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Ambextremo



AMBEXTREMO







O Texto que aqui está, é primário,  porque o original e, melhor trabalhado (embora com resumo mal iniciado), depois de 8 anos aqui, sumiu do blog. Vou a os poucos arrumá-lo. Peço, se alguém por sorte copiou e tem o texto original, que aqui estava  até meados de 2018, por favor, mandem-me, por parte, por E-mail o texto Ambestremos,  porque não tenho nem uma cópia dele.  (O Sumiço é suspeito, por que um mês depois, que a cópia foi perdida, apareceram cientistas em jornais com as mesmas afirmações a respeito da velocidade da luz). Peço que aqueles que conheçam o texto fiquem alerta. O texto original, em um de seus capítulos, que já não lembro, tem um diálogo Socrático, onde levo o velho mestre através de indagações, a mostrar porque a luz nos dá claras evidencias que, pode ser inacreditavelmente mais veloz do que a velocidade que, a ciência tradicional afirma como limite. 

E-mail: otacilio.meirelles@gmail.com




AMBEXTREMOS


Texto de Cosmologia; parte do livro: (AS CURVAS DA DEUSA LUX ).

                                                                                 Otacilio Ótta Alves




RESUMO



Suspeitas, investigações, dúvidas, deduções e intuições sobre as relações da velocidade da luz com diferentes regiões e supostos modelos relativísticos quânticos do universo.

Especulações sobre suas relações com os meios e os extremos e as possibilidades de seu movimento em trânsito: entre extremos infinitamente massivos e opacos da matéria / meios translúcidos das atmosferas dos corpos luminosos / e o infinitamente rarefeito e transparente localizado na fronteira das equidistâncias entre estrelas e galáxias.

As relações da velocidade da luz com os meios conhecidos, e as constatações que, o que realmente conhecemos sobre a luz, e aquilo que, a ciência pode comprovar; é o que ocorre com este ente no meio ambiente terrestre, e no máximo, nos limites do meio ambiente do sistema solar. Lá fora, além das fronteiras do Sol, o que sabemos, vem apenas de especulações e, de observações da vista armada, sujeitas a efeitos e refrações que deformam seu movimento no espaço e no tempo.

Evidencias entre as coincidências gradativas e contraditórias: com a velocidade do som que, se desenvolve cada vez mais rápida nos meios cada vez mais denso / com a velocidade da luz que, se desenvolve cada vez mais rápida nos meios cada vez mas rarefeitos.

As possibilidades de seu movimento se desenvolver muito além da constante de cerca de 300.000 Km/s no provável e desconhecido vácuo profundo, possivelmente localizado nas infinitas rarefações das regiões vazias e equidistantes e, relativo a estas equidistâncias, de fronteiras e limites, que equilibram forças e emanações entre as estrelas e principalmente entre as galáxias.

         A possível força desagregadora do vácuo profundo nestas regiões equidistantes, em probabilísticas, existem, e fazem oposição às forças agregadoras dos massivos centros galáticos.   Nestas regiões de imensidões vazias; o problema talvez não é a falta de condições para desencadear velocidades muito acima da constante da luz, para quem se aventurar no vácuo profundo, mas sim, manter a matéria integra, onde possivelmente, a ausência de pressão e de partículas infinitesimais sejam tão profundas, que a matéria em seu estado simples, como é conhecida, não possa, nestes locais, se manter coesa. 

         Nestes regiões de equidistâncias, e de vácuos profundos, e infinita e singular rarefação, os corpos que por aí se aventurarem, se não reunirem forças superior, na proporção inversa da exercida pelo vácuo profundo destes locai, muito provavelmente serão desintegrados. As nuvens de gás e poeira que, não reunirem matéria para exercer força inversamente proporcional a exercida pelo vácuo profundo, não conseguiram aí se manter, ou formar corpos, e nunca passarão de nuvens que, com o tempo, escoram em direção as galáxias, deixando as equidistâncias sempre vazias. 

Nestes locais equidistantes entre as as estrelas, ou entre as galáxias, de profundo vazio, mais que o equilíbrio das forças gravitacionais que aí se encontram de igual para igual, relativas às distâncias e ao poder de cada um, delimitando fronteiras entre os corpos estelares e principalmente galácticos, o que realmente decide é a ausência de força: é nestes locais principalmente entre as galáxias mais distantes entre si, que a ausência de pressão transcende o zero absoluto: a dedução nos aponta que, para a matéria aí se manter coesa, precisa de quantidade e densidade, que reúna gravidade que represente igual, ou superior ao inverso da ausência de força local, exercida pelo vazio profundo, e a ausência de pressão - talvez, de fato, transcendendo em muito o zero absoluto.


Estes locais equidistantes relativo às forças - onde as forças entram em equilíbrio de igual para igual - é onde fica o ponto de Lagrange entre as estrelas vizinhas, ou entre galáxias vizinhas. As forças nestes locais são negativas e desagregadoras na proporção da imensidão vazia dos locais. Todo Corpo obedece uma determinada pressão relativa ao elemento do qual ele é formado. Sendo assim, pode se presumir, é passível de se presumir, que segundo a profundidade destes vácuo equidistantes, é provável que até mesmo para os metais, seja impossível se manter coeso, tudo é uma questão de tempo. 


         As naves interstelares que, no futuro, seguirem as curvas destas equidistâncias entre as estrelas, provavelmente precisarão de forças de ação e reação constantes em toda a fuselagem, de fora para o centro, para se manterem coesas, mas em contra partida, encontrarão caminho aberto para velocidades muito além da velocidade da luz.


 Nestes caminhos pelas equidistâncias de vácuo profundo, muito provavelmente a luz das estrelas e galáxias, ao adentra-los, acelerem ao encontrar um ambiente cada vez mais vazio / e desacelere ao sair destas regiões, em aproximação de outros corpos, por encontrar um ambiente cada vez mais carregado em partículas. E, se desenvolva segundo a rarefação de cada um destes lugares equidistantes de vácuo profundo, talvez multiplicando a números inacreditáveis, a constante que conhecemos.

 E, as implicações do rompimento da constante da luz pela própria luz, com a teoria da relatividade geral de Einstein.

O Universo Em Momento Algum Foi Nada. No começo era equilibrado de partículas infinitesimais; perene. Depois se aglomeraram em determinados e reduzidos locais formando galaxias, cercadas de imensidões cada vez mais profundamente vazias, na mesma proporção em que perdiam infinitesimais para os locais aglomerados de matéria cada vez mais denso, mais rarefeitas estas equidistâncias se tornavam. Estes locais vazios são desagregadores, na proporção inversa em que os locais aglomerados são agregadores de matéria. O Big-Bem é o Buraco Negro Original e, se realmente aconteceu, obrigatoriamente explodiu incompreensivelmente muito além da velocidade da luz que conhecemos:  não saiu formando galáxias logo após a explosão: Foi tão violento que o universo ficou perene de partículas infinitesimais originadas  pela explosão. Mais ou menos como explodir um balão de gás em um cubículo em vácuo longe da gravidade: o gás ocupará de forma perene todo o espaço, com a diferença que do balão restará os destroços de seu envólucro / do Big-Bem não restou nada. Depois então, em movimento partículas infinitesimais atraíram partículas infinitesimais e surgiu a matéria, nuvens começara engrossar em determinados espaços se tornando cada vez mais densos, em oposição a espaços vizinhos que se tronavam cada vez mais vazios...



































NOTAS



I) – ATENSÃO! “Quando nos referirmos  ao cubo, e ao semi-cubo da distancia em relação a luz  e o espaço-tempo-movimento; que no livro do qual este texto faz parte, está bem claro: è o resultado de uma longa (anos de) investigação sobre a relação do conteúdo das esferas com a superfície, as quais posso garantir: não coincidem em evolução. A superfície em evolução torna-se oca, e o que nos interessa, é o conteúdo em evolução no espaço, e este só o volume relacionado com o tempo e o movimento, pode nos dar, (o que pouco importa nesse momento; porém é quase impossível transmitir o texto sem me referir a o inverso do  semicubo da distancia). O aviso é para se saber que não há equivoco, e que o proceder é consciente e esclarecedor.

O semi-cubo será referente às camadas sucessivas, de cerca de 300.000 km/s de espessuras, que através das quais, a luz se propaga do Sol, e supostamente de todos os corpos luminosos. Estas camadas de 300.000 Km de espessuras chegam a cada segundo na terra, inversamente proporcional ao semi-cubo da distancia. (Isto porque, quando o raio dobra em relação ao tempo; em relação ao movimento o conteúdo também dobra. Então, na primeira parte do raio temos uma unidade do ente, 7 vezes mais intenso, por estar em um espaço sete vezes menor em relação a o tempo-movimento, que na segunda parte: - esta por sua vez; o ente está sete vezes menos intenso por estar em um espaço sete vezes maior em relação ao tempo-movimento. Aqui ao dobrar, não se leva em conta o raio todo, porque quando dobra, sempre surge uma nova camada de luz na primeira parte, enquanto a segunda camada sobe para a segunda parte do raio. E este fenômeno em evolução no espaço, tem relação intrínseca com o tempo e o movimento.

Isto quer nos dizer que; em relação a o espaço, o tempo e o movimento; o Sol gasta 1.75 vezes mais energia para sua radiação chegar até a nós tal como chega, do que supõe nossa sabedoria tradicional baseada no inverso do quadrado da distancia. (estas questões veremos mais tarde  em relato de não mais do que 40 páginas do texto de introdução que reúne inúmeras coincidência matemáticas, no livro referido).

Aqui, o raio dobrado do volume - no caso 2 segundos - não se multiplica por oito, como no inverso do cubo distância, porque toda vez que dobra no inverso do semi- cubo da distância; a primeira unidade sobe para a segunda parte do raio, e na primeira parte surge uma nova unidade do ente em questão. Rigorosamente vinculada a o seu movimento constante, ao tempo constante e a o espaço constante; se o movimento da luz mudar, todas as relações com o espaço e o tempo mudam”. - Simples! - O movimento é o campo dimensional legítimo e primordial; concebendo e relacionando-se com o tempo e o espaço.

Porém este texto-parte, se forçado, não depende destas expressões, e embora sem elas, possivelmente tornar-se-ia  de fácil entendimento para a física contemporânea, e de pronto fascinante; encantando a todos ao promover a conciliação da quebra da constante da luz com a relatividade geral tornando-a mais relativa ainda; “o que na verdade acaba por ser um fato ”. Porém, tornar-se-ia também; enganoso, corrupto em si mesmo, o que para mim é inadmissível. Por isso prefiro pegar o caminho mais árduo, e pré esclarecer a origem da ideia.

Mesmo Kant - ao dizer que, “a estética transcendental não pode conter mais que o espaço e o tempo”; - admite que: - “o movimento, mesmo sendo um dado empírico, reúne estes dois elementos: a saber, espaço e tempo”. (Kant – Crítica da Razão Pura – Pg 49 – Victor Civita – 1983). (O que, quer nos dizer que; Heráclito não jogou palavras a o vento). Sem o movimento tudo é estático, nada acontece; sequer o espaço e o tempo aconteceriam. “Tudo é movimento” – Acho que Locke examinaria o texto para perceber se há harmonia entre afirmações especulações e retórica. - Berkeley diria que;    - de fato, sem o movimento não teria os sentidos do ser e só Deus poderia observar o espaço estático. Kant..., acho que não me atacaria; e diria que; - o movimento é de importância fundamental, pois é ele que contém o espaço e o tempo; e destes dois elementos, acho que se orgulharia de ter insinuado, que ele: o movimento; os sintetiza de uma só vez. O velho Heráclito certamente diria que; - sem o movimento, sequer os Deuses aconteceriam.

Em outros textos veremos a importância decisiva de se levar em conta o movimento, como dimensão matemática possivelmente independente e própria: “que mede a si mesmo”; - e, se relacionando com o tempo e o espaço de igual para igual, como fenômeno que, medido por estes, os mede também. 
Por hora; o que nos interessa são as possibilidades da velocidade da luz, nos desertos de profunda ausência de matéria ( vácuo profundo; nos confins localizados nas eqüidistâncias entre os corpos do universo e, as implicações de uma possível velocidade da luz quebrando em várias vezes sua própria constante nestes locais de vácuo profundo proporcionalmente ao inverso da densidade das estrelas, ou galáxias que os cercam.

II)-(Vou aqui, manter a fidelidade a o texto, embora o começo no prólogo, que logo vem; depois do advento que, ligou a Itália e a Suíça a o neutrino mais veloz que a luz, tenha para aquele que se mantêm atualizado; adquirido um “tom oportunista”). Contudo, em registros de redação, tenho como provar sua data anterior, por isso a decisão de deixa-lo absolutamente original no tocante sua abertura e seu encerramento, embora esteja trabalhando nele. Por outro lado, a noticia só me chegou Seis meses depois; por acaso, claro, por culpa pura e simplesmente minha: em me embrenhar na solidão, em minhas pesquisas, (e deixar o noticiário de lado).





III) – Trecho de abertura do texto o movimento, do qual este texto é finalizador e que no momento é de fundamental importância.

(-A rua, direita ou esquerda. O prédio, a frente ou atrás.  O andar, acima ou abaixo.  E o tempo, mais cedo ou mais tarde). Sem estas quatro dimensões, “segundo a física”, o encontro marcado, não poderá acontecer. Então, me perguntei; -Como fizeram para marca-lo? -Como  farão para chegarem ao local? –E, como irão realiza-lo? - Se desprezam a  dimensão,  que é a razão de ser do próprio Universo: O movimento.”      )




KANT - Diz ele a respeito de um possível órganon; conjuntos de princípios segundo os quais todos os conhecimentos puros podem ser adquiridos e efetivamente realizados. “Uma tal ciência teria que se denominar não uma doutrina, mas apenas critica da razão pura, e sua utilidade seria realmente apenas negativa com respeito à especulação, servindo não para a ampliação, mas apenas para a purificação da nossa razão e para mantê-la livre de erros, o que já significaria um ganho notável. ( Os pensadores – Kant – Critica da Razão Pura – Pg 33 – Victor Civita – 1983).













INTRODUÇÃO



- "Diz-se, que nada pode ser mais rápido que a luz. De fato, até então, tudo o que se sabe é isto. Porém em questão de velocidade, mesmo dentro do ambiente estelar em que vivemos, pode estar acontecendo coisas que ainda nos escapam do saber. Por outro lado, a própria luz pode ser mais rápida do que supomos que possa ser".






Tudo o que sabemos sobre a velocidade da luz, é o que  registramos como resposta, do que  ocorre como efeito, dentro do sistema Solar. Pois qualquer sinal que chegue até a nós, venha de onde vier, obrigatoriamente terá que adentra-lo, e se deparar com as condições ambientais deste sistema, para que então, possamos registra-lo. É provável que entre uma estrela e outra, sua velocidade seja maior ainda, e entre uma e outra galáxia, mesmo para nosso tempo, esta diferença para mais, seja de proporção descomunal.

Já dissemos antes que, se a luz insistisse em se propagar tão densa quanto saí da fonte, perderia sua velocidade ao cubo da distancia percorrida. Cada vez que dobrasse o raio de propagação, ficaria 8 vezes mais lenta na média, em relação ao volume e o raio todo. E sete vezes mais lenta em relação ao espaço-tempo-movimento. Para que isto ocorresse, precisaria encontrar um ambiente cada vez mais denso na mesma proporção. E esta seqüência, não precisaria ser tão densa assim; seria muito menor que a água do mar, onde a luz consegue penetrar em profundidade apenas algumas centenas de metros. Então, ao contrário disso, se encontrasse um espaço cada vez mais vazio pela frente; em aceleração constante se tornaria cada vez mais veloz. E, tornando-se cada vez mais veloz, na mesma proporção tornar-se-ia cada vez menos luminosa. Pois assim; em aceleração constante, os fótons se distanciariam cada vez mais um do outro, não apenas no sentido paralelo divergente, mas direcional longitudinal, rarefazendo-se pelo espaço, com o poder de iluminação minguando em aceleração positiva, e na proporção; menor do que se estivesse em sua conhecida velocidade constante. O que para nós, talvez esteja aí mais uma razão que faz com que o universo seja menos iluminado do que deveria ser. E esta dedução talvez contenha mais uma possibilidade de responder o paradoxo de Holbers (Jean de Chéseaux e Henrich Holbers): - “Porque o universo é tão escuro com tantos astros a brilhar no céu”?

Já sabemos que segundo as medidas que usamos, em relação a fonte, o raio ao quadrado não evolui como o raio a o cubo. O primeiro evolui disparando no espaço, e o segundo evolui comedidamente. E que a luz das estrelas; não chega a lugar nenhum e se demora iluminando-o e aquecendo-o, pela razão da superfície e da área, e sim pela razão do conteúdo e do volume em movimento. Abaixo da superfície não existe um espaço oco, e sim recheado em conteúdos de entes, no nosso caso; a luz.  E, que se medirmos levando em conta o movimento-espaço-tempo, a encontraremos propagando-se como inversamente ao semi-cubo da distancia. Sabemos também que, não é só a quantidade de pontos de luz que potencializa a iluminação, mas também a qualidade de cada ponto. 
Porém, uma supernova ilumina mais que uma Galáxia inteira. E isso, é perfeitamente compreensível; o Sol tem cerca de 5 bilhões de anos pela frente para viver, se transformasse em luz toda a sua energia de 5 bilhões de anos em um breve tempo de uma semana, teríamos um brilho com a intensidade de cerca de 260 bilhões de Sois. Um brilho para pelo menos encarar a Via-Láctea de igual para igual, claro, somente por uma semana.

Porém, muito ao contrário do que se pensa; com pouco risco para as estrelas vizinhas. Se alfa centauro por um acidente queimasse todo o seu combustível em apenas uma semana; ao semi-cubo, e mesmo a o cubo da distancia, muito pouco  sentiríamos aqui na terra, muito provável que; nada que ameaçasse a vida. No máximo passaríamos as noites no hemisfério sul como a luz de uma  aurora.

Se das estrelas, a luz se propagasse ao quadrado da distancia; uma supernova causaria estragos em boa parte da vizinhança em sua Galáxia de origem e, no nosso caso hipotético da alfa centauro; nos tornaríamos pó imediatamente. Mas parece que no caso das supernovas; ás estrelas vizinhas, que mantém uma relativa distancia, continuam lá. - Já experimentou apagar a luz de uma vela com a repentina chama de um maçarico? Em poucos segundos à vela inteira sumirá do mapa. Mas as supernovas parece que em se tratando de distancias que superam alguns anos luz, mesmo equivalendo em brilho a uma galáxia inteira, em se tratando de destruição, não são tão poderosas  quanto se pensa.

È provável que nas grandes regiões desertas entre as Galáxias, e mesmo entre as Estrelas, no vácuo profundo, a luz mergulhe em aceleração positiva, e torne-se mais fraca; pelo fato das relativas fileiras de fótons, além de afastarem-se uma das outras no sentido paralelo divergente; os próprios fótons em cada relativa fileira, como efeito da aceleração positiva; afastam-se também, tomando dianteira, um dos outros no sentido longitudinal direcional. Isto é assim até atingirem o vácuo profundo que reside na equidistância entre uma estrela e outra. Dai para frente a luz entraria em aceleração negativa até atingir as estrelas vizinhas. 

No caso da constante da luz; a diluição se da por afastamento discreto e constante no sentido paralelo divergente; mantendo os fótons em relativas fileiras  sempre a mesma distancia um a frente do outro. Entre uma fileira e outra, enquanto a luz evolui na imensidão, o espaço que aí se alarga é  ocupado pela sombra. (Este fator pode produzir um descompasso a mais dos que já sabemos, sobre distancias, localizações e luminescência das estrelas).

Se nos orientarmos pelas duas fileiras em direção a fonte, encontraremos um triângulo, seu espaço delimitado é plano: isso sim; é o inverso do quadrado da distancia. Se pegarmos quatro fileiras, formado um quadrado base, e entre elas nos enveredarmos para a fonte, encontraremos uma pirâmide: agora sim o inverso do cubo da distancia. Em sua base, do limite do ponto de vista de quem vê, há uma lâmina infinitesimal de luz; a mesma de quem mede a superfície: é o limite do semi-cubo da distancia; é a porção de luz que na fonte é produzida por segundo, e que dela no outro estremo recebemos por segundo conforme a velocidade que nos chega.
 No nosso caso do interior do Reino Solar; Uma camada globular, que evolui do sol, de cerca de 300.000 km de espessura por segundo; Inversamente proporcional ao semi-cubo da distância. E não seremos enganados se nos orientarmos por este limite infinitesimal; pois abaixo dele - em direção a origem de onde vem - está o volume recheado de luz e, que nos chega por partes em cada segundo; com cerca de 300.000 km de espessura, segundo a inter-relação entre espaço, tempo e movimento.

Se o movimento muda em sua constante, ou pior; para movimento variado, aceleração positiva, ou negativa: todas as relações entre espaço e tempo mudam, podendo tornar-se o caos. E o raio vetor, claro; será o raio do movimento.   É ele que determina, o que é espaço, o que é tempo. (Veremos isso no texto o movimento)

A possível aceleração da luz no espaço aberto entre as estrelas; o probabilístico vácuo profundo; lhe suaviza e lhe intercala com mais sombras. Além dá luz propagar-se, ao semi-cubo da distancia, ( no caso no sistema solar, a cada segundo nos chega uma camada de luz de 300.000 km de espessura, segundo o inverso do semi-cubo da distancia) o que seria pelo menos meio caminho andado para explicar o paradoxo de Holbers. Se sua aceleração positiva no vácuo profundo entre as estrelas, e entre as galáxias for um dia comprovada, terminar-se-a finalmente por decifra-lo. É o trabalho investigativo que vamos desencadear a seguir.

SIMPLIFICANDO - O semi-cubo;
 EX; um ponto Euclidiano emissor de luz.
1º) - Primeiro segundo transcorrido:  Primeira unidade de luz: uma camada de luz de 300.000 km/s de espessura. 
2º) - Dobrando o raio; dois segundo de pois, surge a segunda camada de luz que empurra a primeira, com sua base de retaguarda para 300.000 km de distancia do ponto Euclidiano, e seu limite de  vanguarda para 600.000 km de distancia do ponto. 
3º) - O espaço todo foi multiplicado por oito, mas há o problema: é que agora já são duas camadas a ocupar o espaço: a quantidade dobrou; a  segunda a surgir ocupa o espaço que foi da primeira junto ao ponto, e a primeira subiu para um limite extremo ocupando uma faixa com seu limite de base a 300.000 km do ponto euclidiano e elevando seu limite extremo, a 600.000 km de distância do ponto fonte.


4º) - Então temos na primeira metade do raio dobrado, uma unidade de luz de 300.000 km de espessura ocupando o espaço de número um e, representando densidade número sete (sete vezes mais densa que a seguinte), em relação a outra que, está com seu limite de retaguarda a 300.000 km, e de vanguarda a 600.000 km de distancia do ponto euclidiano fonte, ocupando um espaço de número sete ( sete vezes maior que o primeiro), e representando densidade 1/7 (sete vezes menor) em relação a intensidade da que está junto ao ponto fonte). E assim por diante. Este é o ente em movimento ocupando o espaço.








AMBEXTREMOS




I

A Idea de constante da luz, generalizada para todo lugar no vácuo, pode produzir um descompasso entre espaço, tempo e movimento, entre nós  as estrelas e as Galáxias; de proporções igual, ou maior, daquele;  quando séculos atrás, acreditávamos que; o Sol girava em torno da terra, e não esta em torno do outro.

As distancias espaciais que, vislumbramos entre nós e as Galáxias, parecem Humanamente intransponíveis. Mas é provável que o movimento da luz, faça com que a distancia temporal aconteça logo ali, bem mais perto do que estamos acostumados a prever. Pois como já sabemos; ao contrário do som que, flui melhor nos ambientes cada vez mais densos e, que tem sua constante a o nível do mar; no caso da luz, quanto mais cristalina e menor a densidade do ambiente, melhor flui em busca de sua constante conhecida. Isto quer nos sugerir que, se nas regiões equidistantes entre as galáxias, e possivelmente entre as estrelas, haja  um vácuo mais rarefeito que em seus interiores, é provável que a luz alí quebre  sua constante.

E se a luz encontrasse pela frente, um vácuo tão profundo, com tal extrema cristalinidade e rarefação que,  comparado com o vácuo do sistema Solar, fosse como a diferença da água corrente que bebemos / para o ar livre que respiramos?

Entre as estrelas, que se localizam a cerca de um terço do raio galáctico, do centro para as bordas da a Via-Láctea, há imensas regiões abertas, com ambiente espacial propício, com alta probabilidade de ser cada vez mais rarefeito e cristalino em direção as equidistâncias; favorável para a luz fluir cada mais livre, do que, quando adentra os globos de sistemas estelares onde fluem ventos e, outros entes emanados das estrelas locais, tornando cada vez mais denso o espaço a ser percorrido.

Estes entes em proporções mais densas criam uma atmosfera ambiental estelar que, é relativa caso a caso, e que; para comparação com o nosso padrão atmosférico terráqueo, pode parecer vazio / mas de outro modo: para comparações com os padrões intergalácticos e até mesmo interestelares de  extensos desertos de profunda ausência de matéria e extrema rarefação e cristalinidade nas equidistâncias; na realidade, o vácuo dos sistemas estelares, de vazio e transparência; pouco ou nada têm.

É possível que, os movimentos da terra não se façam sentir em sua inércia inabalável, porque vão embarcados em um conjunto de  movimentos na atmosfera Solar rodando ao redor da nossa estrela rainha.

Assim como o movimento de translação dos planetas giram segundo os efeitos provocados  pelo  astro central, em cada determinada região, e dentro delas, desde a origem; a presença dos efeitos do redemoinho que formou cada  astro, permanece  unida e relativamente harmônica, interagindo com o espírito do grande redemoinho central que formou o Sol, mantendo os movimentos planetários ao redor de nossa estrela, Isto é; dançando uma ciranda com nossa estrela, unidos por sua múltipla atmosfera, e pela presença do espírito do redemoinho  primordial que em conjunto com os demais, permanece em movimento como sinais de sua origem interagindo independentes e interligados no éter; o seja lá o que for.

É o grande redemoinho que formou o sol, lhe guardando em uma protegida inércia em seus movimentos em velocidade constante e regendo os demais redemoinhos que se formaram no seu interior, e que formaram todos os planetas, satélites e cometas: aqueles que por ter baixa velocidade em relação a massa que reuniram e a densidade que os caracterizaram e, em espiral descendente desabaram no sol - Aqueles que por ter alta velocidade em relação a massa que reuniram e densidade que os caracterizavam e em espiral ascendente se libertaram em direção ao cosmos e.... Aqueles outros que, por ter a velocidade certa em relação a massa que reuniram e a densidade que os caracterizaram e, permaneceram girando em torno do sol... E, que com eles embarcados, dançam numa grande ciranda ao redor do primeiro. Este redemoinho ainda está entre nós, é ele que entre a ordem e o caos rege o sistema, é a grande e rarefeita multe-atmosfera do sistema Solar: é o movimento onde nele os corpos vão embarcados, sem encontrarem resistência e, toda estrela, ou galáxia o tem.  Ele age no éter (ou seja lá o que for: porque mesmo que seja; no futuro não mais será, e vice versa), (energia infinitesimal que se rarefaz em relação as eqüidistâncias dos astros) que se encontra em locais de vácuo profundo (onde podemos  chamar de nada, mas que de nada, nada tem).

Porém no interior dos sistemas estelares o éter (vácuo: nada) está carregado de entes menos rarefeitos do que estamos acostumados; que fluem das estrelas como formadores de uma atmosfera estelar.

Tanto é assim que, a luz flui igual, tanto em nossa atmosfera terrestre,  quanto na atmosfera de espaço interplanetário no interior do sistema Solar. Isto quer nos dizer que, para os padrões das imensidões de espaços abertos no cosmos, o vácuo é tão profundo que; dos limites das pradarias livres do reino de nossa estrela rainha, para o quintal de nosso planeta, pouca diferença há para a luz se propagar: são as influencias dos ventos solares e dos entes que ele carrega, sobre a velocidade da luz.

Há emanações e entes, além dos ventos solares em nosso sistema estelar que; podem interferir na velocidade da luz que nos chega das estrelas, e na luz do próprio Sol com efeitos próximos, ou equivalentes ao produzido pela atmosfera Terrestre. Esta última por ser mais densa, porém mais curta, a outra por ser mais leve, porém mais vasta, podem nos engabelar nas mensuras, mostrando resultados iguais, mas que de fato não existem .  Estes entes emanados pelo sol; voam de encontro à luz que do céu nos chegam.

A luz do sol que nos chega, voa ao encontro de seus próprios entes, e a luz das estrelas, de encontro a os ventos e entes por ele emanados. E, estes ventos e entes voam a cerca de 1.000.000 km/h. Mas o que é um milhão de quilômetros horários, senão entulho no meio do caminho, tanto em uma direção quanto para outra; comparado a quem como a luz; que a principio, no interior do sistema Solar, se desloca a mais de mil vezes esta velocidade?

Por outro lado, isto tudo ocorre, enquanto nossa atmosfera de curta espessura, está relativamente parada em relação à luz que nos chegam do espaço... Embora passeie colada a Terra em torno do Sol. - Pode haver aí, uma equivalência de interferência, ou uma quase imperceptível diferença que a ciência nos apontas para o vácuo 299.792.458 km/s e, para o ar: 299.702.547 km/s.  Por isto talvez, não se detecta grande distorção. Estamos no interior de uma atmosfera estelar e. sofremos diretamente sua influência. Vazio mesmo, em comparação; é o que pode se encontrar lá fora, no espaço aberto - longe do alcance  de nossas réguas - nas equidistâncias entre  as galáxias, e até mesmo entre  as estrelas.



II

Isto faz me parecer que, para a luz ser constante no vácuo, o vácuo teria que ser constante em toda à parte. Mas possivelmente não seja assim. E o grande percalço, para grandes viagens intergalácticas num futuro longínquo, (ou mesmo próximo), não seja a distancia, nem a velocidade, e sim um vácuo com tão profunda ausência de matéria, que seja capaz de dilatar e desintegrar qualquer coisa material que por ele se aventure, e que; não tenha a proporção em matéria no outro estremo da medida exigida, para resistir, e sair integro do confronto.

É provável que, os grandes desertos de vácuos profundos, entre as distâncias espaciais que separam as galáxias, atuam em contra posição a os grandes centros Galácticos. E lá, no outro extremo; nestes centros de grandes porções de matéria, a muito desconfiamos que há buracos negros (corpos desproporcionalmente massivos) regendo o sistema e, capaz de esmagar tudo o que adentrá-lo. Pois então: muito ao contrário destes pequenos espaços de densidade descomunal capaz de esmagar tudo que ali adentar, os espaços onde se localizam o vácuo profundo, se caracterizam por imensidões abertas e vazias onde a anti-força se manifesta ao contrário e, em vez de esmagar, desintegra tudo que ali adentrar, não como uma explosão, mas porque aquilo que ali adentro, não possui em si, inter-atração para se manter,  coesa, no inversa da proporção que exige o vazio local .

Em meio a os grandes desertos espaciais que separam as galáxias, pode ocorrer exatamente o oposto do que ocorre no interior dos centros galáticos e, qualquer coisa que por lá se aventure, em um ponto eqüidistante entre uma e outra, ou mais Galáxias, poderá ser dilatada até a pulverização total por falta de força de coesão entre a matéria diante a profunda ausência de matéria.

Nestes imensos espaços abertos do universo compreendido, seria loucura afirma-lo vazio em absoluto. Por aí, circulam e se entrecruzam ondas de energia e entes de toda a origem e de todos os níveis, desde as que ainda não podemos conceber, até as que temos idéias formadas, como; luz visível, raios-X, ondas de rádio, raio gama. E partículas, e outros entes infinitesimais. Porém, em profunda rarefação e transparência: ao se aproximar de uma estrela, estes entes, pela influencia da força atrativa do astro, vão se aproximando uns dos outros. é possível que, um observatório, se instalado em Mercúrio; possa ver as estrelas bem melhor e mais nítidas do que vemos da terra em um observatório equivalente ao que lá estiver e mesmo a olhos nus se, um dia lá formos, poderemos notar tal diferença .

Nestes  lugares; só a energia, e a gravidade em suas variadas formas, e entes ultra finos podem passar com sucesso relativamente integro. Ou então grandes nuvens de gases e poeira reunidas por uma leve radiação de cerco de eqüidistâncias que, desintegrada, rarefeita e enxotada pela anti-força da profunda ausência de matéria, é arrastada  por uma incipiente gravidade em forças de marés de ambas ou varias as direções, como um múltiplo cabo de guerra com predileção para o corpo galáctico mais forte, ou mais próximo.

A energia não é matéria, e nem quer ser. E, se quem está encarcerado não quer o cárcere, imagine quem está livre.

É claro que, não existe nada no mundo, sem uma outra em contra posição; vida e morte, luz e sombra, matéria e energia, expansão e gravidade... E é claro também que; “os centros das grandes vastidões de vácuos profundos / e os massivos centros galácticos; não escapam desta regra opositora”. Cada um com sua respectiva dimensão. “Um ambiente desintegra por profunda e quântica rarefação / e o outro integra por densidade extrema e relativa”.

O que é uma explosão total, se não energia aniquilando a matéria para libertar-se. A pressão se tornando “despressão”; a densidade se rarefazendo nestes confins. E, ao libertar-se aniquilando a gravidade nas regiões centrais das imensidões abertas de vácuo profundo, a “despressão” contraditoriamente rarefaz tudo; em perfeita oposição aos grandes centros massivos e fechados que, em contraposição tudo atrai e integra e até esmaga.

Não é à toa, que a matéria se reúne em astros, e os astros se reúnem em grandes galáxias incandescentes. “Cercadas por halos de matéria escura”.(seis vezes mais pesada que a matéria comum interagem muito fracamente com esta. E tudo o que faz é prover uma estrutura gravitacional para a matéria luminosa. Scientifc Americam - dezembro 2010 Pg 28).

Muito provavelmente para criar ou buscar um casulo de emissão de energia e se proteger do vácuo profundo, num movimento de ação e reação contra si mesmo e seu centro, pois só a energia pode, pelo profundo vácuo, passar ilesa com naturalidade, o que for corpo- matéria vira poeira; partículas, infinitesimais e, finalmente energia pura. A fusão nuclear, além de promover o equilíbrio; é um movimento de ação e reação dos grandes aglomerados de astros contra si mesmos, empurrando para distante o ameaçador vazio que vem para lhes desintegrar e lhes espalhar pelo cosmos transformado-os em poeiras e, os vazios em contra partida os pressiona de fora para dentro contra si mesmos. É provável que, a gravidade dos corpos seja orquestrada por estes vazios: quanto mais denso o corpo, mais oposição faz ao vazio que o cerca.

Se há no universo, regiões profundamente mais densas e opacas, obscuras / é porque há também, neste mesmo universo, não obstante às sombras: regiões profundamente mais rarefeitas, cristalinas, e  transparentes.

É exatamente uma combinação qual uma profunda ausência de forças que gera a anti-força e, que, faz com que no profundo vácuo entre as distantes Galáxias, não haja ambiente para a integridade da matéria. Neste local não há cumplicidades de entes em cooperação atuando para mantê-la coesa. A energia que por aí passa não é força. Já foi força integradora. Terá que ser coletada e reunida, para se tornar força novamente; uma tarefa não impossível para a Natureza,  mas  por hora; incomensurável para mente humana. É Dificil entender que uma grande nuvem de poeira formadora de estrela que aí adentrar, terá que ter mais força de coesão no inverso da proporção, do que demanda a anti-força do vazio onde se encontra, do contrario se desfará, ou jamais formará estrela alguma.

Afinal, matéria atrai matéria, ou é a energia que existe por toda a parte e cercando-a nestes ambientes de total ausência de força atratora para o centro, a desintegra e em oposição, expulsa-a em direção a outra matéria formando grandes corpos?



Na verdade quando olhamos para o cosmos, ou para um ponto, com a intenção de ver seu centro; vemos apenas o que merecemos ver. A melhor parte, a natureza vê refletida em seus próprios olhos. Então temos que deduzir. E assim parece que quanto mais nos embrenhamos em busca de coerência para a constante da luz mais nos encontramos indagando, e mais nos perdemos em respostas. E, quanto mais nos perdemos em respostas; mais distante ficamos de encontrar evidencias, que nos assegure em uma equação perfeita, uma alteração de fato para mais em sua velocidade.

O que por outro lado, pode não ser impossível. Tudo é uma questão de equilíbrio não só entre forças internas, mas entre forças externas também. Será que um planeta como a terra permaneceria integro em sua estrutura, desprotegido da atmosfera do sistema Solar, em um ponto eqüidistante entre Alfa Centauro e o Sol? Afinal de contas, sabemos que para menos, do que dita sua constante, à velocidade da luz tem incontáveis limites.

O substrato do sistema solar onde a luz exerce sua constante conhecida, é de fato o representante em absoluto como modelo para todo o universo?





III



O espaço tempo de Einstein representado por uma cama elástica, em uma linda e excelente alegoria como referencial de medida, pressupõe um espaço-tempo uno. Seu substrato, sua resistência é a mesma em toda à parte, e as diferentes deformações ficam por conta dos corpos e suas relações entre movimento, massa, volume, densidade... E outras coisas que lhes cercam. Ou, pelo menos deve ser assim, para que se tenha, respostas garantidas por toda à parte no universo estendido neste substrato homogêneo e, para assegurar a constante na velocidade da luz. Por isso; o limite e a constante.

- Nos da, ou não nos da, esta constante da luz; uma certa segurança para pensarmos que somos realmente Homo-sapiens-sapiens? -

Porém, tudo o que sabemos dela, pelo menos com aparente certeza; é o que acontece no interior do reino Solar: nossa caverna Neandertal no universo; o caminho pelo qual; “todos os sinais que nos chegam do universo exterior, obrigatoriamente tem que passar e sofrer efeitos, para só depois então, chegar até a nós”.

Ainda não temos idéias formadas do que seria na realidade receber sinais do universo em uma outra região sideral, em uma outra estrela, em uma outra galáxia, ou em um ponto equidistante entre uma e outra estrela.



Com tudo, se exigirmos mais de nós e pensarmos um pouco adiante, mais a fundo; deve nos parecer um tanto difícil ser assim; tão uniforme, tão insistentemente constante por toda à parte no universo; tanto a velocidade da luz quanto a malha do substrato. A não ser que; o universo seja como uma bolha aérea, e as galáxias se estendam por sua superfície. Este; com sua superfície tecida em uniforme malha, ponteada do mesmo feito, e em fios de igual resistência por toda à parte.

Mas esta bolha não deveria ter algo em seu centro lhe expandindo? Ou no caso do engano ótico: o universo estar na realidade se contraindo, como já vimos no texto: “movimento”; não estaria seu centro; reclamando a volta de tudo?

Mesmo um ambiente vazio em absoluto, reclamando para ser plenamente ocupado, ou emanando forças infladoras; não seria o grande atrator: o vazio deixado pelo Big-bang, que um dia reclamará para ser ocupado novamente?

Sendo assim, não teríamos que admitir que o éter (o nada que de nada, nada tem) regula o Universo, com espessura segundo a distancias dos corpos, em que atua? E que, mesmo com a mesma resistência por toda à parte; é engrossado pela matéria e a energia, segundo a aproximação destes corpos, e rarefeito por esta mesma energia e matéria, segundo as lonjuras entre eles?

Mesmo em um universo bolha; estável, crescente ou decrescente, seria muito difícil o substrato ter a mesma resistência por toda à parte. Pois ele deve ter uma espessura; e as galáxias com estrelas planetas e todos os corpos cada um com sua singularidade, se estendem por toda parte nesta espessura de seu tecido, e isto obrigatoriamente o torna relativo e, quando distante de nossa compreensão, quântico também.

Relatividade é o resultado da inter-relação e ação em conjunto, de entes singulares. Se assim é; relatividade versos relatividade sem a quântica não é possível se entender. É claro que o espaço-tempo de Einstein quando estendido para o “ambi-extremo” do universo; é quântico.

A quântica é o resultado de singularidade versos singularidade. E, uma coisa Quântica, versos outra coisa Quântica, é possível se estimar, jogar, mas não é possível entender.

Pode tudo ser representado por uma cama elástica sim, no sentido equatorial dos corpos, e horizontal da visão humana; segundo os movimentos; de rotação e translação de cada um deles. E, mesmo por jogos e probabilidades. Porém na realidade; o substrato se estende por todas as direções e sentidos e está ligado por toda a superfície dos corpos dependendo apenas da posição de quem o está experimentando. E, a cama elástica só pode ser representada a partir desta posição: relativa a o movimento dos corpos no plano-horizontal segundo a posição de cada um. Perfeitamente compreensível; é a gravidade vista com outros olhos. Porém quando nada entendemos, a Quântica pode nos socorrer. É como hoje, cercar um jogo com todas as probabilidades nas mãos, “só que o sorteio foi ontem”, porém bem longe dos nossos sentidos, e o resultado só será divulgado amanhã; “tudo pode acontecer com o que já aconteceu”. È o realismo / e o idealismo.

Realmente, o universo não joga dados: somos nós que jogamos quando não podemos entende-lo. É o que estamos fazendo neste texto. (No caso das relações da velocidade da luz com diferentes regiões do cosmos, podemos estar usando as probabilidades em literatura quântica, para apostar em um resultado que, possivelmente  assim é; desde a formação do universo).

Neste caso, sendo ou não sendo; o substrato uma força, ou resistência uniforme por toda à parte; a gravidade age a o semi-cubo da distancia segundo as relações que os corpos exercem com o ambiente onde se encontram, e com o espaço-tempo-movimento.(É claro que ainda não temos bem claro uma idéia da velocidade da gravidade. Uma idéia aproximada de como se dá o movimento da gravidade, é fator decisivo para nossas pretensões com o cosmos. O movimento decide as relações dos entes com o espaço-tempo. É imprescindível que saibamos se este movimento é constante, se é acelerado, se é variado, em desaceleração, em ondulações, e qual sua velocidade dentro de sua relação com o movimento, e principalmente a direção).

Estas relações são relativas a o momento, isto é; dependem do que está acontecendo naquele momento no espaço e no tempo, por isto a anomalia na órbita de Mercúrio. Pois tudo depende de suas relações não só com o Sol, mas com Vênus, Terra, Marte, o Cinturão, Júpiter, Saturno..., e principalmente as relações de Mercúrio com sigo mesmo e as vizinhanças estelares. “Nada de novo”.    Esta anomalia deve existir em todos os astros, claro, de formas diferentes relativas a cada um, e suas relações com o todo, e de maneira imperceptível. Porém, precisamos de maior clareza sobre o movimento da gravidade. E principalmente se parte do centro dos corpos, ou se vem do espaço empurrando matéria contra matéria.

O substrato de Einstein, o qual a constante da luz sugere sua uniformidade, é claro que; não é por atacado e plural, e sim no varejo e singular, isto é; caso a caso. E, é um rio, com sua foz desaguando na Mecânica Quântica. Se for caso a caso, deixa uma abertura para pensarmos que á desníveis, e que nestes desníveis a luz tanto pode andar abaixo de sua constante, como pode quebrar sua máxima velocidade conhecida. E, que esta constante que conhecemos, nada mais é que um limite de velocidade permitido e  imposto, pelo meio ambiente no sistema solar.

Enquanto a Quântica resolve por probabilidades, se acercando por aproximação numérica e projeções em idéias, lançando luz sobre aquilo que se quer conhecer, daquilo que é realmente desconhecido, a Filosofia por sua vez; contribui se acercando do desconhecido em busca de respostas, através de identificações, de referencias ainda que longínquas, e do seguimento através da investigação, indagação, dedução, especulação...; Sem por um ponto final. É a quântica literária.











I I I



Não é difícil se imaginar o universo formando-se de flutuações quânticas e, através desta condição, isto é; à medida que se concentram em certas regiões, se rarefaz em outras. No geral o que é rarefeito se torna mais rarefeito ainda e desintegra-se em si, e assim persiste e, na medida que se torna mais fino, infla-se, precisa de mais espaço, torna-se maior em volume. Em equilíbrio precisando de mais espaço, empurra as regiões concentradas contra si mesmas, e para mais distante umas das outras. Enquanto que; o que está mais denso, torna-se mais denso ainda. Com isto surge a matéria. Empurrando matéria em direção a matéria como força extra; a rarefação mais fina precisando de mais espaço vai se fortalecendo em sua anti-força,  e mais forte estreita as “densificassões” e faz surgir poeiras e  corpos.

A pergunta a seguir que, com isso tudo nos vem, é; - a gravidade parte do centro dos corpos para agir em direção ao espaço, atraindo matéria para estes? - Ou parte do éter (Energia infinitesimal) no espaço, para agir em direção a o centro dos corpos levando  matéria para estes? –Se parte dos corpos, ao passo das distancias vai rarefazendo-se. Se vier para os corpos, vem ao passo da aproximação “intensificando-se”. Um sujeito qualquer, com um conhecimento razoável e disposto a pensar com afinco, não precisaria se esforçar muito para defender com elegância esta idéia. Claro seria chamado de louco. Mas, a o mesmo passo estaria aí a expansão: ao demonstrar os corpos empurrados para as margens dos imensos desertos, por uma anti-força gerada por uma profunda ausência de matéria, empurrando-os por todos os lados, uns contra os outros e contra a si mesmos em direção a seus centros, segundo a interação com a massa e a densidade de cada um deles; assim como os oceanos expulsam dejetos em direção as terra.

Alguém perguntaria; - e a força de marés, onde se encaixaria aí? – seria os corpos uns frente a os outros, fazendo sombra  a pressão do vácuo, e deixando os corpos mais frouxos em suas composições: “demonstrando com clareza a expansão do universo”. E insistiria o inoportuno: - e os centros galácticos massivos (buracos negros) como explicá-los? O próprio limite de Eddington os elimina em relação a gravidade (dado um número de massa, uma estrela adquire tanta luminosidade que, a pressão do interior para o exterior, torna-se maior que a gravidade, e expele mais matéria do que atrai), somente em locais de grande pressão do exterior  para centro, para eles acontecerem. Os  grandes corpos sempre a o centro cercados por corpos menores, também se encaixam com esta ideia, e para leva-la em rente e defende-la com elegância, basta se encantar por ela.

Porém não estou encantado. Até porque  parece dar no mesmo. Ou, é um jogo em interação de forças e anti-forças? Podemos dizer como os antigos: - as coisas caem por que caem, e pronto. Talvez nem uma coisa nem outra. Porém, por hora não importa se a gravidade vem do exterior, ou surge do centro dos corpos: há uma queda de braço entre luz e gravidade por toda à parte, que devemos levar em conta, e buscar sua resultante. O que bem a frente vamos fazer. Até porque, pode ser esta resultante que provoca esta expansão; se é que está expandindo-se.

Em Einstein, é o espaço-tempo um substrato pronto, estendido, de resistência constante, que afunda segundo um conjunto de relações com a massa e densidade dos corpos; do contrário ele não creditaria uma constante por toda parte no vácuo, para a velocidade da luz. Mas este substrato fora de nosso sistema estelar; parece não ser tão constante assim. E provavelmente; se rarefaça cada vez mais rumo as imensidões abertas.

E qual a velocidade da luz diante disso tudo: o que acontece com ela, nas largas imensidões; no espaço cada vez mais profundo e cada vez mais vazio, rumo as eqüidistâncias entre as Estrelas, e melhor;  atravessando as  profundas lonjuras, em regiões formadas apenas por entes infinitesimais de passagens, nestes desertos,  que eqüidistam  entre as  Galáxias?

Se há uma atmosfera rarefeita regendo o conjunto dos movimentos dos planetas do sistema Solar, e o próprio Sol; há limites para a ação desta tênue, mas significante atmosfera. Talvez a nuvem de Oort (Jean Hendril Oort). Entre esta atmosfera e as atmosferas das estrelas mais próximas e de todas as estrelas que guardam uma relativa distancia entre si, com certeza; deve haver uma menor quantidade de matéria rarefeita, cada ves mais tênue, que se afina cada vez mais, favorecida e em contraposição a um espaço cada vez maior, até uma eqüidistância entre elas, (nestes imensos espaços abertos que as separam), do que a quantidade que existe entre as distâncias dos planetas nos limites internos do Sistema Solar e, e no interior de outros sistema estelares.

Não teria a luz entre as estrelas; o espaço aberto e cada vez mais rarefeito, como condição ideal para talvez dobrar, ou até multiplicar sua velocidade?

E, nos colossais espaços vazios entre as galáxias; não haveria mais ausência de matéria ainda? Não teria a luz aí, nestes largos ambientes livres, de rarefação progressiva e ultrafina, de extrema transparência, em relação ao afastamento rumo as eqüidistâncias entre elas; condições propicias para desenvolver satisfatoriamente sua velocidade, para nossas viagens nas imensidões do cosmos?

Creio que Kepler tinha razão; a velocidade da luz é infinita; só que essa infinitude de velocidade é relativa  a infinitude da capacidade de  rarefazer-se os entes no éter, nos colossais espaços abertos do universo.  É possível que no nada em absoluto, a luz perca sua capacidade ondulatória, e por isto; ou empaque, ou então atinja velocidade imensurável.

Se perder sua velocidade no vácuo absoluto e livre, e no caso o universo seja um globo oco, com as galáxias em sua superfície, ela não o atravessa formando atalhos. Porém se a o contrário; sua ondulação torna-se infinitamente curta; então, diante de infinita liberdade, ela o atravessa de um lado a outro instantaneamente. Se assim é: uma dádiva para os nossos sonhos.  Porém este universo desabaria sobre si mesmo, pois o nada em absoluto nada tem para sustentá-lo.







I V

A matéria densa exige muita massa para ganhar a forma de uma esfera, mas o mundo rarefeito não é tão exigente assim; desde que exista um equilíbrio e uma liga de contacto entre as partículas infinitesimais, a esfera oca estará feita, por um efeito qualquer de rarefação infinita de dentro para fora. E, se for inflada por esta rarefação em virtude de aquecimento ou coisa que o valha, empurrando constantemente as paredes para fora; engrossará a superfície dando condições a o surgimento da matéria. Digamos que ao contrário da matéria, que quanto mais densa mais atrai matéria; quanto mais rarefeito em seu interior a energia que o ocupa mais se parte, rarefaz e infla, e quanto mais se auto divide e infla mais precisa de espaço garantindo a expansão do universo. Ex; uma partícula que  a o se dividir, as partes se afastam por uma força, depois da divisão precisarão de mais espaço para agirem.  Possivelmente, ao contrário da matéria, é assim que age o cosmos profundamente rarefeito onde circula a energia em liberdade.

Sendo o universo uma bolha, o calor emitido dos corpos para o lado esterno se perde; em contra partida, o calor  emitido para o centro o infla cada vez mais. E assim sendo encontramos mais uma razão para os contrários. Os  densos, com muita massa fazem esferas densas, massivas, atraem sempre mais massa, sujeitas a desabarem em si mesmas. No outro extremo, temos o oposto. Os rarefeitos, precisam de quase nada para conceber esferas ocas ( de energia infinitesimal), a partir da auto divisão e dilatação, e estas; podem evoluir para o infinito.

E a luz... Qual sua velocidade neste oco de energia  e infinitamente ausente de matéria? Atravessaria em um instante? Seria as grandes distancias temporais da superfície do universo, superadas em frações de tempo humanamente possíveis? Com o movimento projetado para mergulhos em todos os níveis, neste possível oco de pura energia infinitamente rarefeita, as distancias continuariam as mesmas, mas o movimento encurtaria o tempo entre um ponto e outro?

Nas esferas de matéria quanto mais para o centro mais densas as encontramos. Nas esferas de energia a densidade maior está na superfície. “Supondo o universo uma bolha inflando”. Atravessaria a luz, o universo de lado a lado em um instante? Ou pelo menos em um tempo relativamente possível a um representante da espécie humana? È querer demais, mas existe  algo; uma teoria, uma equação, que nos proíba de fato pensar assim?    É uma aventura no pensamento. Claro, não vamos nos empolgar e sair por aí dizendo que o universo é uma bolha crescente, e que tudo nele está a o nosso alcance. Que a rarefação nas eqüidistâncias permitem a luz quebrar em muitas vezes sua velocidade. Afinal de contas; o suspeito ainda continua na condição de suspeito.









V




Voltando ao ponto!

Um poderoso buraco negro pode tragar até mesmo a energia. Mas qual energia? É claro que, energia espessa. Energia ultrafina; em sua natureza, nem um corpo segura firmemente. Neste caso, claro; radiação de Hawking.

-Não seria natural que; se há diferentes níveis de densidade para a matéria, segundo as condições do ambiente em que ela se apresenta: se pensar que há diferentes níveis de rarefação para a energia segundo o reino em que se encontra ou se origina?

A própria gravidade, se realmente parte do centro dos corpos; é um tipo de energia fina que qualquer corpo para tê-la, ainda que a longo prazo; paga um alto preço por ela. Se não houver alimentação constante de matéria, atraída do exterior; com toda a certeza a o longo do tempo o corpo se extinguirá. E isso, não importa se um átomo ou um buraco negro. É impossível pensar que; a gravidade não seja um tipo de energia, e que seja de grassa para os corpos. Enquanto  emana gravidade um corpo obrigatoriamente perde peso. É este o segredo da gravidade em relação a matéria. É ela que, atraindo matéria, faz com que a matéria se mantenha como matéria.

Se um destes monstros massivos, em um encontro com outro, num desencontro de movimentos de rotação, for jogado para fora de seu ambiente, a se aventurar por um destes imensos espaços abertos intergalácticos de entes ultrafinos de  rarefação  infinita; dependendo da profundidade do vácuo local, há probabilidade de que não tenha um bom destino. E, que com a passar do tempo acabe dilatado e até mesmo; transformado em nuvem de poeira. Pois eles, não são uníssonos em sua força de contrair. Sofrem pressão de todos os lados em forma de radiação estelares e Galácticas, dos corpos que lhe cercam, enquanto interage com eles.

E mais, há um equilíbrio gravitacional, sincronizando o que atraí e o que é atraído, e que se for quebrado, poderemos perceber que o atrator não é tão poderoso assim quanto parece ser, se perder os cúmplices que lhes acompanham no processo da ação. (Um corpo menos denso não só é atraído pela gravidade furiosa de um corpo massivo, mas o atrai por sua própria gravidade que, ao propagar-se se curva em maiores feixes para lá, encontrando ambiente mais denso para melhor agir, tornando-se também furiosa e arrastando-o segundo sua medida para o seu provedor). Em contradição; o atrator central, forma redes gravitacionais através dos corpos que o cercam, parecendo muitas vezes mais poderoso do que realmente é. No geral, a rede equilibra e ameniza a gravidade em cada corpo, por que no conjunto, cada um deles, particularmente quer todos os demais para si. Isso olhando do ponto de vista do corpo; do ponto de vista da gravidade, mais a frente veremos que pode ser bem diferente.







Se imaginarmos com um pouco de liberdade, o espaço entre Andrômeda e Via-láctea; podemos imagina-lo esférico. Segundo a constante da luz, são prováveis; dois milhões de anos luz de extensão espacial, de parte da energia das duas galáxias, e de todo o universo que por aí passam, contidas e renovadas, segundo o tempo que ocupam para aí cruzarem em suas trajetórias.

Este deserto por onde passam energia circulantes em correntes e ondas de todos os níveis, tempestades de energia oriundas de eventos estelares e galácticos, e energia ultrafina “relativamente parada”,  têm um raio de mais de um milhão de anos luz. São cerca de 5 quintilhões de anos luz cúbico, de fina e pura energia, oriundas de todas as distancias, as fontes, as direções; totalmente livres de ambientes corpóreos, circulando, rarefazendo-se em evolução, em propagação, e no centro; o infinitesimal rarefeito e cristalino éter. Tudo que a luz e seus entes associados querem e precisam, para planarem em vôo de realeza magistral. Claro, em investigações, e deduções probabilísticas.

Algo para adentrar estas regiões de eqüidistâncias  desérticas de profunda ausência de matéria entre as Galáxias, só sendo uma pequena galáxia, ou um aglomerado.

Uma nave intergaláctica para adentrar aí, não terá problema com velocidades super lux. Porém, terá que ter uma carcaça e uma fuselagem resistente o bastante para transportar e suportar em si, uma senhora atmosfera protetora, equivalente em contra-forças; feita de energia em propagação para o espaço, como um globo de emissão de raios em todos os níveis, e em todas as direções em pura ação e reação contra o centro de si mesma.

De acordo com o subir da velocidade, e o avanço em direção a eqüidistância do deserto sideral de vácuo profundo; terá que gradualmente intensificar a ação e reação contra si mesma; calcando em direção à fuselagem, seja ela de pura irradiação ou não, para manter esta, presa a carcaça. E a carcaça, seja ela de puro magnetismo ou não, calcando para o centro comum de si mesma. E o centro, seja ele um poderoso imã ou não, deverá atrair toda a nave para si, tudo para se compatibilizar em equilíbrio com o ambiente, do contrário se desintegrará, se transformará em poeira, ou mesmo em energia. Depois, ao passo que vai vencendo o vácuo profundo, e se aproximando do destino, segundo as condições do ambiente, vai decaindo a velocidade e amenizando a ação e reação contra o centro comum de si mesma.



Luz é energia, e são colunas de luz que sustentam e mantém o universo erguido, equilibrado e dilatado, e os corpos livres, e a o mesmo tempo coeso nos ambientes “gravíticos” em interação com o movimento.   (a luz ao se afastar, também afasta o que se acerca, ao contrário da gravidade que se aproxima, e aproxima quem está ao redor).





VI

Nos grandes desertos siderais feitos de pura energia em transito circulando, transpassando-se no éter, (tecido perene que, por si só se estende ocupando o nada  absoluto, interligando e interagindo com o todo, segundo as espessuras relativas a os locais que se encontram) guardada as proporções, não há pressão, nem força atratora; como há no interior dos corpos, e mesmo na superfície destes.  O que há nos grandes centros destas imensidões desérticas é a infinita ausência destas forças, a tal ponto que torna-se antiforça. Isso, porque não há nada o oprimindo. Tudo é livre,  tudo é energia circulando e rarefazendo-se sem limites no éter, cada vez mais em busca de liberdade em direção a os imensos centros de vácuos profundo. Aí, nada tem vontade nem forças, nem condições para aglutinar-se em corpos, ou dada a profundidade desértica, para tornar-se matéria.

Mas, pode haver um infinitesimal aquecimento que nunca passa de um certo ponto, porque quando dele a temperatura se aproxima, é porque a energia ultrafina aumenta e parte-se, e transforma-se voltando ao  éter; e este  em maior número e por sua vez aquecido se dilata, e o universo infla.

A quantidade de energia escura emanando-se pelo universo afora, e levando calor ainda que infinitesimal, para estas eqüidistantes regiões de vácuos profundos; ocupadas apenas pela energia ultrafina circulando no éter; ocupante legítima do vácuo profundo; é colossal. E, não é preciso mais que um infinitesimal acréscimo na temperatura para dilatar o tecido do éter, e em conseqüência, expandi-lo. È possível que, nas eqüidistâncias as temperaturas se encontrando em atrito se acumule. (O que é um risco para idéia que aqui defendo. Porém, em meu favor; calor é energia, e o átrio, pode reduzi-la em partículas ultra-finas,  e o que se soma pelo entre choque daí caia por se tornarem pesadas e incompatível com o ambiente). Mas o éter para continuar existindo puro, precisa de liberdade, então na mesma proporção que se expande, afasta os corpos galácticos para distante de si. Intercalando-se, de maior para menor nas quantidades, até o estremo da matéria nos centros galácticos. E, de menor para maior na qualidade, até o estremo da energia infinitesimalmente fina, com a qual se confunde nas regiões de antiforça no vácuo profundo. E segue-se; quanto mais se expande; mais fino se torna, e mais poderoso é. Como vingança contra o fenômeno, que lhe roubou quantidades, e formou a matéria.





VII

No vácuo profundo, tudo que tiver massa aí, com medidas aquém das proporções exigidas para resistir o ambiente, ou esfacela-se, vira poeira, ou daí cai. E mesmo esta poeira, neste local transforma-se em poeira de poeira, nuvens de gás, e é varrida repuxada e então escoa para a Galáxia mais próxima, ou de maior alcance gravitacional. Tudo aí é um equilíbrio relativo de encontros de forças de marés e radiações oriundas de todas as direções, transitando, circulando no éter; possivelmente; a mais fina e primordial das energias.  Aí, há uma cumplicidade dos entes circulantes em interação com o vácuo profundo, para que; a matéria não tenha como se segurar em si mesma, e não permaneça integra no local.

O nada, ou vazio, nunca foi nada, nem nunca foi vazio. O nada absoluto, o recipiente do todo relativo, este sim, é o não existente, embora dialeticamente aparecerá alguém mostrando que ele existe. Porém, o nada em absoluto não existe, e isto; para que o todo relativamente possa existir. Desde sua rarefação infinita, nisto que costumeiro, chamamos de nada, vazio, e que aqui nomeio de éter, e a literatura diz, que responde por mais de 70 % do peso do universo, passando pela matéria escura representando mais de 20 % do peso; até os corpos mais densos e que segundo a literatura; representa em torno de 4 % do peso do universo. Tudo isto está contido no nada absoluto; o recipiente do universo.

Então, o que há nestas regiões desérticas centrais, além da antiforça, são apenas forças agindo ao contrário do que agem nos ambientes de matéria; as radiações se apresentam como uma “despressão” onde só o infinitesimal éter é perene, e o mais é energia transitória e circulante: (uma região comum eqüidistante entre as Galáxias onde as radiações rarefazendo-se desde a origem, se encontram e se entrecruzam: onde tudo que por lá existe insinuando matéria; é pressionado a rarefazer-se pelas entre cruzadas radiações infinitamente rarefeitas. Porém, neste mesmo ponto-faixa-região, a gravidade oriunda de todas as direções, também aparece, só que do centro para as margens como força de marés em repuxos, vindo de todas as direções, afastando tudo o que dali se aproxima, descontraindo, desatando nós de tudo aquilo que, nestes locais por ventura tendem a se aglomerar. As mínima radiações se entrecruzaram formando nuvens de gases e poeira, porém, as mínimas gravidades que por aí circulam, basta para desfazer o que aí por ventura tentar acontecer em termos de formações de corpos). Pois aí; a ausência de forças é tal, e tão imensamente profunda, que não existem condições ambientais para a matéria Reunir forças para segurar-se em si mesma e permanecer atraindo mais matéria. E o universo, em contra partida, com suas ilhas e continentes espessos, a um desmedido tempo; já não é mais  perene, para haver Um começo alheio a tudo, em qualquer lugar, no já infinitesimalmente fino, de vastidão incomensurável, oceano do éter, que se faz em oposição, escoando-se até às praias, de ilhas e  continentes de matéria.





VIII



“No único fragmento que restou de sua obra, Anaximandro afirma que; ao longo do tempo os opostos pagam entre si as injustiças reciprocamente cometidas”. Para ele; “o ápeiron (infinito) estaria animado por um movimento eterno, que ocasionaria a separação dos pares de opostos”.

(Os Pré-Socráticos – Nova Cultura – Pg – 16)

A antiforça, atuando nos confins destes desertos eqüidistantes de vácuo profundo, probabilisticamente no geral; é inversamente proporcional a força atuando em todos os sentidos nos centros dos ambientes corpóreos. (No caso a caso: segundo o conjunto de relações entre as dimensões disponíveis de cada lado; matéria a o centro, a rarefação em dégradé do entorno para as lonjuras, e vácuo profundo nas eqüidistâncias relativas as forças entre os corpos galácticos e estelares; cada um, inversamente proporcional segundo seus opostos).

Estes oceanos; de vácuos profundo, exigem colossais nuvens de gases e poeiras medindo uma fração além da inversão da proporcionalidade das forças, para que algo possa acontecer de verdade no local, em nível de concepção, de um novo corpo Galáctico.

È provável que as partículas emanadas pelas Galáxias, se quer se aproximem desses locais de vácuo profundo, e barradas a certa altura do caminho vão se acumulando e a o passo que se tornam pesadas, retornam em forma de nuvens de gases e poeiras para as galáxias.

Para a matéria ocupar e formar corpos nestas regiões desertas é preciso que as galáxias que às cercam propaguem para lá mais partículas em massas do que a região pode suportar por um determinado intervalo de tempo, então as nuvens se acumularão e ocuparão o local. O embate entre a anti-força do vácuo profundo, e a força da matéria ocasiona o movimento, então uma nova galáxia pode   acontecer.



Radiações que, propagando-se em divergências, oriundas de todos os corpos que, nas lonjuras divergindo-se acercam; rarefazendo-se, “esparsam-se” ao se aproximarem destes centros eqüidistantes interagindo com a antiforça (ambiente de infinita descontração) da profunda ausência de matéria.



A ação destas forças de repuxo e varredura, oriunda de gravidades e radiações que surge de todos os lados, colabora para que nada se aglomere, e ali se aglutine. Nestes ambientes, isso se dá com força descomunal, pois nada aí há para oferecer resistência. E, se aparecer; não permanecerá, pois o contra apoio da antiforça, “descalcada” no vácuo profundo, faz com que; o ambiente, na proporção de sua ausência de matéria seja desintegrador; mantendo o desequilíbrio para que permaneça desértico; ausente de matéria em contra resposta a os ambientes corpóreos: tudo, na inversão da proporção das medidas dimensionais, atuando na contra posição do que acontece nos extremos centrais dos ambientes de matéria; desde gravidades a radiações, de espessuras a transparências, de quantidades a qualidades... Isso se dá em sua essência, qual profunda ausência de tudo, menos do éter é claro; como globulares ramificações angulosas  envolvendo as estrelas, as galáxias e interligando o cosmos por vias sinuosas e rápidas.

O modelo de um universo bolha inflando, é sustentável em si mesmo, talvez para sempre. As radiações por ele emanadas para o infinito aberto se perdem no ilimitado; sem jamais encontrar resistência. A energia que poderia aquecer, ou agir e reagir, não encontra apoio para freá-lo em sua marcha expansionista para o infinito. No entanto, as radiações para o centro, que a principio em local assim, ao contrário da gravidade são acumulativas, ainda que em medidas infinitesimais; aquecem o primordial éter e, dilatando-o, encontram apoio e resistência em si mesmas; e em ação e reação, expandem o universo.

A gravidade por ser força estática: “um corpo ao ficar exposto a gravidade do outro; se não houver uma aproximação progressiva, não se torna progressivamente mais forte gravitacionalmente e, ao contrário; por ter exposto sua face a o outro; por forças de marés, torna-se menos forte gravitacionalmente”. Porém a luz (radiação), enquanto estiverem-se emanando, dependendo das relações, é imensamente acumulativa. Por exemplo, se a Terra, mantendo as distancias, tivesse sempre uma mesma face voltada para o Sol, seu poder gravitacional continuaria o mesmo. Embora a outra face tornar-se-ia uma noite eterna de frio e gelo; a temperatura da face sempre voltada para o Sol, acumulando energia, tornar-se-ia um deserto infernal. Possivelmente este seja o diferencial que faz o universo se expandir. Pois neste caso, segundo as relações de distancias velocidades e gravidades, esta distancia entre a Terra e o Sol seria sensivelmente perturbada em seu equilíbrio para tornar-se ainda que infinitesimal, um afastamento constante da Terra em relação ao Sol, impulsionado pela ação e reação da radiação recebida.

Gravidade contrai e atrai / luz afasta e expande. Porém a gravidade de um corpo em contato com outro; preservada as distancias, é estática. Em contra partida, a luz, as radiações: a energia, é acumulativa: produz efeitos de proporções crescentes. Se Vênus executasse em algumas horas, seu giro sobre si mesmo, provavelmente seria habitável. A energia, na expansão do universo, atua na resultante do embate com a gravidade.  Não é preciso muita força, e até mesmo quase nada para faze-lo expandir em direção a liberdade infinita.

No exterior do universo não Há resistência. É possível que, circundando-o em uma parábola ou em um semi-arco, se atinja mais rápido sua  outra extremidade. Pois no seu exterior, a resistência; (mesmo que haja outros universos), é menor que no seu interior. O que não é problema para a expansão; pois a mesma energia que dilata o éter no interior, o dilata também no exterior de cada um deles, e a expansão se dá perene entre éter e todos os universos. No interior, embora o éter seja mais fino está aquecido em expansão; Possivelmente aí, a luz encontre ambiente para atravessa-lo com rapidez, ou pelo menos em um tempo relativamente Humano. Porém em uma parábola, ou semu arco por fora, embora por caminho mais longo, é provável que possa chegar mais rápido ainda, pois aí, haverá menor pressão. O movimento, segundo cada ambiente no universo, independe de retas e curvas. Mas seu caminho mais rápido, quase sempre está nas curvas.  Por exemplo, entre o Sol e próxima centauro, neste momento, um viajante deverá seguir uma reta. Porém, entre o sol e alfa centauro, o viajante deverá contornar ao longe, próxima centauro, respeitando o vácuo das eqüidistâncias das forças em equilíbrio, para assim chegar ais rápido.



IX

“Se em algum lugar há coisas em excesso, é porque em outro, inversamente proporcional está faltando. E, se em algum lugar está faltando, é porque em outro, inversamente proporcional há coisas em excesso. Assim é que se dá na superfície do cosmo bolha; os oceanos de éter carregados de entes, segundo as distancias dos corpos, e os continentes de matéria; separados pelas eqüidistâncias, e orlados pelas praias de interação formadas pela energia circulante que vindo espessa da matéria, se afina em dégradé em direção a o vácuo profundo”. O que é matéria, mesmo em partículas subatômica; volta o que é energia ultra-fina segue em viagem. Ou para o centro inflando-o, ou para o infinito, perdendo-se.

A discrepância quando profunda, torna-se antiforça, inversamente proporcional no outro extremo da dimensão. È o equilíbrio do desequilíbrio. Se não fosse assim, nada existiria. São forças ao contrário. Uma, pela profunda presença de matéria para contrair, ocupar, encher; e a outra; a antiforça;  pela extrema dispersão, rarefação da energia (profunda ausência de matéria) sem permissão para a atração; apenas para descontrair, dispersar, esvaziar.

O limite divisório entre uma estrela e outra, ou uma e outra galáxia; é o topo do Céu de cada uma delas; o ponto eqüidistante e equivalente entre luz e gravidade, e todos os entes emanados pelos corpos: a região limítrofe; onde reside a infinitamente tênue atmosfera cósmica em meio o eterno éter: o ente primordial do universo. Aí, separando as galáxias e interligando o universo, em vasta região globular interligada, ramificadas no sentido angular segundo o alcance das forças (a forma esférica não permite encaixe perfeito), em torno de cada corpo, separados pelas interações de energias em dégradé até o ponto de energia ultrafina; localiza-se as  regiões de eqüidistâncias; limite capsular ambiental, de cada astro ou galáxia / com cada astro ou galáxia; interligado, ramificado, como rios de fronteiras cuja águas e correntezas; é a antiforça do vácuo profundo; “onde a infinita rarefação descontrai os entes acelerando seus movimentos de deslocamento”. Segundo as distancias e o poder dos corpos; apresenta-se a rarefação do vácuo profundo. No futuro, com nossas naves buscaremos correntes nestes oceanos de profundos vácuos; como no passado, os navegadores às buscavam nos mares com suas caravelas.

Um dia, quando se viajar para as lonjuras imensas no interior da Via-Láctea deverá se tomar o caminho das eqüidistâncias inversamente proporcionais globulares / as emanações de cada corpo relativas a seu centro. Entre duas estrelas, com uma interpondo-se no meio do caminho, um semi arco, ou C, será o suficiente. Entre as estrelas mais distantes possíveis entre si: contornando (em Ss, não em ziguezague),  pelas eqüidistâncias entre as estrelas que as separam, será o caminho mais rápido.

No universo, entre os astros muito distantes; as retas são ásperas e escarpadas, as curvas angulosas para atalhos serão custosas, enquanto as curvas arredondadas, respeitando as tendências das veredas, serão doces como as águas de um rio, de caudal sinuoso e correnteza firme e perene. Neste mesmo universo, se as retas representam a distancia mais curta entre um ponto e outro no espaço; se adicionarmos o movimento; de um ponto a outro, respeitando as curvas em C ou Ss, de suavidades imensas, mesmo alongando as distancias, representam a mais rápida aproximação possível no tempo.



È por estas curvas que alongam os caminhos que está o atalho. É por estas ramificações eqüidistantes de vácuo profundo entre estrelas e galáxias que, ganha-se velocidade no movimento, a nível, de vencer o espaço-tempo que, nos  separam das lonjuras desejadas em nossos sonhos: que nos parecem  inalcançáveis. Porém, quando um dia isto acontecer, veremos que tudo se repete no universo, e se não formos prudentes e cuidadosos; principalmente as injustiças que promovemos.



X

O sol não resistiria solitário em um local qualquer nas eqüidistâncias de forças entre Andrômeda e Via-Láctea. Sua pressão interior em jogo com a gravidade, não luta apenas para o equilíbrio de sua estrutura que, se entrar em desequilíbrio; ou ameaça a desabar, ou explodir; - mas sim; contra a estrutura de todo o sistema solar globular entendido. E, seu equilíbrio também é determinado pelo sistema de entes Galácticos em ação e reação, e em resistência contra o profundo vazio do universo aberto, que o astro engendrou durante a sua existência em equilíbrio com cada estágio que passou, para que chega-se a forma que tem.

Em um deserto espacial sem resistências e, de profunda ausência de matéria,  onde as forças agem ao contrário, (se jogado de uma hora para a outra, sem a proteção de seu casulo globular), seria uma questão de tempo, para até mesmo a pulverização total do sistema solar, acontecer. Ou se na periferia; sofreria uma profunda e drástica mudança, até se adaptar novamente enquanto será varrido e repuxado em direção a galáxia mais próxima.

O sol aconteceu entre as estrelas da Via-Láctea, porque havia na nuvem de poeira que o formou, quantidade de matéria suficiente, para a os poucos, enfrentar as diversidades do local e aglutinar-se.











XI



O que nos parece é que; nos grandes desertos cósmicos, entre as galáxias; além da grande extensão espacial, a energia nestes locais pode ser tão fina que, a velocidade da luz pode extrapolar a equação de Einstein para; “matéria transformada em energia”. O que não é nem um problema. Pois assim sendo; nos deixa claro que; então aí, não tem lugar para a matéria. Ou pelo menos para a formação de corpos; dado um determinado número de massa em poeira, segundo o volume e densidade em relação à rarefação do local. O universo é infinitamente rarefeito em seu centro, e dilatado pela energia que se acumula e se expande em seuinterior. Externamente esta energia se perde nas imensidões infinitas e, enquanto evolui expandindo-se, ao invés de empurrar o perene éter, o atrai para si e o transforma em matéria, mantendo-o perene e equilibrado enquanto cresse. Por isso o universo expande-se sem fazer forças e sim agregando forças. Enquanto isso se enche de energia e dilata-se. Mesmo que o universo expanda-se a velocidade da luz, será uma expansão insignificante para algo imensurável. Por exemplo, se a Via-Láctea se desdobrasse a velocidade de luz, levaria 100 000 mil anos para cobrir uma distancia equivalente; dobrando seu diâmetro. Apesar dos alarmados textos sobre o assunto; a dilatação do universo para os padrões cósmicos, mesmo a velocidade da luz; é insignificante.

(É claro que deve haver um limite de condição ambiental para todas as coisas que nomeamos; ultrapassado este limite, elas passam a ser outras coisas, e claro também, em sua grande maioria desconhecidas de nós).

Onde há apenas energia rarefeita, é o próprio vazio em si para a matéria, e ela não suporta. E se houver desproporção espacial, temporal e de movimento favorável à energia em relação ao equilíbrio de convivência entre matéria e energia; a matéria terá que ceder. E cederá na proporção da desproporção de espaço-tempo-movimento. Se for o contrário, a matéria se mantém, atraí mais matéria, transforma-se em corpos e no final, dado um número de massa; entra em fusão, a os poucos se transforma em energia novamente buscando o velho equilíbrio necessário para que aja a possibilidade da vida, ou pelo menos o universo se mantenha em pé, e não caia sobre si mesmo, ou se desintegre em uma perenidade infinita. E, se for o extremo, a energia perde o ambiente e só a matéria impera quase absoluta.

Em contrapartida, a energia não suporta um determinado limite de matéria a sua volta em ambientes reduzidos, e então liberta-se. E, nem suporta ela a matéria, tentando ocupar o ambiente de imensidão em que predomina, então não a deixa agrupar-se, a descontrai, a pulveriza, a expulsa. Se não fosse assim, todo o universo seria uma vastidão perene de estrelas brilhantes: distribuídas em distancias regulares, equivalentes entre si; sem os massivos corpos Galácticos as agrupando, e os imensos desertos cósmicos de profunda ausência de matéria entre, distanciando-os. E é mais claro ainda que, no interior dos sistemas estelares com uma certa regularidade, há pressão ambiental regida por uma atmosfera local, e o Sistema Solar não escapa desta condição. Se para nós terráqueos, o vácuo logo aí ao alto nos parece vazio comparado a nossa atmosfera; é porque certamente um morador das profundezas abissais dos oceanos aqui mesmo na terra, subindo até a superfície, em contra partida, por sua vez, também acharia nossa atmosfera um vazio.

Os corpos no universo vivem ao largo dos lugares vazios; não há nada lá que eles queiram, “e nem há nada lá, que os queira”. É claro que vai de encontro a tudo o que sabemos: “Que lá fora no cosmos, há um mar aberto que podemos navega-lo como bem entender. E que o grande problema, é energia para a impulsão, e claro, a velocidade. Pode não ser bem assim, e desavisados podemos encontrar um reino desintegrador, imperado pela energia em expansão, totalmente em oposição a o integrador ambiente regido  pela matéria. E que aí, o problema mesmo; seja manter-se coeso, integro, e não a velocidade; pois se solta nestes ambientes cósmicos em comparação com sua velocidade no reino Solar: a própria luz em aceleração positiva buscando o vácuo profundo; poderia fazer sua  constante parecer diante de si mesma: “o rastejar de uma tartaruga em linha reta na areia buscando o mar revolto a sua espera; diante da corrida em curvas de um Guepardo nas savanas, no encalço da gazela em movimento às negaças”. É o movimento a o encontro do próprio movimento; o que importa, não são as retas encurtando distancias, e sim as curvas de profundidades permissivas para o deslocamento, e nelas a rapidez obtida”. Por outro lado; è claro que haverá retas também; o caminho para próxima Centauro é uma reta. Porém se o destino é uma estrela além de muitas outras, teremos que, obrigatoriamente seguir as curvas arredondadas onde imperam as eqüidistâncias de vácuo profundo, desviando ao longe tantos astros quanto necessário buscando sempre as tendências suaves e propicias das curvas, para pegarmos os caminhos dos canyons desérticos e chegarmos mais rápidos ao nosso destino estelar.

“É provável que, segundo as relações de movimento de um corpo com um certo limite de velocidade atingido, relativo a cada caso isolado deste espaço-tempo de vácuo profundo, possa este corpo escapar da desintegração e se manter coeso”. Porém, a partir dai  Haverá um outro limite, vencendo este primeiro a nave deverá guardar distancia do limite de velocidade em relação a sua estrutura: cada diferente região espacial de vácuo profundo impõe um limite de velocidade para cada coisa: ultrapassado o limite, a estrutura ultrafina local, pode se transformar em  uma Atmosfera resistente contra o objeto que por ela se desloca, e destruí-lo.





XII

Esta “despressão” (que age pela total ausência de forças, diferente da pressão e energia, depressão e gravidade, que ocorre no interior das estrelas, nos ambientes regidos pela matéria. “Despressão”: dilata os corpos a parir do ambiente exterior sugando-os para fora de si mesmos através principalmente da profunda ausência de forças, e de suas próprias forças, em direção a os aglomerados e galáxias), “desintegradora” dos desertos cósmicos (eqüidistâncias entre as galáxias), e siderais (entre as estrelas), é inversamente proporcional à força integradora da matéria, e tem relação direta com o nível de profunda rarefação do ambiente e as vastidões onde atuam em oposição; ao nível de densidade e os espaços reduzidos que a matéria precisa para agir, e aí não encontra ambiente favorável.

Porém aí, as relações de tempo e movimento no espaço se invertem. (a matéria para agir precisa de pouco espaço, enquanto a energia precisa da vastidão espacial). (No conto; o rio o movimento o espaço e o tempo; vimos  que, o rio não só, tem sua nascente em um local no espaço, mas em um local no tempo, e que pra ter nascido tanto para o espaço quanto para o tempo, movimentou-se; então nasceu do movimento; tanto de si, quanto de tudo que o fez existir).

Em um imenso ambiente de pura energia rarefeita, proporcional a um diminuto ambiente de pura matéria, se por um acidente qualquer, o segundo for jogado no centro do primeiro, com toda a certeza a integridade do segundo seria atingida.

O fato é que, a conhecemos do interior dos astros, expandindo-os na tentativa de desintegra-los para  libertar-se e, por isso a conhecemos na forma de  pressão. Mas neste caso embora quem ocasiona a pressão é o embata de ambos os entes (gravidade e luz, em busca de equilíbrio para a matéria) ao libertar-se a energia rarefazendo-se nas imensidões “despressiona-se” em liberdade.  Porém, se o Cosmos é infinito e aberto; la fora nos pontos eqüidistantes dos imensos desertos entre as galáxias e mesmo entre as estrelas, com a matéria que por aí se aventurar, ocorre o contrário do que aprendemos: além da falta de condições ambientais para que a matéria junte-se; nestes ambientes de anti-forças (profunda ausência de matéria) quem faz por aglutinar, contrair..., é a luz, a radiação que, em raios paralelos divergentes, vindo de todas as direções aí se encontra entrecruzando-se, e assim, embora não aglutinem em corpos, reúne, forma as extensas nuvens de gás e poeiras. E, quem tenta descontrair distender, além das condições locais, é a gravidade como forças de marés, também oriunda de todas as direções. E, correntes de entes que em divergência diluindo-se desde a origem, em aparente contradição, para estes locais de profunda ausência de matéria, encontram-se vindos de todas as distancias, de todos os corpos galácticos que a circundam nas lonjuras, em busca de liberdade e descontração. E a profunda rarefação local. Então essa combinação de forças no vácuo profundo de permissividade extrema para o movimento livre, só pode resultar em “despressão”, anti-forças. Aí, moléculas e átomos, e até mesmo partículas, desintegram-se, segundo a profundidade do vácuo da imensidão desértica. E é provável que, segundo esta mesma profundidade, com forme adentra; aí a luz se desate de sua velocidade constante, e em constante aceleração, relativa a permissividade ambiental para o movimento livre, possa explodir em velocidades “super lux”.







XIII

Seja o universo o que for, tenha a origem que tiver; energia e matéria estão em oposição; a matéria contrai-se rumo ao micro cosmos e, a energia expande-se rumo ao macro cosmos.    – Uma nuvem de poeira, é uma ilha de matéria, e matéria quer matéria, então agrupa-se. Uma imensidão espacial de pura energia é uma imensidão de pura energia, e energia quer energia, então mais se expande. - Não dissemos que; -seria a propagação de energia das próprias galáxias para o centro, que ao arregaçar-se globular crescente do universo em ondas; as afastam umas das outras? Afinal de contas, se o infinito aberto não oferece resistência para a expansão e; E=m.c² realmente é, pelo menos próximo do que equação expressa, então; é claro que, mesmo que racionada; cada única grama de matéria, transformada em energia pura em oposição à gravidade, pode afastar uma das outras; paulatinamente, ou de uma vez só, varias toneladas da própria matéria.



XIV

- E a idéia do universo contraindo-se? – Se existe a possibilidade de estarmos sendo enganados pela observação ótica aparelhada como demonstra o texto; “O Movimento”, e na realidade estamos nos contraindo, quem predomina no universo neste momento, é a matéria, e não a energia. È claro que o contrário deste caso, o universo ao descontrair-se, está desarregaçando-se: assim como um lençol amarrotado sendo estendido, a matéria está rarefazendo-se, desfazendo-se em energia  novamente e por conseguinte, em éter, para tudo ficar perene novamente.  Um universo não auto-sustentável; em expansão rarefazendo-se rumo a perenidade como na literatura. (Uma vastidão se estendendo para a luz quebrar sua constante).  Mas se ao contrário, estiver se contraindo, neste caso sim; o Big-Crunch; (tudo é relativo às relações do universo com ele mesmo); a constante da luz ainda assim pode ser vencida pela própria luz? Tudo neste caso é relativo as condições oferecidas pelo universo, porque se contraindo as réguas do espaço do tempo e do movimento, também se contrairão em harmonia com nossa percepção, como compensação – Então...! Possivelmente sim. - Não temos certeza de nada. No entanto, por outro lado, no primeiro caso; o universo em descontração, cada vez mais pode oferecer possibilidade para o desdobramento cada vez maior da velocidade da luz / no contra passo, um universo em contração embora ofereça condições para esta quebra de velocidade, as condições vão diminuindo relativas a contração deste universo.

Estamos nos perguntando: -se há um modelo de universo que possa manter a luz rigorosamente em sua velocidade constante por toda a parte.  Parece que não! A constante que realmente podemos afirmar com segurança, é a que conhecemos dentro do reino Solar; pois qualquer sinal que nos chega, terá que adentra-lo para que possamos contabiliza-lo.

Se você cientista, tem condições de nos trazer certeza; (que traga depressa). Mas não nos venham com respostas obtidas como efeito de experiências feitas dentro do reino Solar, mesmo com sinais que  chegam do exterior. Pois estes rigorosamente para chegar até a Terra, terão que adentrar o reino solar –“São rigorosos; nós pensadores autodidatas também somos”!









XV



Como já vimos, em o movimento: o texto principal; podemos estar em órbita de um centro maior; é uma outra possibilidade.  Se estivermos em órbita em torno de um grande centro, e o que acontece é um certo afastamento maior e momentâneo das galáxias, então há um certo  equilíbrio. E, as relações de espaço, tempo e movimento, mudam ciclicamente. Quais as condições que as distancias entre as estrelas, as galáxias e mesmo entre universos, oferecem neste caso para uma maior ou não, ausência de matéria nestes locais, formando caminhos abertos para a luz desdobrar sua velocidade? É claro que neste caso tudo será relativo a o movimento e as distancias cíclicas em relação ao espaço e o tempo que ele (o movimento) nos oferece.

– Tenha a concepção que tiver o universo; quais as influencias destes ambientes de imensidões colossais que enveredam para as eqüidistâncias das lonjuras entre as estrelas e as Galáxias, demarcando regiões possivelmente cada vez mais leve, mais finas, mais vazias, mais transparentes, em total ausência de matéria; a que ponto, a que nível estes ambientes livres, feitos de infinita rarefação em dégradé em direção ao vácuo profundo das eqüidistâncias entre as forças, interferem ou não na  velocidade da luz?





O certo é que depois de deduções em o “Movimento” (texto do qual este faz parte) não sabemos com precisão,  se estamos em movimento partindo, ou regressando, e de que forma. Ou se orbitando em torno de algo ainda maior. Ou  se o universo é uma vastidão, um imenso oceano de energia, intercalado de ilhas de matéria em interação infinita, sem limites entre a rarefação e a densidade, expandindo-se  em equilíbrio, o que o tornaria eterno, e viraria de cabeça para baixo tudo o que pensamos atualmente.

Se apesar de todas as evidencias que apontamos; o universo está se expandindo, a força responsável não é misteriosa; é a energia e o lento aquecimento interior que o infla. Não há resistência externa, nem pode haver; para fora tudo está escancarado numa vastidão livre. A que poderia haver, é transformada em matéria e tudo permanece perene, ou possivelmente mais leve ainda; o outro lado das forças que equilibram as estrelas e não as deixam desabarem sobre si mesmas.

Mesmo esta ultima hipótese, não o tornaria livre dos imensos desertos com regiões, faixas de profunda ausência de matéria: vácuo de profunda permissividade para o movimento se expressar em amplitude maior,  e provavelmente de transparência infinita, para a luz voar livre em velocidades inimagináveis.





XVI

A literatura nos diz que, o sistema solar está dentro de um globo  produzido e mantido pelo Sol, com este a o centro, descrição muito apropriada. Suas emanações no entanto, na forma de matéria, ventos solares em forma de partículas, vapores, plasmas, radiações, campos magnéticos, poeiras que circulam e são lançadas para as extremidades, como conteúdo de um balão que está sendo cheio nos deixa claro que, o vácuo no sistema solar não é propriamente; “O Vácuo”, e nem deveria ser considerado como símbolo universal para qualquer experiência. E este, a os poucos se enche, porque embora as radiações em suas variadas formas voam livres para propagar-se para o infinito /  matéria,  partículas e poeiras emanada pelo sol, encontram barreiras, resistências lá fora. E segue em frente recheando-se. Embora com o tempo a vida possa se adaptar; dia chegará em um futuro longínquo que, a pressão interior poderá ser de proporção sensível, se não  insuportável para qualquer ser de nosso tempo, que inventar de viajar para o distante futuro e experimenta-la.

Neste passo, se o que saí do Sistema Solar em forma de radiações, energia pura, ao contrário damatéria; encontra ambiente favorável no espaço aberto lá fora, para voar para onde quiser, é porque alguma coisa quer nos dizer. E, isto sugere que, o espaço aberto fora dos domínios de nossa estrela, é realmente mais escancarado e mais livre do que no interior do sistema Solar. Então o vácuo lá, é mais profundo que ns dominios de nossa estrela. E, é muito provável que a o ganhar liberdade nestes desertos espaciais entre as  estrelas, a luz ganhe mais velocidade ainda. Se assim é, não é de se espantar que entre as Galáxias, a velocidade da luz, relativa a rarefação espacial profunda, seja  muito mais veloz do que sua constante conhecida. As probabilidades teóricas apontam que, ao ganhar liberdade em ambientes de espaço aberto, favoráveis, de atmosfera de estrutura ultrafina, feita de pura energia profundamente rarefeita e infinitamente transparente no quase puro éter, a luz; conforme os entes vão rarefazendo-se, em proporção direta; ganhe velocidade, acelerando-se em mergulho até a faixa limítrofe da eqüidistante região, de vácuo profundo. Aí, por um breve tempo, entra em velocidade constante, espantosamente acima do que conhecemos, depois ao se aproximar de uma outra Galáxia, vá perdendo velocidade em proporção direta conforme as emanações de entes vão de encontro se intensificando. Nos corredores curvados e fronteiriços, destas eqüidistâncias limítrofes segundo as forças de cada corpo envolvido; as distancias aumentadas, ao mesmo tempo, são encurtadas em um breve tempo pelo movimento, em velocidades inimagináveis, nestes vãos  livres, de vácuo profundo e transparência infinita entre as estrelas e as galáxias.





Entre as galáxias, o vácuo  é mais fino que entre as estrelas e, entre as estrelas é mais fino que no interior dos sistemas estelares, e no interior dos sistemas estelares é mais fino que no interior atmosférico de muitos planetas e satélites. E, é impossível que assim não seja. Sendo assim, se pensarmos um pouco mais, dá para suspeitar o que pode acontecer com a velocidade da luz em um ambiente descontraído, aberto, feito de éter puro ou quase puro;  de energia circulante e infinitamente rarefeita e transparente. Em um deserto sideral  profundamente ausente de matéria; em um vácuo profundamente permissivo para o movimento livre, em regiões eqüidistantes em forma de faixas curvadas entre uma e outra Galáxia, e mesmo entre uma e outra estrela.

A velocidade do som se acentua conforme as propriedades e a densidade do ambiente por onde passa. Por exemplo, no ar, temperatura de 25º faz 346 m/s – no álcool faz 1.207 m/s – na água, cerca de 25º aproximados 1.500 m/s  – no cobre 3.560 m/s – no ferro 5.200 m/s. Parece que fica bem claro que, no geral, quanto mais denso o veículo condutor melhor o som se propaga.

No ambiente do reino Solar; o espaço que está ao nosso alcance e, que realmente podemos falar com segurança,  é o ambiente mais rarefeito que na natureza podemos  denotar. É o vácuo que a ciência tem como referencia.  É nele, segundo suas propriedades, que a luz desenvolve; seus cerca de 300.000.Km/s; a máxima velocidade que conhecemos. Já falamos que entre o espaço aberto no interior do sistema Solar, e a atmosfera terrestre, existem relações entre propriedades e dimensões de espaço-tempo-movimento que podem fazer com que a luz, pelo menos pareça que se equivalia em velocidade em ambos os ambientes. E já dissemos também que; o Sol é um emissor de entes em todas as direções em seu reino e que, embora chamamos o espaço aberto do Sistema Solar de vazio: vazio mesmo pode ser, os espaços que existem nas eqüidistâncias entre as estrelas, e mais ainda entre as Galáxias.

No reino Solar pelo que se sabe; a luz desempenha          -cerca de 124.000 km/s no diamante – cerca de 200.000 km/s no vidro – cerca de 225.000 km/s na água – e no ar e no vácuo, cerca de 300.000 km/s. Ao adentrar o sistema Solar, a luz encontra um percalço pela frente: os ventos solares; se propagando em forma de partículas a um milésimo de sua velocidade; entre poeiras, magnetismos, radiações e outras emanações. Segundo equiparações entre as dimensões e propriedades de cada ambiente; Sistema Solar / Atmosfera terrestre; não teriam aí um agente diminuidor da velocidade da luz colocando-a em pé de igualdade na percepção técnica humana; com sua velocidade na atmosfera terrestre?  Não seria a espessura exageradamente curta da atmosfera terrestre, comparada a extensão do vácuo do sistema solar, o agente mascarador  de uma possível infinitesimal diferença? Teria a luz a mesma constante que no vácuo, em um ambiente com um milhão de quilômetros de espessura, com a mesma densidade da atmosfera terrestre?

E o espaço aberto, muito além dos domínios estelares, não seria ele infinitamente mais desimpedido de todo tipo de barreiras, para luz desenvolver sua velocidade, deixando na poeira sua constate? E mais.  È possível que se a luz encontrar pela frente, progressivamente, um ambiente cada vez mais cristalino e mais rarefeito que o do sistema Solar, desenvolva na mesma proporção, progressivamente, cada vez mais sua velocidade; até as vizinhanças de um outro sistema estelar, onde o ambiente novamente começará a se tornar cada vez menos rarefeito, onde na mesma proporção em que as condições ambientais tornam-se mais espessas, perderá cada vez mais sua velocidade. E, este fenômeno, embora em diferentes níveis de intensidade, tanto pode ocorrer entre as estrelas, quanto entre as galáxias. É possível que, através do movimento, todas as estrelas e galáxias distribuídas no espaço celeste a o alcance de nossos olhos, estejam muito mais próximas temporalmente, do que possa supor nossa nobre razão.



XVII

Não  podemos esquecer que para nós, possivelmente a gravidade conforme se afasta dos corpos, suas forças se diluem a o cubo ou semi cubo no espaço. Em meio a uma vastidão com profunda ausência de matéria, mesmo um buraco negro, não possuindo as exigências em massa e densidade para integrar-se ao local; se para aí saltasse, dilataria-se e rarefazendo-se teria suas emanações aceleradas a tal ponto que, em um curto espaço de tempo se transformaria totalmente em  poeira, ou em energia. Qual força faria isso? No universo há ambientes que é permitido a interação entre energia e a matéria; é assim que existimos e que existem as  coisas tal como conhecemos. Porém, há ambientes tão reduzidos e tão espessos que, só pode Haver matéria, e a energia que aí queira agir, terá que ter o inverso da proporção em sutileza em oposição ao estremo da densidade da matéria local. E naturalmente, em contra partida, há no universo ambientes tão vastos e tão finos que, só pode haver energia, e a matéria que aí queira integrar-se, terá que ter densidade inversamente proporcional, em oposição  a o estremo da medida da sutileza local.


XVIII




A gravidade através dos grávitons; a partícula da gravidade, é impulsionada por alguma coisa que, é impossível que não parta de si mesma como ação e reação; do contrário não provocaria o efeito que provoca. E,  ultra-fina que, atravessando  os corpos livremente, age como se fizesse parte deles, porém, partindo deles. E este efeito de ação e reação em sentido coniforme com o vértice voltado para o espaço em todas as direções, e a base propulsora voltada para o centro, ao partir de todo o corpo fonte, o empurra contra o seu próprio centro, e ao atravessar e se entrecruzarem nos corpos os empurram uns contra os outros, e é o que produz o efeito de marés e a atração de um corpo no outro. Por isto parece uma força fraca. Pois atua na resultante; quanto mais massa, e mais denso; melhor atua. Pois a ação é de parte a parte na proporção de massa volume e densidade de cada um dos corpos. E, a o mesmo tempo, além de ser a razão pela qual a matéria existe, é provável que seja feita de um tipo de energia emanada pela matéria, e que causa desgaste nesta, por isso a atração. Sendo assim, matéria precisa de mais matéria para sobreviver como tal, do contrário, ao longo do tempo se extinguirá consumida pela própria gravidade. È provável que a gravidade no espaço vazio, se desloque em velocidade constante, porém em ação atravessando os corpos, há grande possibilidade que entre em aceleração positiva por encontrar melhor apoio para sua ação e reação, jogando a matéria para trás, enquanto avança para frente ao atravessar estes. Se assim é, então aqui está um complicador, e precisamos saber com urgência quais as reais relações com o movimento que exercem os grávitons.  A aceleração de um corpo em queda livre, possivelmente funcione por ocasião da força menor exercida pelos grávitons em rarefação mais ao longe do centro do corpo-fonte, depois pela ação dos grávitons que o empurra em queda livre para trás, em direção ao corpo fonte, o faz cada vez mais, se deparar com estes grávitons cada vez mais concentrados, e quanto mais forte a gravidade age, mais o corpo em queda livre se aproxima do corpo fonte, e quanto mais se aproxima, encontra mais concentrada em seus grávitons a gravidade, que por sua vez o empurra cada vez mais forte para baixo. A compensação que faz com que, um corpo pesado e um corpo leve, caiam em queda livre na mesma velocidade no vácuo, é possivelmente pelo fato do corpo pesado precisar de mais energia para ser jogado para trás neste vácuo, (pois estão em iguais condições, não há atmosfera segurando o corpo leve neste vácuo), e o corpo leve por sua vez precisar de menor energia para que isso ocorra. Como um é mais rarefeito que o outro, há compensação absoluta se forem de iguais dimensões. Porém, esta lei obedece até um nível de diferença de peso, deste determinado nível para frente, em relação a altura que cada diferenças em comparações são jogadas, as desigualdades  começam a aparecer. Do contrário, não teríamos diferenças de escape no vácuo, entre hidrogênio e hélio, nitrogênio e oxigênio e assim por diante. A grosso modo poderíamos dizer que: o hidrogênio escapa pressionado pelo Helio, este por um gás mais pesado, e outros gases em seqüência , e assim por diante, mas no vácuo em um tubo, o que aconteceria com cada um deles separadamente? Continuariam escapando, claro, e em velocidades diferentes, com alguns com tendência a estacionar a uma certa altura, porque a gravidade atua com diferente intensidade em cada um deles.   Por isso o grande regulador de nossa gravidade terrestre em relação as coisas que aqui estão e a nós mesmos, é nossa atmosfera, e não o vácuo.

Uma nuvem de poeira tem a mesma gravidade que coesa em um corpo massivo. A atuação desta gravidade é que é diferente. Em um caso está espalhada e no outro está concentrada. É o efeito de ação e reação da gravidade procurando o espaço aberto que amassa a nuvem contra si mesma e forma os corpos. O centro  da nuvem é o piso que sustenta este arranque energético dos grávitons em ação e reação, apoiados-se no centro e apontados para todas  as direções  em um centro comum e em cada grão de matéria. por isso deve haver um centro absoluto com o mesmo limite de tamanho para todos os corpos, pois os grávitons devem ter limites de tamanhos, e claro, o centro absoluto dos corpos situa-se onde origina-se os primeiros grávitons interiores, em intensidade segundo a densidade local. A tendência para a fuga concentra-se sempre a partir do centro comum apontando para o espaço aberto em todas as direções, em busca de liberdade. E, enquanto avança, empurra matéria para trás. Por outro lado, os grávitons devem ocupar, em vez de infinito, um lugar limite nos centros dos corpos, pois parece que eles não suportam pressão; quanto mais denso é o corpo, mais eles se propagam em liberdade. Mesmo que para atrair mais matéria para o local. E, quanto mais atraem, mais se libertam. Por isso a gravidade não pode deixar de ser um tipo especial de energia, libertando-se dos corpos em interação com o cosmos. È provável que sua existência em infinita rarefação no universo, seja anterior a matéria. E que a matéria, a qual ela desgasta para existir, seja apenas o veículo e alimento que usa para se concentrar e agigantar-se em fuga. Deve haver um preço para os  corpos. Por isso  precisam atrair matéria para si. Pois se não o fizerem, ao longo do tempo de tanto emanarem grávitons, poderão se extinguirem por inanição. E isso; qualquer corpo. E a o mesmo passo, a gravidade rarefazer-se extinguir-se com a extinção da matéria. A fusão nuclear, é apenas o passo seguinte em forma de energia mais densa e de qualidade expansionista, para que tudo liberte-se mais depressa, da prisão imposta pela matéria. ( Assim como as oitavas nas notas musicais, deve haver varias oitavas representando a densidade da matéria, e cada uma delas nos oferece uma forma diferente de vislumbrarmos a liberação e atração de matéria em forma de diferentes modelos e níveis de energia).

Um buraco negro, e um outro corpo qualquer são atraídos um para o outro. Porque assim como a ação do primeiro por intensidade gravitacional é maior no segundo, a ação do segundo, por encontrar maior densidade no primeiro é maior também neste. Mesmo que este permaneça incólume dado o seu poderio.

Por isto avistamos nuvens descontraídas entre os grandes desertos siderais de energia circulante em direção as Galáxias, é a matéria; se em proporção favorável, preparando o nascimento de uma estrela, ou de uma galáxia / se em proporção desfavorável; descontraída, sendo varrida por um lado e puxada pelo outro, como um arrastão, para cair de vez nos grandes corpos Galácticos que as cercam nas lonjuras. As irradiações de partículas subatômica dos grandes e densos centros galácticos, sobe para o alto na perpendicular e, em curvas parabólicas descem em direção a estes imensos espaços de profunda ausência de matéria que se estendem nas planuras do universo; onde não encontram ambiente para uma ocupação estável. A poeira e os gases, quando não proporcionais na razão que o ambiente exige; enquanto se aproximam do grande vazio eqüidistante, vão sendo varridas e integradas em nuvens pela radiação rarefeita, e enquanto se integram, são empurradas para trás, pela sua própria gravidade que atua melhor em direção a o espaço profundamente vazio qual efeito de ação e reação. A  anti-força da profunda ausência de matéria  local facilita a ação.  A própria gravidade agindo melhor em direção a o vácuo profundo,  a empurra para trás, enquanto é arrastada pela gravidade dos grandes corpos galácticos, que as transpassam também em busca de liberdade e as atraem como efeito.



XIX

Nesta busca do espaço aberto, (ao contrário do que aprendemos: “quanto mais matéria melhor interage a gravidade”), a energia gravitacional voltada para o mais rarefeito e para o vácuo profundo, como espécie de energia que é; é a que melhor atinge seu objetivo; a liberdade. Mais ou menos como o cavalo selvagem que, enquanto corre buscando os campos abertos; seus cascos empurram terra para trás.

É claro que as galáxias devolverão esta poeira em forma de energia. A literatura nos fala de algo semelhante. (Galáxias Perdidas - A devolução para o espaço- Pg 59- Scientifc American Nº109 – Duetto).

De outro lado, temos o efeito direcional da energia combinada com a gravidade agindo do centro dos grandes desertos, dispersando matéria e limpando o espaço. Assim como no outono varremos as folhas espalhadas pelo vento no pátio e amontoamos aqui e ali e acolá; efeito semelhante é o que espalha as grandes nuvens de poeira nos desertos cósmicos, e ao memso tempo, as reúne e as devolve. Se  de bom porte para resistir a contra força do ambiente, as reúne de ponto em ponto e cria novas galáxias, novas estrelas... do contrário nada acontecerá.







Energia atrai energia, e certamente fazendo a luz andar mais depressa do que se supõe nestes ambientes de tecidos ultrafinos extras galácticos e mesmo extras estelares.



“Uma nave desavisada, que adentrasse as vastidões do  espaço aberto, correria o risco de dilatar-se e virar pó.  Porém se esta nave tivesse como emissão, uma super atmosfera de luz em todos os níveis a protegendo, como ação e reação em todas direções e contra si mesma apontando para seu centro  para mantê-la integra, se daria bem.” Ou uma velocidade adequada a o ambiente para se manter coesa. È possível que para se deslocar nestes ambientes, seja infinitamente mais simples do que se pensa, bastando a luz de um raio emissor qualquer como resultante direcional, do aparato lux para manter a nave  coesa, e o problema de ação e reação para superar a velocidade da luz estaria resolvido. Pois para ação e reação, a contra partida é verdadeira; se nestes ambientes a luz pode romper sua velocidade: um simples raio emissor de luz, ou um conjunto deles, pode funcionar como ação e reação e igualar esta condição para uma nave que queira deslocar-se a tal “velocidade-lux”.

-“Uma super e longa tubulação com paredes internas espelhadas, para a luz percorrer  em um vácuo em seu interior, pelo menos tanta vezes maior que  o vácuo do sistema solar, quanto for preciso para se identificar alteração, nos daria uma resposta segura se a velocidade da luz no possível vácuo profundo; é constante ou relativa, e se a matéria aí seria expulsa, dilatada, pulverizada ou concentrada.”.

– “Se a ausência de matéria em seu interior for maior que sua resistência o tubo desabará sobre si mesmo por estar cercado de pressão material, se o tubo for mais resistente pulverizará a matéria que conter em seu interior, que deverá ser feita de material menos resistente que o material do tubo”. Estamos preparados tecnologicamente para esta experiência? ” Pois é muito provável que o vácuo cósmico não seja Constante como se pensa que é.







XX

O mais importante é que; mesmo a luz sendo provavelmente mais rápida em outras paragens, em nada muda a relação entre matéria e  energia no reino do Sol. E em outros semelhantes reinos siderais e cósmicos. Neste  caso, a equação será relativa a velocidade da luz local, e por tanto continua a mesma. É claro que, teremos que lhe aplicar o inverso do semi-cubo da distancia, tirando-lhe a ilusão de poder  agigantado, que a realidade, na verdade não lhe confere. E lhe devolvendo o real poder ao relaciona-la diretamente com o volume em relação a o espaço-tempo-movimento. é claro que, neste caso; em outras paragem que não o sistema solar, a própria equação torna-se relativa a cada outro ambiente.

Não é por nada que, as experiências com explosões atômicas,   sequer uma, atingiu um percentual satisfatório que responda por E=m.c². Em partes não temos como produzir pressão suficiente para isto. Por outro lado, o raio a o quadrado não pode se responsabilizar pelo conteúdo, quem  se  responsabiliza por isso é o raio a o cubo em relação apenas ao espaço. Em relação ao espaço-tempo-movimento; o raio ao semi-cubo da distancia é o método apropriado. Parece indiferente, não. Mas se ao dobrar a distancia levando em conta o espaço-tempo-movimento, o raio a o semi-quadrado, torna-se 3 vezes mais fraco, e levando em conta apenas o espaço, torna-se 4 vezes mais fraco.   Em contra partida levando em conta o espaço-tempo-movimento, o raio ao semicubo ao dobrar a distancia torna-se 7 vezes mais fraco, e levando em conta o raio a o cubo, torna-se 8 vezes mais fraco. Isto quer dizer que no outro estremo do raio a energia encontra-se 8 vezes mais intensa, ou pelo menos sete vezes, levando em conta o espaço-tempo-movimento para fontes contínuas como o Sol. Por tanto, a o inverso do cubo da distancia, o Sol gasta 2 vezes mais energia, ou ao inverso do semi-cubo, o Sol gasta aproximados 1,75  vezes mais energia para nos iluminar do que nos confere o inverso do quadrado da distancia. E, uma bomba de hidrogênio como transformação instantânea em energia, ou quase isto, explode ao cubo da distancia, e gasta duas vezes mais energia para fazer o estrago que faz, do que nos confere o quadrado da distancia. Por tanto, quando dizemos que ainda não chegamos a 20% da transformação de matéria em energia, em uma explosão nuclear; o que estamos querendo dizer é que; não chegamos 40 % da transformação de matéria em energia.

E o importante mesmo, nisso tudo, é que; há uma grande ironia; A relatividade de Einstein continua cada vez mais Geral, como sugere o título de sua obra decisiva. E a graça-grassa: é que quando interferimos, mais a relatividade fortalece-se e mais geral se torna. E jamais devemos esquecer que, o que nos garantiu o desencadeamento desta torrentes de idéias e nos levou a pensar assim,  entre outras coisas foi o desembocar no; 1,75 segundo do arco: curvatura sofrida pela luz ao passar ao lado do Sol; apontada por Einstein e conferida por Edington.   E a incrível coincidência; os resultados do inverso do semi-cubo da distancia divididos pelos resultados do inverso do quadrado da distancia nos diz que o Sol demanda 1,75 vezes mais energia do que nos diz a equação tradicional.



XXI

Tudo o que desconhecemos está nos domínios da Quântica. Mas é possível  que, tudo o que conhecemos, e o que viermos a conhecer, também; não escape das leis da relatividade geral, mais o “Observado e o Movimento”.



O raio a o cubo, se levarmos em conta uma certa unidade específica, embora pareça mais poderoso que o raio a o quadrado, e em questão; a partir do raio três, em direção ao micro cosmos tenha maior alcance que o raio ao quadrado, por progressivamente em mergulho adquirir menor número em volume que o número da área; na realidade a partir do raio três em direção ao macro cosmos, possui progressivamente menor alcance que o raio da área. Basta elevar a o quadrado o raio da luz na construção de uma superfície, e em seguida decompor esta construção como se fosse um volume e acharemos o real poder de matéria transformada em energia.

Lembre-se, a superfície das esferas dos entes em propagações é apenas a película simbólica do conteúdo e não pode responder matematicamente por aquilo que preenche o espaço atrás de si. Existe conteúdo abaixo da superfície, e é o volume que responde por ele em números, segundo inverso do cubo da distancia em relação ao espaço, ou inverso do semi-cubo, relativo a o espaço, tempo e movimento.

Ao contrário disso, sem o volume, se quer superfície existiria. O inverso do cubo em relação a o espaço , ou do semi-cubo da distancia em relação ao espaço-tempo-movimento; responde com fidelidade pela propagação dos entes; e o limite infinitesimal de seu raio no espaço, diz com precisão matemática o que está acontecendo a o inverter os números colhidos das distancias. O sol demanda muito mais energia para nos iluminar do que nos confere o inverso do raio ao quadrado. È admissível que nos orientemos por uma película infinitesimal para medir a luz, desde que, por mais infinitesimal que seja,  venhamos lhe achar uma espessura, e lhe dar volume, descobrir seu movimento, e lhe conferir um tempo; será o semi-cubo da distancia. Ora, sabendo que a luz se desloca a cerca de 300.000 km por segundo, está película da luz que do Sol nos chega tem espessura; em cada metro quadrado aqui na terra,  nos chega por cada segundo que se passa, cerca de 300.000.000 m³  de luz Solar.  Esta luz baterá no solo sempre com uma energia correspondente diretamente ao inverso do semi-cubo da distancia. Cada vez que encurta pela metade o raio do espaço-tempo-movimento em direção a fonte, indiretamente torna-se sete vezes mais forte. Cada vez que dobra o raio do espaço-tempo-movimento para distante da fonte, torna-se sete vezes mais fraca. Sempre levando em conta o movimento em relação o espaço e o tempo.

Parece irrelevante, mas não só se a constante mudar, mas se mudar as relações do movimento com a velocidade, todas as relações entre espaço, tempo e movimento tornam-se um caos.  E a matemática precisa ser mais aprofundada. É simples. Complicado é desprezar o movimento como dimensão fundamental.

A liberação de energia depende de pressão e densidade ambiental. Se em hipótese quisermos detonar uma bomba atômica ou de hidrogênio em um buraco negro, onde a velocidade da luz é anulada; o artefato mesmo que tenha pressão equivalente; não terá sua energia liberada. Em ambientes de reino absolutos da matéria, parece que não há lugar para energia espessa (luz e entes associados) ser liberada, e se quer para matéria fina interagir no local (plasmas, gases,  partículas subatômicas), e ao contrário; a matéria se contrairá ainda mais e implodirá em fusão para dentro de si mesma. A própria matéria aqui, se transforma em uma outra coisa que não temos idéia formada. Embora  a energia ultrafina, aí pode ser liberada.

Mas se esta bomba com aparatos estrutural para se manter coesa, for explodida em meio a um deserto espacial intergaláctico de profunda ausência de matéria e infinita transparência: O efeito será exatamente o oposto; os raios luminosos da explosão, segundo o espaço-tempo-movimento relativo ao local; poderá se fazer sentir a trilhões de quilômetros de distancia, ou mais. No caso da rarefação ambiental extrapolar a equação, é porque não há ambiente para a matéria no local. Aqui a energia encontra-se em tal sutiliza que escapa para longe de nossa compreensão. Nossas equações são para o médio cosmos onde vivemos. Os extremos não suportam meio termo, e se não houver compensação no inverso da proporção, sequer suportam um a o outro.

Embora possivelmente com velocidade relativa a os diferentes recantos do universo, a luz em curvas é atraída pela gravidade, de acordo com sua aproximação dos corpos e segundo sua velocidade relativa a o  local.

Porém, a velocidade da luz mesmo sendo relativa as paragens por onde passa, ainda assim é a régua mais confiável a o nosso alcance, para que se possa medir, fenômenos acontecendo nos confins do espaço profundo.

Por outro lado, se no interior de um buraco negro, como já falamos, soltássemos uma porção de luz, nada aconteceria, a anão ser a implosão dos próprios fótons sobre si mesmos. Então é óbvio; aí não há lugar para a energia.     Ao mesmo passo se em um vácuo profundo: deserto de imensidão espacial de infinita rarefação: soltássemos uma porção de matéria mesmo coesa, ela se desintegraria. Então é lógico; aí não há lugar para a matéria. Claro, que tudo isso obedece limites, segundo o inverso da força do ambiente.

Não nos parece que a formula de inspiração Newtoniana criada por Einstein; M=E.C², ainda que confira mais energia do que a matéria pode dar;  mesmo nos confins do Cosmos, insiste em relativamente regular os limites onde podem e devem atuar a matéria em oposição a energia, e a energia em oposição a matéria? (Há um limite regido pelo natureza que diz que; segundo a expansão espacial e a fineza da energia que se encontra em liberdade nele, só a energia pode ali se dar bem. E, a matéria que aí queira atuar terá que contrapor o ambiente em quantidade e densidade.  E que por outro lado; segundo a contração espacial e a densidade da matéria que á nele; a energia que aí queira atuar, terá que contrapor o ambiente em sutileza e quantidade. Um vácuo profundo, com um espaço onde cabe exatamente uma grama de matéria transformada totalmente em energia, sem que sofra pressão de lado nem um, Isto é; em estado livre; é exatamente o lugar, neste vácuo profundo, onde uma grama de matéria não poderá se manter coesa).

E sabendo que uma explosão precisa não levar em conta o espaço superficial, mas o conteúdo em evolução e transformação em energia, assim como levar em conta  o espaço, o tempo, e fundamentalmente o movimento; não seria passível e sensato, para melhor representar a natureza,  se equacioná-la ao semi-cubo?

Ao cubo para a sensação instantânea, relativa a um determinado espaço. Ao semi-cubo para os efeitos em relação a o espaço, o tempo e o movimento em que tudo ocorre.



XXII

O poder devastador de uma bomba de hidrogênio até então registrado, está muito “aquém” de E=m.c². (“a conversão não chega a 20% ainda hoje”, Superinteressante-1995 – Nº7 – Pg 61). Embora se pense que não se conseguiu  pressão suficiente para extrair tal energia, e em parte é verdade. Isto também é assim, porque o raio que expressa a superfície não coincide em evolução com o raio que expressa o conteúdo. Em outras palavras o raio a o semi-cubo ou a o cubo, precisa gastar á partir do raio três, em direção ao macro cosmos,  em evolução exponencial  0,333333333..., para cada numero acrescido, para atingir os limites que atinge o raio a o quadrado. E em relação ao mesmo sistema de unidade de medida, em direção ao micro-cosmos, precisa regressivamente na mesma proporção; (0,333333333...,) menor energia, se assim fosse.

Ao semi-cubo da distancia, levando em conta o tempo e o movimento; chegaremos bem próximos, ainda que relativamente, a cada rincão do universo; da real transformação  de matéria em energia.  (Pra entender melhor, precisamos ler o ingênuo texto; Cubesfera, mas aqui o que importa, é a relação da luz, e suas possibilidades; entre o  extremo da densidade e o extremo da rarefação).



XXIII

Assim como hoje; temos em mãos diversas relações da velocidade da luz com diferentes densidades e cristalinidades ambientais aqui na terra; a ciência terá números em mãos indicando uma relação satisfatoriamente aproximada da velocidade da luz, relativa a os níveis de  profunda rarefação ambiental e infinitas cristalinidades, dos rincões nos confins eqüidistantes dos corpos Galácticos  por onde  ela está de passagem.

Precisamos experimentar outras regiões do universo para termos uma idéia do que realmente se passa na natureza. Ainda somos uma tribo isolada, escondida de nós mesmos, nos confins de uma selva de estrelas de uma Amazonas sideral. Tudo o que sabemos é o que nos chega como efeitos provocados pela atmosfera do interior do sistema Solar; “nossa isolada aldeia”.

- Por outro lado, ao  afirmar que a luz pode ser mais veloz do que se acredita e, ao mesmo tempo tendo a transformado em régua; “e no caso, para isso, precisando fundamentalmente de  sua constante”; parece que, estou retesando um arco e apontando uma flecha para alvejar o meu próprio peito. Mas o fato é que, quando a luz e a gravidade se confrontam nas “atmosferas corpóreas”, as relações possivelmente não mudam em nem um lugar do universo, ou mudam muito pouco. Porque nestes locais, há corpos, há emanações, há coisas acontecendo, há atmosferas, há matéria... Claro, com diferentes forças, massas, densidades... porém em alguns casos, infinitamente mais intensos e densos que outros. Tanto é que, entre a atmosfera terrestre, e a atmosfera do reino Solar;  que chamamos de vácuo, a luz não apresenta diferenças em sua constante pelo menos a nível comprometedor para a nossa ciência de então, como régua de medida. E mesmo que a luz possa se apresentar; com diferentes velocidades, em curvas, em círculos ou em espirais, nos ambiente atmosféricos corpóreos, se acontecer; será com uma infinitesimal variação em relação a constante que conhecemos. Pois há um limite para ela atuar como luz visível. Se não percebemos diferença em sua velocidade entre ambientes como o que chamamos vácuo; no espaço aberto no interior do sistema Solar, e a atmosfera terrestre; esta diferença de velocidade possivelmente será irrisória quando tivermos que medir um corpo o qual a luz entre outros entes, estará gravitando ao redor, pois ali alguma atmosfera haverá. Nada que possa comprometer, e que os grandes matemáticos, examinando as características dos Astros, Estrelas, Galáxias, e seus ambientes, não possam relaciona-las, encaixa-las, com suas equações, e vir a resolver ao pé do número o problema. (Einstein nas investigações em que concebeu seu espaço-tempo, alertou que a luz atrasa-se ao passar ao lado do Sol. Sabemos  que a atmosfera a seu redor é muito intensa; além de curvas e deformações, que atrasam a luz que por aí passa, possivelmente a densidade da atmosfera local pode ter colaborado para isso; teríamos aí um parâmetro?). Por outro lado, as variações imperceptíveis, mesmo imensas, através de suas curvas, nos trarão mensagens de uma realidade relativa a própria luz, do ambiente com o qual, ela está se relacionando naquele momento. O que não será um engano. Mesmo que os deslocamentos das posições das estrelas prevista por Einstein e constatados por Eddgnton, tenha sido provocadas por refração, e não por curvas, pois sabe-se que junto a superfície do Sol há uma atmosfera em ebulição, e muito densa. E, a luz a o passar de um meio  transparente para outro, muda de direção. Se levarmos em conta que, cada corpo, tem uma atmosfera, segundo sua gravidade, componentes e temperaturas, ainda assim; não podemos dizer que, Einstein errou em sua relatividade, ao contrário, mais ela e afirma. Porém mesmo isso, segue uma regra simples, claro, a luz sendo corpuscular; a própria luz em seus corpúsculos, certamente emite grávitons, e segundo o inverso do semi-cubo da distancia, é atraída, mas também atrai; por isso a curva.

Apesar de tudo, é bom estarmos atentos para possíveis  diferenças em sua relação entre um corpo e outro nos ambientes atmosféricos. Embora a princípio estas diferenças, não deverão nos causar desconfiança, porque é possível que sejam inteiramente relativas, a sua própria natureza. E, se assim é; qualquer sinal colhido será de legítima confiança.

Sendo assim, no caso da luz quebrar sua velocidade a o atravessar o vácuo profundo, o que parece no caso ser um grande problema, ao contrário; pode tornar-se uma excelente solução. Ao se deslocar dos ambientes atmosféricos de matéria, onde sua velocidade máxima possivelmente é a constante que conhecemos, com infinitesimais variações, e possivelmente ganhar grande velocidade atravessando grandes extensões de desertos espaciais de profunda ausência de matéria, e de energia pura de rarefação ultrafina e infinita  cristalinidade, quebrando em “muitos lux”  sua constante; além de possivelmente não distorcer a mensagem, faz melhor;  nos traz esta mensagem  mais depressa ainda.

Porém, se distorcer, será outra tarefa imensurável para os matemáticos da física e da astronomia. O que, não faltará genialidade humana  para resolver o problema. Por outro lado esta distorção, oriunda de uma supervelocidade, se apresenta na forma de uma diluição das mensagens,  além do que deveria ser, e não como sinais deformando estas mensagens em seu conteúdo. “É como receber uma carta em que, por um motivo ou outro as letras esmaeceram-se, porém, ou a olho nu ou por aparelhado, continuam legíveis não traindo a mensagem. No entanto, tudo pode acontecer. Afinal de contas, nosso exercício é uma literatura quântica, e nossa régua é a própria luz; não temos certeza de nada, e nem estamos aqui para iludir, escondendo dúvidas relativas e quânticas, nos aproveitando de uma constante e de um paradigma. Por isso, as questões lançadas, são para se parar e pensar. (Aqui para nós, um lux é a constante da luz que conhecemos; tomado emprestado da unidade de iluminamento: “é muito lindo para estar servindo tão pouco”).



-Em frente! -Por outro lado, seria desconforto demais para mim, me  esconder numa dúvida, para  beneficiar-me de uma certeza que domina a cultura científica de nosso tempo. Claro,  bater na tecla da constante da luz, e insistir na mesma toada minimalista, seria menos difícil para a  teoria que aqui defendo.  Mas não é o meu caso.

-         Bem, vamos ao que intereça!


Otacílio Alves Meirelles.

                       







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