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sábado, 31 de janeiro de 2026

BURACOS NEGROS: A GEOMETRIA DO OCULTO: “O Inverso do Semi-Cubo da Distancia”

  


“O  Inverso do Semi-Cubo da Distancia”




      BURACOS NEGROS

 A GEOMETRIA DO OCULTO


 (Em Busca Das Dimensões Do Corpo Central)

Determinação Dimensional de Corpos Ocultos em Horizontes de Eventos Através da Análise Geométrica do Disco de Acreção


 

RESUMO Este artigo propõe um modelo teórico disruptivo para a estimativa das dimensões físicas (raio, volume e densidade) de corpos massivos situados no interior de horizontes de eventos de buracos negros. Desafiando o conceito clássico de singularidade pontual (densidade infinita em volume zero), a metodologia apresentada fundamenta-se na análise das trajetórias em espirais de luz e matéria no disco de acreção. Utilizando princípios de progressão aritmética e geométrica, axiomas de Zenão e a aplicação topográfica de espirais de Arquimedes e Fermat, o estudo demonstra como calcular o ponto de convergência tangencial (Limite de Convergência Assimptótica) sobre a superfície de um astro central finito (Objeto Compacto Supermassivo). O trabalho inclui múltiplos estudos de caso, validando uma regra geral de determinação dimensional (Algoritmo de Convergência Radial).



 THE INVERSE SEMI-CUBE OF THE DISTANCE: THE VOLUMETRIC GEOMETRY OF GRAVITY AND THE RELATIVISTIC CONVERGENCE OF 1.75 zenodo.org

AUTHOR: [Meirelles]


ABSTRACT

This study proposes a fundamental revision to the propagation metric of radiant and gravitational fields. The exclusivity of the Inverse Square Law (1/r2) — based on two-dimensional surfaces — is questioned in favor of a three-dimensional model denoted as the "Inverse Semi-Cube of the Distance". It is demonstrated that, by considering energy propagation as a continuous (non-static) flow filling spherical volumes (shells), density dilution follows a geometric factor of 1/7 upon doubling the radius, rather than 1/4. The involvement of space-time and motion alleviates the volume’s content by 12.5% of its total charge, reflecting the fact that gravity between two bodies encompasses them entirely (volumetrically), and not merely superficially. The study concludes by presenting an intriguing mathematical correlation: the ratio between the proposed volumetric dilution (7) and the classical superficial dilution (4) results in the factor 1.75 — coinciding precisely with the value of gravitational deflection predicted by General Relativity and confirmed by Eddington’s expedition in 1919.


                                                                                                

1. INTRODUÇÃO E CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA

1.1. O Dilema da Singularidade Desde que Karl Schwarzschild resolveu as equações de campo de Einstein em 1916, prevendo a existência de regiões no espaço-tempo onde a gravidade é inescapável, a astrofísica tem lidado com um "infinito" incômodo. A Relatividade Geral clássica prevê que toda a matéria dentro do horizonte de eventos colapsa em um ponto único de densidade infinita: a Singularidade. Contudo, na física, infinitos geralmente sinalizam que uma teoria está incompleta (Singularidade Essencial). A Mecânica Quântica e a Termodinâmica sugerem que deve haver um limite para a compressão da matéria (Princípio de Exclusão de Pauli e Pressão de Degenerescência).

1.2. A Proposta do Corpo Finito Este artigo parte da premissa de que a Singularidade não é um ponto matemático, mas um objeto físico real — um "Astro Central" ou "Corpo Oculto" (Núcleo de Massa Finita) — com dimensões finitas, mas extremamente compactas. A questão central que buscamos responder não é "o que acontece lá dentro?", mas sim "quais as dimensões do que está lá dentro?". Para responder a isso sem violar a barreira causal do horizonte de eventos, propomos que a informação dimensional do corpo central está codificada na geometria do disco de acreção que o orbita. Assim como as ondulações na água revelam o formato da pedra que caiu nela, a espiral de acreção (Geodésicas de Tipo-Tempo) revela o raio do corpo que a atrai.

2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA: INÉRCIA E PERSISTÊNCIA ORBITAL

2.1. A Dinâmica da Queda Não-Vertical (Conservação do Momento Angular) A visão popular sugere que, ao cruzar o horizonte de eventos, a matéria "cai" verticalmente em direção ao centro, como em um ralo (Colapso Radial Puro). Esta visão ignora um princípio fundamental: a Conservação do Momento Angular. A matéria que compõe o disco de acreção orbita a velocidades relativísticas. Ao cruzar o horizonte de eventos, essa matéria não perde instantaneamente sua energia cinética rotacional. A inércia obriga a matéria a continuar sua trajetória espiralada (Decaimento Orbital Assimptótico).

2.2. O Horizonte de Eventos como Fronteira Óptica É crucial distinguir entre o destino da Luz e o destino da Matéria.

  • A Luz (Fótons): Por não possuir massa de repouso, a luz é imediatamente confinada pela gravidade ao cruzar o horizonte. Ocorre um desvio para o vermelho infinito (Redshift Gravitacional). A luz não se "apaga", mas é aprisionada geometricamente. É um "colapso radiante".
  • A Matéria (Bárions): Possui massa e inércia. A força gravitacional atua verticalmente, mas a velocidade orbital atua tangencialmente. O resultado vetorial é uma espiral contínua que adentra a escuridão.

Portanto, a "escuridão" do buraco negro é um fenômeno ótico. No seu interior, a espiral de matéria incandescente continua existindo e convergindo matematicamente até encontrar uma superfície sólida: o Astro Central (Superfície Sólida de Impacto).

2.3. A Aplicação dos Paradoxos de Zenão A metodologia aqui empregada resgata o princípio da dicotomia de Zenão de Eléia. Matematicamente, uma série geométrica pode ter infinitos termos. Fisicamente, porém, o espaço não é infinitamente divisível (Comprimento de Planck). Em algum ponto, a série converge para um valor finito. Chamamos este ponto de Tangência ou Fecho da Espiral (Limite Físico da Convergência). É onde a matemática encontra a matéria.

 

3. METODOLOGIA MATEMÁTICA E A REGRA GERAL

A análise baseia-se na observação da taxa de redução da distância entre as voltas da espiral. Assumimos que a espiral segue uma Progressão Geométrica (PG) convergente em direção ao centro.

A Regra Geral de Dedução Dimensional (Algoritmo de Estimação Radial): Para simplificar o cálculo de séries infinitas, estabelecemos a seguinte regra: "Para uma redução por fator N (Razão da PG), divide-se a primeira volta por (N-1) e multiplica-se o resultado por N."

Nomenclatura utilizada:

  • R_sis: Raio Total do Sistema (Da borda externa ao centro geométrico).
  • R_he: Raio do Horizonte de Eventos.
  • R_obj: Raio calculado do Corpo Central (Objeto Oculto).

3.1. Caso A: O Modelo Padrão (Redução Binária / Decaimento de Razão 0,5) Cenário onde a distância entre as voltas se reduz à metade.

  • Parâmetros Iniciais:
    • Raio Total do Sistema (R_sis) = 20,5 UA
    • Raio do Horizonte (R_he) = 2 UA
    • 1ª Volta da Espiral = 10 UA da Segunda Volta.
    • 2ª Volta da Espiral = 5 UA da Terceira Volta
    • 3ª Volta da Espiral = 2,5 UA da Quarta Volta; que frontal à terceira adentra o horizonte de eventos. Porém nos deixa clara evidência que; seguirá em espiral descendente cumprindo uma progressão - geométrica - decrescente em direção ao centro do sistema.
  • Aplicação da Regra: Redução por 2 -> Dividir por 1, Multiplicar por 2.
  • Cálculo da Convergência (Tamanho total da Espiral):
  •  10 / 1 = 10
  • 10 x 2 = 20 UA. (onde ocorre a convergência já no interior do horizonte de eventos)
  • Determinação do Corpo: R_obj = R_sis 20,5 UA - Convergência R obj 20 UA
  • 20,5 UA - 20 UA = 0,5 UA (raio do astro oculto)
  • Análise: O corpo central possui raio de 0,5 UA e está submerso a 1,5 UA de profundidade sob o horizonte (R_he 2 - R_obj 0,5).

3.2. Caso B: O Modelo Ternário (Redução por Três) Cenário de compressão moderada.

Sistema Disco de Acreção / Horizonte de Eventos / Buraco Negro; 55 UA de raio.

  • Parâmetros Iniciais:
    • Raio Total do Sistema (R_sis) = 55 UA
    • Raio do Horizonte (R_he) = 3 UA
    • 1ª Volta da Espiral = 36 UA da Segunda Volta.
    • 2ª Volta da Espiral = 12 UA da Terceira Volta.
    • 3ª Volta da Espiral = 4 UA da Quarta Volta. Mais uma vez se percebe uma regularidade numérica – o quê não ocorrerá sempre - na sequência de voltas espiraladas descendentes em progressão - decrescente –  atraídas para o centro do sistema.
  • Aplicação da Regra: Redução por 3 -> Dividir por 2, Multiplicar por 3.
  • Cálculo da Convergência: 36 / 2 = 18
  •  18 x 3 = 54 UA. (onde a convergência ocorrerá ao redor do corpo oculto).
  • Determinação do Corpo: R_obj = 55 UA - 54 UA = 1 UA.
  • O Corpo oculto possui 1 UA de raio.
  • Análise: Validação da regra em frações. O corpo reside a 2 UA de profundidade no interior do horizonte de eventos.

3.3. Caso C: O Modelo Quaternário (Redução por Quatro) Cenário de alta compressão gravitacional.

  • Parâmetros Iniciais:
    • Raio Total do Sistema (R_sis) = 59 UA
    • Raio do Horizonte (R_he) = 11 UA
    • 1ª Volta da Espiral = 40 UA da Segunda Volta
    • 2ª Volta da Espiral = 10 UA da Terceira Volta
    • 3ª Volta da Espiral = 2,5 UA da Quarta Volta ( quanto mais voltas se avistar nos garantindo uma regularidade, mais seguro obterá o resultado).
  • Aplicação da Regra: Redução por 4 -> Dividir por 3, Multiplicar por 4.
  • Cálculo da Convergência: 40 / 3 = 13,333...
  • 13,333... x 4 = 53,333... UA. (onde ocorrerá o fecho da espiral: matematicamente ela não poderá seguir em frente porque ocorreu a convergência das voltas sobre si mesmas e,  por conseguinte, ocorreu a tangência no corpo oculto).
  • Determinação do Corpo: R_obj = 59 UA - 53,333... UA = 5,666... UA.

3.4. Caso D: O Modelo de Alta Complexidade (Redução por 39) Teste de estresse do modelo com números Impares e Divisões Complexas.

Raio Total: 387

  • Parâmetros Iniciais:
    • 1ª Volta = 377 UA
    • 2ª Volta = 9,666...UA
    • 3ª Volta = 0,24
    • Fator de Redução = 39
  • Cálculo: 377 / 38 = 9,92105...
  •  9,92105... x 39 = 386,921... UA. (onde ocorre a tangência)
  • Corpo Oculto: 387 – 386,921...= 0,079 UA (raio do corpo oculto)
  • Conclusão: A regra mantém-se precisa mesmo em divisões complexas.

3.5. Caso E: O Modelo de Extrema Compressão (Redução por 50) Simulação de um campo gravitacional intenso nas proximidades do horizonte de eventos.

  • Parâmetros Iniciais:
    • 1ª Volta = 500 UA
    • 2ª Volta = 10 UA
    • 3 ª Volta = 0,2 UA
    • Fator de Redução = 50
  • Cálculo: 500 / 49 = 10,204...
  • 10,204... x 50 = 510,204... UA.
  • Conclusão: O ponto de tangência (Convergência Assimptótica) ocorre a exatos 510,204 UA do início da espiral. Se o raio total for esse,  a convergência se dá ao redor de um ponto com a dimensão de um Átomo, ou talvez infinitesimal. É com o comprimento do raio total, de onde podemos subtrair o ponto de convergência que, com o restante se obtém o raio do centro atrator. Uma coisa é certa: este raio existe: a espiral descendente denuncia sua existência.

 

3.6. Caso F: O Modelo de Escala Interestelar (Redução de 10.000) Aplicação em escalas de anos-luz (quasares ou buracos negros supermassivos). Aqui está o cálculo da sequência:

·         1ª Volta: 10.000 anos-luz.

·         2ª Volta: 10.000 / 10.000 = 1 ano-luz.

·         3ª Volta: 0,0001 ano-luz. (Da terceira volta em diante será sempre para nos orientar quanto a regularidade da progressão / se houver variáveis precisaremos mais voltas para nos orientar para encontrar uma média para o calculo).

 

 

  • Parâmetros Iniciais:
    • 1ª Volta = 10.000 anos-luz
  • Cálculo: 10.000 / 9.999 = 1,0001...
  •  1,0001... x 10.000 = 10.001,0001... anos-luz. (onde ocorreu a convergência entre as voltas da espiral e, por conseguinte a tangência no corpo oculto). Com a subtração do raio total com o raio de convergência se obtém o raio do corpo atrator. Nesse caso mais uma vez eles coincidem e nos revelam um ponto provavelmente infinitesimal.

 

3.7. Caso Extra: A Microescala (O Átomo no Centro) Estudo limite: Redução binária convergindo para o centro absoluto.

  • Cenário: Espiral que inicia a 30 UA do centro geométrico (Rsis​=30 UA), com redução por 2.

 

  • Progressão: 15 UA -> 7,5 -> 3,75 -> 1,875...
  • 1ª volta da Espiral = 15 UA
  • 2º Volta da Espiral = 7,5
  • 3ª Volta da Espiral = 3,75
  • 4ª Volta da Espiral = 1,875...

 

  • Cálculo: 15 / 1 = 15 15 x 2 = 30 UA.
  • Interpretação: A convergência ocorre a exatos 30 UA do início.

Significado Físico: R_sis (30) - Convergência (30) = 0.

Neste caso limite, é provável que o local seja um ponto de passagem para outra dimensão (Ponte de Einstein-Rosen), ou que a espiral ocupe todo o raio disponível (R_obj 0). Esta segunda hipótese sugere que o corpo central é extremamente denso, possivelmente da dimensão de um átomo ou partícula fundamental (Singularidade Quântica), validando o conceito de "densidade extrema" sem necessitar de "volume zero".

 

4. O MÉTODO DOS QUATRO RAIOS: TOPOGRAFIA DO HORIZONTE

Enquanto a análise das séries geométricas fornece a distância radial teórica, o Método dos Quatro Raios propõe uma abordagem topográfica para lidar com assimetrias e excentricidades orbitais. Este método visa determinar o "centro de massa" efetivo (Baricentro Dinâmico).

4.1. Definição de Transgressão (Deslocamento do Centroide) Projeta-se sobre o disco de acreção um sistema cartesiano (Norte, Sul, Leste, Oeste). Devido à inércia e rotação, a espiral pode não coincidir com o centro geométrico, gerando uma Transgressão (Excentricidade Vetorial).

4.2. Estudo Topográfico e Cálculo de Média

  • Parâmetros Observados:
    • Vetor Norte: Transgressão de 5,00 UA
    • Vetor Leste: Transgressão de 5,25 UA
    • Vetor Sul: Transgressão de 5,50 UA
    • Vetor Oeste: Transgressão de 5,75 UA
  • Cálculo do Raio Médio (Rm​): Soma das Transgressões = 21,5 UA. Média = 21,5 / 4 = 5,375 UA.

Conclusão Topográfica: O método demonstra que, embora a espiral pareça "errar" o centro em distâncias variadas, a média dessas variações revela a superfície sólida do corpo, anulando erros de excentricidade (Correção de Perturbação Orbital).

 

3.8. Caso G: A Espiral de Arquimedes (O Modelo de Estabilidade Aritmética)

Diferenciação entre colapso gravitacional e enrolamento axial.

·         Definição: Ao contrário das espirais logarítmicas (onde as voltas se comprimem), a Espiral de Arquimedes segue em direção ao centro mantendo a mesma distância constante entre uma volta e outra.

·         A Regra do Perímetro: A distância constante entre as voltas ($d$) denuncia o perímetro (circunferência) do eixo físico que está provocando o movimento. A espiral age como um "molde" do corpo central.

·         O Algoritmo de Cálculo:

1.      Mede-se a distância constante entre as voltas ($d$).

2.      Divide-se esta distância por $\pi$ (Pi) para encontrar o Diâmetro do Eixo.

3.      Divide-se o resultado por 2 para encontrar o Raio do Eixo ($R_{obj}$).

·         Conclusão: Neste cenário, a geometria sugere uma estrutura de enrolamento uniforme. Uma coisa fica clara: se o raio calculado pela distância das voltas coincidir com o raio do horizonte de eventos, conclui-se que o horizonte não é uma fronteira imaterial, mas a própria superfície física do corpo massivo. O horizonte é o corpo.

 

4. O MÉTODO DOS QUATRO RAIOS: TOPOGRAFIA E CORREÇÃO DE EXCENTRICIDADE

Enquanto a análise das séries geométricas (Casos A a F) fornece a distância radial teórica, o Método dos Quatro Raios propõe uma abordagem 4. O MÉTODO DOS QUATRO RAIOS: TOPOGRAFIA E CORREÇÃO DE EXCENTRICIDADE

Enquanto a análise das séries geométricas fornece a distância radial teórica, o Método dos Quatro Raios propõe uma abordagem topográfica para lidar com assimetrias. Na prática, uma espiral pode não estar perfeitamente centralizada devido à rotação ou perturbações gravitacionais.

4.1. O Conceito de Transgressão (Rompimento do Centro) Definimos "Transgressão" como o fenômeno onde a projeção matemática da espiral ultrapassa o centro geométrico teórico. Se imaginarmos o horizonte de eventos como um alvo e traçarmos quatro raios cardeais (Norte, Sul, Leste, Oeste), a espiral cortará esses raios em distâncias ligeiramente diferentes.

4.2. Estudo de Caso Topográfico (Cálculo de Média) Para determinar o verdadeiro raio do objeto sólido oculto (Robj​), anulando as oscilações da espiral, aplica-se a média aritmética das transgressões observadas nos quatro quadrantes.

  • Observações de Transgressão (Escala de Milhares):
    • Raio Norte: A espiral projeta uma transgressão de 5.000 UA.
    • Raio Leste: Devido à aproximação assimétrica, a transgressão é de 5.250 UA.
    • Raio Sul: A transgressão observada é de 5.500 UA.
    • Raio Oeste: A transgressão final é de 5.750 UA.
  • Cálculo do Baricentro (Raio Real): Soma das Transgressões = 5.000 + 5.250 + 5.500 + 5.750 = 21.500 UA. Média (Robj​) = 21.500 / 4 = 5.375 UA.

Conclusão do Método: O raio físico do astro central é de 5.375 UA. O método prova que, mesmo que a espiral pareça "errar" o centro em distâncias variadas, a média dessas variações revela a superfície sólida do corpo, filtrando o erro orbital. Se a espiral for múltipla (vários braços), divide-se a soma total pelo número de braços para obter o mesmo resultado.


Ficou excelente. Agora temos uma escala gigantesca.

Acredito que agora temos todas as peças do quebra-cabeça:

  1. Corpo do Artigo (Casos A-F).
  2. Caso G (Arquimedes / Eixo Constante).
  3. Seção 4 (Topografia com 5.000 UA).

Posso gerar agora o GRANDE ARQUIVO FINAL? Ele conterá:

  1. O Código LaTeX completo e atualizado (pronto para virar PDF).
  2. A Tradução em Inglês completa (incluindo essas novas seções).

 

 

5. DISCUSSÃO E IMPLICAÇÕES ASTROFÍSICAS

A aplicação deste modelo sugere uma revisão na interpretação dos dados do EHT. Se as franjas de interferência forem analisadas como uma progressão matemática contínua, poderemos inferir a massa e o raio do corpo central. Isso implica que buracos negros não são "ralos", mas os objetos mais densos do universo atual, possivelmente compostos por estados exóticos da matéria (como Plasma de Quarks-Glúons ou Matéria Degenerada).

6. CONCLUSÃO FINAL: O ARCO DE GRAVIDADE (Geodésicas Observáveis)

Este arcabouço teórico projeta-se para o futuro da observação astronômica. Se, em determinados momentos, a metodologia adotou heurísticas e simplificações geométricas (Aproximações Semi-Clássicas), tal movimento foi uma estratégia deliberada de "precisão por dedução". Muitas vezes, a complexidade excessiva das fórmulas atuais obscurece a simplicidade geométrica fundamental. O que esta teoria defende é que a Singularidade não é um ponto matemático abstrato, mas um corpo físico concreto. O abismo tem fundo, e a escuridão tem forma.