engano
ótico: o universo estar na realidade se contraindo, como já vimos no texto:
“movimento”; não estaria seu centro; reclamando a volta de tudo?
Mesmo um
ambiente vazio em absoluto, reclamando para ser plenamente ocupado, ou emanando
forças infladoras; não seria o grande atrator: o vazio deixado pelo Big-bang,
que um dia reclamará para ser ocupado novamente?
Sendo assim,
não teríamos que admitir que o éter (o nada que de nada, nada tem) regula o
Universo, com espessura segundo a distancias dos corpos, em que atua? E que,
mesmo com a mesma resistência por toda à parte; é engrossado pela matéria e a
energia, segundo a aproximação destes corpos, e rarefeito por esta mesma
energia e matéria, segundo as lonjuras entre eles?
Mesmo em um
universo bolha; estável, crescente ou decrescente, seria muito difícil o
substrato ter a mesma resistência por toda à parte. Pois ele deve ter uma
espessura; e as galáxias com estrelas planetas e todos os corpos cada um com
sua singularidade, se estendem por toda parte nesta espessura de seu tecido, e
isto obrigatoriamente o torna relativo e, quando distante de nossa compreensão,
quântico também.
Relatividade
é o resultado da inter-relação e ação em conjunto, de entes singulares. Se
assim é; relatividade versos relatividade sem a quântica não é possível se
entender. É claro que o espaço-tempo de Einstein quando estendido para o
“ambi-extremo” do universo; é quântico.
A quântica é
o resultado de singularidade versos singularidade. E, uma coisa Quântica,
versos outra coisa Quântica, é possível se estimar, jogar, mas não é possível
entender.
Pode tudo ser
representado por uma cama elástica sim, no sentido equatorial dos corpos, e
horizontal da visão humana; segundo os movimentos; de rotação e translação de
cada um deles. E, mesmo por jogos e probabilidades. Porém na realidade; o
substrato se estende por todas as direções e sentidos e está ligado por toda a
superfície dos corpos dependendo apenas da posição de quem o está
experimentando. E, a cama elástica só pode ser representada a partir desta
posição: relativa a o movimento dos corpos no plano-horizontal segundo a
posição de cada um. Perfeitamente compreensível; é a gravidade vista com outros
olhos. Porém quando nada entendemos, a Quântica pode nos socorrer. É como hoje,
cercar um jogo com todas as probabilidades nas mãos, “só que o sorteio foi
ontem”, porém bem longe dos nossos sentidos, e o resultado só será divulgado
amanhã; “tudo pode acontecer com o que já aconteceu”. È o realismo / e o
idealismo.
Realmente, o
universo não joga dados: somos nós que jogamos quando não podemos entende-lo. É
o que estamos fazendo neste texto. (No caso das relações da velocidade da luz
com diferentes regiões do cosmos, podemos estar usando as probabilidades em
literatura quântica, para apostar em um resultado que, possivelmente assim é; desde a formação do universo).
Neste caso,
sendo ou não sendo; o substrato uma força, ou resistência uniforme por toda à
parte; a gravidade age a o semi-cubo da distancia segundo as relações que os
corpos exercem com o ambiente onde se encontram, e com o
espaço-tempo-movimento.(É claro que ainda não temos bem claro uma idéia da
velocidade da gravidade. Uma idéia aproximada de como se dá o movimento da
gravidade, é fator decisivo para nossas pretensões com o cosmos. O movimento
decide as relações dos entes com o espaço-tempo. É imprescindível que saibamos
se este movimento é constante, se é acelerado, se é variado, em desaceleração,
em ondulações, e qual sua velocidade dentro de sua relação com o movimento, e
principalmente a direção).
Estas
relações são relativas a o momento, isto é; dependem do que está acontecendo
naquele momento no espaço e no tempo, por isto a anomalia na órbita de
Mercúrio. Pois tudo depende de suas relações não só com o Sol, mas com Vênus,
Terra, Marte, o Cinturão, Júpiter, Saturno..., e principalmente as relações de
Mercúrio com sigo mesmo e as vizinhanças estelares. “Nada de novo”. Esta anomalia deve existir em todos os
astros, claro, de formas diferentes relativas a cada um, e suas relações com o
todo, e de maneira imperceptível. Porém, precisamos de maior clareza sobre o
movimento da gravidade. E principalmente se parte do centro dos corpos, ou se
vem do espaço empurrando matéria contra matéria.
O substrato
de Einstein, o qual a constante da luz sugere sua uniformidade, é claro que;
não é por atacado e plural, e sim no varejo e singular, isto é; caso a caso. E,
é um rio, com sua foz desaguando na Mecânica Quântica. Se for caso a caso, deixa
uma abertura para pensarmos que á desníveis, e que nestes desníveis a luz tanto
pode andar abaixo de sua constante, como pode quebrar sua máxima velocidade
conhecida. E, que esta constante que conhecemos, nada mais é que um limite de
velocidade permitido e imposto, pelo
meio ambiente no sistema solar.
Enquanto a
Quântica resolve por probabilidades, se acercando por aproximação numérica e
projeções em idéias, lançando luz sobre aquilo que se quer conhecer, daquilo
que é realmente desconhecido, a Filosofia por sua vez; contribui se acercando
do desconhecido em busca de respostas, através de identificações, de
referencias ainda que longínquas, e do seguimento através da investigação,
indagação, dedução, especulação...; Sem por um ponto final. É a quântica
literária.
I I I
Não é difícil
se imaginar o universo formando-se de flutuações quânticas e, através desta
condição, isto é; à medida que se concentram em certas regiões, se rarefaz em
outras. No geral o que é rarefeito se torna mais rarefeito ainda e
desintegra-se em si, e assim persiste e, na medida que se torna mais fino,
infla-se, precisa de mais espaço, torna-se maior em volume. Em equilíbrio
precisando de mais espaço, empurra as regiões concentradas contra si mesmas, e
para mais distante umas das outras. Enquanto que; o que está mais denso,
torna-se mais denso ainda. Com isto surge a matéria. Empurrando matéria em direção
a matéria como força extra; a rarefação mais fina precisando de mais espaço vai
se fortalecendo em sua anti-força, e
mais forte estreita as “densificassões” e faz surgir poeiras e corpos.
A pergunta a
seguir que, com isso tudo nos vem, é; - a gravidade parte do centro dos corpos
para agir em direção ao espaço, atraindo matéria para estes? - Ou parte do éter
(Energia infinitesimal) no espaço, para agir em direção a o centro dos corpos
levando matéria para estes? –Se parte
dos corpos, ao passo das distancias vai rarefazendo-se. Se vier para os corpos,
vem ao passo da aproximação “intensificando-se”. Um sujeito qualquer, com um
conhecimento razoável e disposto a pensar com afinco, não precisaria se
esforçar muito para defender com elegância esta idéia. Claro seria chamado de
louco. Mas, a o mesmo passo estaria aí a expansão: ao demonstrar os corpos
empurrados para as margens dos imensos desertos, por uma anti-força gerada por
uma profunda ausência de matéria, empurrando-os por todos os lados, uns contra
os outros e contra a si mesmos em direção a seus centros, segundo a interação
com a massa e a densidade de cada um deles; assim como os oceanos expulsam
dejetos em direção as terra.
Alguém
perguntaria; - e a força de marés, onde se encaixaria aí? – seria os corpos uns
frente a os outros, fazendo sombra a
pressão do vácuo, e deixando os corpos mais frouxos em suas composições:
“demonstrando com clareza a expansão do universo”. E insistiria o inoportuno: -
e os centros galácticos massivos (buracos negros) como explicá-los? O próprio
limite de Eddington os elimina em relação a gravidade (dado um número de massa,
uma estrela adquire tanta luminosidade que, a pressão do interior para o
exterior, torna-se maior que a gravidade, e expele mais matéria do que atrai),
somente em locais de grande pressão do exterior
para centro, para eles acontecerem. Os
grandes corpos sempre a o centro cercados por corpos menores, também se
encaixam com esta ideia, e para leva-la em rente e defende-la com elegância,
basta se encantar por ela.
Porém não
estou encantado. Até porque parece dar
no mesmo. Ou, é um jogo em interação de forças e anti-forças? Podemos dizer
como os antigos: - as coisas caem por que caem, e pronto. Talvez nem uma coisa
nem outra. Porém, por hora não importa se a gravidade vem do exterior, ou surge
do centro dos corpos: há uma queda de braço entre luz e gravidade por toda à
parte, que devemos levar em conta, e buscar sua resultante. O que bem a frente
vamos fazer. Até porque, pode ser esta resultante que provoca esta expansão; se
é que está expandindo-se.
Em Einstein,
é o espaço-tempo um substrato pronto, estendido, de resistência constante, que
afunda segundo um conjunto de relações com a massa e densidade dos corpos; do
contrário ele não creditaria uma constante por toda parte no vácuo, para a
velocidade da luz. Mas este substrato fora de nosso sistema estelar; parece não
ser tão constante assim. E provavelmente; se rarefaça cada vez mais rumo as
imensidões abertas.
E qual a
velocidade da luz diante disso tudo: o que acontece com ela, nas largas
imensidões; no espaço cada vez mais profundo e cada vez mais vazio, rumo as
eqüidistâncias entre as Estrelas, e melhor;
atravessando as profundas
lonjuras, em regiões formadas apenas por entes infinitesimais de passagens,
nestes desertos, que eqüidistam entre as
Galáxias?
Se há uma
atmosfera rarefeita regendo o conjunto dos movimentos dos planetas do sistema
Solar, e o próprio Sol; há limites para a ação desta tênue, mas significante
atmosfera. Talvez a nuvem de Oort (Jean Hendril Oort). Entre esta atmosfera e
as atmosferas das estrelas mais próximas e de todas as estrelas que guardam uma
relativa distancia entre si, com certeza; deve haver uma menor quantidade de
matéria rarefeita, cada ves mais tênue, que se afina cada vez mais, favorecida
e em contraposição a um espaço cada vez maior, até uma eqüidistância entre
elas, (nestes imensos espaços abertos que as separam), do que a quantidade que
existe entre as distâncias dos planetas nos limites internos do Sistema Solar
e, e no interior de outros sistema estelares.
Não teria a
luz entre as estrelas; o espaço aberto e cada vez mais rarefeito, como condição
ideal para talvez dobrar, ou até multiplicar sua velocidade?
E, nos
colossais espaços vazios entre as galáxias; não haveria mais ausência de
matéria ainda? Não teria a luz aí, nestes largos ambientes livres, de rarefação
progressiva e ultrafina, de extrema transparência, em relação ao afastamento
rumo as eqüidistâncias entre elas; condições propicias para desenvolver satisfatoriamente
sua velocidade, para nossas viagens nas imensidões do cosmos?
Creio que
Kepler tinha razão; a velocidade da luz é infinita; só que essa infinitude de
velocidade é relativa a infinitude da
capacidade de rarefazer-se os entes no
éter, nos colossais espaços abertos do universo. É possível que no nada em absoluto, a luz
perca sua capacidade ondulatória, e por isto; ou empaque, ou então atinja
velocidade imensurável.
Se perder sua
velocidade no vácuo absoluto e livre, e no caso o universo seja um globo oco,
com as galáxias em sua superfície, ela não o atravessa formando atalhos. Porém
se a o contrário; sua ondulação torna-se infinitamente curta; então, diante de
infinita liberdade, ela o atravessa de um lado a outro instantaneamente. Se
assim é: uma dádiva para os nossos sonhos.
Porém este universo desabaria sobre si mesmo, pois o nada em absoluto
nada tem para sustentá-lo.
I V
A matéria
densa exige muita massa para ganhar a forma de uma esfera, mas o mundo
rarefeito não é tão exigente assim; desde que exista um equilíbrio e uma liga
de contacto entre as partículas infinitesimais, a esfera oca estará feita, por
um efeito qualquer de rarefação infinita de dentro para fora. E, se for inflada
por esta rarefação em virtude de aquecimento ou coisa que o valha, empurrando
constantemente as paredes para fora; engrossará a superfície dando condições a
o surgimento da matéria. Digamos que ao contrário da matéria, que quanto mais
densa mais atrai matéria; quanto mais rarefeito em seu interior a energia que o
ocupa mais se parte, rarefaz e infla, e quanto mais se auto divide e infla mais
precisa de espaço garantindo a expansão do universo. Ex; uma partícula que a o se dividir, as partes se afastam por uma
força, depois da divisão precisarão de mais espaço para agirem. Possivelmente, ao contrário da matéria, é
assim que age o cosmos profundamente rarefeito onde circula a energia em
liberdade.
Sendo o
universo uma bolha, o calor emitido dos corpos para o lado esterno se perde; em
contra partida, o calor emitido para o
centro o infla cada vez mais. E assim sendo encontramos mais uma razão para os
contrários. Os densos, com muita massa
fazem esferas densas, massivas, atraem sempre mais massa, sujeitas a desabarem
em si mesmas. No outro extremo, temos o oposto. Os rarefeitos, precisam de
quase nada para conceber esferas ocas ( de energia infinitesimal), a partir da
auto divisão e dilatação, e estas; podem evoluir para o infinito.
E a luz...
Qual sua velocidade neste oco de energia
e infinitamente ausente de matéria? Atravessaria em um instante? Seria
as grandes distancias temporais da superfície do universo, superadas em frações
de tempo humanamente possíveis? Com o movimento projetado para mergulhos em
todos os níveis, neste possível oco de pura energia infinitamente rarefeita, as
distancias continuariam as mesmas, mas o movimento encurtaria o tempo entre um
ponto e outro?
Nas esferas
de matéria quanto mais para o centro mais densas as encontramos. Nas esferas de
energia a densidade maior está na superfície. “Supondo o universo uma bolha
inflando”. Atravessaria a luz, o universo de lado a lado em um instante? Ou
pelo menos em um tempo relativamente possível a um representante da espécie
humana? È querer demais, mas existe
algo; uma teoria, uma equação, que nos proíba de fato pensar assim? É uma aventura no pensamento. Claro, não
vamos nos empolgar e sair por aí dizendo que o universo é uma bolha crescente,
e que tudo nele está a o nosso alcance. Que a rarefação nas eqüidistâncias
permitem a luz quebrar em muitas vezes sua velocidade. Afinal de contas; o
suspeito ainda continua na condição de suspeito.
V
Voltando ao
ponto!
Um poderoso
buraco negro pode tragar até mesmo a energia. Mas qual energia? É claro que,
energia espessa. Energia ultrafina; em sua natureza, nem um corpo segura
firmemente. Neste caso, claro; radiação de Hawking.
-Não seria
natural que; se há diferentes níveis de densidade para a matéria, segundo as
condições do ambiente em que ela se apresenta: se pensar que há diferentes
níveis de rarefação para a energia segundo o reino em que se encontra ou se
origina?
A própria
gravidade, se realmente parte do centro dos corpos; é um tipo de energia fina
que qualquer corpo para tê-la, ainda que a longo prazo; paga um alto preço por
ela. Se não houver alimentação constante de matéria, atraída do exterior; com
toda a certeza a o longo do tempo o corpo se extinguirá. E isso, não importa se
um átomo ou um buraco negro. É impossível pensar que; a gravidade não seja um
tipo de energia, e que seja de grassa para os corpos. Enquanto emana gravidade um corpo obrigatoriamente
perde peso. É este o segredo da gravidade em relação a matéria. É ela que,
atraindo matéria, faz com que a matéria se mantenha como matéria.
Se um destes
monstros massivos, em um encontro com outro, num desencontro de movimentos de
rotação, for jogado para fora de seu ambiente, a se aventurar por um destes
imensos espaços abertos intergalácticos de entes ultrafinos de rarefação
infinita; dependendo da profundidade do vácuo local, há probabilidade de
que não tenha um bom destino. E, que com a passar do tempo acabe dilatado e até
mesmo; transformado em nuvem de poeira. Pois eles, não são uníssonos em sua
força de contrair. Sofrem pressão de todos os lados em forma de radiação
estelares e Galácticas, dos corpos que lhe cercam, enquanto interage com eles.
E mais, há um
equilíbrio gravitacional, sincronizando o que atraí e o que é atraído, e que se
for quebrado, poderemos perceber que o atrator não é tão poderoso assim quanto
parece ser, se perder os cúmplices que lhes acompanham no processo da ação. (Um
corpo menos denso não só é atraído pela gravidade furiosa de um corpo massivo,
mas o atrai por sua própria gravidade que, ao propagar-se se curva em maiores
feixes para lá, encontrando ambiente mais denso para melhor agir, tornando-se
também furiosa e arrastando-o segundo sua medida para o seu provedor). Em contradição;
o atrator central, forma redes gravitacionais através dos corpos que o cercam,
parecendo muitas vezes mais poderoso do que realmente é. No geral, a rede
equilibra e ameniza a gravidade em cada corpo, por que no conjunto, cada um
deles, particularmente quer todos os demais para si. Isso olhando do ponto de
vista do corpo; do ponto de vista da gravidade, mais a frente veremos que pode
ser bem diferente.
Se
imaginarmos com um pouco de liberdade, o espaço entre Andrômeda e Via-láctea;
podemos imagina-lo esférico. Segundo a constante da luz, são prováveis; dois
milhões de anos luz de extensão espacial, de parte da energia das duas
galáxias, e de todo o universo que por aí passam, contidas e renovadas, segundo
o tempo que ocupam para aí cruzarem em suas trajetórias.
Este deserto
por onde passam energia circulantes em correntes e ondas de todos os níveis,
tempestades de energia oriundas de eventos estelares e galácticos, e energia
ultrafina “relativamente parada”, têm um
raio de mais de um milhão de anos luz. São cerca de 5 quintilhões de anos luz
cúbico, de fina e pura energia, oriundas de todas as distancias, as fontes, as
direções; totalmente livres de ambientes corpóreos, circulando, rarefazendo-se
em evolução, em propagação, e no centro; o infinitesimal rarefeito e cristalino
éter. Tudo que a luz e seus entes associados querem e precisam, para planarem
em vôo de realeza magistral. Claro, em investigações, e deduções
probabilísticas.
Algo para
adentrar estas regiões de eqüidistâncias
desérticas de profunda ausência de matéria entre as Galáxias, só sendo
uma pequena galáxia, ou um aglomerado.
Uma nave
intergaláctica para adentrar aí, não terá problema com velocidades super lux.
Porém, terá que ter uma carcaça e uma fuselagem resistente o bastante para
transportar e suportar em si, uma senhora atmosfera protetora, equivalente em
contra-forças; feita de energia em propagação para o espaço, como um globo de emissão
de raios em todos os níveis, e em todas as direções em pura ação e reação
contra o centro de si mesma.
De acordo com
o subir da velocidade, e o avanço em direção a eqüidistância do deserto sideral
de vácuo profundo; terá que gradualmente intensificar a ação e reação contra si
mesma; calcando em direção à fuselagem, seja ela de pura irradiação ou não,
para manter esta, presa a carcaça. E a carcaça, seja ela de puro magnetismo ou
não, calcando para o centro comum de si mesma. E o centro, seja ele um poderoso
imã ou não, deverá atrair toda a nave para si, tudo para se compatibilizar em
equilíbrio com o ambiente, do contrário se desintegrará, se transformará em
poeira, ou mesmo em energia. Depois, ao passo que vai vencendo o vácuo
profundo, e se aproximando do destino, segundo as condições do ambiente, vai
decaindo a velocidade e amenizando a ação e reação contra o centro comum de si
mesma.
Luz é
energia, e são colunas de luz que sustentam e mantém o universo erguido,
equilibrado e dilatado, e os corpos livres, e a o mesmo tempo coeso nos
ambientes “gravíticos” em interação com o movimento. (a luz ao se afastar, também afasta o que se
acerca, ao contrário da gravidade que se aproxima, e aproxima quem está ao redor).
VI
Nos grandes
desertos siderais feitos de pura energia em transito circulando,
transpassando-se no éter, (tecido perene que, por si só se estende ocupando o
nada absoluto, interligando e
interagindo com o todo, segundo as espessuras relativas a os locais que se
encontram) guardada as proporções, não há pressão, nem força atratora; como há
no interior dos corpos, e mesmo na superfície destes. O que há nos grandes centros destas
imensidões desérticas é a infinita ausência destas forças, a tal ponto que
torna-se antiforça. Isso, porque não há nada o oprimindo. Tudo é livre, tudo é energia circulando e rarefazendo-se
sem limites no éter, cada vez mais em busca de liberdade em direção a os
imensos centros de vácuos profundo. Aí, nada tem vontade nem forças, nem
condições para aglutinar-se em corpos, ou dada a profundidade desértica, para
tornar-se matéria.
Mas, pode
haver um infinitesimal aquecimento que nunca passa de um certo ponto, porque
quando dele a temperatura se aproxima, é porque a energia ultrafina aumenta e
parte-se, e transforma-se voltando ao
éter; e este em maior número e
por sua vez aquecido se dilata, e o universo infla.
A quantidade
de energia escura emanando-se pelo universo afora, e levando calor ainda que
infinitesimal, para estas eqüidistantes regiões de vácuos profundos; ocupadas
apenas pela energia ultrafina circulando no éter; ocupante legítima do vácuo
profundo; é colossal. E, não é preciso mais que um infinitesimal acréscimo na
temperatura para dilatar o tecido do éter, e em conseqüência, expandi-lo. È
possível que, nas eqüidistâncias as temperaturas se encontrando em atrito se
acumule. (O que é um risco para idéia que aqui defendo. Porém, em meu favor;
calor é energia, e o átrio, pode reduzi-la em partículas ultra-finas, e o que se soma pelo entre choque daí caia
por se tornarem pesadas e incompatível com o ambiente). Mas o éter para
continuar existindo puro, precisa de liberdade, então na mesma proporção que se
expande, afasta os corpos galácticos para distante de si. Intercalando-se, de
maior para menor nas quantidades, até o estremo da matéria nos centros
galácticos. E, de menor para maior na qualidade, até o estremo da energia
infinitesimalmente fina, com a qual se confunde nas regiões de antiforça no
vácuo profundo. E segue-se; quanto mais se expande; mais fino se torna, e mais
poderoso é. Como vingança contra o fenômeno, que lhe roubou quantidades, e
formou a matéria.
VII
No vácuo
profundo, tudo que tiver massa aí, com medidas aquém das proporções exigidas
para resistir o ambiente, ou esfacela-se, vira poeira, ou daí cai. E mesmo esta
poeira, neste local transforma-se em poeira de poeira, nuvens de gás, e é
varrida repuxada e então escoa para a Galáxia mais próxima, ou de maior alcance
gravitacional. Tudo aí é um equilíbrio relativo de encontros de forças de marés
e radiações oriundas de todas as direções, transitando, circulando no éter;
possivelmente; a mais fina e primordial das energias. Aí, há uma cumplicidade dos entes circulantes
em interação com o vácuo profundo, para que; a matéria não tenha como se
segurar em si mesma, e não permaneça integra no local.
O nada, ou
vazio, nunca foi nada, nem nunca foi vazio. O nada absoluto, o recipiente do
todo relativo, este sim, é o não existente, embora dialeticamente aparecerá
alguém mostrando que ele existe. Porém, o nada em absoluto não existe, e isto;
para que o todo relativamente possa existir. Desde sua rarefação infinita, nisto
que costumeiro, chamamos de nada, vazio, e que aqui nomeio de éter, e a
literatura diz, que responde por mais de 70 % do peso do universo, passando
pela matéria escura representando mais de 20 % do peso; até os corpos mais
densos e que segundo a literatura; representa em torno de 4 % do peso do
universo. Tudo isto está contido no nada absoluto; o recipiente do universo.
Então, o que
há nestas regiões desérticas centrais, além da antiforça, são apenas forças
agindo ao contrário do que agem nos ambientes de matéria; as radiações se
apresentam como uma “despressão” onde só o infinitesimal éter é perene, e o
mais é energia transitória e circulante: (uma região comum eqüidistante entre
as Galáxias onde as radiações rarefazendo-se desde a origem, se encontram e se
entrecruzam: onde tudo que por lá existe insinuando matéria; é pressionado a
rarefazer-se pelas entre cruzadas radiações infinitamente rarefeitas. Porém,
neste mesmo ponto-faixa-região, a gravidade oriunda de todas as direções,
também aparece, só que do centro para as margens como força de marés em
repuxos, vindo de todas as direções, afastando tudo o que dali se aproxima,
descontraindo, desatando nós de tudo aquilo que, nestes locais por ventura
tendem a se aglomerar. As mínima radiações se entrecruzaram formando nuvens de
gases e poeira, porém, as mínimas gravidades que por aí circulam, basta para
desfazer o que aí por ventura tentar acontecer em termos de formações de
corpos). Pois aí; a ausência de forças é tal, e tão imensamente profunda, que
não existem condições ambientais para a matéria Reunir forças para segurar-se
em si mesma e permanecer atraindo mais matéria. E o universo, em contra
partida, com suas ilhas e continentes espessos, a um desmedido tempo; já não é
mais perene, para haver Um começo alheio
a tudo, em qualquer lugar, no já infinitesimalmente fino, de vastidão
incomensurável, oceano do éter, que se faz em oposição, escoando-se até às
praias, de ilhas e continentes de
matéria.
VIII
“No único
fragmento que restou de sua obra, Anaximandro afirma que; ao longo do tempo os
opostos pagam entre si as injustiças reciprocamente cometidas”. Para ele; “o
ápeiron (infinito) estaria animado por um movimento eterno, que ocasionaria a
separação dos pares de opostos”.
(Os
Pré-Socráticos – Nova Cultura – Pg – 16)
A antiforça,
atuando nos confins destes desertos eqüidistantes de vácuo profundo,
probabilisticamente no geral; é inversamente proporcional a força atuando em
todos os sentidos nos centros dos ambientes corpóreos. (No caso a caso: segundo
o conjunto de relações entre as dimensões disponíveis de cada lado; matéria a o
centro, a rarefação em dégradé do entorno para as lonjuras, e vácuo profundo
nas eqüidistâncias relativas as forças entre os corpos galácticos e estelares;
cada um, inversamente proporcional segundo seus opostos).
Estes
oceanos; de vácuos profundo, exigem colossais nuvens de gases e poeiras medindo
uma fração além da inversão da proporcionalidade das forças, para que algo
possa acontecer de verdade no local, em nível de concepção, de um novo corpo
Galáctico.
È provável
que as partículas emanadas pelas Galáxias, se quer se aproximem desses locais
de vácuo profundo, e barradas a certa altura do caminho vão se acumulando e a o
passo que se tornam pesadas, retornam em forma de nuvens de gases e poeiras
para as galáxias.
Para a
matéria ocupar e formar corpos nestas regiões desertas é preciso que as
galáxias que às cercam propaguem para lá mais partículas em massas do que a
região pode suportar por um determinado intervalo de tempo, então as nuvens se
acumularão e ocuparão o local. O embate entre a anti-força do vácuo profundo, e
a força da matéria ocasiona o movimento, então uma nova galáxia pode acontecer.
Radiações
que, propagando-se em divergências, oriundas de todos os corpos que, nas
lonjuras divergindo-se acercam; rarefazendo-se, “esparsam-se” ao se aproximarem
destes centros eqüidistantes interagindo com a antiforça (ambiente de infinita
descontração) da profunda ausência de matéria.
A ação destas
forças de repuxo e varredura, oriunda de gravidades e radiações que surge de
todos os lados, colabora para que nada se aglomere, e ali se aglutine. Nestes
ambientes, isso se dá com força descomunal, pois nada aí há para oferecer
resistência. E, se aparecer; não permanecerá, pois o contra apoio da antiforça,
“descalcada” no vácuo profundo, faz com que; o ambiente, na proporção de sua
ausência de matéria seja desintegrador; mantendo o desequilíbrio para que
permaneça desértico; ausente de matéria em contra resposta a os ambientes
corpóreos: tudo, na inversão da proporção das medidas dimensionais, atuando na
contra posição do que acontece nos extremos centrais dos ambientes de matéria;
desde gravidades a radiações, de espessuras a transparências, de quantidades a
qualidades... Isso se dá em sua essência, qual profunda ausência de tudo, menos
do éter é claro; como globulares ramificações angulosas envolvendo as estrelas, as galáxias e
interligando o cosmos por vias sinuosas e rápidas.
O modelo de
um universo bolha inflando, é sustentável em si mesmo, talvez para sempre. As
radiações por ele emanadas para o infinito aberto se perdem no ilimitado; sem
jamais encontrar resistência. A energia que poderia aquecer, ou agir e reagir,
não encontra apoio para freá-lo em sua marcha expansionista para o infinito. No
entanto, as radiações para o centro, que a principio em local assim, ao
contrário da gravidade são acumulativas, ainda que em medidas infinitesimais;
aquecem o primordial éter e, dilatando-o, encontram apoio e resistência em si
mesmas; e em ação e reação, expandem o universo.
A gravidade
por ser força estática: “um corpo ao ficar exposto a gravidade do outro; se não
houver uma aproximação progressiva, não se torna progressivamente mais forte
gravitacionalmente e, ao contrário; por ter exposto sua face a o outro; por
forças de marés, torna-se menos forte gravitacionalmente”. Porém a luz
(radiação), enquanto estiverem-se emanando, dependendo das relações, é
imensamente acumulativa. Por exemplo, se a Terra, mantendo as distancias,
tivesse sempre uma mesma face voltada para o Sol, seu poder gravitacional
continuaria o mesmo. Embora a outra face tornar-se-ia uma noite eterna de frio
e gelo; a temperatura da face sempre voltada para o Sol, acumulando energia,
tornar-se-ia um deserto infernal. Possivelmente este seja o diferencial que faz
o universo se expandir. Pois neste caso, segundo as relações de distancias
velocidades e gravidades, esta distancia entre a Terra e o Sol seria
sensivelmente perturbada em seu equilíbrio para tornar-se ainda que
infinitesimal, um afastamento constante da Terra em relação ao Sol,
impulsionado pela ação e reação da radiação recebida.
Gravidade
contrai e atrai / luz afasta e expande. Porém a gravidade de um corpo em
contato com outro; preservada as distancias, é estática. Em contra partida, a
luz, as radiações: a energia, é acumulativa: produz efeitos de proporções
crescentes. Se Vênus executasse em algumas horas, seu giro sobre si mesmo,
provavelmente seria habitável. A energia, na expansão do universo, atua na
resultante do embate com a gravidade.
Não é preciso muita força, e até mesmo quase nada para faze-lo expandir
em direção a liberdade infinita.
No exterior
do universo não Há resistência. É possível que, circundando-o em uma parábola
ou em um semi-arco, se atinja mais rápido sua
outra extremidade. Pois no seu exterior, a resistência; (mesmo que haja
outros universos), é menor que no seu interior. O que não é problema para a
expansão; pois a mesma energia que dilata o éter no interior, o dilata também
no exterior de cada um deles, e a expansão se dá perene entre éter e todos os
universos. No interior, embora o éter seja mais fino está aquecido em expansão;
Possivelmente aí, a luz encontre ambiente para atravessa-lo com rapidez, ou
pelo menos em um tempo relativamente Humano. Porém em uma parábola, ou semu
arco por fora, embora por caminho mais longo, é provável que possa chegar mais
rápido ainda, pois aí, haverá menor pressão. O movimento, segundo cada ambiente
no universo, independe de retas e curvas. Mas seu caminho mais rápido, quase
sempre está nas curvas. Por exemplo,
entre o Sol e próxima centauro, neste momento, um viajante deverá seguir uma
reta. Porém, entre o sol e alfa centauro, o viajante deverá contornar ao longe,
próxima centauro, respeitando o vácuo das eqüidistâncias das forças em
equilíbrio, para assim chegar ais rápido.
IX
“Se em algum
lugar há coisas em excesso, é porque em outro, inversamente proporcional está
faltando. E, se em algum lugar está faltando, é porque em outro, inversamente
proporcional há coisas em excesso. Assim é que se dá na superfície do cosmo
bolha; os oceanos de éter carregados de entes, segundo as distancias dos
corpos, e os continentes de matéria; separados pelas eqüidistâncias, e orlados
pelas praias de interação formadas pela energia circulante que vindo espessa da
matéria, se afina em dégradé em direção a o vácuo profundo”. O que é matéria,
mesmo em partículas subatômica; volta o que é energia ultra-fina segue em
viagem. Ou para o centro inflando-o, ou para o infinito, perdendo-se.
A
discrepância quando profunda, torna-se antiforça, inversamente proporcional no
outro extremo da dimensão. È o equilíbrio do desequilíbrio. Se não fosse assim,
nada existiria. São forças ao contrário. Uma, pela profunda presença de matéria
para contrair, ocupar, encher; e a outra; a antiforça; pela extrema dispersão, rarefação da energia
(profunda ausência de matéria) sem permissão para a atração; apenas para
descontrair, dispersar, esvaziar.
O limite
divisório entre uma estrela e outra, ou uma e outra galáxia; é o topo do Céu de
cada uma delas; o ponto eqüidistante e equivalente entre luz e gravidade, e
todos os entes emanados pelos corpos: a região limítrofe; onde reside a
infinitamente tênue atmosfera cósmica em meio o eterno éter: o ente primordial
do universo. Aí, separando as galáxias e interligando o universo, em vasta
região globular interligada, ramificadas no sentido angular segundo o alcance
das forças (a forma esférica não permite encaixe perfeito), em torno de cada
corpo, separados pelas interações de energias em dégradé até o ponto de energia
ultrafina; localiza-se as regiões de
eqüidistâncias; limite capsular ambiental, de cada astro ou galáxia / com cada
astro ou galáxia; interligado, ramificado, como rios de fronteiras cuja águas e
correntezas; é a antiforça do vácuo profundo; “onde a infinita rarefação
descontrai os entes acelerando seus movimentos de deslocamento”. Segundo as
distancias e o poder dos corpos; apresenta-se a rarefação do vácuo profundo. No
futuro, com nossas naves buscaremos correntes nestes oceanos de profundos
vácuos; como no passado, os navegadores às buscavam nos mares com suas
caravelas.
Um dia,
quando se viajar para as lonjuras imensas no interior da Via-Láctea deverá se
tomar o caminho das eqüidistâncias inversamente proporcionais globulares / as
emanações de cada corpo relativas a seu centro. Entre duas estrelas, com uma
interpondo-se no meio do caminho, um semi arco, ou C, será o suficiente. Entre
as estrelas mais distantes possíveis entre si: contornando (em Ss, não em
ziguezague), pelas eqüidistâncias entre
as estrelas que as separam, será o caminho mais rápido.
No universo,
entre os astros muito distantes; as retas são ásperas e escarpadas, as curvas
angulosas para atalhos serão custosas, enquanto as curvas arredondadas,
respeitando as tendências das veredas, serão doces como as águas de um rio, de
caudal sinuoso e correnteza firme e perene. Neste mesmo universo, se as retas
representam a distancia mais curta entre um ponto e outro no espaço; se
adicionarmos o movimento; de um ponto a outro, respeitando as curvas em C ou
Ss, de suavidades imensas, mesmo alongando as distancias, representam a mais
rápida aproximação possível no tempo.
È por estas
curvas que alongam os caminhos que está o atalho. É por estas ramificações
eqüidistantes de vácuo profundo entre estrelas e galáxias que, ganha-se
velocidade no movimento, a nível, de vencer o espaço-tempo que, nos separam das lonjuras desejadas em nossos
sonhos: que nos parecem inalcançáveis.
Porém, quando um dia isto acontecer, veremos que tudo se repete no universo, e
se não formos prudentes e cuidadosos; principalmente as injustiças que
promovemos.
X
O sol não
resistiria solitário em um local qualquer nas eqüidistâncias de forças entre
Andrômeda e Via-Láctea. Sua pressão interior em jogo com a gravidade, não luta
apenas para o equilíbrio de sua estrutura que, se entrar em desequilíbrio; ou
ameaça a desabar, ou explodir; - mas sim; contra a estrutura de todo o sistema
solar globular entendido. E, seu equilíbrio também é determinado pelo sistema
de entes Galácticos em ação e reação, e em resistência contra o profundo vazio
do universo aberto, que o astro engendrou durante a sua existência em
equilíbrio com cada estágio que passou, para que chega-se a forma que tem.
Em um deserto
espacial sem resistências e, de profunda ausência de matéria, onde as forças agem ao contrário, (se jogado
de uma hora para a outra, sem a proteção de seu casulo globular), seria uma
questão de tempo, para até mesmo a pulverização total do sistema solar,
acontecer. Ou se na periferia; sofreria uma profunda e drástica mudança, até se
adaptar novamente enquanto será varrido e repuxado em direção a galáxia mais
próxima.
O sol
aconteceu entre as estrelas da Via-Láctea, porque havia na nuvem de poeira que
o formou, quantidade de matéria suficiente, para a os poucos, enfrentar as diversidades
do local e aglutinar-se.
XI
O que nos
parece é que; nos grandes desertos cósmicos, entre as galáxias; além da grande
extensão espacial, a energia nestes locais pode ser tão fina que, a velocidade
da luz pode extrapolar a equação de Einstein para; “matéria transformada em
energia”. O que não é nem um problema. Pois assim sendo; nos deixa claro que;
então aí, não tem lugar para a matéria. Ou pelo menos para a formação de
corpos; dado um determinado número de massa em poeira, segundo o volume e
densidade em relação à rarefação do local. O universo é infinitamente rarefeito
em seu centro, e dilatado pela energia que se acumula e se expande em
seuinterior. Externamente esta energia se perde nas imensidões infinitas e,
enquanto evolui expandindo-se, ao invés de empurrar o perene éter, o atrai para
si e o transforma em matéria, mantendo-o perene e equilibrado enquanto cresse.
Por isso o universo expande-se sem fazer forças e sim agregando forças.
Enquanto isso se enche de energia e dilata-se. Mesmo que o universo expanda-se
a velocidade da luz, será uma expansão insignificante para algo imensurável.
Por exemplo, se a Via-Láctea se desdobrasse a velocidade de luz, levaria 100
000 mil anos para cobrir uma distancia equivalente; dobrando seu diâmetro.
Apesar dos alarmados textos sobre o assunto; a dilatação do universo para os
padrões cósmicos, mesmo a velocidade da luz; é insignificante.
(É claro que
deve haver um limite de condição ambiental para todas as coisas que nomeamos;
ultrapassado este limite, elas passam a ser outras coisas, e claro também, em
sua grande maioria desconhecidas de nós).
Onde há
apenas energia rarefeita, é o próprio vazio em si para a matéria, e ela não
suporta. E se houver desproporção espacial, temporal e de movimento favorável à
energia em relação ao equilíbrio de convivência entre matéria e energia; a
matéria terá que ceder. E cederá na proporção da desproporção de
espaço-tempo-movimento. Se for o contrário, a matéria se mantém, atraí mais
matéria, transforma-se em corpos e no final, dado um número de massa; entra em
fusão, a os poucos se transforma em energia novamente buscando o velho
equilíbrio necessário para que aja a possibilidade da vida, ou pelo menos o
universo se mantenha em pé, e não caia sobre si mesmo, ou se desintegre em uma
perenidade infinita. E, se for o extremo, a energia perde o ambiente e só a
matéria impera quase absoluta.
Em
contrapartida, a energia não suporta um determinado limite de matéria a sua
volta em ambientes reduzidos, e então liberta-se. E, nem suporta ela a matéria,
tentando ocupar o ambiente de imensidão em que predomina, então não a deixa
agrupar-se, a descontrai, a pulveriza, a expulsa. Se não fosse assim, todo o
universo seria uma vastidão perene de estrelas brilhantes: distribuídas em
distancias regulares, equivalentes entre si; sem os massivos corpos Galácticos
as agrupando, e os imensos desertos cósmicos de profunda ausência de matéria
entre, distanciando-os. E é mais claro ainda que, no interior dos sistemas
estelares com uma certa regularidade, há pressão ambiental regida por uma
atmosfera local, e o Sistema Solar não escapa desta condição. Se para nós
terráqueos, o vácuo logo aí ao alto nos parece vazio comparado a nossa
atmosfera; é porque certamente um morador das profundezas abissais dos oceanos
aqui mesmo na terra, subindo até a superfície, em contra partida, por sua vez,
também acharia nossa atmosfera um vazio.
Os corpos no
universo vivem ao largo dos lugares vazios; não há nada lá que eles queiram, “e
nem há nada lá, que os queira”. É claro que vai de encontro a tudo o que
sabemos: “Que lá fora no cosmos, há um mar aberto que podemos navega-lo como
bem entender. E que o grande problema, é energia para a impulsão, e claro, a
velocidade. Pode não ser bem assim, e desavisados podemos encontrar um reino
desintegrador, imperado pela energia em expansão, totalmente em oposição a o
integrador ambiente regido pela matéria.
E que aí, o problema mesmo; seja manter-se coeso, integro, e não a velocidade;
pois se solta nestes ambientes cósmicos em comparação com sua velocidade no reino
Solar: a própria luz em aceleração positiva buscando o vácuo profundo; poderia
fazer sua constante parecer diante de si
mesma: “o rastejar de uma tartaruga em linha reta na areia buscando o mar
revolto a sua espera; diante da corrida em curvas de um Guepardo nas savanas,
no encalço da gazela em movimento às negaças”. É o movimento a o encontro do
próprio movimento; o que importa, não são as retas encurtando distancias, e sim
as curvas de profundidades permissivas para o deslocamento, e nelas a rapidez
obtida”. Por outro lado; è claro que haverá retas também; o caminho para
próxima Centauro é uma reta. Porém se o destino é uma estrela além de muitas
outras, teremos que, obrigatoriamente seguir as curvas arredondadas onde
imperam as eqüidistâncias de vácuo profundo, desviando ao longe tantos astros
quanto necessário buscando sempre as tendências suaves e propicias das curvas,
para pegarmos os caminhos dos canyons desérticos e chegarmos mais rápidos ao
nosso destino estelar.
“É provável
que, segundo as relações de movimento de um corpo com um certo limite de
velocidade atingido, relativo a cada caso isolado deste espaço-tempo de vácuo
profundo, possa este corpo escapar da desintegração e se manter coeso”. Porém,
a partir dai Haverá um outro limite,
vencendo este primeiro a nave deverá guardar distancia do limite de velocidade
em relação a sua estrutura: cada diferente região espacial de vácuo profundo
impõe um limite de velocidade para cada coisa: ultrapassado o limite, a
estrutura ultrafina local, pode se transformar em uma Atmosfera resistente contra o objeto que
por ela se desloca, e destruí-lo.
XII
Esta
“despressão” (que age pela total ausência de forças, diferente da pressão e
energia, depressão e gravidade, que ocorre no interior das estrelas, nos
ambientes regidos pela matéria. “Despressão”: dilata os corpos a parir do
ambiente exterior sugando-os para fora de si mesmos através principalmente da
profunda ausência de forças, e de suas próprias forças, em direção a os aglomerados
e galáxias), “desintegradora” dos desertos cósmicos (eqüidistâncias entre as
galáxias), e siderais (entre as estrelas), é inversamente proporcional à força
integradora da matéria, e tem relação direta com o nível de profunda rarefação
do ambiente e as vastidões onde atuam em oposição; ao nível de densidade e os
espaços reduzidos que a matéria precisa para agir, e aí não encontra ambiente
favorável.
Porém aí, as
relações de tempo e movimento no espaço se invertem. (a matéria para agir
precisa de pouco espaço, enquanto a energia precisa da vastidão espacial). (No
conto; o rio o movimento o espaço e o tempo; vimos que, o rio não só, tem sua nascente em um
local no espaço, mas em um local no tempo, e que pra ter nascido tanto para o
espaço quanto para o tempo, movimentou-se; então nasceu do movimento; tanto de
si, quanto de tudo que o fez existir).
Em um imenso
ambiente de pura energia rarefeita, proporcional a um diminuto ambiente de pura
matéria, se por um acidente qualquer, o segundo for jogado no centro do
primeiro, com toda a certeza a integridade do segundo seria atingida.
O fato é que,
a conhecemos do interior dos astros, expandindo-os na tentativa de
desintegra-los para libertar-se e, por
isso a conhecemos na forma de pressão.
Mas neste caso embora quem ocasiona a pressão é o embata de ambos os entes
(gravidade e luz, em busca de equilíbrio para a matéria) ao libertar-se a
energia rarefazendo-se nas imensidões “despressiona-se” em liberdade. Porém, se o Cosmos é infinito e aberto; la
fora nos pontos eqüidistantes dos imensos desertos entre as galáxias e mesmo
entre as estrelas, com a matéria que por aí se aventurar, ocorre o contrário do
que aprendemos: além da falta de condições ambientais para que a matéria
junte-se; nestes ambientes de anti-forças (profunda ausência de matéria) quem
faz por aglutinar, contrair..., é a luz, a radiação que, em raios paralelos
divergentes, vindo de todas as direções aí se encontra entrecruzando-se, e
assim, embora não aglutinem em corpos, reúne, forma as extensas nuvens de gás e
poeiras. E, quem tenta descontrair distender, além das condições locais, é a
gravidade como forças de marés, também oriunda de todas as direções. E,
correntes de entes que em divergência diluindo-se desde a origem, em aparente
contradição, para estes locais de profunda ausência de matéria, encontram-se
vindos de todas as distancias, de todos os corpos galácticos que a circundam
nas lonjuras, em busca de liberdade e descontração. E a profunda rarefação
local. Então essa combinação de forças no vácuo profundo de permissividade
extrema para o movimento livre, só pode resultar em “despressão”, anti-forças.
Aí, moléculas e átomos, e até mesmo partículas, desintegram-se, segundo a
profundidade do vácuo da imensidão desértica. E é provável que, segundo esta
mesma profundidade, com forme adentra; aí a luz se desate de sua velocidade
constante, e em constante aceleração, relativa a permissividade ambiental para
o movimento livre, possa explodir em velocidades “super lux”.
XIII
Seja o
universo o que for, tenha a origem que tiver; energia e matéria estão em
oposição; a matéria contrai-se rumo ao micro cosmos e, a energia expande-se
rumo ao macro cosmos. – Uma nuvem de
poeira, é uma ilha de matéria, e matéria quer matéria, então agrupa-se. Uma
imensidão espacial de pura energia é uma imensidão de pura energia, e energia
quer energia, então mais se expande. - Não dissemos que; -seria a propagação de
energia das próprias galáxias para o centro, que ao arregaçar-se globular
crescente do universo em ondas; as afastam umas das outras? Afinal de contas,
se o infinito aberto não oferece resistência para a expansão e; E=m.c²
realmente é, pelo menos próximo do que equação expressa, então; é claro que,
mesmo que racionada; cada única grama de matéria, transformada em energia pura
em oposição à gravidade, pode afastar uma das outras; paulatinamente, ou de uma
vez só, varias toneladas da própria matéria.
XIV
- E a idéia
do universo contraindo-se? – Se existe a possibilidade de estarmos sendo
enganados pela observação ótica aparelhada como demonstra o texto; “O
Movimento”, e na realidade estamos nos contraindo, quem predomina no universo
neste momento, é a matéria, e não a energia. È claro que o contrário deste
caso, o universo ao descontrair-se, está desarregaçando-se: assim como um
lençol amarrotado sendo estendido, a matéria está rarefazendo-se, desfazendo-se
em energia novamente e por conseguinte,
em éter, para tudo ficar perene novamente.
Um universo não auto-sustentável; em expansão rarefazendo-se rumo a
perenidade como na literatura. (Uma vastidão se estendendo para a luz quebrar
sua constante). Mas se ao contrário,
estiver se contraindo, neste caso sim; o Big-Crunch; (tudo é relativo às
relações do universo com ele mesmo); a constante da luz ainda assim pode ser
vencida pela própria luz? Tudo neste caso é relativo as condições oferecidas
pelo universo, porque se contraindo as réguas do espaço do tempo e do
movimento, também se contrairão em harmonia com nossa percepção, como
compensação – Então...! Possivelmente sim. - Não temos certeza de nada. No
entanto, por outro lado, no primeiro caso; o universo em descontração, cada vez
mais pode oferecer possibilidade para o desdobramento cada vez maior da
velocidade da luz / no contra passo, um universo em contração embora ofereça
condições para esta quebra de velocidade, as condições vão diminuindo relativas
a contração deste universo.
Estamos nos
perguntando: -se há um modelo de universo que possa manter a luz rigorosamente
em sua velocidade constante por toda a parte.
Parece que não! A constante que realmente podemos afirmar com segurança,
é a que conhecemos dentro do reino Solar; pois qualquer sinal que nos chega,
terá que adentra-lo para que possamos contabiliza-lo.
Se você
cientista, tem condições de nos trazer certeza; (que traga depressa). Mas não
nos venham com respostas obtidas como efeito de experiências feitas dentro do
reino Solar, mesmo com sinais que chegam
do exterior. Pois estes rigorosamente para chegar até a Terra, terão que
adentrar o reino solar –“São rigorosos; nós pensadores autodidatas também
somos”!
XV
Como já
vimos, em o movimento: o texto principal; podemos estar em órbita de um centro
maior; é uma outra possibilidade. Se
estivermos em órbita em torno de um grande centro, e o que acontece é um certo
afastamento maior e momentâneo das galáxias, então há um certo equilíbrio. E, as relações de espaço, tempo e
movimento, mudam ciclicamente. Quais as condições que as distancias entre as
estrelas, as galáxias e mesmo entre universos, oferecem neste caso para uma
maior ou não, ausência de matéria nestes locais, formando caminhos abertos para
a luz desdobrar sua velocidade? É claro que neste caso tudo será relativo a o
movimento e as distancias cíclicas em relação ao espaço e o tempo que ele (o
movimento) nos oferece.
– Tenha a
concepção que tiver o universo; quais as influencias destes ambientes de
imensidões colossais que enveredam para as eqüidistâncias das lonjuras entre as
estrelas e as Galáxias, demarcando regiões possivelmente cada vez mais leve,
mais finas, mais vazias, mais transparentes, em total ausência de matéria; a
que ponto, a que nível estes ambientes livres, feitos de infinita rarefação em
dégradé em direção ao vácuo profundo das eqüidistâncias entre as forças,
interferem ou não na velocidade da luz?
O certo é que
depois de deduções em o “Movimento” (texto do qual este faz parte) não sabemos
com precisão, se estamos em movimento
partindo, ou regressando, e de que forma. Ou se orbitando em torno de algo
ainda maior. Ou se o universo é uma
vastidão, um imenso oceano de energia, intercalado de ilhas de matéria em
interação infinita, sem limites entre a rarefação e a densidade,
expandindo-se em equilíbrio, o que o
tornaria eterno, e viraria de cabeça para baixo tudo o que pensamos atualmente.
Se apesar de
todas as evidencias que apontamos; o universo está se expandindo, a força
responsável não é misteriosa; é a energia e o lento aquecimento interior que o
infla. Não há resistência externa, nem pode haver; para fora tudo está
escancarado numa vastidão livre. A que poderia haver, é transformada em matéria
e tudo permanece perene, ou possivelmente mais leve ainda; o outro lado das
forças que equilibram as estrelas e não as deixam desabarem sobre si mesmas.
Mesmo esta
ultima hipótese, não o tornaria livre dos imensos desertos com regiões, faixas
de profunda ausência de matéria: vácuo de profunda permissividade para o
movimento se expressar em amplitude maior,
e provavelmente de transparência infinita, para a luz voar livre em
velocidades inimagináveis.
XVI
A literatura
nos diz que, o sistema solar está dentro de um globo produzido e mantido pelo Sol, com este a o
centro, descrição muito apropriada. Suas emanações no entanto, na forma de
matéria, ventos solares em forma de partículas, vapores, plasmas, radiações,
campos magnéticos, poeiras que circulam e são lançadas para as extremidades,
como conteúdo de um balão que está sendo cheio nos deixa claro que, o vácuo no
sistema solar não é propriamente; “O Vácuo”, e nem deveria ser considerado como
símbolo universal para qualquer experiência. E este, a os poucos se enche,
porque embora as radiações em suas variadas formas voam livres para propagar-se
para o infinito / matéria, partículas e poeiras emanada pelo sol,
encontram barreiras, resistências lá fora. E segue em frente recheando-se.
Embora com o tempo a vida possa se adaptar; dia chegará em um futuro longínquo
que, a pressão interior poderá ser de proporção sensível, se não insuportável para qualquer ser de nosso
tempo, que inventar de viajar para o distante futuro e experimenta-la.
Neste passo,
se o que saí do Sistema Solar em forma de radiações, energia pura, ao contrário damatéria; encontra
ambiente favorável no espaço aberto lá fora, para voar para onde quiser, é
porque alguma coisa quer nos dizer. E, isto sugere que, o espaço aberto fora dos domínios de nossa estrela, é realmente mais escancarado e mais livre do que
no interior do sistema Solar. Então o vácuo lá, é mais profundo que ns dominios de nossa estrela. E, é muito provável que a o ganhar liberdade
nestes desertos espaciais entre as
estrelas, a luz ganhe mais velocidade ainda. Se assim é, não é de se
espantar que entre as Galáxias, a velocidade da luz, relativa a rarefação
espacial profunda, seja muito mais veloz do que sua constante conhecida. As probabilidades teóricas
apontam que, ao ganhar liberdade em ambientes de espaço aberto, favoráveis, de
atmosfera de estrutura ultrafina, feita de pura energia profundamente rarefeita
e infinitamente transparente no quase puro éter, a luz; conforme os entes vão
rarefazendo-se, em proporção direta; ganhe velocidade, acelerando-se em
mergulho até a faixa limítrofe da eqüidistante região, de vácuo profundo. Aí,
por um breve tempo, entra em velocidade constante, espantosamente acima do que
conhecemos, depois ao se aproximar de uma outra Galáxia, vá perdendo velocidade
em proporção direta conforme as emanações de entes vão de encontro se
intensificando. Nos corredores curvados e fronteiriços, destas eqüidistâncias
limítrofes segundo as forças de cada corpo envolvido; as distancias aumentadas,
ao mesmo tempo, são encurtadas em um breve tempo pelo movimento, em velocidades
inimagináveis, nestes vãos livres, de
vácuo profundo e transparência infinita entre as estrelas e as galáxias.
Entre as
galáxias, o vácuo é mais fino que entre
as estrelas e, entre as estrelas é mais fino que no interior dos sistemas
estelares, e no interior dos sistemas estelares é mais fino que no interior
atmosférico de muitos planetas e satélites. E, é impossível que assim não seja.
Sendo assim, se pensarmos um pouco mais, dá para suspeitar o que pode acontecer
com a velocidade da luz em um ambiente descontraído, aberto, feito de éter puro
ou quase puro; de energia circulante e
infinitamente rarefeita e transparente. Em um deserto sideral profundamente ausente de matéria; em um vácuo
profundamente permissivo para o movimento livre, em regiões eqüidistantes em
forma de faixas curvadas entre uma e outra Galáxia, e mesmo entre uma e outra
estrela.
A velocidade
do som se acentua conforme as propriedades e a densidade do ambiente por onde
passa. Por exemplo, no ar, temperatura de 25º faz 346 m/s – no álcool faz 1.207
m/s – na água, cerca de 25º aproximados 1.500 m/s – no cobre 3.560 m/s – no ferro 5.200 m/s.
Parece que fica bem claro que, no geral, quanto mais denso o veículo condutor
melhor o som se propaga.
No ambiente
do reino Solar; o espaço que está ao nosso alcance e, que realmente podemos
falar com segurança, é o ambiente mais
rarefeito que na natureza podemos
denotar. É o vácuo que a ciência tem como referencia. É nele, segundo suas propriedades, que a luz
desenvolve; seus cerca de 300.000.Km/s; a máxima velocidade que conhecemos. Já
falamos que entre o espaço aberto no interior do sistema Solar, e a atmosfera
terrestre, existem relações entre propriedades e dimensões de
espaço-tempo-movimento que podem fazer com que a luz, pelo menos pareça que se
equivalia em velocidade em ambos os ambientes. E já dissemos também que; o Sol
é um emissor de entes em todas as direções em seu reino e que, embora chamamos
o espaço aberto do Sistema Solar de vazio: vazio mesmo pode ser, os espaços que
existem nas eqüidistâncias entre as estrelas, e mais ainda entre as Galáxias.
No reino
Solar pelo que se sabe; a luz desempenha -cerca de 124.000 km/s no diamante –
cerca de 200.000 km/s no vidro – cerca de 225.000 km/s na água – e no ar e no
vácuo, cerca de 300.000 km/s. Ao adentrar o sistema Solar, a luz encontra um
percalço pela frente: os ventos solares; se propagando em forma de partículas a
um milésimo de sua velocidade; entre poeiras, magnetismos, radiações e outras
emanações. Segundo equiparações entre as dimensões e propriedades de cada
ambiente; Sistema Solar / Atmosfera terrestre; não teriam aí um agente diminuidor
da velocidade da luz colocando-a em pé de igualdade na percepção técnica
humana; com sua velocidade na atmosfera terrestre? Não seria a espessura exageradamente curta da
atmosfera terrestre, comparada a extensão do vácuo do sistema solar, o agente mascarador de uma possível infinitesimal diferença?
Teria a luz a mesma constante que no vácuo, em um ambiente com um milhão de
quilômetros de espessura, com a mesma densidade da atmosfera terrestre?
E o espaço
aberto, muito além dos domínios estelares, não seria ele infinitamente mais
desimpedido de todo tipo de barreiras, para luz desenvolver sua velocidade,
deixando na poeira sua constate? E mais.
È possível que se a luz encontrar pela frente, progressivamente, um
ambiente cada vez mais cristalino e mais rarefeito que o do sistema Solar,
desenvolva na mesma proporção, progressivamente, cada vez mais sua velocidade;
até as vizinhanças de um outro sistema estelar, onde o ambiente novamente
começará a se tornar cada vez menos rarefeito, onde na mesma proporção em que
as condições ambientais tornam-se mais espessas, perderá cada vez mais sua
velocidade. E, este fenômeno, embora em diferentes níveis de intensidade, tanto
pode ocorrer entre as estrelas, quanto entre as galáxias. É possível que,
através do movimento, todas as estrelas e galáxias distribuídas no espaço
celeste a o alcance de nossos olhos, estejam muito mais próximas temporalmente,
do que possa supor nossa nobre razão.
XVII
Não podemos esquecer que para nós, possivelmente
a gravidade conforme se afasta dos corpos, suas forças se diluem a o cubo ou
semi cubo no espaço. Em meio a uma vastidão com profunda ausência de matéria,
mesmo um buraco negro, não possuindo as exigências em massa e densidade para
integrar-se ao local; se para aí saltasse, dilataria-se e rarefazendo-se teria
suas emanações aceleradas a tal ponto que, em um curto espaço de tempo se
transformaria totalmente em poeira, ou
em energia. Qual força faria isso? No universo há ambientes que é permitido a
interação entre energia e a matéria; é assim que existimos e que existem
as coisas tal como conhecemos. Porém, há
ambientes tão reduzidos e tão espessos que, só pode Haver matéria, e a energia
que aí queira agir, terá que ter o inverso da proporção em sutileza em oposição
ao estremo da densidade da matéria local. E naturalmente, em contra partida, há
no universo ambientes tão vastos e tão finos que, só pode haver energia, e a
matéria que aí queira integrar-se, terá que ter densidade inversamente
proporcional, em oposição a o estremo da
medida da sutileza local.
XVIII
A gravidade
através dos grávitons; a partícula da gravidade, é impulsionada por alguma
coisa que, é impossível que não parta de si mesma como ação e reação; do
contrário não provocaria o efeito que provoca. E, ultra-fina que, atravessando os corpos livremente, age como se fizesse
parte deles, porém, partindo deles. E este efeito de ação e reação em sentido
coniforme com o vértice voltado para o espaço em todas as direções, e a base
propulsora voltada para o centro, ao partir de todo o corpo fonte, o empurra
contra o seu próprio centro, e ao atravessar e se entrecruzarem nos corpos os
empurram uns contra os outros, e é o que produz o efeito de marés e a atração
de um corpo no outro. Por isto parece uma força fraca. Pois atua na resultante;
quanto mais massa, e mais denso; melhor atua. Pois a ação é de parte a parte na
proporção de massa volume e densidade de cada um dos corpos. E, a o mesmo
tempo, além de ser a razão pela qual a matéria existe, é provável que seja
feita de um tipo de energia emanada pela matéria, e que causa desgaste nesta,
por isso a atração. Sendo assim, matéria precisa de mais matéria para
sobreviver como tal, do contrário, ao longo do tempo se extinguirá consumida
pela própria gravidade. È provável que a gravidade no espaço vazio, se desloque
em velocidade constante, porém em ação atravessando os corpos, há grande
possibilidade que entre em aceleração positiva por encontrar melhor apoio para
sua ação e reação, jogando a matéria para trás, enquanto avança para frente ao
atravessar estes. Se assim é, então aqui está um complicador, e precisamos
saber com urgência quais as reais relações com o movimento que exercem os
grávitons. A aceleração de um corpo em
queda livre, possivelmente funcione por ocasião da força menor exercida pelos
grávitons em rarefação mais ao longe do centro do corpo-fonte, depois pela ação
dos grávitons que o empurra em queda livre para trás, em direção ao corpo
fonte, o faz cada vez mais, se deparar com estes grávitons cada vez mais
concentrados, e quanto mais forte a gravidade age, mais o corpo em queda livre
se aproxima do corpo fonte, e quanto mais se aproxima, encontra mais
concentrada em seus grávitons a gravidade, que por sua vez o empurra cada vez
mais forte para baixo. A compensação que faz com que, um corpo pesado e um
corpo leve, caiam em queda livre na mesma velocidade no vácuo, é possivelmente
pelo fato do corpo pesado precisar de mais energia para ser jogado para trás
neste vácuo, (pois estão em iguais condições, não há atmosfera segurando o
corpo leve neste vácuo), e o corpo leve por sua vez precisar de menor energia
para que isso ocorra. Como um é mais rarefeito que o outro, há compensação
absoluta se forem de iguais dimensões. Porém, esta lei obedece até um nível de
diferença de peso, deste determinado nível para frente, em relação a altura que
cada diferenças em comparações são jogadas, as desigualdades começam a aparecer. Do contrário, não
teríamos diferenças de escape no vácuo, entre hidrogênio e hélio, nitrogênio e
oxigênio e assim por diante. A grosso modo poderíamos dizer que: o hidrogênio
escapa pressionado pelo Helio, este por um gás mais pesado, e outros gases em
seqüência , e assim por diante, mas no vácuo em um tubo, o que aconteceria com
cada um deles separadamente? Continuariam escapando, claro, e em velocidades
diferentes, com alguns com tendência a estacionar a uma certa altura, porque a
gravidade atua com diferente intensidade em cada um deles. Por isso o grande regulador de nossa
gravidade terrestre em relação as coisas que aqui estão e a nós mesmos, é nossa
atmosfera, e não o vácuo.
Uma nuvem de
poeira tem a mesma gravidade que coesa em um corpo massivo. A atuação desta
gravidade é que é diferente. Em um caso está espalhada e no outro está
concentrada. É o efeito de ação e reação da gravidade procurando o espaço
aberto que amassa a nuvem contra si mesma e forma os corpos. O centro da nuvem é o piso que sustenta este arranque
energético dos grávitons em ação e reação, apoiados-se no centro e apontados
para todas as direções em um centro comum e em cada grão de matéria.
por isso deve haver um centro absoluto com o mesmo limite de tamanho para todos
os corpos, pois os grávitons devem ter limites de tamanhos, e claro, o centro
absoluto dos corpos situa-se onde origina-se os primeiros grávitons interiores,
em intensidade segundo a densidade local. A tendência para a fuga concentra-se
sempre a partir do centro comum apontando para o espaço aberto em todas as
direções, em busca de liberdade. E, enquanto avança, empurra matéria para trás.
Por outro lado, os grávitons devem ocupar, em vez de infinito, um lugar limite
nos centros dos corpos, pois parece que eles não suportam pressão; quanto mais
denso é o corpo, mais eles se propagam em liberdade. Mesmo que para atrair mais
matéria para o local. E, quanto mais atraem, mais se libertam. Por isso a
gravidade não pode deixar de ser um tipo especial de energia, libertando-se dos
corpos em interação com o cosmos. È provável que sua existência em infinita
rarefação no universo, seja anterior a matéria. E que a matéria, a qual ela
desgasta para existir, seja apenas o veículo e alimento que usa para se
concentrar e agigantar-se em fuga. Deve haver um preço para os corpos. Por isso precisam atrair matéria para si. Pois se não
o fizerem, ao longo do tempo de tanto emanarem grávitons, poderão se
extinguirem por inanição. E isso; qualquer corpo. E a o mesmo passo, a
gravidade rarefazer-se extinguir-se com a extinção da matéria. A fusão nuclear,
é apenas o passo seguinte em forma de energia mais densa e de qualidade
expansionista, para que tudo liberte-se mais depressa, da prisão imposta pela
matéria. ( Assim como as oitavas nas notas musicais, deve haver varias oitavas
representando a densidade da matéria, e cada uma delas nos oferece uma forma
diferente de vislumbrarmos a liberação e atração de matéria em forma de
diferentes modelos e níveis de energia).
Um buraco
negro, e um outro corpo qualquer são atraídos um para o outro. Porque assim
como a ação do primeiro por intensidade gravitacional é maior no segundo, a
ação do segundo, por encontrar maior densidade no primeiro é maior também
neste. Mesmo que este permaneça incólume dado o seu poderio.
Por isto
avistamos nuvens descontraídas entre os grandes desertos siderais de energia
circulante em direção as Galáxias, é a matéria; se em proporção favorável,
preparando o nascimento de uma estrela, ou de uma galáxia / se em proporção
desfavorável; descontraída, sendo varrida por um lado e puxada pelo outro, como
um arrastão, para cair de vez nos grandes corpos Galácticos que as cercam nas
lonjuras. As irradiações de partículas subatômica dos grandes e densos centros
galácticos, sobe para o alto na perpendicular e, em curvas parabólicas descem
em direção a estes imensos espaços de profunda ausência de matéria que se
estendem nas planuras do universo; onde não encontram ambiente para uma
ocupação estável. A poeira e os gases, quando não proporcionais na razão que o
ambiente exige; enquanto se aproximam do grande vazio eqüidistante, vão sendo
varridas e integradas em nuvens pela radiação rarefeita, e enquanto se
integram, são empurradas para trás, pela sua própria gravidade que atua melhor
em direção a o espaço profundamente vazio qual efeito de ação e reação. A anti-força da profunda ausência de
matéria local facilita a ação. A própria gravidade agindo melhor em direção
a o vácuo profundo, a empurra para trás,
enquanto é arrastada pela gravidade dos grandes corpos galácticos, que as
transpassam também em busca de liberdade e as atraem como efeito.
XIX
Nesta busca
do espaço aberto, (ao contrário do que aprendemos: “quanto mais matéria melhor
interage a gravidade”), a energia gravitacional voltada para o mais rarefeito e
para o vácuo profundo, como espécie de energia que é; é a que melhor atinge seu
objetivo; a liberdade. Mais ou menos como o cavalo selvagem que, enquanto corre
buscando os campos abertos; seus cascos empurram terra para trás.
É claro que
as galáxias devolverão esta poeira em forma de energia. A literatura nos fala
de algo semelhante. (Galáxias Perdidas - A devolução para o espaço- Pg 59-
Scientifc American Nº109 – Duetto).
De outro
lado, temos o efeito direcional da energia combinada com a gravidade agindo do
centro dos grandes desertos, dispersando matéria e limpando o espaço. Assim
como no outono varremos as folhas espalhadas pelo vento no pátio e amontoamos
aqui e ali e acolá; efeito semelhante é o que espalha as grandes nuvens de
poeira nos desertos cósmicos, e ao memso tempo, as reúne e as devolve. Se de bom porte para resistir a contra força do
ambiente, as reúne de ponto em ponto e cria novas galáxias, novas estrelas...
do contrário nada acontecerá.
Energia atrai
energia, e certamente fazendo a luz andar mais depressa do que se supõe nestes
ambientes de tecidos ultrafinos extras galácticos e mesmo extras estelares.
“Uma nave
desavisada, que adentrasse as vastidões do
espaço aberto, correria o risco de dilatar-se e virar pó. Porém se esta nave tivesse como emissão, uma
super atmosfera de luz em todos os níveis a protegendo, como ação e reação em
todas direções e contra si mesma apontando para seu centro para mantê-la integra, se daria bem.” Ou uma
velocidade adequada a o ambiente para se manter coesa. È possível que para se
deslocar nestes ambientes, seja infinitamente mais simples do que se pensa,
bastando a luz de um raio emissor qualquer como resultante direcional, do
aparato lux para manter a nave coesa, e
o problema de ação e reação para superar a velocidade da luz estaria resolvido.
Pois para ação e reação, a contra partida é verdadeira; se nestes ambientes a
luz pode romper sua velocidade: um simples raio emissor de luz, ou um conjunto
deles, pode funcionar como ação e reação e igualar esta condição para uma nave
que queira deslocar-se a tal “velocidade-lux”.
-“Uma super e
longa tubulação com paredes internas espelhadas, para a luz percorrer em um vácuo em seu interior, pelo menos tanta
vezes maior que o vácuo do sistema
solar, quanto for preciso para se identificar alteração, nos daria uma resposta
segura se a velocidade da luz no possível vácuo profundo; é constante ou relativa,
e se a matéria aí seria expulsa, dilatada, pulverizada ou concentrada.”.
– “Se a
ausência de matéria em seu interior for maior que sua resistência o tubo
desabará sobre si mesmo por estar cercado de pressão material, se o tubo for
mais resistente pulverizará a matéria que conter em seu interior, que deverá
ser feita de material menos resistente que o material do tubo”. Estamos
preparados tecnologicamente para esta experiência? ” Pois é muito provável que
o vácuo cósmico não seja Constante como se pensa que é.
XX
O mais
importante é que; mesmo a luz sendo provavelmente mais rápida em outras
paragens, em nada muda a relação entre matéria e energia no reino do Sol. E em outros
semelhantes reinos siderais e cósmicos. Neste
caso, a equação será relativa a velocidade da luz local, e por tanto
continua a mesma. É claro que, teremos que lhe aplicar o inverso do semi-cubo
da distancia, tirando-lhe a ilusão de poder
agigantado, que a realidade, na verdade não lhe confere. E lhe devolvendo
o real poder ao relaciona-la diretamente com o volume em relação a o
espaço-tempo-movimento. é claro que, neste caso; em outras paragem que não o
sistema solar, a própria equação torna-se relativa a cada outro ambiente.
Não é por
nada que, as experiências com explosões atômicas, sequer uma, atingiu um percentual
satisfatório que responda por E=m.c². Em partes não temos como produzir pressão
suficiente para isto. Por outro lado, o raio a o quadrado não pode se
responsabilizar pelo conteúdo, quem
se responsabiliza por isso é o
raio a o cubo em relação apenas ao espaço. Em relação ao
espaço-tempo-movimento; o raio ao semi-cubo da distancia é o método apropriado.
Parece indiferente, não. Mas se ao dobrar a distancia levando em conta o
espaço-tempo-movimento, o raio a o semi-quadrado, torna-se 3 vezes mais fraco,
e levando em conta apenas o espaço, torna-se 4 vezes mais fraco. Em contra partida levando em conta o
espaço-tempo-movimento, o raio ao semicubo ao dobrar a distancia torna-se 7
vezes mais fraco, e levando em conta o raio a o cubo, torna-se 8 vezes mais
fraco. Isto quer dizer que no outro estremo do raio a energia encontra-se 8
vezes mais intensa, ou pelo menos sete vezes, levando em conta o
espaço-tempo-movimento para fontes contínuas como o Sol. Por tanto, a o inverso
do cubo da distancia, o Sol gasta 2 vezes mais energia, ou ao inverso do
semi-cubo, o Sol gasta aproximados 1,75
vezes mais energia para nos iluminar do que nos confere o inverso do
quadrado da distancia. E, uma bomba de hidrogênio como transformação
instantânea em energia, ou quase isto, explode ao cubo da distancia, e gasta
duas vezes mais energia para fazer o estrago que faz, do que nos confere o
quadrado da distancia. Por tanto, quando dizemos que ainda não chegamos a 20%
da transformação de matéria em energia, em uma explosão nuclear; o que estamos
querendo dizer é que; não chegamos 40 % da transformação de matéria em energia.
E o
importante mesmo, nisso tudo, é que; há uma grande ironia; A relatividade de
Einstein continua cada vez mais Geral, como sugere o título de sua obra
decisiva. E a graça-grassa: é que quando interferimos, mais a relatividade
fortalece-se e mais geral se torna. E jamais devemos esquecer que, o que nos
garantiu o desencadeamento desta torrentes de idéias e nos levou a pensar
assim, entre outras coisas foi o
desembocar no; 1,75 segundo do arco: curvatura sofrida pela luz ao passar ao
lado do Sol; apontada por Einstein e conferida por Edington. E a incrível coincidência; os resultados do
inverso do semi-cubo da distancia divididos pelos resultados do inverso do
quadrado da distancia nos diz que o Sol demanda 1,75 vezes mais energia do que
nos diz a equação tradicional.
XXI
Tudo o que
desconhecemos está nos domínios da Quântica. Mas é possível que, tudo o que conhecemos, e o que viermos a
conhecer, também; não escape das leis da relatividade geral, mais o “Observado
e o Movimento”.
O raio a o
cubo, se levarmos em conta uma certa unidade específica, embora pareça mais
poderoso que o raio a o quadrado, e em questão; a partir do raio três, em
direção ao micro cosmos tenha maior alcance que o raio ao quadrado, por
progressivamente em mergulho adquirir menor número em volume que o número da
área; na realidade a partir do raio três em direção ao macro cosmos, possui
progressivamente menor alcance que o raio da área. Basta elevar a o quadrado o
raio da luz na construção de uma superfície, e em seguida decompor esta
construção como se fosse um volume e acharemos o real poder de matéria
transformada em energia.
Lembre-se, a
superfície das esferas dos entes em propagações é apenas a película simbólica
do conteúdo e não pode responder matematicamente por aquilo que preenche o
espaço atrás de si. Existe conteúdo abaixo da superfície, e é o volume que
responde por ele em números, segundo inverso do cubo da distancia em relação ao
espaço, ou inverso do semi-cubo, relativo a o espaço, tempo e movimento.
Ao contrário
disso, sem o volume, se quer superfície existiria. O inverso do cubo em relação
a o espaço , ou do semi-cubo da distancia em relação ao espaço-tempo-movimento;
responde com fidelidade pela propagação dos entes; e o limite infinitesimal de
seu raio no espaço, diz com precisão matemática o que está acontecendo a o
inverter os números colhidos das distancias. O sol demanda muito mais energia
para nos iluminar do que nos confere o inverso do raio ao quadrado. È
admissível que nos orientemos por uma película infinitesimal para medir a luz,
desde que, por mais infinitesimal que seja,
venhamos lhe achar uma espessura, e lhe dar volume, descobrir seu
movimento, e lhe conferir um tempo; será o semi-cubo da distancia. Ora, sabendo
que a luz se desloca a cerca de 300.000 km por segundo, está película da luz
que do Sol nos chega tem espessura; em cada metro quadrado aqui na terra, nos chega por cada segundo que se passa,
cerca de 300.000.000 m³ de luz
Solar. Esta luz baterá no solo sempre
com uma energia correspondente diretamente ao inverso do semi-cubo da
distancia. Cada vez que encurta pela metade o raio do espaço-tempo-movimento em
direção a fonte, indiretamente torna-se sete vezes mais forte. Cada vez que
dobra o raio do espaço-tempo-movimento para distante da fonte, torna-se sete
vezes mais fraca. Sempre levando em conta o movimento em relação o espaço e o
tempo.
Parece
irrelevante, mas não só se a constante mudar, mas se mudar as relações do
movimento com a velocidade, todas as relações entre espaço, tempo e movimento
tornam-se um caos. E a matemática
precisa ser mais aprofundada. É simples. Complicado é desprezar o movimento
como dimensão fundamental.
A liberação
de energia depende de pressão e densidade ambiental. Se em hipótese quisermos
detonar uma bomba atômica ou de hidrogênio em um buraco negro, onde a
velocidade da luz é anulada; o artefato mesmo que tenha pressão equivalente;
não terá sua energia liberada. Em ambientes de reino absolutos da matéria,
parece que não há lugar para energia espessa (luz e entes associados) ser
liberada, e se quer para matéria fina interagir no local (plasmas, gases, partículas subatômicas), e ao contrário; a
matéria se contrairá ainda mais e implodirá em fusão para dentro de si mesma. A
própria matéria aqui, se transforma em uma outra coisa que não temos idéia
formada. Embora a energia ultrafina, aí
pode ser liberada.
Mas se esta
bomba com aparatos estrutural para se manter coesa, for explodida em meio a um
deserto espacial intergaláctico de profunda ausência de matéria e infinita
transparência: O efeito será exatamente o oposto; os raios luminosos da
explosão, segundo o espaço-tempo-movimento relativo ao local; poderá se fazer
sentir a trilhões de quilômetros de distancia, ou mais. No caso da rarefação
ambiental extrapolar a equação, é porque não há ambiente para a matéria no
local. Aqui a energia encontra-se em tal sutiliza que escapa para longe de
nossa compreensão. Nossas equações são para o médio cosmos onde vivemos. Os
extremos não suportam meio termo, e se não houver compensação no inverso da
proporção, sequer suportam um a o outro.
Embora
possivelmente com velocidade relativa a os diferentes recantos do universo, a
luz em curvas é atraída pela gravidade, de acordo com sua aproximação dos
corpos e segundo sua velocidade relativa a o
local.
Porém, a
velocidade da luz mesmo sendo relativa as paragens por onde passa, ainda assim
é a régua mais confiável a o nosso alcance, para que se possa medir, fenômenos
acontecendo nos confins do espaço profundo.
Por outro
lado, se no interior de um buraco negro, como já falamos, soltássemos uma
porção de luz, nada aconteceria, a anão ser a implosão dos próprios fótons
sobre si mesmos. Então é óbvio; aí não há lugar para a energia. Ao mesmo passo se em um vácuo profundo:
deserto de imensidão espacial de infinita rarefação: soltássemos uma porção de
matéria mesmo coesa, ela se desintegraria. Então é lógico; aí não há lugar para
a matéria. Claro, que tudo isso obedece limites, segundo o inverso da força do
ambiente.
Não nos
parece que a formula de inspiração Newtoniana criada por Einstein; M=E.C²,
ainda que confira mais energia do que a matéria pode dar; mesmo nos confins do Cosmos, insiste em
relativamente regular os limites onde podem e devem atuar a matéria em oposição
a energia, e a energia em oposição a matéria? (Há um limite regido pelo
natureza que diz que; segundo a expansão espacial e a fineza da energia que se
encontra em liberdade nele, só a energia pode ali se dar bem. E, a matéria que
aí queira atuar terá que contrapor o ambiente em quantidade e densidade. E que por outro lado; segundo a contração
espacial e a densidade da matéria que á nele; a energia que aí queira atuar,
terá que contrapor o ambiente em sutileza e quantidade. Um vácuo profundo, com
um espaço onde cabe exatamente uma grama de matéria transformada totalmente em
energia, sem que sofra pressão de lado nem um, Isto é; em estado livre; é
exatamente o lugar, neste vácuo profundo, onde uma grama de matéria não poderá
se manter coesa).
E sabendo que
uma explosão precisa não levar em conta o espaço superficial, mas o conteúdo em
evolução e transformação em energia, assim como levar em conta o espaço, o tempo, e fundamentalmente o
movimento; não seria passível e sensato, para melhor representar a
natureza, se equacioná-la ao semi-cubo?
Ao cubo para
a sensação instantânea, relativa a um determinado espaço. Ao semi-cubo para os
efeitos em relação a o espaço, o tempo e o movimento em que tudo ocorre.
XXII
O poder
devastador de uma bomba de hidrogênio até então registrado, está muito “aquém”
de E=m.c². (“a conversão não chega a 20% ainda hoje”, Superinteressante-1995 –
Nº7 – Pg 61). Embora se pense que não se conseguiu pressão suficiente para extrair tal energia,
e em parte é verdade. Isto também é assim, porque o raio que expressa a superfície
não coincide em evolução com o raio que expressa o conteúdo. Em outras palavras
o raio a o semi-cubo ou a o cubo, precisa gastar á partir do raio três, em
direção ao macro cosmos, em evolução
exponencial 0,333333333..., para cada
numero acrescido, para atingir os limites que atinge o raio a o quadrado. E em
relação ao mesmo sistema de unidade de medida, em direção ao micro-cosmos,
precisa regressivamente na mesma proporção; (0,333333333...,) menor energia, se
assim fosse.
Ao semi-cubo da
distancia, levando em conta o tempo e o movimento; chegaremos bem próximos,
ainda que relativamente, a cada rincão do universo; da real transformação de matéria em energia. (Pra entender melhor, precisamos ler o
ingênuo texto; Cubesfera, mas aqui o que importa, é a relação da luz, e suas
possibilidades; entre o extremo da
densidade e o extremo da rarefação).
XXIII
Assim como
hoje; temos em mãos diversas relações da velocidade da luz com diferentes
densidades e cristalinidades ambientais aqui na terra; a ciência terá números
em mãos indicando uma relação satisfatoriamente aproximada da velocidade da
luz, relativa a os níveis de profunda
rarefação ambiental e infinitas cristalinidades, dos rincões nos confins
eqüidistantes dos corpos Galácticos por
onde ela está de passagem.
Precisamos
experimentar outras regiões do universo para termos uma idéia do que realmente
se passa na natureza. Ainda somos uma tribo isolada, escondida de nós mesmos,
nos confins de uma selva de estrelas de uma Amazonas sideral. Tudo o que
sabemos é o que nos chega como efeitos provocados pela atmosfera do interior do
sistema Solar; “nossa isolada aldeia”.
- Por outro
lado, ao afirmar que a luz pode ser mais
veloz do que se acredita e, ao mesmo tempo tendo a transformado em régua; “e no
caso, para isso, precisando fundamentalmente de
sua constante”; parece que, estou retesando um arco e apontando uma
flecha para alvejar o meu próprio peito. Mas o fato é que, quando a luz e a
gravidade se confrontam nas “atmosferas corpóreas”, as relações possivelmente
não mudam em nem um lugar do universo, ou mudam muito pouco. Porque nestes
locais, há corpos, há emanações, há coisas acontecendo, há atmosferas, há
matéria... Claro, com diferentes forças, massas, densidades... porém em alguns
casos, infinitamente mais intensos e densos que outros. Tanto é que, entre a
atmosfera terrestre, e a atmosfera do reino Solar; que chamamos de vácuo, a luz não apresenta
diferenças em sua constante pelo menos a nível comprometedor para a nossa
ciência de então, como régua de medida. E mesmo que a luz possa se apresentar;
com diferentes velocidades, em curvas, em círculos ou em espirais, nos ambiente
atmosféricos corpóreos, se acontecer; será com uma infinitesimal variação em
relação a constante que conhecemos. Pois há um limite para ela atuar como luz
visível. Se não percebemos diferença em sua velocidade entre ambientes como o
que chamamos vácuo; no espaço aberto no interior do sistema Solar, e a
atmosfera terrestre; esta diferença de velocidade possivelmente será irrisória
quando tivermos que medir um corpo o qual a luz entre outros entes, estará gravitando
ao redor, pois ali alguma atmosfera haverá. Nada que possa comprometer, e que
os grandes matemáticos, examinando as características dos Astros, Estrelas,
Galáxias, e seus ambientes, não possam relaciona-las, encaixa-las, com suas
equações, e vir a resolver ao pé do número o problema. (Einstein nas
investigações em que concebeu seu espaço-tempo, alertou que a luz atrasa-se ao
passar ao lado do Sol. Sabemos que a
atmosfera a seu redor é muito intensa; além de curvas e deformações, que
atrasam a luz que por aí passa, possivelmente a densidade da atmosfera local
pode ter colaborado para isso; teríamos aí um parâmetro?). Por outro lado, as
variações imperceptíveis, mesmo imensas, através de suas curvas, nos trarão
mensagens de uma realidade relativa a própria luz, do ambiente com o qual, ela
está se relacionando naquele momento. O que não será um engano. Mesmo que os
deslocamentos das posições das estrelas prevista por Einstein e constatados por
Eddgnton, tenha sido provocadas por refração, e não por curvas, pois sabe-se
que junto a superfície do Sol há uma atmosfera em ebulição, e muito densa. E, a
luz a o passar de um meio transparente
para outro, muda de direção. Se levarmos em conta que, cada corpo, tem uma atmosfera,
segundo sua gravidade, componentes e temperaturas, ainda assim; não podemos
dizer que, Einstein errou em sua relatividade, ao contrário, mais ela e afirma.
Porém mesmo isso, segue uma regra simples, claro, a luz sendo corpuscular; a
própria luz em seus corpúsculos, certamente emite grávitons, e segundo o
inverso do semi-cubo da distancia, é atraída, mas também atrai; por isso a
curva.
Apesar de
tudo, é bom estarmos atentos para possíveis
diferenças em sua relação entre um corpo e outro nos ambientes
atmosféricos. Embora a princípio estas diferenças, não deverão nos causar
desconfiança, porque é possível que sejam inteiramente relativas, a sua própria
natureza. E, se assim é; qualquer sinal colhido será de legítima confiança.
Sendo assim,
no caso da luz quebrar sua velocidade a o atravessar o vácuo profundo, o que
parece no caso ser um grande problema, ao contrário; pode tornar-se uma
excelente solução. Ao se deslocar dos ambientes atmosféricos de matéria, onde
sua velocidade máxima possivelmente é a constante que conhecemos, com infinitesimais
variações, e possivelmente ganhar grande velocidade atravessando grandes
extensões de desertos espaciais de profunda ausência de matéria, e de energia
pura de rarefação ultrafina e infinita
cristalinidade, quebrando em “muitos lux” sua constante; além de possivelmente não
distorcer a mensagem, faz melhor; nos
traz esta mensagem mais depressa ainda.
Porém, se
distorcer, será outra tarefa imensurável para os matemáticos da física e da
astronomia. O que, não faltará genialidade humana para resolver o problema. Por outro lado esta
distorção, oriunda de uma supervelocidade, se apresenta na forma de uma
diluição das mensagens, além do que
deveria ser, e não como sinais deformando estas mensagens em seu conteúdo. “É
como receber uma carta em que, por um motivo ou outro as letras esmaeceram-se,
porém, ou a olho nu ou por aparelhado, continuam legíveis não traindo a
mensagem. No entanto, tudo pode acontecer. Afinal de contas, nosso exercício é
uma literatura quântica, e nossa régua é a própria luz; não temos certeza de
nada, e nem estamos aqui para iludir, escondendo dúvidas relativas e quânticas,
nos aproveitando de uma constante e de um paradigma. Por isso, as questões
lançadas, são para se parar e pensar. (Aqui para nós, um lux é a constante da
luz que conhecemos; tomado emprestado da unidade de iluminamento: “é muito
lindo para estar servindo tão pouco”).
-Em frente!
-Por outro lado, seria desconforto demais para mim, me esconder numa dúvida, para beneficiar-me de uma certeza que domina a
cultura científica de nosso tempo. Claro,
bater na tecla da constante da luz, e insistir na mesma toada
minimalista, seria menos difícil para a
teoria que aqui defendo. Mas não
é o meu caso.
- Bem, vamos ao que intereça!
Otacílio
Alves Meirelles.
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